Vivemos
E no espelho do Mundo que vivemos, o futuro é uma incerteza... O hoje tem de ser vivido com enorme satisfação e enorme intensidade. Pois, amanhã talvez tudo se acabe... E o ontem?
Ah, o ontem não volta jamais!..
O futuro a Deus pertence.
Existe algum sentido para o que vivemos além daquele que construímos em nossa própria mente?
Todos os dias atravessamos um turbilhão de emoções e, na maioria das vezes, ele termina antes que tenhamos a oportunidade de parar e refletir sobre o verdadeiro significado de tudo.
Não pensamos no sentido de dirigir por quilômetros para resolver problemas que logo serão substituídos por outros. Não pensamos no impacto de ligar para alguém apenas para desejar um feliz aniversário. Talvez porque, no fundo, quase não exista impacto algum.
Os rituais sociais são cansativos, e eu já estou farto deles.
Sei que sou bom em socializar. Sei ser útil, amigável e agradável quando necessário. Mas estou cansado de cada uma dessas versões de mim mesmo.
Existem pessoas cuja companhia ainda me traz um prazer genuíno. Pessoas com quem o tempo parece menos pesado. Mas a verdade é que a maioria delas tem me deixado profundamente exausto.
Sinto que minha solidão, que nunca foi de passear, agora caminha ao meu lado. Ela está em todos os lugares.
Me acompanha nas conversas, nos compromissos, nos trajetos e nos silêncios.
E, pouco a pouco, tenho a impressão de que estou me perdendo dentro de mim mesmo.
Vivemos rodeados pelos ambientes que criamos. Quando eles promovem conforto, equilíbrio e beleza, devolvem-nos energia todos os dias.
Os espaços onde vivemos contam a nossa história antes mesmo de dizermos uma palavra. A decoração transforma casas em lugares com identidade.
“Nunca vivemos tempos tão sombrios como os atuais, então devemos reforçar o quanto amar, respeitar, zelar as pessoas que nos cercam são atitudes de valor.”
#bysissym
Não revele suas conquistas, sonhos, dores ou alegrias. Vivemos um mundo diferente onde o silêncio pode fazer a diferença positivamente.
#bysissym
"Vivemos em um mundo onde o sagrado se perdeu. O sagrado é uma experiência na qual existe algo intocável, que desperta profundo respeito e temor; o sentimento do divino, de algo superior a todas as coisas da terra.
Esse sagrado é mais elevado do que eu mesmo; diante de todas as coisas do mundo, é uma parte de Deus aqui na terra.
Atualmente, existe um reducionismo simplório da experiência humana, que afirma que tudo é apenas matéria e que a razão humana descreve apenas parte dela. Querem que todos sigam essa posição miserável.
A Bíblia, como se diz, é sagrada. O Antigo Testamento tem uns cinco milênios de história, e o Novo Testamento, cerca de dois mil anos. A Bíblia é um livro milenar; no entanto, surge um ser humano que 'nasceu ontem' e procura contradições, argumentando que ela é um mal a ser combatido.
A Bíblia resume-se em amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. É a história de Israel com Deus; o Novo Testamento é o pacto de amor que Ele fez pela humanidade. É a história, os valores e a esperança de que todo o mal será extinto para sempre. A Bíblia é isso; o que está fora disso é apenas tolice.
Vivemos em uma época que nos ensina a correr, como se a velocidade fosse sinônimo de sucesso. Mas a vida raramente floresce na pressa. Há decisões que precisam de silêncio, relações que precisam de presença e sonhos que amadurecem no tempo certo. Nem tudo o que demora é atraso. Muitas vezes, é apenas a vida preparando aquilo que ainda não estamos prontos para receber. Aprender a respeitar o próprio tempo também é uma forma de sabedoria.
Pepita de Oliveira
Nem toda resposta chega quando queremos
Vivemos em uma época que valoriza respostas rápidas. Queremos entender imediatamente por que algo aconteceu, por que uma pessoa foi embora, por que um plano não deu certo.
Mas algumas respostas amadurecem junto conosco.
Há acontecimentos que só fazem sentido quando olhamos para eles anos depois. Não porque mudaram, mas porque nós mudamos.
O tempo não esclarece tudo. O que esclarece é a experiência que acumulamos enquanto o tempo passa.
Talvez a pergunta nunca tenha sido “Por que isso aconteceu comigo?”, mas “O que essa experiência despertou em mim que eu ainda não conhecia?”
Nem toda dúvida precisa ser resolvida hoje. Algumas apenas precisam ser vividas.
Pepita de Oliveira
A pressa também nos engana
Vivemos em uma época em que tudo parece precisar acontecer rápido.
Respostas rápidas.
Resultados rápidos.
Relacionamentos rápidos.
Mudanças rápidas.
Criamos a ilusão de que o tempo é um obstáculo, quando, muitas vezes, ele é justamente o que permite que a vida amadureça.
Há sementes que não florescem antes da estação certa.
Há dores que não desaparecem porque decidimos esquecê-las.
Há pessoas que só entendem a própria história depois de muitos capítulos vividos.
A ansiedade nos faz acreditar que estar parado é o mesmo que não estar evoluindo.
Mas nem todo silêncio é vazio.
Nem toda pausa é perda de tempo.
Existe crescimento que acontece longe dos olhos, exatamente como as raízes de uma árvore.
Enquanto ninguém percebe, elas se aprofundam.
E é justamente isso que permitirá que a árvore permaneça firme quando o vento chegar.
Talvez a vida não esteja atrasada.
Talvez ela apenas esteja respeitando o ritmo necessário para que aquilo que hoje parece demora, amanhã possa ser chamado de maturidade.
Pepita de Oliveira
Vivemos tempos com falta de calor humano: aplaude-se quem está longe, enquanto se despreza quem está ao lado. O distante vira ídolo; o próximo, invisível. E assim, muitos só descobrem o valor de alguém quando já o perderam.
Vivemos em uma era de fachadas, onde a conveniência vale mais do que a verdade. O que antes era motivo de vergonha — ser alguém de duas caras ou não ter palavra — agora é encarado como "estratégia" ou "jeito de viver". O silêncio honesto foi substituído por frases prontas e sorrisos ensaiados, criando um vazio onde a confiança raramente consegue criar raízes.
No fim, quem mantém a essência e a integridade acaba sendo visto como o "estranho", num mundo onde ser falso virou o padrão de sobrevivência. Mas a verdade é que, por mais que a falsidade esteja na moda, nada substitui o valor de poder olhar no espelho e reconhecer a própria verdade.
A vida da gente é, de fato, um retrato das lutas, tristezas, vitórias e emoções que vivemos. É as lembranças são um retorno ao passado por meio de pensamentos e memórias que carregamos a vida inteira. São experiências de vida que começaram com os conselhos dos nossos pais, nos preparando para as adversidades da vida, para que, mesmo diante de críticas, nunca deixássemos de nos lembrar das nossas origens. A nossa casa simples, a família honrada e o trabalho que dignifica e valoriza todos os nossos atos como seres humanos, independentemente da idade que tenhamos.
" Recordo teu sorriso
que minha alma tanto se encantou
teu belo corpo
e os dias que vivemos
recordo de ti
e amo tua presença
mesmo que em pensamentos
e com um pouco de lágrimas
já que partes sempre
sem dizer me adeus...
Este ano, vivemos muitas lutas, alguns tombos (hahaha, muitos) entretanto foram aprendizados, somos fodas, não entregamos os pontos, chegando aqui com a certeza de que dias melhores virão, agora resta comemorar, comemorar a força, a determinação e principalmente o desejo, desejo de mais vitórias, de mais conquistas. Levantemos um brinde, primeiramente a nós mesmos, à nossa vida e a vidas dos nossos, que continuemos assim fortes, pilares destemidos em busca do bem e do amor, um banho de mar para energizar e varrer más energias, para lavar o corpo e a alma, um banho de mar, onde algumas lágrimas possam levar o passado num ritual de renovo. Um feliz natal e um belo e vitorioso 2024 para todos nós. Que seja o ano q tanto esperamos e lutamos para acontecer
um brinde, à nossa vida.
Tim tim
"O Julgo Invisível”
Vivemos num tempo em que o valor de um homem se mede pela pressa com que ele produz.
Se ele para, chamam-no de preguiçoso; se cansa, de fraco; se pensa, de inútil.
Mas ninguém pergunta o que o silêncio dele carrega, nem o peso invisível que sustenta quando o mundo o chama de vagabundo.
Talvez o que eles chamam de inércia seja apenas o intervalo entre o que ele foi e o que ainda vai se tornar.
Nem todo repouso é desistência — às vezes é apenas o respiro antes do próximo passo.
E quem julga de fora nunca vai entender a batalha que se trava por dentro,
onde cada dia sem trabalho é também uma luta para não perder a fé em si mesmo.
Vivemos em uma geração distante.
Distante da oração. Distante da Palavra. Distante da presença de Deus. Distante dos cultos. Distante da fé. Distante da comunhão.
Estamos cercados por oportunidades de nos aproximar de Deus, mas, ainda assim, permanecemos longe d'Ele. Somos, na verdade, pródigos dentro da própria casa. Não precisamos sair para um país distante; basta que o nosso coração se afaste.
Muitos de nós nos tornamos apenas religiosos. Frequentamos o templo da mesma forma que alguém cumpre um compromisso semanal: entramos, participamos e voltamos para casa como se nada tivesse acontecido. Tudo o que ouvimos, cantamos e vivemos permanece dentro das quatro paredes da igreja, sem transformar nossa maneira de viver.
Deus não nos chamou para uma religião de aparência, mas para um relacionamento que transforma. O culto não é o destino da nossa fé; é o ponto de partida para uma vida de intimidade, obediência e comunhão com Cristo.
A verdadeira adoração continua quando as portas do templo se fecham e começa a ser refletida em nossas atitudes, escolhas e testemunho.
Oremos pelo nossa geração!
