Vivemos
Já vivemos um apocalipse zumbi; e os zumbis se alimentam da carne do medo, do ódio e do ego, para manter vivo suas vidas mortas.
Vivemos em uma sociedade onde as pessoas confundem humildade com humilhação, amor próprio com ego próprio, reciprocidade com interesse.
Vivemos apenas no presente, no agora. O futuro é uma ilusão, e o presente é a transformação contínua. Os dias se transformam dentro do agora. O amanhã não existe, porque o amanhã é, na verdade, o agora. Criamos datas para nos organizar, mas isso não reflete a realidade, porque o tempo, como o entendemos, não existe. O que existe é a transformação constante – do recém nascido ao idoso, passamos por mudanças contínuas. Nascemos depois da morte, e nascemos para morrer. A vida está sempre no presente, no agora. Por isso, só podemos viver o presente, pois o antes e o depois são apenas interpretações do que está acontecendo agora.
A maior prova de que o ontem e o amanhã não existem é o simples fato de que estamos aqui hoje.
Vivemos em um transe hipnótico induzido pela mentira; é preciso acordar do transe com o estalo do óbvio.
Vivemos em um mundo onde a maioria das pessoas vive um sono profundo, dorme de olhos fechados, dorme de olhos abertos; e nunca acorda para a realidade, pois a realidade é um despertador silenciado pela mentira.
Seria eu o anormal?
O único que observa
que vivemos num mundo
totalmente desproporcional?
Não seria muita rede social
para pouca vida social?
Mas que mundo irracional!
Mas que sensacional!
A meritocracia tornou-se um ideal.
Isso é uma pura pressão mental e emocional.
Enquanto uns morrem de fome,
Outros esbanjam e desperdiçam bacalhau.
Mas que mundo desigual!
Vivemos num mundo extremamente irreal!
"O esquecimento das nossas raízes gera a crise de pertencimento que vivemos hoje"
(PERRONE FILHO, 2024)
Eu aprendi que deixar ir não significa esquecer, mas sim guardar o que vivemos em um lugar onde o tempo não alcança.
Quero que você saiba que, não importa para onde seus passos a levem, você nunca estará realmente longe de mim. Você se tornou como a luz de uma estrela: mesmo que o sol apareça ou que as nuvens cubram o céu, eu sei que o seu brilho continua lá, iluminando o meu coração.
Por que não choro agora? Não é por falta de sentimento, mas porque descobri que o que construímos é verdadeiro. E o que é verdadeiro não morre; permanece vivo, vibrando em cada lembrança. O tempo pode levar os dias, mas não consegue apagar o que temos.
Você pode até pensar que o nosso ciclo terminou, mas a verdade é que:
Você está aqui, em cada pensamento meu.
Você está aqui, nas batidas do meu coração.
Nenhuma distância é capaz de nos separar de verdade, pois você faz parte de quem eu sou. Siga o seu caminho com a certeza de que você estará bem. E eu? Eu estarei aqui, guardando o nosso amor com todo o carinho do mundo. Até que a vida nos traga um novo capítulo, meu amor e meu respeito por você continuam intactos.
Obrigado por tudo o que vivemos, mas hoje escolho a mim. Adeus e que você encontre a sua felicidade.
Vivemos respondendo ao externo: agenda, compromissos, expectativas, desempenho. E vamos nos adaptando. Ajustando. Compensando. Até que, em algum ponto, a alma pede presença e o corpo executa a interrupção. A vulnerabilidade não surge do nada. Ela é o ponto visível de um processo invisível.
Eu chorei diversas vezes por tudo ter acabado. Tudo o que vivemos foi de verdade. Nossa história permanece, não foi apagada. Precisei de um tempo para compreender tudo o que aconteceu. Você foi minha melhor amiga e eu sempre amarei você.
Vivemos às nossas vidas mais na imaginação do que na realidade,há tanto filtro não apenas nas fotos mas também no olhar,pensar,sentir e até na hora de viver,criamos personagens para quem amamos e,quando a realidade bate a porta nos decepcionamos. O triste nisso é que quando a gente se decepciona é de na natura humana culparmos o amado,mas a pergunta é a seguinte: o que é a decepção senão o fim do autoengano .
“Nunca vivemos tempos tão sombrios como os atuais, então devemos reforçar o quanto amar, respeitar, zelar as pessoas que nos cercam são atitudes de valor.”
#bysissym
Não revele suas conquistas, sonhos, dores ou alegrias. Vivemos um mundo diferente onde o silêncio pode fazer a diferença positivamente.
#bysissym
Vivemos cercados de vozes, urgências e certezas, mas o que mais assusta no homem moderno é a sua dificuldade de permanecer, em silêncio, diante do que sente.
Vivemos em um mundo
que somos descriminados
Pelo tom de pele, pelo corte
De cabelo até mesmo pela roupa que vestimos
A Vertigem da História e o Sussurro do Amanhã
Vivemos sob o despotismo do Agora, mas ele é um tirano feito de instabilidade. A História, que antes avançava a passos largos de eras e impérios, hoje corre em um galope tecnológico, medido em ciclos de software e manchetes. Esta é a velocidade da História: não uma linha, mas uma espiral que se comprime, obrigando-nos a processar o século em uma década, o ano em um mês. O passado não se afasta; ele se torna obsoleto com uma rapidez vertiginosa.
É dessa aceleração que nasce o espanto do tempo.
O espanto não é apenas a surpresa, mas a vertigem existencial de quem se sente estrangeiro na própria contemporaneidade. O que era firme e fundamental ontem — a estrutura de um mercado, o modo de uma comunicação, a certeza de uma fronteira — desmorona sem aviso. O espanto é o choque entre a brevidade da vida humana individual e a violência da transformação coletiva. Sentimos o futuro nos ultrapassando antes mesmo que tenhamos compreendido o presente. É a sensação de que o chão da realidade é feito de areia movediça.
Mas a História, apesar de sua pressa, não é totalmente cega. Ela deixa sinais pelo caminho.
O futuro não chega com trombetas, mas como um ruído discreto nas margens do presente. Os sinais estão nas tecnologias marginais, nas ideias políticas consideradas radicais, nas fraturas sociais que ainda parecem pequenas demais para importar. São os precursores, as tendências incipientes que, ignoradas hoje, serão a regra amanhã.
O futuro não é algo que virá, mas algo que já está aqui, encapsulado como potencialidade dentro das fissuras do nosso Agora. Ele se manifesta como o paradoxo: quanto mais acelerado o tempo, mais urgente se torna a nossa capacidade de pausar e escutar os sussurros do amanhã no meio do turbilhão.
A sabedoria, portanto, não está em tentar parar o galope, mas em desenvolver a lucidez para identificar esses sinais quietos. É aceitar o espanto do tempo, reconhecer o trânsito veloz, e ainda assim, encontrar a âncora no presente para ler os avisos que o futuro, por pura necessidade lógica, é obrigado a deixar para trás.
