Vivemos

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O inferno que vivemos não tem demônios ou anjos maus, ele tem pessoas que um dia amamos.

⁠Vivemos numa constante incerteza sobre o que o amanhã nos reserva. Não podemos prever se ele chegará para nós ou para as pessoas que mais amamos. E é por isso que devemos aproveitar o presente, mostrar que nos importamos, declarar nossos sentimentos e afirmar que nossa vida é mais bonita graças à presença de alguém especial ao nosso lado...

- Edna Andrade

Vivemos para criar memórias que possamos lembrar e histórias que valham a pena contar.

Vazios de Si:
Vivemos numa era onde as pessoas são tão cheias de razão e tão vazias de si.
O pior, porém, vem daqueles que abdicam da realidade
para habitar um mundo imaginário —
por vezes autoritário, talvez confortável para si,
mas sempre opressivo para os outros.
Aí não há diálogo: há imposição de vontade.
E quando o bom senso deveria prevalecer,
voltamos ao início:
são tão cheias de “razão”
e tão vazias de si.

Vivemos entre despertos adormecidos. Pessoas caminham em sonambulismo consciente, num sono de olhos abertos. O palco segue montado; o "livre-arbítrio" é o roteiro. Restam as máscaras.

"As vezes vivemos na inércia de uma plenitude inoperante, onde a força do desejo é absoluta, mas o movimento em direção ao real é nulo."

O Silêncio


Vivemos cercados por sons.


As vozes das pessoas, os compromissos do dia a dia, as notícias, os pensamentos e as preocupações ocupam grande parte do nosso tempo. Em meio a tudo isso, raramente percebemos o quanto nos afastamos do silêncio.


Durante muito tempo acreditei que as respostas estavam sempre do lado de fora. Em livros, conversas, experiências e opiniões. E, de fato, muito do que aprendemos vem através do mundo que nos cerca.


Mas algumas respostas seguem um caminho diferente.


Elas chegam quando tudo se aquieta.


Existem momentos na vida em que o silêncio não é ausência. É presença.


É quando os ruídos diminuem que começamos a ouvir pensamentos que antes passavam despercebidos. Recordamos sonhos esquecidos, compreendemos sentimentos antigos e enxergamos situações que a correria não permitia observar.


O silêncio tem uma maneira curiosa de revelar aquilo que estava escondido.


Por isso, muitas vezes, ele nos incomoda.


Nem sempre estamos preparados para ouvir a nós mesmos.


É mais fácil ocupar cada espaço com distrações do que permanecer alguns instantes diante dos próprios pensamentos. No entanto, é justamente nesse encontro que surgem algumas das reflexões mais importantes da vida.


Não são raras as vezes em que uma decisão importante nasce em um momento de silêncio.


Não porque encontramos todas as respostas.


Mas porque passamos a enxergar com mais clareza as perguntas.


Com o passar dos anos percebi que o silêncio também fala.


Ele está presente entre uma despedida e outra.


Entre o fim de um ciclo e o início de um novo caminho.


Entre aquilo que fomos e aquilo que estamos nos tornando.


Talvez seja por isso que os momentos mais marcantes da vida nem sempre sejam acompanhados por grandes discursos.


Às vezes eles acontecem em um simples instante de contemplação.


Um olhar para o horizonte.


Uma caminhada sem destino.


Uma noite tranquila após um longo dia.


São nesses momentos que compreendemos que nem tudo precisa ser explicado.


Algumas coisas precisam apenas ser sentidas.


Hoje vejo o silêncio como um companheiro de jornada.


Não como um vazio a ser preenchido.


Mas como um espaço onde a vida encontra uma maneira mais serena de conversar conosco.


E talvez algumas das respostas que tanto procuramos estejam aguardando exatamente ali.


No lugar onde o mundo se cala e a alma finalmente pode ser ouvida.

Vivemos em uma sociedade com inversão de valores, onde ser honesto chega ser vergonhoso.

As palavras que vivemos, transcritas na pele da alma, revelam sua própria realidade.

É verdade que estou apagando a luz e nós sabemos disso.
Vivemos belezas e feiuras, doçuras e amarguras, completudes incompletas
Vivemos dilemas baseados, por vezes, em querer
E por outras vezes, numa quase absoluta razão
Foram muitas estranhezas, incertezas e inquietações
Simplesmente por teimar em não entender o que já sabíamos
Você e eu mudamos...de endereço, de escolhas, de atitudes
Naturalmente, assim como acontece com todas as pessoas
Simplesmente pelo simples fato de que o tempo passou
Continuaremos a residir um no outro, mas somente no território
Dos momentos guardados na lembrança
Eu vi você partir e teimei em criar um lugar pra chamar de nosso
Aos poucos percebi que ficamos somente o lugar, eu
E uma luz de esperança acesa
A nos arrastar em esperas infindáveis
Hoje estou saindo do lugar, dei-me a chance de continuar
Necessito apagar a luz
Libertei-me do que prendia-me você

"A experiência é um troféu composto por todas as vitórias e derrotas que vivemos" Ademar de Borba

Mas agora não importa mais, vivemos a brevidade da vida.
E fizemos o contrário , acumulamos conhecimento, que era coisa de otários.

No mundo que vivemos onde as pessoas são drogadas pelo físico e financeiro, julgar um livro pela capa ( aparência ) ou julgar um livro por uma página ( episódio ) é lei, por isso a moral, a ética e o caráter são pouco cultivados !

⁠Deixe as feridas de lado e continue
Úlcera deixamos de alimentar quando
Vivemos e aprendemos a separar as coisas
Invista em seus sonhos acredite em você
Desesperança é a falta de confiança em si
Agradeça mais e aproveita cada segundo de vida.

Vivemos projetando felicidade no futuro, como se a vida estivesse sempre na próxima conquista, no próximo objetivo ou na próxima oportunidade. Nessa busca constante, corremos o risco de transformar a existência em uma eterna espera, esquecendo que a vida acontece no presente.
A mente ansiosa habita aquilo que ainda não existe; a mente sábia reconhece a riqueza do que já foi construído. O ser humano frequentemente sofre não apenas pela falta de algo, mas pela incapacidade de perceber o valor do que já possui.
Gratidão não é conformismo, nem renúncia ao crescimento. Pelo contrário, é a capacidade de reconhecer significado antes de exigir mais da vida. Quem aprende a enxergar a abundância do presente deixa de ser refém da escassez imaginária do futuro.
A verdadeira prosperidade começa quando a consciência alcança aquilo que os olhos, acostumados à ausência, insistem em ignorar. Afinal, a vida não é feita apenas do que ainda queremos conquistar, mas também de tudo aquilo que já nos foi dado, construído e vivido. O futuro inspira, mas é o presente que sustenta a existência.

Vivemos na ilusão de que somos donos do tempo. Mas o tempo…
ele não nos pertence.
Ele apenas passa.

Os amigos riem porque muita gente desaprendeu a respeitar o invisível. Vivemos dias em que o deboche virou escudo intelectual. Só que há coisas que não cabem em laboratório: a intuição da mãe, o arrepio diante do tambor, a paz inesperada depois da oração, a sensação de ter escapado de algo ruim sem entender como.
O povo simples nunca precisou explicar a fé. Apenas viveu.

Vivemos num tempo em que a aparência vale mais que a essência.

As pessoas não buscam o justo, buscam o belo. Vivemos num tempo em que a aparência vale mais que a essência, em que a virtude virou máscara e o vício ganhou charme. Ninguém quer a verdade, querem o socialmente aceito, o que não incomoda, o que cabe nas frases prontas Chamam de bem o que agrada, e de mal o que revela. Porque a verdade expõe, o belo disfarça. E quase todos preferem continuar bonitos, a ter que encarar o quanto estão vazios.

"Pessoas sem paciência, natureza no limite, futuro incerto. Vivemos um momento onde a vida está por um fio e o destino de todos depende de uma única decisão política. É um equilíbrio frágil entre a paz e o fim.
— Roseli Ribeiro"