Vivemos

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"O ponto que vivemos é o mesmo ponto que não vivemos. A distância entre o que queremos e o que conseguimos é equidistante."

"O sentimento de vazio é comum em todos nós, considerando que vivemos em uma sociedade que tenta preencher a felicidade com bens materiais, esquecendo que a felicidade habita dentro de nós.


Jamais as coisas substituirão os sentimentos de gratidão, amor, fé, esperança e o desejo de dias melhores.


Esses sentimentos estão dentro de nós; por essa razão, seja você mesmo, e não um ser que os outros admiram e você odeia."

O inferno e o paraíso vivemos aqui na Terra. Se você busca o bem para as pessoas, você vai viver o bem na sua vida; se você busca o inferno para as pessoas, você vai viver o inferno na sua vida, porque as pessoas são o reflexo de cada um de nós.

Vivemos em meio ao tempo que se esvai, mas cada dia é um dom de Deus para amar e servir; pois, ao entregarmos nossa vida, encontramos a verdadeira vida em Cristo.

A falta que sentimos do que ainda não vivemos…

Em muitos momentos da vida, acreditamos estar sentindo falta de alguém.
Mas, se formos honestos e silenciosos o suficiente para observar, perceberemos que não é exatamente da pessoa que sentimos falta.

Sentimos falta da história que começamos a escrever com ela.

Não é ausência.
É interrupção.

A mente humana tem uma capacidade extraordinária de projetar futuros. Antes mesmo que algo exista de fato, o cérebro já ensaiou diálogos, construiu rotinas, imaginou casas, viagens, pertencimento. Criou uma narrativa inteira — sem que nada disso tenha acontecido no mundo real.

A neurociência chama isso de simulação prospectiva.
O cérebro antecipa experiências para se preparar para elas.
Mas, emocionalmente, ele não diferencia tão bem o que foi vivido do que foi apenas imaginado com intensidade.

Por isso, quando algo não se concretiza, não sofremos apenas pela perda de alguém.
Sofremos pela perda de um caminho inteiro que já havia sido aceito internamente como destino.

É o luto do que não aconteceu.

E esse luto é silencioso, porque não há memórias suficientes para justificar a dor.
Há apenas expectativas que não encontraram lugar na realidade.

Mas existe uma segunda camada, ainda mais sutil.

Quando aquilo que imaginamos não se realiza — principalmente quando depende do outro — o cérebro muda de estado. Ele sai do campo do vínculo e entra no campo da conquista.

O que antes era afeto passa a ser desafio.

Isso acontece porque o sistema de recompensa do cérebro, regulado principalmente pela dopamina, não responde apenas ao prazer de ter algo. Ele responde, sobretudo, à possibilidade de obter algo que ainda não foi alcançado.

A ciência chama isso de erro de previsão de recompensa.

Nós nos tornamos mais motivados quando:
• quase conseguimos,
• quando há incerteza,
• quando não está garantido.

O desejo cresce na ausência.
Não porque aquilo seja mais valioso, mas porque ainda não foi resolvido.

Assim, o que parecia amor, às vezes era ativação.

Não era a pessoa que nos prendia.
Era o estado interno de busca.

Quando conquistamos, o cérebro reduz esse impulso — porque aquilo já não exige esforço, já não representa novidade, já não carrega tensão.
E então confundimos estabilidade com perda de interesse.

Na verdade, são sistemas diferentes operando:

O da conquista busca intensidade.
O do vínculo busca continuidade.

Um produz excitação.
O outro produz construção.

Se não soubermos distinguir, passamos a vida tentando reviver o primeiro, incapazes de permanecer no segundo.

Por isso, muitas vezes, queremos mais aquilo que não temos do que aquilo que já está presente.
Não porque seja melhor.
Mas porque o cérebro foi desenhado para perseguir, não para repousar.

E é aqui que mora o equívoco.

Relacionamentos não são metas a serem atingidas.
São realidades a serem habitadas.

Metas terminam quando são alcançadas.
Vínculos começam exatamente aí.

Quando entendemos isso, algo muda.

Percebemos que não estamos tentando esquecer alguém.
Estamos apenas ensinando o cérebro a encerrar uma simulação que continuava rodando sozinha.

Não precisamos lutar contra o sentimento.
Precisamos retirar a energia da projeção.

O que não aconteceu não precisa ser resolvido.
Precisa apenas deixar de ser continuado dentro de nós.

E, pouco a pouco, o desejo deixa de ser urgência.
A ausência deixa de ser falta.
E a mente, que antes insistia em terminar uma história imaginada, aprende a voltar para aquilo que está vivo — agora, concreto, imperfeito, mas real.

Porque maturidade emocional talvez seja exatamente isso:

Parar de confundir intensidade com verdade.
E escolher, conscientemente, aquilo que cresce com o tempo — não aquilo que apenas nos acende por um instante.

​“Vivemos em uma era de clamores. Gritamos para sermos vistos, porque temos medo de desaparecer no esquecimento.”

— Douglas Santos, em O Deus Silencioso

Você é o que a vida te molda.

Nós somos moldados conforme vivemos nesse mundo, com o tempo que passamos em vida, e pra cada pessoa é um caminho diferente, para cada caminho percorrido de cada um, para uns uma coisa e para outros outra coisa. Mas tudo isso pq a vida nos trouxe até aqui. (Escolha) o que é ISSO? Certas pessoas só tem uma (sobreviver). Pode me chamar de louco ou doido, mas estou aqui vivo sobrevivendo como posso. A vida me ensinou a ser assim, para mim, eu sou o que a vida me levou a ser.

Descamuflando o ego para viver o propósito

Vivemos numa sociedade que romantiza a ignorância e desconfia da inteligência. Buscar conhecimento passou a ser confundido com vaidade, enquanto a superficialidade ganhou status de normalidade.
Hoje, pensar virou excesso. Refletir virou perda de tempo. Questionar virou ameaça.
Criou-se uma cultura de respostas rápidas, onde compreender profundamente parece desnecessário. O pensamento crítico foi substituído por opiniões imediatas, e a construção de ideias cedeu espaço à reprodução automática de discursos prontos.
Nunca estivemos tão informados — e tão pouco conscientes.
O conhecimento foi transformado em produto, em vitrine, em performance. Aprender deixou de ser um processo interno e virou algo que precisa ser mostrado. Enquanto isso, o verdadeiro saber, silencioso e profundo, segue sendo negligenciado.
Criou-se um ambiente onde quem aprofunda é visto como complicado, e quem permanece raso é considerado prático.
Mas pensar exige coragem.
Exige desapego de certezas.
Exige humildade para admitir que não se sabe.
Conhecimento real não serve para impressionar — serve para transformar.
Não alimenta ego — organiza valores.
E talvez o maior problema do nosso tempo não seja a falta de acesso à informação, mas a recusa em amadurecer a consciência.
Porque num mundo que se acostumou ao raso, escolher a profundidade não é vaidade.
É posicionamento.

"Vivemos procurando sentido, sem perceber que a vida é feita das perguntas, não das respostas."

Pensamento XIV
"moderno saber."


"Não é porque vivemos na era da informação que edificaremos pessoas entendidas. De que te servem sete mares, se te satisfazes com um copo d'água? A resposta está nisto: o tamanho da sede."

Livre arbítrio? Vivemos, muitas vezes, a ilusão dele. Escolhas? Na maior parte do tempo, apenas reagimos ao nosso próprio conteúdo. E o nascimento? e a partida? O corpo, o tempo, a história? Sujeitos ao envelhecimento, às perdas e aos imprevistos, resta-nos viver pra ver. Luz própria? Dependemos de uma energia de vida que não dominamos. O conflito é claro, quando quero fazer o bem, acabo fazendo o mal. Daí a incoerência, não como falha moral isolada, mas como condição humana. Enterrar versões que já não sustentam a vida e dar à luz, outras, mas honestas com quem somos agora. Em nós, morrer e nascer não são opostos. São o mesmo movimento.

E assim, em meio à ausência de escolhas, vivemos o paradoxo: ser humano é abraçar a dor e a beleza de um roteiro não escrito por nós, é lutar por um sentido na inescapável impotência de sermos apenas o que não escolhemos ser.

Actualmente vivemos numa sociedade em que muitas mulheres são pressionadas a se encaixar em padrões de beleza, enquanto muitos homens são cobrados a mostrar sucesso e dinheiro.

“Vivemos em um mundo no qual o sábio é desprezado, o sincero é arrogante e o malicioso é governante”.

Entendimento do luto
Luto, palavra que carrega um peso enorme nas nossas mentes. Vivemos o luto quando uma grande mudança acontece em nossas vidas. Confundimos com perda, mas o luto é mudança, não finalização. Viver o luto envolve entender e aceitar mudanças que abalam o sentido da vida. De repente alguém que amamos ou algo que acreditamos muito, que lutamos para merecer ou que depositamos esperanças, não está mais lá, então tudo o que construimos encima disso se acaba, e fica um vazio, e esse vazio faz eco, esse eco vibra no coração e na mente a importância daquilo que mudou. Por um tempo desconectamos da luz, visitamos sentimentos opostos ao que sentíamos, questionamos tudo, lutamos para tentar voltar ao que era, mas nunca mais seremos os mesmos. Então aceitamos que nada permanece o mesmo, que nada realmente acaba, apenas muda de caminho, apenas segue o fluxo do que tem que ser. Muitas vezes fazemos o luto como sendo uma finalização, mas algo continua florindo e brotando, e sempre vai continuar, porque luto não é fim, é mudança, transição. E pode ser recomeço, ou um simples começo, porém nada fica igual após vivermos esse momento.
Seja como for, de alguém que partiu, uma separação ou afastamento de alguém importante, um trabalho especial… tudo que importa e de repente não está mais na nossa vida e por isso muda a forma como vivemos, é luto. Nosso corpo sente, nossa mente sabe, a alma não esquece, e dói, dói demais não ter mais algo que era tão importante. Mas a vida não permite que fiquemos estagnados, ela pede mudanças e sempre vai trazê-las independente da nossa vontade.
Nessa fase encontramos respostas que não procuramos antes. Entendemos a importância daquilo que vivemos depois que acaba, nos questionamos muito sobre o que deveríamos ter feito, ou e se eu tivesse feito diferente? E se eu não tivesse feito isso ou aquilo? E se eu tivesse ficado quieta? Questionamos tudo, mas é inevitável, precisamos lidar com a mudança, causada por nós ou pela vida. Não há o que fazer.

"Cuidar do ambiente onde vivemos é um ato de carinho próprio, pois a beleza também importa para o nosso bem-estar mental."

NOVOS TEMPOS E ANTIGOS VALORES
Vivemos tempos de incertezas onde a idéia de como fazer para conseguir sobreviver às mudanças no convívio social e ambiental é todo o dia uma novidade, ou seja, nossas vidas tem sido alimentadas pela nostalgia do passado afim de encontramos esperança num futuro próximo resgatando antigos valores...

"Vivemos o agora, o resto é passado ou incerteza."

Vivemos pela fé, crescemos pela fé, caminhamos pela fé e agimos pela fé. É ela que sustenta nossos passos, fortalece nosso coração e nos impulsiona a avançar mesmo quando tudo parece incerto.


A fé é a força que move o cristão, que o faz enxergar além das circunstâncias e acreditar no impossível, confiando que Deus é capaz de realizar aquilo que aos olhos humanos parece inalcançável.

O melhor da vida e entender que vivemos de momentos bons e momentos ruins, e precisamos entender que isso é muito real