Voar como um Passaro Ate seu Coracao
Nem toda FEIURA é Fria. Nem todo Pássaro é Ligeiro. Nem toda DOR é Passageira. Nem toda FELICIDADE é Duradora. Nem todo ESCRITO é Verdadeiro!!! Rolemberg.
Bendito é o pássaro, esse errante, que, não tendo casa, não conhece o destino de estar perdido.
Mas eu, pobre de mim, vagueio vacilante, entre o ser que sou e o ser que sonho, tímido e escondido.
Como pode um coração ousar ser verdadeiro e não temer a sombra de ficar sozinho? Ou será que a dor da solidão, esse lobo sorrateiro, doa menos que o disfarce de um falso carinho?
Eu que pensei ter asas, bati-as ao vento para garantir pouso, pão, algum alento. E eis que desperto bicho sem nome, que às vezes sequer sente fome quando tenta, com estômago vazio, digerir o peso inteiro dos sentimentos.
Dizei-me: também as aves levam cicatrizes dos ninhos quentes, dos pousos infelizes, dos amores que encontram pelo céu afora? Pois eu, sem jamais ter aprendido a voar, trago marcas que nenhum tempo leva embora.
E perdoai-me a tristeza da notícia: quem não sabe o último dia em que o pai lhe tomou nos braços, também não sabe medir a saudade antiga por nunca ter a quem oferecer seus laços.
Ah, mas não é esta a sina humana? Dar o que lhe falta, sofrer o que é seu, sonhar o que nunca alcança, buscar no outro o espelho dos sonhos que inventou no seu?
Por isso, digo em voz baixa, como quem teme a própria vida — preferiria ser pássaro, simples e passageiro: não ter morada fixa, não disputar o coração alheio, não desejar casa em peito que só bombeia sangue e dos quais a propriedade não leva nome.
"Voa meu pássaro,
voa o mais alto
que puder...
Voa depressa
e traz notícias do
meu bem...
Diga à ele,
que saudosa
estou,que
ele sinta os
meus carinhos,
que ele sinta
os meus beijinhos.
Voa meu pássaro,
traz notícias do
Meu Bem...
Diga à ele
que,que
vou encontrá-lo,para
dele cuidar e amar.
E,para sempre
embaixo de
suas asas,irei
me aninhar..."
Tatiane Oliveira-28.07.2014-15:12 hrs
Na política, esquerda e direita representam não polos opostos, mas sim duas asas do mesmo pássaro, carregando-o na mesma direção limitada. Ambas surgem do mesmo corpo, com ideais que às vezes divergem em aparência, mas convergem na manutenção do sistema que as sustenta. Não importa qual asa alce voo mais alto ou mais baixo, o pássaro permanece preso ao seu voo circular, incapaz de alcançar altitudes verdadeiramente renovadoras. Assim, a luta entre esquerda e direita torna-se, na prática, um movimento estéril, uma dança mecânica onde se troca o cenário e as palavras, mas o desenho permanece inalterado. O voo do pássaro político é árido, desprovido de novas paisagens, onde o horizonte é uma mera repetição do passado, indivisível das mesmas estruturas que alimentam seu existir.
Asas do Mesmo Pássaro
Esquerda e direita: asas do mesmo pássaro voraz, que voa alto sobre o rebanho adormecido. Elas batem em uníssono, fingindo oposição, enquanto o bico ceifa as liberdades que prometem defender. Os acéfalos, massa de manobra cega, agitam bandeiras opostas como se batalhassem por destinos distintos, mas servem ao mesmo voo predatório, manipulados por narrativas que os mantêm no chão, pisoteando uns aos outros em nome de ídolos vazios. Enquanto isso, desperta quem vê a gaiola: o multilateralismo, essa teia de tratados e cúpulas que escraviza nações soberanas a elites invisíveis. Esses visionários, que ousam questionar o consenso globalizado, são tachados de antidemocráticos, marginais, conspiracionistas. Silenciados por algoritmos, censurados em púlpitos digitais, exilados do debate público. O pássaro, incomodado, bica
os que ameaçam revelar suas penas sujas de ouro e poder. Mas o voo cessa quando as asas se rebelam contra o corpo e o rebanho, enfim, ergue os olhos para o céu.
Uma floresta conservada,
produção legal, harmonizada.
Sorri o pássaro, canta o nativo,
Prolifera-se vida, muda-se destino.
Não se preocupe comigo
Eu sempre naufrago...mas
Sempre volto à superfície
Sempre sou pássaro sobre a planície
Sempre afago o fogo
E assopro aos olhos do tempo.
Não se preocupe
Eu sempre bebo dos piores venenos
E sobrevivo...
Não há perigo!Não se preocupe comigo!
Sou feita de uma outra matéria,
E sempre tenho tesouros entre minhas toscas misérias,
Sou feita de ametistas trançadas e pérolas
E quanto mais negro o meu dia,
Mais doce é minha poesia!
Não se preocupe comigo
Ou com minha concha vazia
Não há perigo!
É de entre essas rudes coisas
Que arranco minha alegria.
Ou seja, a fé não te faz esquecer a lógica do pássaro, ela te mostra o propósito eterno daquele pássaro que a lógica sozinha não consegue alcançar.
Cinzas
Na estrada seguia, grão de poeira
nas retinas a balançar,
qual pássaro voando rasteiro,
pronto para partir e cantar.
As marcas dos passos na terra,
miúdas, sem rumo, cansadas,
qual andante em perdida tapera,
em busca do que havia sonhado.
Na boca o sabor de fel e mel,
nos beijos há muito guardados;
no coração, cinza, mortalha e véu
já cobriam um amor sepultado.
Neusa Marilda Mucci - Poetisa
Nuvens sem águas, pássaro sem ninho, noite sem lua, dia sem sol, estrela sem céu; é assim que me sinto, sem Cristo.
Hora nascida com a desdita hora finda.
Sonhos voando.
Pássaro flanando para o aconchego do ninho do amor.
O homem que é pássaro numa gaiola
Perdido na gaiola assistindo televisão
O vórtice é simplicidade o gol...
A partida da alienação...
As grades da ignorância...
A grandiosa cortina de futilidade temos eleições aonde vemos a ética e moral...
E na bandeja o jornal de tempos atras...
Meros líderes que governam sua gaiola.
Tudo é manipulação ate a novos valores são descritos como moralidade.
A gaiola tem tantas opções.
Mas, pequenos lampejos de ironia..
No fardo o canto que é pássaro e maravilhoso no fundo do silêncio.
Seria simplório dizer que o silêncio é divino.
Pois é fértil o propósito de viver de baixo da cachoeira corrente,
Fluido instante pois as nuvens contam histórias num mundo de imagens e paredolias nos damos vida aos encantados.
Pássaro
O corvo
Pássaro das ruínas do esquecimento...
O abraço da morte...
No arauto do amor...
Sinos em silêncio,
Na catedral apenas a ilusão das sombras.
A escuridão é convivência da estranha voz que murmurando da existência do nosso ser.
Madrugada a dentro folhas mortas...
Sentimentos amargurados...
Dentro da odisseia outro vulto
As velas dão perfume de rosas mortas.
Num suposto sonho somos abandonados pela luz do luar
Apenas o frio a dor que gela os ossos,
Lembranças no espaço vago da mente...
Lágrimas veladas queimam o peito...
Dor daqueles momentos em que sendo último instante eterno...
Mais profundo que os passos solitário do pensador é voo do passaro vê a alienação convicto que ser humano segue em caminhos perigos que nem lua consegui observar... Os passos do pensador.
Seu manifesto ecoa pelo linhas tênue do tempo.
Na escuridão da humanidade sou historiador relatando a narrativa sobre escravagista moderno minha escrita não está escondida nos porão.
Muitos momentos caminho num universo de violência da televisão compreendo a duas histórias no mesmo relato.
Mas sencionalismo barato e a metáfora roubada das as linhas clássicas da alienação e o estado conspiração.
Narrativa de justiça pela verdade garrafa a tristeza humana.
Devastador mau psicologico causado desde depressão ao stress emocional...
O medo de viver confinado na própria consciência.
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