Aprendeu
A publicidade aprendeu a falar com o desejo antes que a razão tenha tempo de lhe perguntar seu nome.
Muita gente passa a vida interpretando personagens que aprendeu a admirar e só percebe tarde demais que nunca conheceu o próprio rosto.
Quem aprendeu a fazer boas perguntas já percebeu que muitas respostas são apenas maneiras sofisticadas de encerrar uma conversa.
O ser humano frequentemente chama de verdade aquilo que apenas aprendeu cedo demais para questionar.
O homem civilizado aprendeu a esconder a violência sob palavras elegantes; talvez seja por isso que algumas injustiças chegam ao tribunal usando gravata.
O verdadeiro sábio não é aquele que venceu todas as dúvidas, mas aquele que aprendeu a conviver honestamente com as perguntas que permanecem abertas.
O homem civilizado não é aquele que abandonou suas certezas, mas aquele que aprendeu a submetê-las à razão.
Talvez Deus seja uma resposta; talvez seja a pergunta que a humanidade ainda não aprendeu a formular.
O homem que aprendeu a viver sem aplausos começa finalmente a perceber a diferença entre reconhecimento e valor.
Quem teme ficar sozinho pode aceitar qualquer companhia; quem aprendeu a estar sozinho pode finalmente escolher companhia por afinidade.
O Girassol que Floresce mesmo na Ausência do Sol
Você é o Girassol que aprendeu a florescer também à noite, depois que compreendeu que nem sempre o sol vai aparecer — quando a sua delicadeza se mostrou forte.
Pois tem a resiliência de uma mulher incrível, cuja determinação é enorme, além de um charme naturalmente expressivo entre outros detalhes, sensações e instintos.
A sua intensidade e a sua elegância têm uma relação bastante aprazível, como admirar o brilho das estrelas e a presença cativante de uma linda flor de pétalas amarelas.
O ser que faz o muito com o pouco,
têm as bênçãos do SENHOR,
aprendeu que o muito ter,
o faz nada ser,
no reino do amor!
Você está construindo uma vida que admira ou apenas sobrevivendo dentro de uma rotina que aprendeu a aceitar?
Talvez a eternidade humana seja isso: continuar existindo um pouco na memória de quem aprendeu a nos amar.
"As azáfamas do cotidiano pesam muito em nossos ombros, e bem menos nos ombros de quem aprendeu a lidar com a robustez dos afetos com o mundo."
