Vivo pra Mim
Inversão
Vivo cada segundo
Como se tivesse um infinito
Vivo cada minuto
Como se houvesse tempo para se pensar
Vivo cada hora
Como se nada um dia pode-se ter partido
Vivo cada dia
Como se o amanha a gente possa avistar
Vivo, porém, não o hoje,
E sim, um futuro incerto,
O qual parece correto; Sim
Um modo para cogitar
Suicídio vivo
Um dia – viverei da fantasia
e ainda mato
o homem de fato (ou de infarto)
de imortal poesia.
"Todo o ser vivo tem o direito de viver, de ter amor, carinho, respeito e compaixão.
Viva e deixe viver_/\_"
RESTO
Vivo aqui com minha apatia
Este tigre solto à me rodear
Falando de flor, sem saber do amor
Escrevendo versos, jogando no mar.
Nada aqui existe, nesta longa estrada
Em que eu vivi, e o tempo sem pena
Fez me ver a alfena que eu tanto queria
E agora perdi.
Entretanto resta sem ter nesta vida
Muito à declarar, este mudo e frio
Coração vazio,
Que agora distante
por medo de amar.
O meu subconsciente parece manter-te ainda vivo. Agosto sempre foi sinonimo de ti, desde que deixei que tu te infiltrasses nas minhas veias. Ainda hoje me pergunto, se terá havido algo que em que não te tenhas infiltrado, ou alojado. A resposta chegou em forma de sonho. Eu que pensei que estar contigo durante o sono fosse , já coisa do passado. Engano meu. Mais um. Ainda bem que as imagens me estão no pensamento de forma turva , num desfocado conveniente e com conversas quase sem nexo. Ainda bem ...
Poeminha Triste
Vivo por não viver,
Sofro por não sofre,
Amo por não amar,
e sempre me derrubam para eu aprender .
Sou a vida estou em todo lugar
Vivo pra te ver viver
Existo pra te ver me olhar
E estarei sempre aqui pra te cuidar
( Deus )
Aprenda uma coisa, nada é para sempre, nem mesmo os nossos problemas.
Por isso é que vivo o hoje, ontem já era passou e amanhã com certeza que eu fizer hoje vou colher la na frente, o que é meu esta guardado e sei que na hora certa, na melhor hora, vai acontecer.O QUE É MEU NINGUÉM VIVE E NINGUÉM TIRA.
Viva a Vida e Seja Feliz !!!
Não podia explicar esse furioso desejo de sentir alguém vivo junto de si, uma âncora que o retivesse junto a essa vida que parecia revolvê-lo constantemente ao seu lugar de espectador. Sim, como pudera imaginar que conseguiria viver de um modo diferente, como ousaria acreditar que seria possível romper os limites traçados ao seu destino? Deus do céu, como ousara reclamar o que não lhe é devido? E José Roberto escondeu o rosto nas mãos, ofuscado pela vergonha que lhe queimava o rosto. Que ao menos Deus lhe desse humildade suficiente para nada desejar, para se confundir com as coisas mais obscuras, mais privadas do calor humano.”
