Aprendeu

Cerca de 1652 frases e pensamentos: Aprendeu

A fórmula perfeita para decepcionar e machucar quem você ama:


Diga que aprendeu, que mudou e que agora é diferente.
E então, com a frieza das velhas repetições, prove nos atos que era só discurso, e repita exatamente tudo aquilo que jurou não fazer mais.


Parabéns! 👏🏻

O adulto que não aprendeu a ser inteiro carrega dentro de si uma criança órfã, que grita por atenção, que se recusa a dividir o brinquedo da vida, que congela o gesto de dar como se o mundo fosse apenas seu reflexo.

⁠"Quem não aprendeu a SERVIR, de maneira alguma saberá ser SERVIDO. É preciso primeiro muitas vezes saber OBEDECER para poder saber LIDERAR; como José do EGITO, primeiramente teve que aprender a ser ESCRAVO, para dar valor quando fosse governador."

─By Coelhinha

O direito de estar


Há quem carregue nos ombros
o peso de muitas gerações,
quem aprendeu, ainda criança,
que os sonhos também têm preço
e que nem todas as portas
se abrem para todas as pessoas.
Há quem estude depois do trabalho,
quem divida o tempo entre livros e ausências,
quem atravesse cidades,
madrugadas,
incertezas,
levando na mochila
mais do que cadernos:
a esperança de uma vida diferente.
Há quem seja o primeiro da família
a atravessar os portões de uma universidade,
a ocupar uma cadeira
onde antes só lhe permitiam imaginar-se.
E há tantas histórias interrompidas,
tantas inteligências desconhecidas,
tantos sonhos que não chegaram
por falta de condições,
nunca por falta de capacidade.
É por isso que, quando eu vejo alguém
Vindo de baixo e insistindo em estudar
Eu não consigo enxergar apenas um estudante.
Eu vejo alguém rompendo com uma realidade
Que, durante toda a vida, ensinou
Que aquele lugar não era para ele! *
Mas não quero chamar de superação
aquilo que também é injustiça.
Não quero transformar a fome em coragem,
a privação em virtude,
o sofrimento em requisito
para merecer um lugar no mundo.
Porque estudar deveria ser um direito,
não uma batalha pela sobrevivência.
E permanecer deveria ser tão possível
quanto chegar.
Penso nas mãos que trabalharam a terra,
nas mulheres que sustentaram famílias,
nos pais que não conheceram a universidade,
mas reconheceram nos filhos
a possibilidade de outros caminhos.
Penso em quem chega
e ainda precisa aprender
a não pedir desculpas por estar ali,
a não esconder o sotaque,
a origem,
a história,
a maneira de existir.
Porque o conhecimento
não nasce apenas entre paredes acadêmicas.
Também mora nos quintais,
nas roças,
nas cozinhas,
nas conversas de família,
nas experiências de quem aprendeu
a ler o mundo
antes de poder ler os livros.
E quando alguém vindo de baixo
ocupa um espaço historicamente negado,
não é apenas uma vida que se movimenta.
É uma história coletiva
que encontra outras possibilidades
de ser contada.
Que ninguém precise abandonar suas raízes
para ser reconhecido.
Que nenhum diploma apague as mãos
que ajudaram a construí-lo.
Que a universidade aprenda, também,
com aqueles que chegam trazendo
outros saberes,
outras memórias,
outras maneiras de compreender a vida.
Porque ninguém deveria precisar
provar que merece estar onde tem direito.
E que um dia
vir de baixo
seja apenas uma referência
ao lugar de onde se partiu,
e nunca mais
ao lugar onde a sociedade
espera que alguém permaneça.


Nota da autora: A quarta estrofe deste poema contém uma citação direta adaptada do manifesto sobre estudantes da periferia, de autoria do professor Pedro Costa (@_motivaquecresce).

Você tem um grande poder nas mãos! O sapinho mochileiro Gabiróba aprendeu que todos nós temos nas mãos o maior de todos os poderes que é o poder espiritual, e que só precisamos aprender a usá-los. O poder do fogo por exemplo, pode ser usado para aquecer o frio ou para causar grandes desastres e incêndios. Assim também ocorre com o nosso poder espiritual, você usá-lo para o bem o para mal, canalize seus poderes positivamente e venha viajar feliz com esse sapinho...

Misturado como omeletes! O sapinho mochileiro Gabiroba aprendeu que é assim que um relacionamento amoroso deve ser, e não dá para fazer omeletes sem quebrar a casca do ovo. Então quebre esse casca e seja feliz no seu relacionamento, e outra dica...o sapinho mochileiro evita ficar colocando outros ingredientes na omelete para não perder o sabor. Faça sua omelete com muito carinho e aproveite o paladar...saboroso da paixão...todos os dias o dia todo. Curta a simplicidade do relacionamento.

Nossa tendência é destruir o que não dá para salvar...e o sapinho mochileiro Gabiróba aprendeu que temos que destruir relacionamentos tóxicos antes que ele nos destrua, temos que destruir o medo antes que ele nos destrua, temos que destruir a incredulidade e ter fé no amor, na amizade e na caridade. Venha ter fé no amor com o sapinho mochileiro Gabiróba...

Como você quer crescer sem ser esticado? E o sapinho mochileiro Gabiróba aprendeu que para crescer na vida, na profissão, nos estudos e principalmente no amor e nas tantas outras coisas do coração, você precisa ser testado, amassado e esticado. Onde você está buscando segurança para as suas relações, essa é a questão. Confie sempre no Amor e deixe que o amor seja sua fortaleza, faça tudo com amor e pelo amor você será alcançado. O sapinho mochileiro adora navegar nas águas calmas do amor...vamos?

Não dá sono pros olhos enquanto não vencer
Quem nasceu no sofrimento aprendeu sobreviver
Se o mundo te esmagou, então levanta pra lutar
Porque ninguém vai te salvar se tu não se revoltar

Hoje eu tenho tudo,
tenho você na minha vida.
E o resto que faltava no mundo
aprendeu a fazer sentido.


Tenho teu nome morando
nos meus dias,
teu riso ajeitando minhas dores,
teu olhar me lembrando
que amor também é abrigo.


Hoje eu tenho tudo
porque você chegou
e, sem prometer eternidades,
ficou.


E ficar, às vezes,
é a forma mais bonita de amar.

Feito de Teixo





Feito de teixo,
não dobra fácil.
Aprendeu cedo a ser madeira firme
enquanto o mundo testava o peso.


Carrega flechas que não disparou,
dores que não nasceram nele,
mas que aceitou guardar
pra ninguém sangrar ao redor.


É arqueiro que vigia em silêncio,
olhos atentos mesmo quando cansam, corpo erguido no
meio do colapso
— não por heroísmo,
mas porque alguém precisa ficar.


Quando tudo racha,
vira apoio.
Quando todos falam,
escuta.
E quem encosta
sente segurança
sem saber por quê.


O erro foi aprender a ser muralha
antes de aprender a pedir abrigo.
Confundiu força com solidão,
resistência com fechamento.


Mas ainda permanece de pé.
Marcado.
Mais denso.
Inteiro.

Teixo antigo, arqueiro do tempo:
aprendeu a suportar o vento por anos para, em um único instante,
ensinar à flecha o caminho do destino.

No Ritmo do Teu Nome


Há um ritmo que o mundo não conhece,
mas o meu coração aprendeu quando encontrou o teu.
Desde então, os dias deixaram de ser apenas dias; passaram a dançar no compasso do teu sorriso.


Mesmo quando a distância insiste em existir, o amor atravessa o silêncio como o vento atravessa o mar.
Fecho os olhos, e é como se tua presença transformasse qualquer saudade em esperança.


Se um dia perguntarem o que é felicidade, não direi uma palavra sequer.
Apenas apontarei para você,
porque há amores que não se explicam...
apenas se vivem.

O que não foi dito também pode permanecer. O Prédio que Aprendeu a Escutar constrói sua arquitetura sobre essa ideia.

O Prédio que Aprendeu a Escutar pergunta quanto sofrimento uma rotina consegue esconder antes de começar a revelá-lo.

O Prédio que Aprendeu a Escutar sugere que alguns arquivos não armazenam documentos, mas restos de vidas.

Quando a vida vira intervalo entre tarefas, alguma coisa já desapareceu. O Prédio que Aprendeu a Escutar procura esse desaparecimento.

O Prédio que Aprendeu a Escutar transforma o excesso de trabalho em uma pergunta sobre identidade.

O Prédio que Aprendeu a Escutar lembra que produtividade não é sinônimo de existência.

“Nenhum trabalho deveria custar uma vida inteira.” (O Prédio que Aprendeu a Escutar).