Voar como um Passaro Ate seu Coracao

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Multidões movimentam-se em mim, não cabem em gaiolas...
De livre pássaro voador que sou.

Pena tenho do pássaro que fica preso para encantar com o canto os que estão livres lá fora.

ouço o canto do pássaro
que vem lá de fora
corro pra observar
e me encantar
e vejo também as borboletas
a flutuar e bailar
na brisa do ar
que o vento traz e leva
e o cheiro da relva
perfuma o ambiente
as flores colorem meu dia
e assim Deus me enche de alegria
agradecida e enternecida
meio sem jeito eu sorria!!!

De que adianta deixarmos a porta da gaiola aberta, se cortamos as asas do pássaro? De que adianta chamá-lo à liberdade, se ele prefere o comodismo da prisão?

O voo é instinto do pássaro; o domínio, vocação da águia.

⁠Pássaro que bate asas e ganha o mundo… só retorna ao ninho, de visita !

⁠Para fazer parte de algum bando, o pardal, pássaro desprovido de qualquer talento, se insere no grupo e imita o canto dos demais. Isso não é sobre pássaros.

Meu pequeno pássaro.




Veio no outono juntamente com as folhas ao chão.
Com suas asas abertas demonstrando o quão majestoso era.
Escondia marcas, dores, mas até na sua dor existia tanta pureza e beleza.
Cantava uma melodia hipnotizante, cantava sentimentos reais.
Tão pequeno e grande ao mesmo tempo.
Eu queria aquela criatura fascinante para mim. O coloquei em um pedestal, aprisionei em meu coração, cortei suas asas e mais uma vez causei outra dor.
Logo aquele pássaro antes livre, de melodia hipnotizante deu lugar a um passarinho triste com suas lindas asas que no passado não tão distante se mostrava majestosa em liberdade agora fechada dava espaço pra algo triste.
Eu compreendi que para meu pequeno pássaro sua beleza vinha da sua liberdade.
Deixei ir . Ele bateu asas e voou . Ao longe, voltei a ouvir sua linda melodia, encheu meu coração de amor.
E na primavera ele se foi, ganhou o mundo.
Meu pequeno pássaro , foi sem olhar o que deixou pra trás.
Hoje não choro mais, as lágrimas deu espaço as lembranças e quando eu menos esperava o outono a lhe estava e com as folhas ao chão o meu pequeno pássaro voltou com uma outra linda canção.

⁠CLASSIFICAÇÃO DE PESSOA, PÁSSARO, PEIXE E MINHOCA QUANTO AO AMBIENTE E LOCOMOÇÃO


‎Uma Pessoa é um Animal Aéreo quanto ao Ambiente e é um Animal Marchador quanto à Locomoção.


‎Um Pássaro é um Animal Aéreo quanto ao Ambiente e é um Animal Voador quanto à Locomoção.


‎Um Peixe é um Animal Aquático quanto ao Ambiente e é um Animal Nadador quanto à Locomoção.


‎Uma Minhoca é um Animal Solúmeo ou Solúmico quanto ao Ambiente e é um Animal Rastejante quanto à Locomoção.

⁠O pássaro que não conhece fronteiras, não teme as disputas dos homens.

Seguindo aquela estrada Passa carro e placa, passa casa e pássaro, passa o tempo e a vida. Seguindo aquela estrada Passa boi, passa pasto, passa gente e passo, passa bicho, passa o mato, passa paisagem e retrato. Seguindo aquela estrada Passa o mundo — e eu passo. Passa flor — e eu passo.
Passa amor — e eu passo. Mas logo paro. Retrocedo. Passa amor — e eu paro. E não passo mais nada.

Nem toda FEIURA é Fria. Nem todo Pássaro é Ligeiro. Nem toda DOR é Passageira. Nem toda FELICIDADE é Duradora. Nem todo ESCRITO é Verdadeiro!!! Rolemberg.

Bendito é o pássaro, esse errante, que, não tendo casa, não conhece o destino de estar perdido.

Mas eu, pobre de mim, vagueio vacilante, entre o ser que sou e o ser que sonho, tímido e escondido.

Como pode um coração ousar ser verdadeiro e não temer a sombra de ficar sozinho? Ou será que a dor da solidão, esse lobo sorrateiro, doa menos que o disfarce de um falso carinho?

Eu que pensei ter asas, bati-as ao vento para garantir pouso, pão, algum alento. E eis que desperto bicho sem nome, que às vezes sequer sente fome quando tenta, com estômago vazio, digerir o peso inteiro dos sentimentos.

Dizei-me: também as aves levam cicatrizes dos ninhos quentes, dos pousos infelizes, dos amores que encontram pelo céu afora? Pois eu, sem jamais ter aprendido a voar, trago marcas que nenhum tempo leva embora.

E perdoai-me a tristeza da notícia: quem não sabe o último dia em que o pai lhe tomou nos braços, também não sabe medir a saudade antiga por nunca ter a quem oferecer seus laços.

Ah, mas não é esta a sina humana? Dar o que lhe falta, sofrer o que é seu, sonhar o que nunca alcança, buscar no outro o espelho dos sonhos que inventou no seu?

Por isso, digo em voz baixa, como quem teme a própria vida — preferiria ser pássaro, simples e passageiro: não ter morada fixa, não disputar o coração alheio, não desejar casa em peito que só bombeia sangue e dos quais a propriedade não leva nome.

"Voa meu pássaro,
voa o mais alto
que puder...
Voa depressa
e traz notícias do
meu bem...
Diga à ele,
que saudosa
estou,que
ele sinta os
meus carinhos,
que ele sinta
os meus beijinhos.
Voa meu pássaro,
traz notícias do
Meu Bem...
Diga à ele
que,que
vou encontrá-lo,para
dele cuidar e amar.
E,para sempre
embaixo de
suas asas,irei
me aninhar..."

Tatiane Oliveira-28.07.2014-15:12 hrs

⁠Felicidade é plantar uma árvore e compreender que ninho de pássaro e sombra também são frutos.

Liberdade
É quando o pássaro da alma
Ébrio do céu infinito
Canta a música do Amor!

botaram regra
no voo
e o pássaro
cansou

Uma floresta conservada,
produção legal, harmonizada.
Sorri o pássaro, canta o nativo,
Prolifera-se vida, muda-se destino.

Não se preocupe comigo
Eu sempre naufrago...mas
Sempre volto à superfície
Sempre sou pássaro sobre a planície
Sempre afago o fogo
E assopro aos olhos do tempo.
Não se preocupe
Eu sempre bebo dos piores venenos
E sobrevivo...
Não há perigo!Não se preocupe comigo!
Sou feita de uma outra matéria,
E sempre tenho tesouros entre minhas toscas misérias,
Sou feita de ametistas trançadas e pérolas
E quanto mais negro o meu dia,
Mais doce é minha poesia!
Não se preocupe comigo
Ou com minha concha vazia
Não há perigo!
É de entre essas rudes coisas
Que arranco minha alegria.

Cinzas


Na estrada seguia, grão de poeira
nas retinas a balançar,
qual pássaro voando rasteiro,
pronto para partir e cantar.

As marcas dos passos na terra,
miúdas, sem rumo, cansadas,
qual andante em perdida tapera,
em busca do que havia sonhado.

Na boca o sabor de fel e mel,
nos beijos há muito guardados;
no coração, cinza, mortalha e véu
já cobriam um amor sepultado.

Neusa Marilda Mucci - Poetisa