Voar como um Passaro Ate seu Coracao

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Nuvens sem águas, pássaro sem ninho, noite sem lua, dia sem sol, estrela sem céu; é assim que me sinto, sem Cristo.

Hora nascida com a desdita hora finda.
Sonhos voando.
Pássaro flanando para o aconchego do ninho do amor.

Linda forma.
Sem fôrma.
Conforme.
Pássaro preso...sem asas.
Voa forma com o molde da alegria.

Pássaro outonal —
Nas espinhentas paineiras
repouso macio.

A memória é pássaro que pousa em qualquer janela. Quando pousa, canta e revela céu. Algumas músicas me levam a lugares que nem sei nomear. Elas nascem de saudade e terminam em consolo. E eu as coleciono como quem junta estrelas.

Quando o “você” morreu em mim…


Foi em uma tarde azul de nuvens-pássaro
Constantei, de repente,
Que morreu em mim aquela distância,
Aquela ânsia
E aquela saudade,
E o você que me torturava…


E eu sorri menino,
De um riso que se desprende em meio ao medo.
Escapa o sorriso, e o coração se vê livre
De qualquer algema que tenha um nome.


E a cabeça pergunta como, onde, quando e por quê,
E o corpo só quer dançar e voar nesses momentos,
Com aquelas nuvens-pássaro
A bailarem com o vento…

Asas do Mesmo Pássaro


Esquerda e direita: asas do mesmo pássaro voraz, que voa alto sobre o rebanho adormecido. Elas batem em uníssono, fingindo oposição, enquanto o bico ceifa as liberdades que prometem defender. Os acéfalos, massa de manobra cega, agitam bandeiras opostas como se batalhassem por destinos distintos, mas servem ao mesmo voo predatório, manipulados por narrativas que os mantêm no chão, pisoteando uns aos outros em nome de ídolos vazios. Enquanto isso, desperta quem vê a gaiola: o multilateralismo, essa teia de tratados e cúpulas que escraviza nações soberanas a elites invisíveis. Esses visionários, que ousam questionar o consenso globalizado, são tachados de antidemocráticos, marginais, conspiracionistas. Silenciados por algoritmos, censurados em púlpitos digitais, exilados do debate público. O pássaro, incomodado, bica
os que ameaçam revelar suas penas sujas de ouro e poder. Mas o voo cessa quando as asas se rebelam contra o corpo e o rebanho, enfim, ergue os olhos para o céu.

Na política, esquerda e direita representam não polos opostos, mas sim duas asas do mesmo pássaro, carregando-o na mesma direção limitada. Ambas surgem do mesmo corpo, com ideais que às vezes divergem em aparência, mas convergem na manutenção do sistema que as sustenta. Não importa qual asa alce voo mais alto ou mais baixo, o pássaro permanece preso ao seu voo circular, incapaz de alcançar altitudes verdadeiramente renovadoras. Assim, a luta entre esquerda e direita torna-se, na prática, um movimento estéril, uma dança mecânica onde se troca o cenário e as palavras, mas o desenho permanece inalterado. O voo do pássaro político é árido, desprovido de novas paisagens, onde o horizonte é uma mera repetição do passado, indivisível das mesmas estruturas que alimentam seu existir.

O pássaro conhece o equilíbrio: não voa tão alto a ponto de tocar os abutres, nem tão baixo a ponto de marchar com os javalis.

Pássaro
O corvo
Pássaro das ruínas do esquecimento...
O abraço da morte...
No arauto do amor...
Sinos em silêncio,
Na catedral apenas a ilusão das sombras.
A escuridão é convivência da estranha voz que murmurando da existência do nosso ser.
Madrugada a dentro folhas mortas...
Sentimentos amargurados...
Dentro da odisseia outro vulto
As velas dão perfume de rosas mortas.
Num suposto sonho somos abandonados pela luz do luar
Apenas o frio a dor que gela os ossos,
Lembranças no espaço vago da mente...
Lágrimas veladas queimam o peito...
Dor daqueles momentos em que sendo último instante eterno...

O homem que é pássaro numa gaiola
Perdido na gaiola assistindo televisão
O vórtice é simplicidade o gol...
A partida da alienação...
As grades da ignorância...
A grandiosa cortina de futilidade temos eleições aonde vemos a ética e moral...
E na bandeja o jornal de tempos atras...
Meros líderes que governam sua gaiola.
Tudo é manipulação ate a novos valores são descritos como moralidade.
A gaiola tem tantas opções.
Mas, pequenos lampejos de ironia..

No fardo o canto que é pássaro e maravilhoso no fundo do silêncio.
Seria simplório dizer que o silêncio é divino.
Pois é fértil o propósito de viver de baixo da cachoeira corrente,
Fluido instante pois as nuvens contam histórias num mundo de imagens e paredolias nos damos vida aos encantados.

Mais profundo que os passos solitário do pensador é voo do passaro vê a alienação convicto que ser humano segue em caminhos perigos que nem lua consegui observar... Os passos do pensador.
Seu manifesto ecoa pelo linhas tênue do tempo.
Na escuridão da humanidade sou historiador relatando a narrativa sobre escravagista moderno minha escrita não está escondida nos porão.
Muitos momentos caminho num universo de violência da televisão compreendo a duas histórias no mesmo relato.
Mas sencionalismo barato e a metáfora roubada das as linhas clássicas da alienação e o estado conspiração.
Narrativa de justiça pela verdade garrafa a tristeza humana.
Devastador mau psicologico causado desde depressão ao stress emocional...
O medo de viver confinado na própria consciência.

Ou seja, a fé não te faz esquecer a lógica do pássaro, ela te mostra o propósito eterno daquele pássaro que a lógica sozinha não consegue alcançar.

A ESTÓRIA DO PÁSSARO VIVO OU MORTO DENTRO DA MÃO.
Marcelo Caetano Monteiro.

A história do "pássaro vivo ou morto" é uma famosa parábola sobre sabedoria, responsabilidade pessoal e livre-arbítrio. Ela narra o encontro entre um jovem astuto e um sábio idoso.
A História
O Desafio: Um jovem, querendo desmoralizar um sábio conhecido por nunca errar, captura um pequeno pássaro vivo e o esconde entre as mãos.
O Enigma: O jovem aproxima-se do sábio e pergunta: "Mestre, o pássaro que tenho na mão está vivo ou morto?".
A Armadilha: O rapaz planejou a resposta: se o sábio dissesse "vivo", ele apertaria o pássaro para matá-lo; se dissesse "morto", ele o libertaria. Em ambos os casos, o sábio erraria.
A Resposta Sábia: O sábio, com serenidade, olha para o jovem e responde: "O pássaro está como você quiser que ele esteja. O destino dele está nas suas mãos".
Moral da História
Responsabilidade Pessoal: A história ilustra que o nosso futuro, ou a vida de um projeto/sonho (o "pássaro"), depende das escolhas que fazemos, e não da sorte ou de terceiros.
Livre-Arbítrio: Temos o poder de escolher cuidar e dar vida (abrir a mão) ou destruir (apertar a mão).
Sabedoria: A verdadeira sabedoria não é apenas saber a resposta, mas compreender as consequências e a responsabilidade das ações.
Essa fábula é frequentemente utilizada para ensinar que somos autores de nossa própria vida.

O Livro dos Espíritos » Parte Terceira - Das leis morais » Capítulo X - 9. Lei de liberdade » Livre-arbítrio

843. Tem o homem o livre-arbítrio de seus atos?

“Pois que tem a liberdade de pensar, tem igualmente a de agir. Sem o livre-arbítrio, o homem seria máquina.”

844. Do livre-arbítrio goza o homem desde o seu nascimento?

“Há liberdade de agir, desde que haja vontade de fazê-lo. Nas primeiras fases da vida, quase nula é a liberdade, que se desenvolve e muda de objeto com o desenvolvimento das faculdades. Estando seus pensamentos em concordância com o que a sua idade reclama, a criança aplica o seu livre-arbítrio àquilo que lhe é necessário.”

⁠"O pássaro que nasceu em uma gaiola tem asas, mas não acredita na liberdade."

Não fique só observando o pássaro, voe também.

1798
"A exemplo do fazendeiro do Desenho daquele pássaro, também acho os 'Batutinhas' ESQUISITOS. Só não tenho medo, como ele TEM, mas acho muita graça, HeHeHe!"

Pássaro da morte
Ouço
Cautelosa
Alçando vôo no barulho do vento.
Pergunto a tí
Que passeia sobre a vida:
Qual a aventura se ser no mundo
(esse em que tú não vives apenas passeia)?
E porque é infinito aquele que apenas morre?

Inserida por sandraliracoelho

Visita rápida


Hoje o pássaro veio me visitar.
A saudade o atormentou e logo ele chegou.
Entre cores e barulho ele se viu encantado,
Logo pousou ao meu lado,
Mas algo lhe chamava, e de longe eu escutava,
Era a liberdade, a recrutar:
“Venha e aproveite enquanto podes voar.”

Inserida por Laislxavier