Aprendeu
Não sei quanto tempo durou o discipulado de Elias com Eliseu, mas sei que ele aprendeu bem, porque, na primeira oportunidade que teve, Eliseu abriu o Rio Jordão, assim como seu professor Elias fez.
“Teu Pai, que vê em secreto, te recompensará.”
Quem precisa ser visto ainda não aprendeu a descansar em Deus.
Servo bom é forte porque aprendeu a depender de Deus. É valente porque confia mais na Palavra do que na própria espada. miriamleal
Eu aprendi a viver com limites por nós dois. Você aprendeu a me machucar chamando isso de liberdade. Essa conta chegou. E eu não consigo mais pagar
Aos roqueiros de todo o Brasil:
Você percebe que é um roqueiro de verdade quando aprendeu a ouvir rock em volume baixo.
Você ainda não aprendeu a maior lição da vida,
continua perdido.
Não aprendeu a arte de perder..
se perde... quer guardar tudinho.
Perca, perca devagarinho
cada dia um pouquinho,
fique só com o que sobra,
e do que sobra... amanhã perca mais um pouquinho.
Devagarinho, devagarinho
quando você se dá conta perdeu tudinho.
Ficou sozinho... errante pelo caminho.
Tudo bem....perder tudo não é nada sério...
que não se leva nada da vida não é nenhum mistério...
e pra onde se vai... se vai mesmo sozinho.
A solidão é minha velha amante fiel que já se acostumou e aprendeu a não reclamar comigo, nos momentos que quero ficar sozinho, introspectivo, sem a menor paciência de encontrar com pessoas infelizes sorridentes, enfeitadas com utensílios de marca baratos mas falsificados que orgulhosamente desfilam vitoriosas e especiais de fachada.
"Serenidade é a força silenciosa daquele que aprendeu a governar a própria alma antes de tentar governar o mundo."
ELE TINHA CORAÇÃO.
"O Ferro que Aprendeu a Ser Homem"
O mundo, tantas vezes, mede a força de um pai pelo peso que ele suporta, pelo silêncio que mantém e pelas batalhas que trava sozinho. Muitos o chamam de “homem de ferro” — aquele que não chora, que não treme, que não se deixa abalar. Mas, por trás da armadura invisível que o tempo e a sociedade lhe impuseram, há um coração vivo, pulsando, sangrando e amando.
A infância de um pai morre lentamente para dar lugar a um vigilante eterno. Ele não pode se dar ao luxo da fraqueza porque acreditou, desde cedo, que o amor verdadeiro se prova na resistência. E no entanto, é justamente essa dureza aparente que esconde o maior dos segredos: a sensibilidade. Ele talvez não fale das noites em que ficou acordado ouvindo a respiração do filho doente, nem confesse o medo que sentiu ao ver a vida colocar nas mãos da família o peso das incertezas. Mas ele estava lá — como um farol em mar revolto, calado, mas firme.
A sociedade raramente autoriza o homem a demonstrar ternura sem antes cobri-lo de rótulos. Ainda assim, todo pai carrega no íntimo uma luta silenciosa contra essa sentença cultural. Porque ser pai é ser ferro por fora e carne viva por dentro; é entender que a fortaleza não é a ausência de fragilidade, mas a coragem de mantê-la em segredo para proteger quem ama.
Chega um dia em que os filhos crescem e começam a enxergar não o herói, mas o homem. E nesse instante entendem: não era o ferro que nos sustentava, era o coração que batia dentro dele. Um coração que, mesmo pesado de responsabilidades, escolheu amar sem pedir nada em troca. E talvez esse seja o maior legado que um pai pode deixar — ensinar, pelo exemplo, que a verdadeira força não está na rigidez, mas na capacidade de continuar amando, mesmo quando tudo ao redor pede endurecimento.
"Ele Tinha Coração – O Ferro que Partiu Vitorioso"
Em cada esquina da vida, há um pai que a sociedade não quis ver. Não estampou seu rosto nas manchetes, não lhe ofereceu medalhas nem reconhecimento. Chamaram-no de “homem de ferro” — não por ser frio, mas por aguentar calado o peso de mundos que só ele sabia carregar. Um pai assim veste, sem pedir, a armadura que o tempo e a cultura lhe impõem: “não chore, não reclame, não mostre medo”. Mas, sob essa couraça, pulsa um coração real, vibrante, que arde de amor.
A filosofia nos lembra que a verdadeira grandeza não se mede pelo poder de dominar, mas pela capacidade de servir. E no papel de pai, esse servir é silencioso, quase invisível. Ele não conta as vezes em que deixou de lado o próprio sonho para alimentar o sonho dos filhos; não revela o medo que o acompanhou nas madrugadas de incerteza; não espera retorno, apenas se coloca no caminho como muralha contra o inevitável.
Do ponto de vista sociológico, esses homens são frequentemente engolidos por uma narrativa injusta: a de que afeto e masculinidade caminham separados. E assim, escondem suas lágrimas, oferecendo apenas o lado forte, acreditando que proteger é também poupar o outro do peso de suas dores. No íntimo, porém, guardam lembranças de abraços breves, conversas apressadas, olhares que diziam mais que qualquer palavra.
Psicologicamente, o pai que ama incondicionalmente constrói, sem alarde, o alicerce emocional da família. Mesmo ignorado — por orgulho juvenil, por ingratidão momentânea ou pela pressa do mundo — ele permanece. Porque para ele, amar não é negociar: é escolha diária, gratuita, inabalável.
E chega o momento inevitável da partida vitoriosa. Não vitoriosa pela ausência de derrotas, mas pela dignidade de ter amado até o último instante. É quando o silêncio da casa revela o som de sua presença na memória, e os que um dia não o perceberam como deviam descobrem, com atraso doloroso, que todo aquele “ferro” era apenas a casca de um coração que sempre bateu por eles. Nesse dia, o mundo perde um homem, mas ganha a lição eterna de que a grandeza não precisa de testemunhas para existir.
Eduque com educação elevada, servindo com alegria, paz e amor, pois quem é educado aprendeu a respeitar o próximo, mesmo sem a educação igual a sua.
Quando você para de repetir o erro não é porque aprendeu, mas sim que desenvolveu habilidade de prestar atenção nos detalhes.
Quem aprendeu a fazer da própria companhia um lar
não se curva às correntes da manipulação.
A solidão deixa de ser ameaça
quando a paz mora dentro do coração.
Quem não teme caminhar sozinho
escolhe permanecer apenas onde existe respeito.
Porque a verdadeira liberdade
nasce quando ninguém tem o poder
de controlar quem conhece o próprio valor.
Filha de Vênus
Ela é de Libra.
Carrega no olhar a delicadeza de quem aprendeu que a verdadeira força mora na serenidade.
É linda, charmosa e naturalmente atraente, mas não é apenas a beleza que encanta.
É o seu intelecto, a forma como enxerga o mundo e a sensibilidade com que acolhe as pessoas que fazem qualquer coração permanecer.
Odeia a injustiça.
Não consegue fechar os olhos diante da dor alheia e, sempre que pode, estende a mão sem esperar nada em troca.
Tem o coração mais bonito que já conheci,
daqueles que fazem do carinho um abrigo e da bondade uma forma de existir.
Ela é calmaria em pessoa.
Foge das confusões porque sabe que a paz vale mais do que qualquer discussão.
Prefere viver no seu próprio mundo,
onde os dias têm o ritmo da tranquilidade
e a alma pode florescer sem pressa.
E, silenciosamente, agradece a quem respeita esse lugar sagrado que chama de paz.
Libriana,
regida por Vênus,
traz consigo a beleza que não se explica,
apenas se contempla.
Dona de um encanto raro,
de um sorriso que ilumina,
de uma presença que acalma
e de uma essência impossível de esquecer.
Porque existem pessoas que impressionam pela aparência.
Mas ela...
ela permanece na memória pela alma que carrega.
E talvez seja por isso que sua presença transforme qualquer lugar em refúgio.
Ela não precisa elevar a voz para ser notada,
nem disputar espaço para mostrar quem é.
Sua essência fala por si.
Carrega no peito o dom de equilibrar o que parece impossível,
faz da gentileza a sua maior fortaleza
e da empatia o seu jeito mais bonito de existir.
Como filha de Vênus,
espalha beleza não apenas por onde passa,
mas principalmente por onde permanece.
Porque sua verdadeira luz
não está no que os olhos conseguem enxergar,
e sim na paz que sua alma desperta em quem tem o privilégio de conhecê-la.
Algumas pessoas são bonitas.
Ela é inesquecível.
Não apenas pelo encanto que possui,
mas pela bondade que transborda de seu coração.
"Em meu sorriso existe muitas dores.
Por isso ele transmite paz.
A paz de quem aprendeu a juntar
os seus cacos e se reconstruir
pacientemente, e se fazer caminho,
não destino!
Haredita Angel
07.11.16
"Cedo ela aprendeu a esconder sua dor
por trás de um sorriso bonito!
Um dia o sorriso cansou e foi embora.
Mas no dia que ele voltar há de ser verdadeiro!"
Haredita Angel
19.09.25
Um mestre da realidade é aquele que não apenas aprendeu a manifestar os seus desejos, mas aprendeu também a desejar as coisas certas.
