Árvores
Balançando
com o vento
sou o verbo
acarinhando
as folhas
das árvores
de Fuerte Tiuna,
Suíte orquestral
pedindo sem
parar a liberdade
do General
que não deveria
ter estado preso
desde o início,
E segue preso
sem o devido
processo legal.
Sei que estás
aborrecido,
me desculpe
desde já,
Não nasci
para agradar,
Pelo sofrimento
do General
e da tropa
não vou parar
de reclamar.
Um comandante
não deveria
ser moralmente
responsabilizado
por erro de um
subordinado,
O erro de cada
um deve ser
individualizado
E nem seguir
alimentando
prisões com
base em
acusações
sem concretas
demonstrações.
Está na hora
de dar um basta
nessa cultura
de maltrato entre
o pessoal militar
sem as devidas
e sãs averiguações;
Quem deseja
a paz deve
aprender o quanto
antes a se reconciliar
mesmo diante
da existência
de diferentes reflexões.
Balançam os carrilhões
das folhas das árvores
executando a percussão
que precede a chuva
ressoando milagre da vida:
só de ouvi-los faz
com que eu me sinta viva;
Ouvir esta música sempre
me dá inspiração para
emprestar a minha poesia
que é voz para quem
de liberdade necessita.
De pedido em pedido
de liberdade trago
em mim o sonho de resgate
da nossa América Latina,
pelo General que está
injustamente preso há
quase dois anos
e por tantos
tenho escrito a epopéia
de minha responsabilidade:
só digo e repito isso
para que a minha mensagem
não seja por quem
quer que seja confundida;
Aqui infelizmente estamos
nadando numa correnteza
de conceitos invertidos,
em pleno oceano de presos políticos
e daqui a pouco não poderei
escrever tanto como tenho escrito:
porque as pessoas preferem
se afogar orgulhosos
e vomitar radicalismos.
"Enquanto as árvores se entregam à dança frenética do vento, o silêncio da noite ecoa sussurros de lugares distantes e tempos remotos."
Jeremias Capitulo 10 Proíbe as Árvores de Natal?
Texto fora do contexto usado pelos heterodoxos e palpiteiros canceladores de Natal:
“Não aprendam o caminho das nações, nem se espantem com os sinais dos céus porque as nações se assustam com eles, pois os costumes dos povos são vaidade. Uma árvore da floresta é cortada e trabalhada a machado pelas mãos de um artesão. Eles o decoram com prata e ouro; eles o prendem com martelo e pregos para que não se mova”. (Jeremias 10.1-4).
Muitos heterodoxos e palpiteiros de internet têm usado esse texto fora do contexto para tentar cancelar o Natal. Eles usam essa passagem para argumentar que a Bíblia condena o uso de árvores de Natal, mas, tudo não passa de narrativas falaciosas. Ninguém precisa ser um mega-exegeta para perceber logo de cara que essas palavras foram escritas cerca de mais de 2.000 anos antes que Bonifácio no início do século VIII e Martinho Lutero no século XVI dessem significado ao uso da árvore de Natal. O contexto do capítulo deixa escancarado que Jeremias estava condenando a prática de esculpir ídolos para adoração, e não decorar árvores festivamente. Como sempre digo: TEXTO fora de CONTEXTO vira PRETEXTO para HERESIAS!
Agora, observem o versículo seguinte:
“Como um espantalho em um campo de pepino eles são, e eles não podem falar; Eles devem ser carregados, porque não podem andar! Não os temas, porque não podem fazer mal nem bem” (Jeremias 10.5). Jeremias está apontando que os ídolos são esculturas sem vida e não são verdadeiramente deuses. Ele continua a explicação no capítulo 10.8-10, onde a madeira, o ouro e a prata são claramente discutidos aqui no contexto de fazer ídolos sem vida em contraste com o Deus Vivo e Verdadeiro. A questão denunciada pelo profeta é a tolice os homens criarem seus próprios deuses.
Outros profetas do Antigo Testamento argumentam do mesmo modo (Isaías 44.14-17). O apóstolo Paulo argumenta na mesma direção (Atos 17.29).
Agora, se as pessoas estivessem fazendo pedidos para as árvores de Natal ou adorando-as como divindades, essas passagens certamente se aplicariam. Mas não é, nem nunca foi assim que as árvores de Natal são usadas. Assim, a tradição da arvore de Natal começa com Bonifácio, e ganha os lares com Martinho Lutero durante a reforma Protestante na Alemanha.
Dito isto, pare de dar ouvidos aos canceladores de Natal e palpiteiros de internet! Essa gente não passa de terraplanistas gospels!
Pense nisso, estude a história da igreja e ótimo Natal!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
ÁRVORE DE AZEITE:
Naquele benefício...
um quintal com árvores de azeite
Que nasciam todos os dias
Àquela hora ao nascer o sol
E morriam como tal ao ocaso.
Sobre as rochas em greta
Eu colhia os frutos que comia.
E sobre seu cume que nutria o pinhal
Eu mirava o cordeiro
Que reluzia à boca da noite
Com o olho central que cuspia fogo
Iluminando o benefício.
As árvores morriam
E as aves em bulício calavam ao canto
Sob o cântico de ventura
Da matriarca
Que mistificava o brilhante
Reluzente de da luz.
NATUREZA EM FÚRIA
As frias folhas das arvores
Em noites de vendavais
Voam para outros ares
E ao tempo se perfaz.
Sob o rígido bico do pássaro
Erguem-se noutros patamares
E na busca de seu compasso
A natureza fria finda os mares
As flores furtam as cores
As águas não vertem mais
As aves em dissabores
Perdem ninhos e portais
E o núcleo da terra em fúria
“Mata” feito canibais.
Nicola Vital
Desnatado Natal
Vagarosamente os flocos brancos
vestem as árvores e as ruas.
Pulam sorrisos nas mãos das crianças.
Casas adornadas de esperança
com pisca-piscas de mil cores
estampadas em portas coroadas de azevinho.
Fazem-se partir milhões de pedidos
aos confins da Lapónia,
sonhos embrulhados de inocência,
alarvemente aproveitados
pelo incessante consumismo.
À medida que o vento faz o playback da harmonia,
o Mundo fantasia-se de bondade.
A solidariedade incentiva a humanidade
a um consoado cessar-gelo,
comovem-se corações e Invernos
num calor humano que não aquece a verdade.
E a vocês, que fazem da rua a vossa cama,
das estrelas o vosso tecto, não têm sonhos,
[mas sabiamente observam
esses sociais mendigos corações
nos seus costumes no desnatado Natal],
abro as portas da minha casa,
ofereço-vos a minha mesa,
o calor do meu abraço,
e o sentimento deste poema:
o Natal é uma camuflagem
passageira no coração das civilizações.
Despi o Teu Sentimento
Na alameda da tua tela
estavam árvores a murmurar.
Entregues ao lampejo das tuas mãos,
deslizando nas tonalidades das estações
da imprescindível paixão.
Despi o teu sentimento: e desnudo fiquei.
Amar-te Torrencialmente
Estou a amar-te
como as árvores
amam a terra.
Estou a amar-te
como os oceanos
amam as luas.
Estou a amar-te
com a racionalidade da loucura.
Estou a amar-te com os olhos
cheios de chuva.
Estou a amar-te torrencialmente.
Nos dourados
outonos
as árvores
cantam as
canções das
borboletas
que voaram
no estômago
do verão.
Lua Sonhadora.
Já é noite no céu.
Os pássaros e as árvores estão dormindo.
E o que tiver de mais bonito.
Talvez já esteja dormindo.
Sonhando com as estrelas ou tendo bons sonhos.
É mais uma noite em que muitos sonhos de alguma forma cumprimentam o anoitecer.
E a luz da Lua retorna.
Com um equilíbrio fantástico nos seus suspiros.
Noite amiga dos seus sentidos.
Na luz branca que prevalece enquanto além desse céu estrelas cintilam.
Uma Lua acordada e dedicada.
Trazendo grandes inspirações.
Que reluz sobre as noites que já a esperavam.
Com sorrisos retocados pela luz do seu luar.
Que predomina sobre o silêncio que muitas vezes se faz quando metade da fauna e da flora adormecem.
E outros que a veem se compadecem.
Dos seus corações lhe dedicam um uivo,um sussurro ou algo profundo e sincero.
Como aquele brilho esbranquiçado que se sobressai nas noites.
Desde as noites antigas é assim.
Como essa noite que voltou.
Bela face lunar.
Bela das feições únicas e emotivas.
Mostrando um caminho iluminado até o seu lugar.
Para poder sonhar também.
Porque se outros pensamentos,corações e vozes sonham,a Lua que é o motivo desse sonhar também fecha os seus olhos e se deixa acreditar com uma criação parecida com a sua.
Deslumbrante em verde e azul.
E que antes de dormir ou não,olha através da sua vida e pede entre o silêncio noturno e as estrelas que não dormem que mais um desejo seja realizado. Tendo naquela bela e inegável face o seu sonho mais bonito e interminável.
No Fabuloso Reino Das Formigas.
Em terras que preenchem as raízes das árvores e capins verdes dos muitos continentes,pequenos insetos fazem longas caminhadas.
Em grupos felizes formigas percorrem as imensas florestas.
Estando também em quintais.
Em duas linhas se movimentam em sentidos opostos.
De um jeito coordenado e esperado.
As suas pequeninas patas as levam sobre folhas caídas no chão e sobre os troncos das árvores e ramos entrelaçados com um outro tipo de vegetação.
Sobre muros,grades e calçadas.
E para onde mais quiserem caminhar.
Esses adoráveis insetos formam uma sociedade incrível e organizada.
Em um formigueiro cada formiga tem algo específico para fazer.
Um formigueiro tem muitos centímetros de profundidade.
Com uma escuridão que se propaga por dentro.
Mas as pequenas formigas se deslocam de um jeito formidável sem se perderem.
Esses minúsculos insetos têm uma força maior.
Além das longas caminhadas diárias levam em suas mandíbulas pedaços de folhas,gravetos ou algo que possa ser usufruído dentro do formigueiro.
Também usam as suas antenas como uma forma de reconhecimento e de socialização.
São insetos impressionantes.
Durante a noite são guiados por uma luz branca no céu.
Um sereno encantador ilumina as muitas espécies de formigas enquanto atravessam longos percursos.
Levando os seus alimentos além de se cumprimentarem em cada caminhar.
Mesmo pequenas fazem grandes coisas.
Desde a formação de um formigueiro.
Pensado em algum lugar apropriado para ser chamado de lar.
E as formigas têm nas terras que se estendem por grandes distâncias lugares para transformar.
Em uma nova morada para elas e para a rainha.
Em qualquer formigueiro a rainha será maior e receberá mais olhares das pequenas formigas.
Um pouco mais de agrado rodeada de merecidos caprichos.
Em algum momento a formiga rainha sentirá no seu coração a vontade de ir para mais longe do seu formigueiro.
Em um sentido romântico e natural a formiga rainha terá nos olhos,o mesmo olhar de uma formiga macho.
Escolhido por seu coração real.
Depois de bonitos momentos a formiga rainha percorrerá por entre as folhas e outras terras em busca de um novo lugar para recomeçar.
Mas aquele formigueiro que ficou em um passado dos seus dias continuará em sua vida.
Porque na sua natureza ir para um outro lugar e continuar é algo natural e intocável.
Dos encontros românticos as formigas rainhas após dias e noites,colocarão larvas para a continuidade de sua espécie.
Centenas de larvas envolvidas por uma cor branca e sedosa.
Que futuramente terão patas,olhos,um coração e uma força interior.
Além de uma que será um pouco diferente das demais,mas que reinará com uma mesma razão que predomina um virtuoso grupo de insetos.
Pelos continentes espécies de formigas constroem grandes formigueiros.
Com um talento em suas minúsculas patas e mandíbulas,cada grão de terra é alçado e deixado com outros grãos.
Capins e sementes também enfeitam os seus maravilhosos lares.
Assim como pedregulhos,folhas recortadas e muito mais.
Com muitos corredores macios e úmidos cada formigueiro é composto de vários caminhos.
Escurecidos quando mais profundos estão.
E acima de cada formigueiro a luz do Sol ilumina.
E no brotar da noite a Lua encanta aqueles olhares pequenos.
Nas gotas das chuvas aquelas minúsculas patas caminham agraciadas com um líquido puro em seus movimentos.
Pequenos insetos que percorrem distâncias incontáveis.
Dos seus formigueiros até um outro lugar as formigas têm uma noção dos seus compromissos.
Sobre as terras ou embaixo delas milhares de formigas nascem,crescem e vivem em uma grande sociedade.
Os seus tamanhos variam entre pequeno e grande.
Em tantas espécies e continentes e na forma dos seus formigueiros.
As formigas rainhas podem voar.
Com asas feitas pelas brisas como um presente real deixado ainda quando eram apenas larvas.
Após o voo de uma formiga rainha para um outro lugar,uma outra ficará reinando por muitos dias naquele formigueiro anterior e agradável.
Até que a sua vida seja cortejada mais uma vez.
Em um ciclo natural e que precisa seguir.
Como um novo recomeço para as pequenas formigas nas mais variadas espécies.
Em um planeta grandioso aos seus olhos,mas que já foi contornado muitas vezes pelas pegadas minúsculas desses simpáticos insetos.
O que é a felicidade?
A felicidade pode estar em um dia de sol, nas árvores, no convívio com os animais.
A felicidade pode estar na poluição e na agitação diária. A felicidade pode estar em sonhos e pensamentos confidenciais.
A felicidade pode estar no amor que você ama!
A felicidade pode por vez, ser a ausência da tristeza,sendo assim a felicidade não é uma tabela pronta, não há um rico manual sobre o que realmente é a felicidade.
A felicidade não é apenas a qualidade ou estado de feliz.
A felicidade é um estimado estado de espírito que você espera que nunca termine.
