Vinho: textos e poesias que celebram sua essência
Oh, nefasta noite que anuncia o frio! Aquecida pelo vinho cabernet, embriagada pelos dias ébrios, inspiração poética daqueles em cujas linhas constroem o encanto que acende a chama do amor profano(...). Sangue e vinho se misturam, acrescentando um ao outro a sua loucura.
Rasgue-me como uma ceda, consuma-me como uma heroína;
aprecie-me como um bom vinho, segure-me entre seus dedos como um charuto Cohiba, Partagas e solte o prazer da fumaça.
Faça o que quiser, só não deixe-me aqui para ser torturado, crucificado e morto.
"Eu quero é um valor, eu quero é ser amado."
Minha taça está vaziaaaaaaaa!!!!
Vinho, tenho sede, queridinhos!!!??
Desconstruído o bom senso!
A moda como nunca visto.
A Q horas vão soltar os dragões embeleza dores.
O coração das pessoas é como vinho, as vezes o rótulo nos surpreende, mas depois o conteúdo é realmente uma decepção!
Como o doce vinho que embriaga... Doce e quente é o calor no meu corpo excitado... Coração acelerado antes e depois do ápice do prazer💕
O doce beijo do cavalheiro sedutor ... È Como o vinho doce em meus lábios... Me seduz e embriaga de amor💕❤
O vinho e a nossa idade...
A idade só tem grande importância se você é um vinho, ou um queijo, do contrário, seja você mesmo, aquele você, que ama, que chora e que sorri, que não vê a idade biológica, mas a idade de suas fantasias, de sua fé, de seu amor, considerando sempre a idade que te faça feliz e realizado...
(Zildo de Oliveira Barros)
Um vinho necessita de um período em repouso ( decantação), para que as impurezas possam ser excluídas.
De maneira parecida é a mente humana, precisa de momentos de repouso, a fim de que o pensamento possa ser organizado.
Engana-se com o vinho e o amigo truculento. Mero algozes que nos ludibriam com suas farsas mesquinhas. No fundo, são lobos avarentos e sem personalidades. Não é à toa que mesclam solidão e abandono..
Tantas lembranças eu tenho
Algumas afogadas em taças de vinho
Outras eu queria não ter visto
E que a vida houvesse sido
Qualquer outra coisa
Exceto isto
Todas deixadas ao longo do caminho
Algumas dessas dores eu cobri com flores
E de uma maneira ou outra
Nós vamos vivendo
Bebendo essses remédios que a vida dá
Sem ao menos ler as bulas
Sorrindo quando o Sol
Sem me dar alternativa
ilumina a minha cara
e chorando de forma furtiva
No silencio impenetrável
das infindas noites escuras
Em que à beira de fogueiras
Às vezes minh'alma dança
Triste ou feliz
Por haver em minha vida
A sorte ingrata de haver no coração
Tantas lembranças.
Que a alegria do mundo venha
E que tenha o aroma
Do vinho mais puro
E a cor da luz do Sol
Se essa branca luz
A taça atravessa
Mesmo que o mundo a beba
E permaneça escuro e cego
e não perceba-lhe o cromo
Amor, aroma, o odor, a presença
E desconheça a dor que me causa a sua ausência
Eu só peço à alegria que o faça
E se ela tiver tempo pra fazê-lo
Lhe lanço ainda, outro apelo ...enfim:
Se possível e por favor
Eu lhe peço que venha linda
E que tenha pressa
De depressa juntar-se a mim.
Edson Ricardo Paiva.
Com toda gentileza esta garrafa de vinho bom seduziu-me, esta garrafa de vinho é parecida com ela, vou embriagar-me dela, depois de embebedar-me vou telefonar-lhe porque é ela que me faz embriagar-me, Ela é o meu vinho bom.
Seduzidos pela noite, um toque especial, as taças de vinho formam circulo e no canto da sala a lareira ardente a aquecer os corpos anestesiados pelo vinho, frio nos corações, cada um com os seus pensamentos escondidos em sobretudos, no centro uma mulher linda de cabelos soltos com o pensamento pelo mundo a busca do que lhe anima a vida, o amor desencontrado...
- O vinho bom tornou-se sol ardente que faz minha tez perder brilho, e o teu amor delicioso com a sua suave fragrância se perde entre os homens carentes da cidade que se encharcam de bebidas fortes para espantar as paixões, ó amada do meu coração, quando me envolvo em lenções é o seu nardo que me alimenta.
O pecado grave priva-o da comunhão com Deus de alimentar-se do mesmo pão e vinho da ceia e, consequentemente, torna-o incapaz da vida eterna, esta privação se chama pena eterna por causa da prática do pecado, tão ilusório quanto à oferta da vida eterna após a morte.
