Árvores
Outono é a estação que o vento sem vergonha despe as árvores. E os homens abraçam as mulheres estas flores, as vezes sem pétalas, sem cobertores.
Nós somos como árvores.
As vezes é necessário que nossas folhas venham cair, e que fiquemos sem nenhuma proteção, expostos ao frio para que possa chegar a primavera fazendo da tristeza a alegria, doos galhos secos a vida e do frio o brilho no olhar
A estrada do conhecimento é infinita e cheia de pedras, arvores com espinhos, riacho com correntezas, rios sem pontes, pântanos traiçoeiros e, vendavais, mas pra quem é determinado nada disso é obstaculo, é apenas a escada da vitoria,
Fim da Esperança
Lembranças de um dia ensolarado
O sol passava pelas copas das árvores
Assombrações de um fantasma do passado
Agora me encontro no fundo de um poço
Olhando ao pouco sol que entra desviado
Minha sombra está envolta de mim
E este anjo morto ao meu lado
A gelada água comessa a subir
Meu destino está selado
Tampam o poço lá de cima
Percebo ser condenado
Deus criou as arvores o homem criou as armas ,Deus criou a vida o homem criou a fome,Deus criou o mundo o homem criou a ambição , Deus criou o Amor o homem criou o ódio .
Eu já me casei, já plantei árvores, escrevi livros, andei de bicicleta... agora eu quero ouvir a Deus!
A onda quebra na penha da rocha , o vento bate sacundindo as arvores ,anunciando que o dia raiou , o sol se põe elegantemente , a noite vem mostrando a beleza das estrelas ,a luz da qual finalmente adormecerei em seus braços ]]
Às vezes, é muito simples. Um pôr-do-sol. Uma lua cheia. Uma brisa por entre as árvores. O cheiro da relva orvalhada pela manhã. O aroma adocicado da terra nas primeiras chuvas do Outono. Às vezes é muito fácil amar a vida!
O amor que um dia era recíproco parecia ter sumido por entre as árvores daquele lugar. Os sorrisos já tinham se acabado. E ela nem sabia ao certo o que aconteceria. Ela voava, saía do chão e suas pernas já não alcançavam mais a velocidade do seu corpo. Os sentimentos estavam estagnados, pelo menos parecia que estavam. Ela ama. Mas agora isso já não passava mais de um futuro do pretérito indicativo: Amou.
Olhou para os lados e se sentiu bem. Não completamente, mas estava bem ao ponto de continuar vivendo. A sua vez no amor parecia que nem tinha começado. Ou tivesse começado, mas já havia se partido. O Adeus dói. Mas não mais do que a ilusão de ter acreditado que o pra sempre dessa vez não acabaria.
A sua voz ecoou junto com vento que chorava por paz. Nada mais que isso. O céu chorava, ela não conseguia nem acordar pra vida. Continuava ali, partida, mas intacta a qualquer marca das lágrimas que tentavam a dominar. Nem tudo estava bem, mas ela fingia. Dizia que estava bem pra não precisar contar toda a história da sua dor. Fingia para não chorar.
Talvez ela devesse seguir, devesse acordar. Talvez ela devesse até dar mais uma chance para o amor. Mas não, ela não queria. Estava iludida. E continuava iludida com a sua dor.
Talvez a ilusão não fosse tão forte. Talvez poderia até ter se enganado. Mas as coisas já não tinham mais sentido.
"Tudo ao redor virou câmera lenta, o sol da tarde brilhando entre as folhas das árvores, e um cara de pé que olha nos meus olhos e me deixa sem reação. Primeiro que, só pra te avisar, sou eu quem faz esse lance de olhar fundo nos olhos, então senti minha arma virada contra mim."
A casa de madeira no balança das arvores a cadeira de balanço são guiada
A luz se estende na varanda e arrastada para o horizonte agonizando
No estalar da madeira a alma fria solitária se escora na inquietude falsa paz
Rasga o coração sobre o vento fino que caminha na encosta e respaldado nas flores e relva do campo tarde tão tétrica neste vazio desigual
Caminho no desfiladeiro e as pedras assustadas ver meus olhos em sangue lagrimas e fel
A calmaria faz o vendo falar no sopro constante que escorrega da colinas agudas
Morro cada dia sem você nas encostas do mar lambe minha agonia na gastura da luz da lua
Me esmiunço em detritos adentes que retalha meu coração na sede do seu amor ausente
As nuvens rasgadas no céu frestas de luz invade a sala e não toca meu coração
A luz do entardecer toca a grama amarelada e na estridente agonia meu sangue corre no contraste dor
Nas batidas fracas de um coração sofredor
Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )
Amigos de verdade são comoárvores que crescema cada dia,sempre dando frutos na nossa vida a seu tempo.
Outros infelizmente são apenas sombras dos galhos!
Um brinde as afinidades que ainda irão brotar, os pensamentos são
árvores balançando com o ar; são troncos rudes ali mas contam histórias
sem fim e algo assemelha-se a mim.
Brindemos a afinidade que bem sei que já existe; os galhos entrelaçados
carregam sonhos alados e os meus ainda resistem.
A essa bela empatia que jamais possa faltar: afeto , amparo e assunto para
nos conectar.
Ainda estou escalando árvores. Não sei quando verei a vista lá de cima. Por isso, sigo olhando a vista daqui de baixo... sigo vendo a vista enquanto escalo.
As nuvens fertilizam o solo muito abaixo delas e geram árvores que não provam dos próprios frutos. Os rios os carregam na corrente que leva as sementes para longe e as faz brotar, sem nunca guardar o precioso líquido para si. Todos nos dizem que a energia vital precisa circular para cumprir seu propósito, e de nada serve retida em vez de compartilhada.
Eu vejo um mundo em etapas onde nada é fixo tudo se movem, a pedra é removida árvores são arrancadas, a vida é ceifada, a mudançaé um efeito os desafios são moldados movendo de lado para outro, o mundo revela desafia o aprendizado que nada é fixo no mundo.
