Voce Nao Admite aquilo que Nao Consegue Medir
A Culpa do Corpo
Tu, corpo, não mais te aguenta
Se te exprime o limiar
Se desaba sobre o andar
Se soma não mais se enfrenta
O osso, o aço, a mania
Se entope tua narina
Debate, implora aspirina
Calada, se faz afonia
Fibras, câimbras, ruínas
Tuas formas de expressão
Não mais te grita o refrão
Do verso de outras esquinas
No fim, o corpo de outrora
Que expulsa, escuta, doutrina
Que culpa, acumula, se ensina
Agora, nao vê, não se implora
Te sente, nunca te esquece
Tu, corpo só de passagem
De tanto fazer-se miragem
Enchergas que tu te merece
Vê se comporta tua sina!
Tu, corpo, te afoga em malicia
Te tenta não ser mais polícia
Que atenta tua causa divina
Tu, corpo, não há quem te ensine
Não tenhas outras triagens
Pra ascender-se a outras imagens
Quando fraca te faz sublime.
Pois tens o que mais necessita:
Tuas torres de vigia
Teu peito, a sombra sombria
Tu, corpo, não mais te limita.
Sacro Ofício
Se já não podes falar nada
Menina da voz mais suave,
Deixe que exalo poesias
Na minha já bem mais grave
E se não fores mais capaz
De me ouvir recitar o refrão,
Deixe que canto por gestos
Com dedos de pura canção.
Se dedos não mais me restarem
Pra te carregar pela mão
Menina branca de neve
Me leve no coração.
Mas se por descaso não possa
No peito me carregar
Te peço que nunca te esqueças
Me leve no seu lembrar.
Entretanto se for sacrifício,
Residir em teu pensamento
Deserdo este fardo e ofício
Não nego, haverá sofrimento
Desmonto em pedra e silício
E imploro com ar de lamento:
Menina branca de neve,
Me leve no esquecimento.
Hoje foi difícil de levantar corpo mente talvez tenha sido meu espírito sei que não e Santo mas é abençoado por muitos que querem meu bem em suas horaçoes mas venci mais uma destas 24 horas aff o calejado das mãos é nada comparado com o calejado de minha vista que mesmo vendo bem fingi ser milp se for assim que se escreve desabafando um sisco de oportunismo......
"No primeiro dia
ela é inspiração
No segundo dia
não quero mais vê lá
No terceiro dia
Eu odeio ela
Mais ela não vai embora
Até que ele apareça."
Não quero jantar com ele (Marcelinho Carioca), não quero ser amigo dele. Mas dentro de campo vou passar a bola para ele.
Melhor permanecer alheio tanto à censura como à honra em detrimento daqueles que não tem ideia de verdade sobre o que você é. Não se abale com a censura ou a honra e, sabendo quem é de verdade, coloque-se sempre acima do julgamento da horda. Ninguém é você, portanto...
Luto de mim
Agora que morri sem treino
jaz meu corpo na lápide...
Não sei se triste,
mas se cumpriste meu destino!
Na cova lá preparada
meu assento eterno...
Talvez terno, cálido e sereno,
ou talvez uma nova jornada...
no recomeço de tudo!
- Olá Deus! Eu direi.
Entrarei pela porta do céu com certeza!
O inferno nada me serve,
se viva não procurei nada além de mim
e nesta busca compreendi o que se deve.
Então vivi devidamente:
- Fui decente;
- Fui tudo o que pude ser
se algo não fui, não era pra mim!
Amei e fui amada.
Às vezes, tentei compreender;
Às vezes fui compreendida
nem mais nem menos...na medida!
Tentei ser espetacular
mas, nunca quis aplausos
platéia e causos,
mas causei quando tive que causar,
neste ponto um tanto irreverente
até certo ponto meu orgulho...
Não vou dizer que fui tola,
pois não fui,
embora quisessem que eu fosse...
Ah! Se tivesse sido,
haveriam arrancado tudo de mim!
Por certo que a matéria eu juntei:
- Casas;
- Carro.
- Vestidos lindos...
- Sapatos e sandálias lindas;
- Jóias e tantos casacos...
- Calças e blusas...enfim: roupas...
Ficaram tudo aí...
Este aqui escolheram para mim.
Eu nem sei como jaz meu corpo aqui...
Como será que pentearam os meus cabelos?
Eles estão brancos e crescem depressa,
então será que retocaram a raíz?
Será que fizeram a minha unha?
Deram - me um banho?
E o perfume, o batom, o brinco?
Escovaram os meus dentes?
Então, não mais escolherei nada...
nem verei mais nada,
nem caminharei mais...
Estancou...
Acabou...
Sou agora a lembrança
de quem se lembrar de mim!
É difícil aceitar a ideia de que os limites existem e muitas vezes não há o que fazer, se não, aceitar o fato. E entendemos que estamos maduros quando ao nos depararmos com as barreiras e fronteiras de nossos próprios limites e aceitá-las, poderemos também darmos um passo absoluto e irrefutável para aprender a sermos melhores.
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