Agradecimento á Escola

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⁠Quanto vale sua inocência?

A inocência é uma peróla cada vez mais rara, um diamante bruto, que a cada geração, se torna mais e mais difícil de se encontrar. A minha, eu vendi anos atrás, e a sua? Onde está?

Inserida por Rob0tamarel0

⁠A antecipação da preparação é uma eficiente estratégia para aprovação em concurso público.

Inserida por professorjoaopereira

⁠A solitude, muitas vezes confundida com solidão, é na verdade um estado de autossuficiência emocional que pode proporcionar grande prazer e crescimento pessoal, especialmente após uma perda amorosa. Quando se passa por uma separação ou um término de relacionamento, o vazio inicial pode ser avassalador, mas, com o tempo, a solitude revela-se uma oportunidade valiosa para se reconectar consigo mesmo e alcançar uma nova forma de paz interior.
No contexto de superação de uma perda amorosa, a convivência com o silêncio e a introspecção pode ser libertadora. O silêncio, antes temido como um lembrete da ausência do outro, transforma-se em um espaço para refletir e reorganizar a vida. Ele permite que emoções não resolvidas sejam processadas e que feridas sejam curadas. A paz que emerge dessa jornada não é imediata, mas surge lentamente, conforme a pessoa aprende a desfrutar de sua própria companhia e a se redescobrir fora da relação que a definia.
Essa fase de solitude é fundamental para o amadurecimento estrutural do amor-próprio. Ao estar sozinho, o indivíduo passa a perceber que sua felicidade e bem-estar não estão vinculados à presença de outra pessoa, mas sim à sua própria capacidade de cuidar de si. O tempo consigo mesmo ensina que o amor-próprio é o alicerce de qualquer relacionamento saudável. Sem essa base sólida, a dependência emocional pode gerar um ciclo de relacionamentos desequilibrados e codependentes. A solitude, por sua vez, é o antídoto contra esse ciclo, pois ela reforça a ideia de que a verdadeira força vem de dentro.
O processo de superação da perda também envolve a transformação do medo da solidão. Inicialmente, a ausência de companhia pode ser vista como uma ameaça, uma fonte de angústia e insegurança. No entanto, à medida que o indivíduo se aprofunda em sua própria solitude, ele descobre que estar só não é o mesmo que estar solitário. Pelo contrário, a solidão se dissolve quando a pessoa encontra satisfação em seus próprios pensamentos, hobbies e crescimento pessoal. Esse aprendizado transforma a percepção da solidão, que deixa de ser um estado de sofrimento e passa a ser uma escolha consciente de paz e harmonia interior.
Superar uma perda amorosa por meio da solitude permite que a pessoa renasça emocionalmente mais forte e consciente de seu valor. O silêncio se torna uma ferramenta de autoconhecimento, e a paz interior se consolida como um porto seguro. Ao perder o medo da solidão, o indivíduo finalmente se liberta da necessidade constante de aprovação externa e se abre para futuros relacionamentos com uma nova perspectiva — não mais movido pela carência ou pelo medo, mas por um amor-próprio que o sustenta e o guia.
Essa jornada de solitude é, acima de tudo, uma redescoberta do próprio ser, uma renovação que transforma a dor em força e o isolamento em oportunidade de crescimento. A solitude, quando abraçada com serenidade, deixa de ser um vazio a ser preenchido e se torna uma fonte profunda de liberdade e autossuficiência.

Inserida por dehruan

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"A propaganda política deste mundo,
só contribuem para entupir bueiros
e sujar as vias públicas..."

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Inserida por ostra

⁠A contratação ou promoção de chefes despreparados e sem formação adequada pode ter consequências devastadoras para uma empresa, especialmente quando esses líderes tomam decisões impensadas, como demitir bons profissionais com longa trajetória na organização. Esse tipo de erro pode refletir não apenas uma falha na gestão de recursos humanos, mas também uma falta de visão estratégica e empatia que afeta profundamente a qualidade profissional da equipe e o sucesso institucional.

Quando um chefe sem a devida preparação assume uma posição de liderança, ele pode agir movido por interesses pessoais, ego ou inveja, em vez de focar no bem-estar e no desenvolvimento da equipe. Essa falta de maturidade e conhecimento pode levar a decisões prejudiciais, como a demissão de funcionários experientes e competentes que, ao longo dos anos, contribuíram significativamente para o crescimento e sucesso da empresa. A experiência e o conhecimento acumulados por esses profissionais são recursos inestimáveis, e sua perda pode resultar em um vácuo de habilidades e em uma queda na qualidade do trabalho.

A decisão de demitir funcionários valiosos muitas vezes é impulsionada por questões pessoais e não por uma avaliação justa e objetiva de desempenho. Isso pode gerar um ambiente de trabalho tóxico, onde a moral da equipe é comprometida, a confiança na liderança é abalada e a produtividade sofre. A ausência desses profissionais experientes pode levar a uma perda de conhecimento crítico e a uma desaceleração no ritmo dos projetos, impactando diretamente os resultados da empresa e sua reputação no mercado.

O impacto institucional é significativo. A reputação da empresa pode ser afetada, não apenas pelo prejuízo direto causado pela perda de talentos, mas também pela percepção negativa criada entre os funcionários atuais e futuros candidatos. A imagem da empresa como um bom lugar para se trabalhar pode ser comprometida, o que pode dificultar a atração e retenção de novos talentos.

Além disso, a conduta desses chefes despreparados muitas vezes não é devidamente avaliada por seus superiores, o que permite que tais práticas sejam perpetuadas e se tornem um padrão dentro da organização. A falta de uma revisão crítica das decisões de liderança e a ausência de um sistema de feedback eficaz contribuem para a continuidade desses problemas, prejudicando ainda mais a cultura organizacional e a eficiência da equipe.

Para evitar tais situações, é essencial que as empresas implementem processos rigorosos para a seleção e promoção de líderes, baseados em competências reais e experiências comprovadas. A avaliação contínua do desempenho dos líderes e a criação de mecanismos para feedback e revisão são fundamentais para garantir que a liderança esteja alinhada com os valores e objetivos da organização. Investir em desenvolvimento de liderança e em uma cultura de justiça e transparência pode ajudar a mitigar os riscos associados a decisões impulsivas e prejudiciais, promovendo um ambiente de trabalho mais saudável e produtivo.

Inserida por dehruan

⁠A dependência emocional é uma condição em que uma pessoa se apoia excessivamente nas emoções, opiniões e comportamentos de outra para se sentir valorizada e segura. Essa dependência geralmente está ligada a uma necessidade constante de aprovação, gratidão e aceitação por parte dos outros, o que pode enfraquecer a autoconfiança e a capacidade de tomar decisões de maneira independente. A pessoa dependente emocionalmente vive em função do reconhecimento externo, o que pode trazer uma série de consequências prejudiciais tanto para seu bem-estar quanto para seus relacionamentos.

Uma das principais características da dependência emocional é a busca incessante por aprovação. Pessoas emocionalmente dependentes tendem a moldar seu comportamento, suas opiniões e até suas escolhas de vida de acordo com as expectativas dos outros. O medo de desagradar ou de ser rejeitado é tão forte que elas abrem mão de sua própria autenticidade e autonomia para garantir a aceitação alheia. Isso pode levar a uma constante sensação de insegurança e à crença de que seu valor está sempre condicionado à aprovação de terceiros, e não a uma compreensão interna de sua própria dignidade e mérito.

A necessidade de gratidão e reconhecimento também é um componente central da dependência emocional. Muitas vezes, essas pessoas se esforçam excessivamente para agradar os outros, esperando, em troca, gratidão e validação. Quando essa gratidão não vem, ou não é expressa da maneira que esperam, elas podem se sentir profundamente frustradas ou desvalorizadas. Esse ciclo de "dar para receber" gera relações desequilibradas, onde a pessoa dependente coloca sua felicidade nas mãos do outro, esperando que ele preencha um vazio emocional que deveria ser preenchido internamente.

A aceitação social também desempenha um papel importante nesse quadro. Para quem sofre de dependência emocional, a ideia de ser rejeitado ou de não ser aceito em um grupo é aterrorizante. Essas pessoas muitas vezes fazem sacrifícios pessoais, engolindo suas próprias opiniões e sentimentos, na tentativa de se encaixar e serem vistas de forma positiva pelos outros. Esse esforço contínuo para ser aceito pode levar à perda de identidade e à sensação de que a pessoa está sempre desempenhando um papel, em vez de viver sua verdadeira essência.

Entretanto, viver buscando a aprovação, gratidão e aceitação dos outros pode se tornar uma prisão. A pessoa dependente se sente vulnerável e desamparada sem o apoio externo, o que dificulta o desenvolvimento do amor-próprio e da independência emocional. Essa busca incessante por validação impede o florescimento de uma autoconfiança genuína, onde a pessoa se sente segura de seu valor, independentemente da opinião alheia.
Superar a dependência emocional envolve um processo de autorreconhecimento e aceitação. É preciso desenvolver a capacidade de se valorizar pelo que se é, e não pelo que os outros pensam ou sentem. Isso significa aprender a validar a si mesmo, celebrar suas conquistas sem esperar reconhecimento externo e compreender que o amor-próprio é o alicerce para relações saudáveis e equilibradas. Quando a pessoa se liberta da necessidade constante de aprovação, gratidão e aceitação dos outros, ela se torna emocionalmente mais forte, mais autônoma e capaz de construir conexões baseadas no respeito mútuo, e não na dependência.

O caminho para a independência emocional não é fácil, mas é transformador. Ao fortalecer a autoestima e desenvolver uma relação saudável consigo mesmo, a pessoa deixa de buscar a felicidade exclusivamente fora e começa a encontrá-la dentro de si. E é nesse momento que a verdadeira liberdade emocional floresce, permitindo relacionamentos mais plenos e autênticos.

Inserida por dehruan

⁠O verdadeiro advogado (a) e aquele que possui muita paciência. Se não tiver paciência, não escolha a profissão de advogado. Advogar e uma paixão que nunca perde o encanto de lutar diariamente buscando justiça para o injustiçado.

Inserida por SERGIOFURQUIM

⁠“A verdade é filha do tempo…espere com paciência e fé, e assim verá cada qual como de fato é!!!”

@Sil.Saffhill ✨

Inserida por HENRYBorges

⁠A história prova que
existem várias formas
de servir a Honra e a Verdade, o Fanatismo
nãoé uma delas.

Inserida por GilbertoGarcia

⁠A inexistência é uma doença contagiosa

Inserida por PedroDino

⁠A vida parece razoável quando enfrentamos
os nossos medos e extraordinária,
quando os superamos.

Inserida por luizguglielmetti

⁠A ORAÇÃO DE UMA MÃE ATÍPICA
Onde há uma MÃE ATÍPICA que ora, não haverá um FILHO que fracasse. A força das suas orações e do seu amor incondicional move montanhas e protege o caminho do seu FILHO(A) AUTISTA.
Não se canse de orar pelo seu Filho(a), pois suas preces são um escudo de amor e esperança, trazendo luz para os dias difíceis e confiança para os desafios que virão.
A FÉ de uma Mãe Atípica tem o poder de transformar vidas, arrebentar as portas do céu e abrir caminhos que pareciam impossíveis!

Inserida por sukapriscile2015

⁠A mulher virtuosa...
Tece benevolência, honestidade, bondade, paciência e responsabilidade nos lugares onde Deus a coloca. (Atos 9: 36-43)
Não age por impulso; guiada por Deus, ela inspira e influencia aqueles ao seu redor. (Juízes 5.7)
Dedica-se a tudo com amor e lealdade, buscando cumprir um propósito que transcende sua própria compreensão. (Rute 1.16)
É sensata e corajosa, capaz de influenciar vidas e reescrever histórias. (Ester 4:15-17)
É colaborativa e corajosa. (Romanos 16:3-4)
É pacificadora e prudente. (I Samuel 25: 32-33)
É empreendedora e temente a Deus. (Atos 16:15)
Sabe quem é em Cristo e não se permite influenciar pelas críticas. (Mateus 26:13)
Tem iniciativa e cumpre com o seu chamados com coragem e dedicação. (Juízes 4: 9,17-21 e Juízes 5:24)
É perseverante e enfrenta os grandes obstáculos sem perder a fé. (Mateus 5: 25-34)
Não fica amedrontada com os dias difíceis, mas se mantém firme e segue sendo generosa. (I Reis 17).
A mulher virtuosa é próspera; com o pouco que tem é capaz de empreender. (2 Reis 4)

Inserida por NandaBSantoa

⁠A verdadeira inovação surge não da tentativa de entender o mundo em seus próprios termos, mas da capacidade de imaginar como ele poderia ser em um nível de complexidade que transcenda nossas percepções atuais.

Inserida por LucasAbstrato

⁠A vida é uma dádiva, o amor é essencial, mas a felicidade é relativa.

Inserida por TATISISA

⁠"A firmeza de propósito é a centelha que transforma potencial em ação, dando direção ao talento e sentido à vida, enquanto o gênio, sem ela, se perde nas sombras da inconstância."

Inserida por marcellodesouza

⁠A necessidade intensa de superar os obstáculos na vida, carece de obstaculizar as necessidades desviantes dos objectivos preconizados.

Inserida por axirimbimbi

⁠A Geleira do Tempo:

Desliza a geleira do tempo,
silenciosa, fria e constante,
arrastando memórias nas correntes,
talhando histórias em cada instante.

Ela guarda segredos em seu gelo,
congela risos e suspiros do passado,
cada floco, um momento eterno,
um fragmento de vida, cuidadosamente guardado.

E entre as camadas de seu brilho gelado,
um sentimento, perdido e aprisionado,
congelado no tempo, sem despedida,
tudo ficou perdido em meio ao gelo da vida.

Tentamos correr à frente do seu frio,
mas seus ventos nos alcançam, sempre lentos.
Não há calor que derreta seu destino,
somos todos moldados pelos seus alentos.

E no reflexo de seu gelo brilhante,
vemos a nós mesmos, de forma distante.
A geleira do tempo nunca para de andar,
mas nos convida, sem pressa, a contemplar.

Inserida por Sicandiera

⁠A positividade tóxica é o conceito de que se deve manter uma atitude positiva em todas as circunstâncias, mesmo diante de situações difíceis, dolorosas ou desafiadoras. Embora o pensamento positivo tenha benefícios comprovados para o bem-estar emocional, a positividade tóxica ocorre quando o otimismo é levado ao extremo, negando ou minimizando emoções negativas e criando uma pressão para ignorar os sentimentos reais.

Esse fenômeno pode ser prejudicial, pois leva as pessoas a suprimirem emoções legítimas como tristeza, raiva ou frustração, em vez de processá-las de forma saudável. Frases como "pense positivo", "poderia ser pior" ou "tudo acontece por uma razão" podem parecer inofensivas, mas muitas vezes invalidam a experiência emocional do outro, sugerindo que qualquer emoção negativa é errada ou indesejada. Isso cria um ambiente em que as pessoas se sentem culpadas ou inadequadas por expressar suas vulnerabilidades ou angústias.

O problema da positividade tóxica é que ela impede o reconhecimento e a aceitação das dificuldades, essenciais para o crescimento emocional. Para lidar de forma mais equilibrada com desafios, é importante validar todas as emoções, positivas ou negativas, e dar espaço para processá-las. A verdadeira resiliência vem da capacidade de enfrentar e superar adversidades, e não de simplesmente ignorá-las em nome de um otimismo forçado.

Inserida por dehruan

⁠A confiança é como um rio cristalino que flui sem hesitar, moldado pela certeza de seu caminho. Quando a mente está livre de dúvidas, ela se torna como o vento que guia as velas, sem vacilar, levando cada ação ao seu destino com a clareza de um céu sem nuvens. Porém, se por algum deslize a corrente se desvia, o rio se turva, e a confiança, uma vez quebrada, pode fazer com que tudo o que foi construído se perca e se desfaça, como uma maré que arrasta a areia de volta ao mar!

Inserida por Sicandiera