Vivemos

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Nunca perdemos tempo quando vivemos de verdade ,Sempre há
chance de reviver e recomeçar!
Lembre-se: existem dias ruins e dias bons. Sobreviver ao tempo é um luxo valioso.

Vivemos em busca do inacessível. Somos espectadores de esperanças. Alguns sonhos caminham conosco todos os dias, mas infelizmente não nos é possível acordar.


Somos espectadores de ilusões, vivendo presos a destinos que não escolhemos embarcar.


Narrativas escritas para nunca serem contadas, silêncios mais altos do que aparentam ser. Afetos que caminham mas que nunca chegam ao seu destino.


Uma vida dentro de mim que não pode ser vivida, uma alegria que vai e volta, uma dor que não pode ter um fim, porque nunca teve um verdadeiro começo — só a intenção dele.


Um afeto arriscado demais, mas que continua, em busca do inacessível.


Um passado sempre presente.


Mistura de emoções, uma narrativa envolvente: raiva, alegria, medo, dor, rejeição e aceitação


Oportunidades nem um pouco oportunas, pois já escolhi.


...


Enfim, histórias que só podem existir na ficção do meu coração.


É um lugar onde parte de mim reside, mas não decide. Talvez seja melhor assim.

AGRADECER !


* Por Cada Dia Que Vivemos .
* Pelos Desafios Diários .
* Por Nossa Familia .
* Pela Saúde .

As vezes me pego pensando em nós, em todas as coisas que já vivemos. Foram tantas! Sei que faz pouco tempo que te conheço mas, cultivamos tantas coisas, passamos e criamos momentos que pra sempre, enquanto nossa memória não falhar, vamos lembrar e guardar com carinho.
Toda vez que penso em você parece que nada é capaz de saciar meu desejo. Não importa quantas horas do meu dia eu te dedique, não fico satisfeita pois tenho a paixão que me move e me leva ate você e me faz te querer a todo momento.

Vivemos no século dos pregadores triunfalistas; não têm compromisso com a veracidade prática da Palavra, pois são mercadores da fé e usam e abusam das mensagens palatáveis de vitória, bênção, prosperidade e cura, visto que não têm: a verdade que liberta, bagarem espiritual, prioridades no reino dos céus e conhecimentos teológicos.

"Se a vida é uma história, então só vivemos de memórias".

“Os bons momentos da vida
vivemos ao lado de pessoas especiais,
Os maus momentos…
Quando o destino as levam.”

Vivemos em uma época marcada pela ansiedade e pelo imediatismo, em que muitas pessoas já não sabem lidar com desafios ou encontrar soluções para seus problemas.

JÁ ESQUECEMOS QUEM SOMOS


Vivemos tempos estranhos e fora da dignidade. E digo isto com peso, medo e insegurança. A cada dia, torna-se ainda mais duro.


Está tudo misturado.
Hoje és acusado, amanhã, já estás condenado, sem provas, sem defesa, sem voz. Há quem seja agredido e há quem nem sobreviva para contar a sua versão. Tudo por causa de um boato. Tudo por causa do medo. Tudo por causa da ignorância.


Criou-se, nas mentes de muitos, a ideia perigosa de que fazer justiça com as próprias mãos é aceitável. E isso é um erro grave. É muito perigoso.
As escolas, as igrejas e os mais velhos já não ensinam como deviam ou não são vistos como antes. Não orientam como antes. E os valores que mantinham a ordem, foram sendo esquecidos lentamente até chegarmos onde estamos.


Uma sociedade dominada pelo pânico torna-se cega. E quando a razão desaparece, qualquer mentira ganha força de verdade. O que está a acontecer certamente é um teste à nossa consciência como seres humanos.


Já esquecemos quem somos. Precisamos parar e pensar. Olhar para o passado, entender onde falhámos. Analisar o presente, com coragem.
E proteger o futuro, antes que seja tarde demais.
Nem toda história que se ouve é verdade. E nem toda suspeita justifica violência. Se continuarmos assim, não estaremos apenas a destruir inocentes…
estaremos a destruir-nos a nós próprios.


Agora, a verdadeira luta não deve ser contra fantasmas, deve ser contra a ignorância que carregamos dentro de nós, para que possamos lembrar quem somos. Porque já esquecemos quem somos.

Vivemos em uma era de extraordinária capacidade técnica. A humanidade aprendeu a manipular a matéria com precisão, a transmitir informações instantaneamente e a conectar continentes inteiros por meio de redes invisíveis de comunicação. Nunca foi tão fácil falar. Nunca foi tão rápido opinar.
Contudo, esse cenário de progresso material revela um contraste que merece reflexão. Enquanto os instrumentos de comunicação se multiplicam, a qualidade da compreensão humana parece, em muitos casos, diminuir. A facilidade de expressar pensamentos não tem sido necessariamente acompanhada pela disposição de compreender o pensamento alheio.
A civilização humana sempre foi construída sobre um equilíbrio delicado. Divergências de opinião, disputas de interesse e conflitos de ideias sempre existiram. O que permitiu à sociedade continuar avançando foi a presença de um princípio simples, porém essencial: a capacidade de reconhecer no outro um semelhante.
Esse reconhecimento é o que chamamos de empatia.
Empatia não significa concordar com tudo. Também não significa abandonar convicções ou abrir mão da própria razão. Significa algo mais fundamental: admitir que cada pessoa carrega uma história, uma experiência e um conjunto de circunstâncias que moldam sua forma de ver o mundo.
Quando esse princípio se enfraquece, o debate deixa de ser um exercício de compreensão e passa a ser apenas uma disputa de vozes. Julga-se rapidamente, escuta-se pouco e compreende-se ainda menos.
Uma sociedade que perde a capacidade de escutar corre o risco de perder também a capacidade de conviver.
Talvez o maior desafio do nosso tempo não seja apenas desenvolver novas tecnologias ou produzir mais conhecimento. O verdadeiro desafio pode estar em preservar algo muito mais básico e, ao mesmo tempo, mais difícil: a disposição de tratar o outro com dignidade, mesmo quando discordamos dele.
Porque no momento em que a empatia desaparece, a própria ideia de humanidade começa a se enfraquecer.
E nenhuma civilização se sustenta por muito tempo quando esquece aquilo que a torna, de fato, humana.

Maldade Humana

Neste mundo em que vivemos, o limite da maldade humana parece não ter fim. É como se nem mesmo conhecesse o significado da palavra “limite”.

Eles vivem aqui. Convivem conosco.

Suas ações transformam o nosso mundo em um mundo imundo — escória.

Notícias que sangram. Selfies ao lado de corpos sem vida. Uma necessidade cada vez maior por likes. Há os que sorriem enquanto outros morrem por curtidas. Há os que fazem piadas, os que não se importam.

As atrocidades contra nossas crianças e nossos idosos são gritantes.

Nem os animais escapam da crueldade dos insensíveis.

É a minha opinião — mas o amor faz tão bem.

Que mundo imundo… escória.

No futuro, monstros serão abraçados, a escória exaltada, a beleza plastificada admirada, e o dinheiro lavado ocupará o topo da pirâmide.

Nesse dia, a palavra perderá seu valor — e o cheiro será um só.

Ops… será que já está acontecendo?

É a minha opinião, mas o amor me faz tão bem.

É achismo ou realidade? Será que o mundo já está sendo comandado por um só? Será aquele que todos temem? Ou estaremos todos errados, e tudo não passa de balela? Será que ninguém está percebendo? Ou todos fingem não enxergar, porque acreditam que nada podem fazer? Será apenas uma fase de reconstrução?

Medo!

⁠Quão simples é amar, quão simples é viver. Por que será que vivemos às vezes cheios de complicações, cansados de amar e até inventando novas paixões?!!! Abraços fraternos.

Poema: União de Corpo e Alma

A cada toque, me entrego inteira a ti, ó meu amor.
Vivemos fantasias ardentes, que o tempo não apagará.
Teu olhar acende em meu peito uma chama suave.
Dos teus lábios saem sussurros que me prendem em seu encanto,
e eu me deixo levar, cada vez mais envolvida.

Nossos corpos se encontram, contando o segredo que guarda o amor.
Quando o céu nos beija em seu ápice, adormecemos entrelaçados,
selando nosso vínculo em um abraço eterno.

Nosso silêncio fala mais que mil palavras escritas,
meu coração conhece o teu, sem precisar de vista.
Em cada gesto, um pacto de alma a alma tecido,
o laço que nos une é puro, sem nada oculto.

Teus sonhos se entrelaçam aos meus, como riacho ao mar,
e na profundidade desse amor, encontro a minha paz.
Não há mais dúvida nem medo que possa nos separar,
pois somos um só ser, em corpo e em pensar.

O mundo é cheio de histórias, de história vivemos.

Para quem vivemos?
Para assistir os momentos tristes dos nossos dias fúnebres?

Os maiores pilares da humanidade quase sempre trabalham em silêncio


Vivemos em um tempo onde o barulho parece ter mais valor do que a essência.
Onde muitos querem ser vistos — mas poucos desejam verdadeiramente servir.
Onde a aparência recebe aplausos — enquanto o silêncio quase nunca é notado.
Mas existe uma verdade profunda que o mundo raramente percebe:
Os maiores pilares da humanidade quase sempre trabalham em silêncio.
São pessoas que talvez nunca estarão nos palcos.
Nunca serão manchetes.
Nunca terão multidões repetindo seus nomes.
Mas sem elas — muita coisa desmoronaria.
São mães que sustentam lares mesmo quando estão emocionalmente cansadas.
Pais que silenciosamente carregam preocupações para proteger os filhos.
Profissionais da saúde que aliviam dores enquanto escondem as próprias lágrimas.
Pessoas simples que repartem o pouco que têm.
Almas discretas que ajudam sem anunciar.
O mundo é sustentado muito mais por mãos invisíveis do que por vozes famosas.
Porque os verdadeiros pilares não vivem para serem admirados.
Vivem para sustentar.
E sustentar quase sempre exige silêncio.
A árvore mais forte cresce em silêncio.
O sol nasce sem fazer barulho.
O coração trabalha sem aplausos.
E Deus — na maioria das vezes — age no invisível.
Talvez por isso os seres humanos mais evoluídos espiritualmente sejam justamente os menos preocupados em provar algo ao mundo.
Eles compreenderam que grandeza não é aparecer.
Grandeza é permanecer firme mesmo quando ninguém percebe o peso que você carrega.
Existe uma espiritualidade muito profunda nas pessoas silenciosas.
Naquelas que organizam o caos sem receber reconhecimento.
Naquelas que acolhem sem exigir retorno.
Naquelas que cuidam sem transformar bondade em espetáculo.
Porque servir em silêncio é uma das formas mais altas de amor.
Jesus mostrou isso o tempo inteiro.
Ele não apenas pregava para multidões.
Ele tocava feridas.
Escutava dores.
Preparava corações.
Lavava pés.
Enquanto muitos esperavam um rei de trono — Cristo veio como servo.
E talvez aí esteja uma das maiores lições espirituais da existência:
Quem realmente sustenta o mundo raramente faz barulho.
As pessoas mais importantes da sua vida provavelmente não são as que mais apareceram — mas as que permaneceram.
Aquela pessoa que ouviu você quando todos foram embora.
Aquela que segurou sua mão em silêncio.
Aquela que acreditou em você quando nem você acreditava mais.
Os verdadeiros pilares não precisam gritar sua importância.
Sua presença já sustenta tudo ao redor.
Vivemos procurando luzes fortes — mas esquecemos que são os faróis silenciosos que impedem os navios de naufragar.
E talvez você seja um desses pilares sem perceber.
Talvez exista alguém vivo hoje porque você acolheu.
Talvez exista alguém de pé porque você não desistiu dele.
Talvez exista alguém respirando esperança por causa de uma palavra sua que parecia pequena.
Nunca subestime o poder das pequenas ações feitas com verdade.
O mundo não é transformado apenas por grandes líderes.
Ele é sustentado diariamente por almas silenciosas que decidiram amar mesmo cansadas.
E no fim — são elas que mantêm a humanidade viva.
— Paulo Tondella

Não vivemos só de pão, mas da Palavra de Deus - escrita nas Escrituras e viva em nós quando o Espírito a aplica ao nosso coração.

A vida é preciosa e curta. Vivemos apenas uma vez em cada estação.🕊

"Vivemos dias em que o relógio parece ditar o compasso da alma. As horas nos empurram, os compromissos nos cercam, e a vida sem que percebamos, se torna uma sucessão de urgências. Poucos lembram que o tempo não se mede apenas em minutos, mas em presença e que há instantes que valem bem mais que uma eternidade distraída.


Há um momento em que é preciso silenciar o mundo e escutar o murmúrio do eterno. Passar um tempo com o dono do tempo é redescobrir o sentido de existir, ou seja, é deixar que o silêncio cure a pressa, que o olhar repouse no invisível e que o coração aprenda a respirar com mais calma.


O tempo é um dom que se consome à medida que o vivemos. Por isso, é preciso gastá-lo com o que permanece, como é a fé, o amor, o encontro, o bem que se faz a alguém sem esperar retorno ou reconhecimento. O tempo sem Deus é apenas contagem, mas com Ele, é eternidade em movimento.


Enquanto há tempo, volte-se ao essencial, como é o amor, a paz, porque a verdadeira presença não se mede pelo relógio, mas pela alma desperta...

Há dias pelos quais choramos em oração e hoje vivemos em gratidão. Que nunca deixemos de reconhecer isso. E agradecer ao Senhor.