Amigos Nao Precisa ser do Mesmo Sangue
Que o sangue seja semente de vida,
Que o choro se torne canção.
Deem-nos um mundo sem muros,
E a paz será nossa união.
O cajado nas mãos de Moisés no Antigo Testamento prefigura a imagem da cruz embebida do sangue do Cordeiro sobre o Gólgota. Naquele se abriu o mar vermelho; na última, as vias revoltas da morte que agora deixam passar íncolúmes os seguidores do Nazareno.
A cruz sacrificial torna-se o cajado do Pai como altar preparado ao novo Isaque. Nada resiste a autoridade desse gesto apaixonado. Nada detém, desde então, o reino que se instala em nosso meio.
Amor e guerra
Marte rubro, por lutas fervoroso
Tanto sangue por ele derramado
Em Batalhas tão forte e belicoso
Não pensou que seria derrotado
Venus áurea, de corpo gracioso
Tantos homens e deuses tendo amado
Teve seu coração belo e formoso
Pelo Senhor da guerra apaixonado
Como podem tais deuses se juntarem?
Venus amar quem causa tanta guerra?
E marte abandonar grande rancor?
Não podem paixão e guerra se apartarem
Pois não há força maior nesta Terra
Que leve a disputa senão o amor
O micróbio é humilde, o vírus que se infiltra, o pó, o pão, o glóbulo de sangue, o esperma, o interminável futuro na sementinha, o vingativo chão, a água ínfima: o átomo é humilde; humilde é Deus.
O folego da vida sua como um fluxo, e a correnteza do sangue escoa como um rio, quando você presta atenção nas pequenas coisas, você consegue ver beleza em tudo.
AS SUAS ESTRELAS
Mas como é estranho sentir que são suas as Estrelas Senti-las dentro , no sangue, na pele......
Pedaços de céu que você leva dentro do coração....
sem saber o que deve fazer... sem entender quanto deve dar... apenas sentir este Amor.....
Você as ama antes mesmo de vê-las....
Ama-as ainda mais depois,.... assim que nascem.... Estrelas do céu adotadas pelos homens.....
que vêm do céu como Estrelas...... e na terra são abraçadas.....
vivem depois para sempre no seu Coração..... “ Os nossos filhos”..... Paixão.... Grande Amor......
Os recursos naturais são como as veias do planeta; a biodiversidade é como o sangue que as percorre.
Vivendo pela fé no poder do sangue de Jesus Cristo, rejeitando o mal e as experiências de sofrimentos e escravidão.expulsando o mal e denúnciando o pecado e a conspiração de satanás.
Eludir-se
Das vinhas enraizadas
Corria o sangue,
fruto do pecado original,
Sangue corruptível e devasso.
Na gestação, concebeu discursos,
Justificando os vis atos
A seu modo apologético.
Das causas semeou,
Das consequências colheu
Perenes infortúnios.
Baldado o coletivo,
apelava à autocomiseração.
De si lograria, ao menos,
nem que ínfima simpatia.
O paraíso não está aqui.
Cuidado com quem sabe das suas angústias, cuidado com quem entrega a cura de suas feridas. Sangue atrai tubarões.
Eu fiz
Eu coloquei meu sangue em um pedaço de papel, escrevi cartas e palavras de amor para você
Eu implorei, eu rezei, eu fiz coisas loucas por um pouquinho do seu amor
Eu diria que eu era mais louca do que qualquer um seria por você
Eu pensei que você me acumulasse assim
mas eu vi e percebi que eu não me amo o suficiente
e eu vi que ninguém me ama assim também
o amor não é implorado, não é rezado e não é amarrado
Viver é uma página de caderno escrito com sangue e ironia: ou se está à margem ou se traduz nas linhas.
Na hora travou!
Sangue ferveu!
Coração disparou!
A ferida que achou que fechou, só inflamou
O orgulho até tentou segurar
Mas a lágrima caiu sem avisar
O Colapso dos Muros da Alma: Uma Peregrinação ao Vazio
Quando os muros erguidos com o sangue da alma desmoronam, não há mais abrigo para os segredos entranhados na carne do ser.
Cada tijolo, moldado pelo sofrimento silencioso de anos, dissipa-se como fumaça ao vento, revelando a nudez crua de uma existência outrora protegida.
Exposto, o âmago do ser torna-se espetáculo: os olhares alheios, alguns compassivos, outros carregados de adagas morais, trespassam a dignidade,
transformando-a em teatro para a condenação ou a piedade.
A verdade, agora desvelada, escorre como um rio sem leito, arrastando consigo os segredos mais sombrios, aqueles que fermentaram nas sombras da alma.
Nesse palco de vulnerabilidade, o ser contempla o paradoxo da libertação:
a mesma verdade que o despoja de suas máscaras também o condena à solidão do julgamento alheio.
Resta-lhe, então, a quietude da inexistência, não como fuga, mas como ato último de soberania.
É o fim de um ciclo que começou na infância, quando o primeiro tijolo foi cimentado com lágrimas,
e o sofrimento tornou-se arquiteto involuntário.
A inexistência, aqui, não é derrota, mas epílogo de uma narrativa escrita em sangue e silêncio.
Bem-vinda, inexistência!!!
Não como abismo,
mas como repouso das perguntas não respondidas.
O ser, agora desintegrado, retorna à quietude primordial,
onde segredos e dores dissolvem-se no vazio que precede até mesmo a linguagem.
Para:
Pais de criação;
Pais de sangue;
Pais de coração;
Mães que são pais;
Pais que já se foram;
Pais de pets;
Feliz Dia dos Pais!
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