Ausencia William Shakespeare Amor
Há quem possua inteligência superior à dos grandes filósofos da Antiguidade, mas a ausência de busca pelo saber o rebaixa ao nível de um ignorante munido de alguma informação.
Inversão dos valores éticos e morais.
sensatez ganha moldes fakes news.
Dando ausência ao valor da sensatez.
Baseando em achismo e novas verdade dentro das meias verdades.
Moralidade e corrompida pelas correntes dos rumores de novas crônicas da desconexão da realidade.
Essa vertente faz divisão entre linhas de pensamentos sendo sensatez ser sábio e obediente ao sistema de alienação.
A escravidão desconectou o ser pensante da realidade ambígua.
Tão ocupados que cegueira a surdez fazem parte da evolução dão dominação onírica da alienação social.
A ausência de lembranças é um triste vazio. A memória é o elo entre o passado e o presente, entre o corpo e a alma, entre o vivido e o sonhado.
(Tostão)
"No fim da jornada, não é a ausência de erros que tranquiliza a consciência, mas a certeza de que, apesar deles, jamais deixamos de caminhar na direção do bem."
Desculpem minha ausência...estou me reconstruindo por dentro...estou fechada pra babando.. estou dando um tempo de tudo... fazendo uma limpa na vida ,na alma, no coração, nas redes sociais ... estou refletindo .. buscando paz interior..paz de espírito.. estou me reconectando comigo mesma...
Há dias em que a solidão não está na ausência de pessoas, mas na sensação de ser estrangeiro até dentro da própria casa
"Talvez eu já tenha sentido falta, mas nunca saudade.
Sentir falta é ausência, saudade é um futuro não realizado, com nossa metade.
Eu amo tanto aquela mulher, que até evito pensá-la, pois ao fazê-lo, meu peito arde.
Eu achava que só sentiria falta de você no fim de tarde.
Mas olha eu aqui, pela madrugada, lembrando você, minha beldade.
Já disse que te amo, já disse te quero, já disse que almejo você como mãe dos meus filhos, me chame de tolo a sábio, mas nunca covarde.
Dizem que incomensurável é o amor, então por que o meu para ti nada vale?
Meu coração pertence a ti, o desavergonhado, sarnento, algoz deste que lhe escreve, não bate.
Ele ladra, late.
Jogado na rua, tentando apagar toda memória sua, umas e outras rogando-me pragas, “cafajeste”, “traste”.
Deus, que fase!
É uma miríade de sensações, sinto seu cheiro ao vento, o apertar do abraço, te vejo em cada penumbra que envolve meu eu no fim de tarde.
Te sinto em todo perfume, te vejo em todo rosto, que parecem-me ser um todo de sua face.
Sinto você no frio da chuva, e no Sol do meio-dia, que me assola a fronte, também esta la você, minha beldade.
Eu sinto tanto ao lhe sentir, descrever-lhe, escrever-te, que chega a faltar-me ao âmago serenidade.
Amada minha, sinto tanto sua falta, indago-me: Será saudade?"
A fé não é a ausência de dúvida, mas a coragem de caminhar apesar dela, confiando que Deus guia os passos.
A alma pura de quem tem esquizofrenia costuma ser pisada por um mundo cego, que confunde a ausência de malícia com fraqueza e responde à dor com desprezo.
"O ruído das promessas e do 'fala-fala' nunca conseguirá cobrir o silêncio da ausência de apoio real."
Saudade.
Chega e entra sem pedir licença.
És a dona da chamada ausência.
Chega e aperta a ferida.
Nem se importa se estou na lida.
Contigo tenho que aprender a andar.
Me ajustar ao teu caminhar.
Dependendo do momento, sei a sua idade.
E seu nome? Chama-se saudade.
O ápice da realização humana não se revela na ausência de percalços, mas na consciência de havê-los atravessado sem abdicar da própria essência; pois, assim como na ciência a resistência antecede a transformação, na existência são as adversidades que convertem esforço em experiência, cicatrizes em sabedoria e persistência em plenitude.
ALGUÉM CHORA POR VOCÊ!
Alguém já chorou por você!
Alguém sofreu e lamentou sua ausência
E para aliviar tanta dor que persistia
Somente restava o choro e orações.
Alguém em algum lugar sofreu por você!
Quando nem ao menos se lembrava
O quanto fez esta pessoa por amor
Chorar o quanto chorou por você.
Ela nada pediu em troca do que sentia
Somente desejava que lembrasse
Das lágrimas e sorrisos compartilhados.
Alguém em algum lugar ainda chora!
Chora a ingratidão que não merecia
Mas que ainda deseja de todo coração
Que siga seu caminho em paz.
E, mesmo que ainda chore num canto qualquer
Deseja que você seja realmente feliz!
AUTOR - JOÃO BATISTA BARBOSA
Poesia
Entre o Eco da Ausência e o Grito do Silêncio
Diante das palavras impregnadas de desapego e dor, surge uma resposta silenciosa, tecida com fios de reflexão e resignação. É como se cada frase fosse um eco, reverberando nos cantos sombrios da alma, mas também iluminando os recantos mais profundos do coração.
Não é a falta que se faz presente, mas sim a presença ausente, uma ausência que se manifesta de formas indizíveis. É a memória que se esvai, o cheiro que se dissipa, o toque que se desvanece. É o reconhecimento de que o que um dia foi, agora não passa de sombras fugidias, dissipando-se com o vento.
E mesmo diante dessa ausência, há uma ânsia que se insinua, uma vontade de confrontar os fantasmas do passado, de encarar de frente a distância que separa o que já foi e o que resta agora. É como se a própria alma se revoltasse contra a lembrança do que um dia a aprisionou, buscando expurgar qualquer vestígio daquilo que já não lhe pertence mais.
Mas entre as linhas desse desabafo, há também um silêncio que grita, um vazio que ecoa. É a solidão que se faz companhia, o eco dos dias vazios, a resignação diante do inevitável. E no meio desse turbilhão de emoções, resta apenas o gesto simbólico de tentar exorcizar o passado, de purificar a alma daquilo que já não a alimenta mais.
Assim, entre a ânsia e o silêncio, entre a distância e a resignação, essa prosa se insere como um suspiro, uma última tentativa de libertação, um ato de coragem diante da incerteza do amanhã. É o retrato de uma jornada interior, onde o amor e a dor se entrelaçam em um eterno jogo de sombras e luz.
