Amizade nova
A cada novo amanhecer
Um recomeço
A cada recomeço
Uma nova esperança
Uma nova oportunidade
Um presente
A vida é nosso presente diário.
Aproveitemos !
Uma nova vida, um novo começo. Abra asas para voar e descubra o extraordinário que o aguarda. Abrace cada momento com gratidão e coragem. Sua nova vida está cheia de infinitas possibilidades. Viva intensamente!"
Ass CICERO LYRA
"Uma nova etapa que se inicia, 21 ANOS JUNTOS. (BODAS DE PLUMA, BODAS DE ROBLE ). É hora de relembrarmos os acontecimentos do passado, escrevermos poemas, novos sonhos, novos projetos, conhecermos lugares novos, viajarmos, aprendermos outros idiomas, crescermos, amadurecemos juntos. Rirmos , chorar, orar, enfim... teremos ainda muita tarefa por seguir. Muitos sonhos tivemos, alguns realizamos outros estamos aí pra isso.
Aproveitemos as oportunidades que Deus tem nos dado e seguimos juntos nesta família feliz porque o Senhor está conosco sempre, enquanto busquemos á Deus.
Prepare-se para desfrutarmos de tudo que Deus já nos tem preparado para o grande dia. Que Deus nos ensine ser um casal melhor, me ensine a ser mais auxiliadora, e a ti meu amor mais sabedoria como tem te dado para levar esta família adiante. E posso garantir não foi fácil e ainda não está sendo. Mais até aqui o Senhor tem nos ajudado. Te amo e posso te garantir que tenho orgulho deste homem que você é, e ter- lo ao meu lado(um pouco ogro mais eu também sou. Ninguém é perfeito)😅😅😅... A por a bodas de prata bruji, oro, diamante e as que Deus nos permitir.
As alegrias, risadas podem até serem passageiras; mas as marcas que elas deixam, podem durar a vida inteira. Seguimos em frente, a luta ainda não terminou. Vencemos muitas lutas, estamos vencendo crise, pandemias e glórias a Deus seguimos mais unidos; ainda que alguns momentos há controversas para nós abalar, mais olha aqui nós dois x dois. Eu, você e nossos dois fiotes que te adoramos. FOREVER até o Reino do nosso Deus Pai que nos uniu neste amor, estaremos e seguiremos juntos."
❤️Te amo ao ◼️(quadrado). Como recuerdo te dejo la canción que nos marcó como la pasión que aún enciende en nuestro pecho, quemando."🔥🔥🔥
—By Coelhinha
Somos => Fé e Prática.
\o/ \o/ \o/ \o/ Nova Era!!!
Mais ações em acomodações, nada de reclamações e incômodos.
Salve o fluxo da renovação, a paz e a saúde do todo.
Essa chuva tempestiva em tua morada interna é apenas Deus banhando teu espírito e regando a nova terra que preparou pra ti.
Quando choras, tuas lágrimas regam a terra árida por onde teus pés pisam e a preparam para uma nova colheita num futuro próximo onde colherás os frutos que só o teu sorriso envelhecido e marcado pelas linhas de expressão provará o sabor de tua vitória e entenderás que nada foi em vão.
Todo fim de relacionamento é o começo de uma nova história. E a vantagem é que depois de um coração partido a mocinha não é mais ingênua: aprendeu com suas dores e já não aceita qualquer babaca pra fazer par romântico; ela sabe muito bem se virar sozinha. ☪
Ignorância moderna
Os telefones da nova geração são tão avançados que nos esquecemos que eles fazem ligações; a ignorância do homem moderno é tamanha que ele se esqueceu que pode pensar.
Campo de batalha
Nova votação na Câmara dos Deputados
O povo assiste a tudo em regime fechado
Reviravolta entre reprovação e aprovação
Da noite pro dia, o que era sim vira não
Nenhuma bandeira nos representa de fato
De todas essas siglas nós estamos fartos
Valemos bem mais do que alguns reais
Há propaganda política em todos canais
Não se renda a toda essa hipocrisia
Pense por si mesmo, não desista
Não se venda por qualquer fantasia
Seja você mesmo, seja realista
Que país sobrará às próximas gerações?
À medida que são tantas as corrupções
Parece que virou normal ser desonesto
Na hora de decidir, escolha o lado certo.
Você pensa, o tempo reagi...
Tentar de novo, não quer dizer falhar novamente, uma nova tentativa pode ser feita com mais segurança, com mais confiança, ela te qualifica no alcance do propósito.
Hoje sentimos vontade de ser infinitos na vida de alguém, amanhã quando fizermos parte de outro coração, talvez sentiremos falta de sermos tão íntimos do nosso próprio coração.
Muitas respostas não são ditas e muito menos escritas, elas são percebidas, vagam nos detalhes e se escondem nos sentimentos.
A esperança faz a situação incomum se torna superável, ela nos permiti enxergar em outros ângulos.
É notável como a respiração bem controlada canaliza tantas informações e abre os caminhos no nosso cérebro para tomarmos as melhores decisões.
O tempo não estende as suas mãos para os que não tem vontade de vencer, ou para os que não tem espírito de luta, ele empurra os fracos para o vazio da vida, então procure viver a favor do tempo e viva bem.
Recomeçar!
"Toda mulher tem o direito de recomeçar sua vida, ser feliz e se dar uma nova chance. Mas quando se tem um filho os cuidados e escolhas devem ser muito mais cautelosas".
Se cada noite vive em trevas cada dia vem com nova luz. Mas de dia não enxergo, é na escuridão que procuro meu reflexo.
O amanhecer traz consigo uma nova esperança. A verdade é que... Isso não parece ser verdade em nossa vida quando os dissabores já nos acompanham a muito tempo.
Todo novo dia, você tem a oportunidade de escrever uma nova história. A questão são as escolhas que fazemos.
CABELEIRA É O CARA:
Nos idos anos de 1929, no município de Alagoa Nova-PB, pra ser mais nítido no sítio Camucá, hoje S.S. de Lagoa de Roça-PB, nascia CABELEIRA terceiro filho de uma família de cinco do senhor João Vital, carinhosamente chamado de João moco, homem de personalidade forte e conduta ilibada, logo se destaca por sua inclinação no domínio da matemática, autodidata, nunca cursou uma faculdade, porém era professor de matemática à época, onde dedicava parte de sua vida quando não estava na lida do campo, a ensinar os guris da redondeza pobre daquele município.
CABELEIRA, como era conhecido entre os mais íntimos, não teve muito acesso a letra, em virtude de que na época em que estava em idade escolar, trabalhava para ajudar o pai homem de poucas posses, ainda muito moço, deixou a vida árdua do campo, aonde viveu duramente com sua família, a qual sobrevivia da agricultura familiar, para se aventurar na longínqua região sudeste, para ser mais preciso no Rio de Janeiro, acreditando que iria melhorar sua vida e, consequentemente oferecer ajuda a sua família que ficara no “inferno” nordestino abandonado por todos e tudo.
Lêdo engano! Ao desembarcar depois de infinitos oito dias de viagem sem dormir, dentro de uma marinete sem o mínimo de conforto, se depara com uma realidade assustadora, terra, e gente desconhecida que logo ignora o pobre CABELEIRA, de indumentária matuta, sorriso tímido e, pele ressequida pelo sol impiedoso do nordeste árido, abruptamente a saudade do torrão natal aflora, e como um vídeo tape, começa a vislumbrar seus amigos, as conversas de botequins nas manhãs de domingo, as festas de argolinhas, os jogos de castanha no calçadão do alpendre da casa grande, as meninas de rouge no rosto, após a missa domingueira que antecede o pastoril dos cordões azul e encarnado, das disputas muitas vezes, na tapa, para decidir quem iria dançar com Doralice a quadrilha junina na escolha da “Rainha do milho”, da pamonha com carne seca assada na brasa, da rede de varanda onde depois da pamonha abria às pernas e peidava a noite inteira com o “Bucho inchado”.
Imediatamente, lhe veio uma vontade tirana de entrar de volta naquela malfadada marinete, mas todo tostão que trouxera já havia acabado, e o amargurado CABELEIRA, é condenado a ficar naquela louca e enfadonha metrópole.
Após pouco mais de um ano, o feliz CABELEIRA pisa em solo natal, era véspera de São João, havia muita fartura, milho verde, fava, feijão, batatinha e etc, depois de longos oito dias de volta, já menos sofridos, o jovem CABELEIRA sequer abre a cancela, e logo se joga dentro do barreiro da bigorna, ainda com o seu terno em linho branco, oriundo das terras sulistas, todo encharcado, o jovem grita: Pai, Mãe, cadê Jaime, Eugenio, Elídio, Tana e a vovó? Ao ouvir aquela voz, a matriarca responde lá de dentro da cocheira, teu pai foi dar aula na casa de seu Rouxinol, os meninos no roçado, e Tana lá na casa de Dodó, Dodó era uma meia tia do menino CABELEIRA e todos a amavam. E a felicidade era infinita na pequena casa de sapê, imediatamente foram chegando os irmãos e a noticia se espalha pela redondeza, e por volta do meio dia a casa já estava cheia para ver o jovem “carioca”, e Mariana a matriarca, reluzente de alegria grita: Tana! Bota água na panela que hoje temos mais bocas no almoço, pra finalizar, naquele dia comeram ali quarenta e seis pessoas.
No dia seguinte, o jovem CABELEIRA confidencia para seus pais vou me casar!
Você é doido menino! Disse João Moco o patriarca, com quem? Indagou. Com uma moça na Rua de Esperança-PB, o nome dela é Amélia, e assim o fez, o ano era 1960, casou-se com Amélia com quem teve dezenove filhos, dos quais, nove morreram ainda em idade de criança, hoje o velho CABELEIRA tem oitenta e quatro anos de idade e goza de uma saúde invejável, sua Amélia onze anos mais nova voltou a ser criança acometida do mal de Alzheimer.
Ah, não podia me esquecer de suas peripécias, entre elas, se não a mais trágica, a mais cômica, o nosso protagonista também foi comerciante e possuía uma pequena mercearia no final dos anos de 1970, onde fazia e vendia “Dimdim” ou “Sacolé,” como queiram, o mais engraçado é que ao mexer o liquido deixava cair os cachos de “Baba,” e os moleques de forma irônica iam comprar e pediam me dê um babado desse ai, CABELEIRA com um sorriso pálido os despachava.
Aquela pequena bodega foi palco de inúmeros espetáculos de grandes comédias involuntárias, e por onde passaram alguns nomes inesquecíveis de figuras hilárias como: Neve Pé de Cágo, Beto zambão, João Cafifi, Pombazulão, Maria debaixo da Mesa, o terror das crianças, e outros. Entre elas destaco a noite de domingo em que Neve “Pé de cágo” deu uma surra de cururu em “Beto zambão,” era aproximadamente 18h00, e “Zamba” ia pra missa, ao passar pela porta da bodega um moleque na rua grita “Pé de Cágo”! Neve acabara de beber um copo de cachaça brejeira, e ao se virar, dar de cara com “Beto zambão,” sem pestanejar, ela dar digarra de um sapo cururu que havia na calçada e começa a surrar o pobre rapaz que sem saber o que estava acontecendo apenas pedia para que a mesma não sujasse sua roupa branquinha que ia à igreja, a mesma, enfurecida, não parava de bater no rapaz, salvo com a intervenção das pessoas que ali se encontravam, bem como as quedas de asas de Antônio Cordeiro, em momentos de embriagues alcoólica, e muitas outras que em outro momento externarei aos senhores leitores.
CABELEIRA também tinha grande facilidade de fazer boas amizades, e só lembrando algumas como: Juvenal Peteca, Antônio Carioca, Luiz Paulino, Zacarias, Antônio Cordeiro, Paulo Canuto e o pitoresco Pombazulão, até o poeta popular Arnaldo Cipriano, o qual promoveu muitos encontros de violeiros na casa de meu querido e amado CABELEIRA, que muitas vezes ao ser indagado pelo autor ainda criança, se ele pretendia se aventurar mais uma vez naquelas terras distantes.
Respondeu: nunca, jamais, contudo aqui eu era feliz e não sabia.
"Estava indo em um ritmo
acelerado, uma
nova paixão me fez brecar
Se continua se nesse ritmo
com certeza eu iria tombar.."
- Relacionados
- Textos de amizade para honrar quem está sempre do seu lado
- Versos de Amizade
- Frases de Amizade
- 72 frases de amigos que reforçam o valor da amizade
- Mensagens de amizade para valorizar e celebrar quem sempre está ao seu lado
- Frases de carinho e amizade para expressar gratidão e afeto
- Cartas de Amizade
