Voar como um Passaro Ate seu Coracao
A corrupção é um meio ilicito de se obter algo e é considerada pelas autoridades como um grave crime. Normalmente, a prática da corrupção está relacionada com a baixa instrução política e intelectual de uma sociedade que, muitas vezes, compactua com os sistemas corruptos.
No cardápio da vida só existem dois tipos de pessoas: as que a gente saboreia devagarinho como um vinho caro e as que a gente tem que engolir como pinga barata.
Existem pessoas que têm um certo fanatismo pelo passado, como se ele fosse superior a qualquer outro tempo. Estupidamente o admira e ao defendê-lo até a morte de uma ameaça que não existe, acaba por matar o presente.
ESCRAVA DO AMOR
Ó doce amor que me inebriou
Embriagou-me como um vinho suave
Contagiou-me com uma grande alegria
E em minh’alma esse sentimento me devora
Me consome por inteira desde o amanhecer da aurora.
Ó doce amor que me salvou
Desprezando as alegrias desta terra
Me tornei escrava de Ti.
Escrava do amor, sou eu
Dependente inteiramente de Vós,
Tu és dono da minha vida e do meu coração
Entrego todas minhas emoções, sentidos e sentimentos em tuas mãos
Ó doce amor que me confortou
Nos momentos de angústias e dor
Enxugastes minhas lágrimas
Beijastes o meu rosto
Me deste um abraço
E de repente meu coração perdeu o compasso.
Ó doce amor que me chamou
Escutei a tua voz
Uma flecha transpassou o meu peito
Escondi-me dentro de vossas chagas
Para nunca mais separa-me de ti.
Fui atraída por uma bela chama,
Queimou-me com voracidade
Que transformou teu coração e o meu em um só.
DY LOPES
TRÁGICA COMÉDIA
Numa corda feito um laço
Como rede de arrasto
Atraídos pelo pasto
Pra comer um pão dormido
Pelo verme preterido
Na mesa de um ser nefasto
Como gado na campina
Ora em baixo ora em cima
O povo sempre é ferrado
Recebe a marca da fera
Da pantera insaciável
Mas se tem pão,
Se tem circo
A formar o mesmo ciclo
Em torno do antigo mito
Que outrora já morreu
O povo segue encantado
Sobre a mesa enfeitiçado
Bebe vinho adulterado
Se embriaga e vai pro céu.
Mas se tem pão,
Se tem circo
Ou auxílio estatal
A barriga satisfeita
De esquerda ou de direita
Não importa a desfeita
Deste monstro colossal.
Eu sou poeta e não minto
E neste verso sucinto
Digo de fato quem sou
Sou avesso à ideologia
De qualquer forma ou valia
Sou anônimo cantador
Quero que tudo se exploda
Nesta luta imbecil
Não sou branco
Nem vermelho
Amarelo ou azul anil.
Passa o homem e fica a terra
Onde sempre se enterra
Todo louco varonil
Revolucionários tolos
Nero's incendiários,
Napoleões sedentários
Todos vão para o funil.
Eu sou poeta e descordo
De tudo que ora vejo
Não sou desta vil seara
Tenho sempre outro desejo
Que a paz um dia chegue
Não por obra de doutores
De filósofos pensadores
Ou políticos estrangeiros
Mas a paz é uma utopia
Que o homem insiste em ver
Lá na frente, no horizonte
Lá na serra, atrás do monte
Um arco-íris a crescer.
Como boi atrás do pasto
Numa corda, por um laço
Atraídos ao nefasto
Detentor deste poder.
Eu queria sim de fato
Ensinar para o meu neto
Que sempre vence o afeto
Mas o mundo diz que não.
Sempre vence a vilania
Ou a cruel covardia
E a pureza sadia não cresce no coração.
Morre o homem, morre o pato
Morre até o cão amigo
Esta vida é um perigo
E a paz é uma ilusão.
Morre até homem valente
Morre o soldado e o tenente
Morre até o capitão.
Morrem sem ver o futuro
Que almejamos pelo muro
Desta infeliz geração.
O sistema que criamos
Neste toma-lá-dá-cá
Nesta via de mão dupla
Nunca pode prosperar.
O homem sempre é o rato
Nesta peça de teatro
Sob nova direção
O diretor é o gato
Mas sempre quem paga o pato
É o miserável cão.
Uma poetisa russa disse, certa vez, que o amor de uma mãe é como a cauda de um escorpião. Flexível, preciso e cheio de veneno.
Objectivo sem Meta -
Um dia chorarei a solidão
como alguém que se regozija e alegra,
cantarei a dor do coração
como um mal que já não pesa ...
E serei verso inacabado
que termina e não acalma,
serei um passaro alado
que dissolve a própria Alma ...
Casas e vielas, serras e arvoredos,
poetas, fados, flores e montanhas ...
Tudo em mim! Já sem medos!
Mas estou só neste sentir!
E junto a mim, só há lodo, cinza e lama,
cinza, lodo, pó e chama!
Mulheres são como um jardim de rosas: lindas, sedosas, delicadas, cheirosas, vibrantes, coloridas, rainhas de todas as flores. O que os homens precisam saber pra conviver bem com elas é que, exatamente por ser rosa é inevitável viver com uma, sem levar uma espetadinha aqui, outra ali. Afinal rosas também têm espinhos. Quem aprecia uma rosa, precisa aprender a conviver com os seus espinhos.
Os calafrios da incoerência
Que prazer é ler um texto coeso e coerente. Viaja-se dentro dele como se passa por uma seara de trigo embalada pelo vento suave e quente. Seguimos pelos seus caminhos com confiança e alegria, sabendo que o seu autor nos propõe uma rota de leitura com unidade, com harmonia e lógica profundas. Um prazer!
Ora, o mesmo se passa com o ser humano, melhor dizendo, com as pessoas. Como se escrevem as pessoas?
Quando "leio" as pessoas, espero delas essas mesmas características que procuro nos textos: coerência e coesão. O oposto incomoda-me, irrita-me, arrasta a desconfiança e provoca-me calafrios, frios, frios.
É suposto que um texto, por esses mesmos princípios de beleza, de encanto e de equilíbrio, me causem admiração, desejo, orgulho e imensa vontade de saborear cada sílaba, palavra e frase.
E as pessoas? Que textos são as pessoas? Tanta gramática, tanta sintaxe, tanto vocabulário por fazer e refazer e aperfeiçoar!
Exijo que a prosódia se eleve. Quero que a grafia, a entoação, a pontuação, a acentuação se desenvolvam com princípio, meio e fim, numa edição única, esbelta, matura e profunda da Alma e que seja o mais belo texto que jamais terei lido em alguém!
E assim, acredita, já no aconchego do meu outono, entre o crepitar de uma lareira reminiscente e um sóbrio despertar de alma, prometo ler e saborear o Ser que trazes até mim, essa obra humana que soubeste escrever.
" Como definimos um tolo?
_ Observando o comportamento inútil dele, pois ele sempre ZOMBA do que desconhece. Para ele é sempre mais fácil em sua pálida compreensão. "
Minha estrada sempre brilha!
Porque tenho um Deus como guia e ELE a ilumina.
Minha estrada sempre brilha!
Porque em dias nublados ELE me mostra que já já o sol vai brilhar.
Minha estrada sempre brilha!
Porque Deus vem de mansinho com toda sua luz e glória florescendo meu caminho.
Liddy Viana.✍🌻
Como desacelerar ??
Quão bom seria se fosse da mesma forma de desacelerar uma moto ou um carro.
Quando criança perguntam o que você vai querer ser quando crescer?
Quando adolescente, você vai se forma em que ?
Quando adulto você vai casar quando?
Quando iram ter filhos?
As pessoas envolta sempre fazendo tantos questionários, esquecendo que você mesmo traçou tantos objetivos para sua vida e em algum momento pode ter falhado consigo mesmo, por não ter chegado aonde planejou.
Constatação -
Deixei a Alma na fonte
esquecida à meia Luz
esperando o teu adeus
como um Cristo no monte
no alto daquela cruz.
Deixei a Alma enterrada
entre escolhos, desventuras,
tristes, negras palavras,
- de mortos -, negras viúvas
carpindo nas sepulturas.
Trago a vida destroçada
como um grito em noite escura,
que a Alma, doce, pressentida
trazia a vida mal-amada
num Fado de despedida.
P.S.) Meu caminho é por mim,
em mim e até mim, de mim a mim ...
Nada como o tempo - e um banquete de consequências - sobre os quais cada um colhe exatamente o que semeia.
Devemos ser como os animais. Gratos pela vida. Os animais, eles só vivem. Um animal não atenta contra sua própria vida. Portanto, ele não atenta contra sua natureza, nem contra o Senhor, seu Deus. Os animais também vivem pelo aqui e o agora. Apesar de se planejarem para as estações, fazem apenas o que está em seu alcance, entregando todo o resto nas mãos de Deus.
Desejo fundir-me a você
Como um rio que percorre o sinuoso leito
Dia e noite
Vivendo e nutrindo
Enquanto corre na direção do mar
Quero correr
Lentamente
Com demasiado carinho
Sentindo a dor da compreensão
Sangrando a alegria invisível do amor
Quero ser um com você.
Casthoro´C
Mon Petit Phare
Teus olhos são como os faróis que iluminam ao norte um mar bravio e insólito e ao sul um oceano permeado de armadilhas que fazem naufragar os desavisados e ousados, consumindo a todos.
Quando nem imaginava existir tal força na natureza, me aventurei guiado pelas estrelas no mar de tua essência única, nesse momento, vislumbrei o longínquo o brilho de tuas incandescentes luzes.
Em busca de ti, naveguei com minha audácia no mar de teus pensamentos, combati os teus monstros e sobrevivi as tempestades de vosso temperamento, mas eu perdi minha alma antes mesmo de aportar.
Do alto das torres que iluminam o oceano de desejos, após uma escalada que quase me custou a sanidade, vislumbrei um vulcão que se projeta acima do oceano e exerce um fascínio irresistível, sem titubear me lancei em tua boca e me perdi em teus beijos.
Tal como Ulisses, sou um naufrago aprisionado na ilha das Amazonas ao leste e a oeste na ilha de Apollo, vitimado pelo meu desejo insaciável de ti.
Detido pela força de Era, que se apiedou de minha condição, fui levado a um monte em segurança, mais uma vez aprisionado, entre o vulcão que me consumira e um vale de desejos que me levaria em direção ao teu cerne misterioso.
Sofri com a dúvida, mas o ressoar de tambores ancestrais vindo do leste, moveu-me na direção de meu destino, percorri o vale em segundos para me deter ante os portões que me levariam a você.
Lutei contra os meus instintos, temeroso e vacilante, fui vencido pelo canto das sereias, que usaram a força da maré cheia e sequestraram minha vontade, adentrei o teu ser, invadi o oceano oculto dos teus desejos em busca de mim.
Dentro de ti, guerreei contra mim, contra os meus instintos, contudo, fui vencido pela intensidade de tuas certezas, que me reduziram a um ser devotado e cativo, desejoso de tua natureza deifica.
Como na Ilíada, ao reconhecer tua divindade, fui alçado aos teus olhos, agora pequenos faróis que iluminam oceanos pacificados, pois tu és deusa e eu um mago, tu és a luz para um mundo em caos enquanto eu, sou o caos feito homem para te amar.
Casthoro´C
Linda, mais que demais...
Essa tua faceta meiga e doce, quase um amenina levada, travessa como a personagem narizinho, com um ar de Emília e a autoridade do Visconde, oculta uma mulher forte e determinada.
Quero sentir o calor do teu corpo junto ao meu, quero te envolver no meu abraço de tal sorte e com tamanha volúpia que jamais deseje se desvencilhar de mim.
Quero o doce néctar dos teus favores inundando o meu paladar, enquanto finco minhas mãos nos teus quadris, imobilizando-a até que a última gota de teu prazer faça-a tremer a alma.
Quero você, descuidadamente entregue aos meus caprichos, para nutrir-me dos teus anseios, do teu prazer, para lhe consumir em paixão e fazer eclodir das cinzas a fênix de um amor sem medida.
Casthoro´C
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