Verdades da Vida
Eu contraceno com as verdades do meu coração, sinto o pulsar da vida que sempre me mantém em movimento para que minhas inspirações tenham espaços atuantes;
Não vivo para fazer sentido à vida, vivo para ter sentido a minha vida, porém com verdades e loucuras quero encontrar o meu caminho que tanto sonhei;
O que me inspira verdadeiramente é felicidade da vida, as verdades do coração, a carência da sua alma e o sentimento chamado... Paixão;
É no fio da vida que se passa um filme pela própria cabeça;
É nas verdades indubitáveis que se conhece o fim do caminho;
E é nesses momentos que se faz uma leitura das atitudes tomada pela vida!
Será que fui um bom cidadão?, Será que fui um bom marido? Bom pai?, Será que fui um bom amigo?, Será que fui boa pessoa?, Será que fui...
E quem te escutará?
Nesse momento só há um homem a quem recorrer... E o seu nome é Jesus!
Não será teu pai, sua mãe, seus amigos que te dará a última chance... Mas sim a sua decisão!
O tempo guarda todas as verdades da vida, basta dá tempo ao tempo que logo se revelará quem é quem e tudo que esta as escondidas;
AUSÊNCIA
Prismas diferentes dão tonalidades diferentes às verdades da vida. Ás vezes sob o cajueiro centenário, que se espalha no fundo do quintal, fico a observar o firmamento; acho que é uma forma romântica de preencher ausências; é um ângulo que de certa forma me protege de mim mesmo. Cada estrela dessas é uma ausência e sob o cajueiro eu sou um prisma perdido que seus galhos camuflam, e a angústia de ser só é de alguma forma sacudida; e os meteoros que viajam cambiantes eu chamo de estrelas cadentes e faço um desejo. O cajueiro já me conhece, e conhece todos os meus desejos; conheceu a minha primeira namorada e seus gemidos; bem perto de sua raiz enterrei demônios: cajuzinhos em oferenda para o Deus das estrelas; acreditava que assim as namoradas voltavam; mas no meio da noite sempre tinha pesadelos com seus galhos me apertando; acordava de madrugada, corria pra janela e observava o cajueiro sacudido pelo vento litoral; parecia comemorar alguma coisa; talvez a minha ausência, até que de trás de seu tronco iam surgndo as namoradas, que leves como algodão, eram carregadas pelo vento ou arremessadas pelos seus galhos em direção a abóboda celeste. Cada estrela dessas é uma ausência, mas o cajueiro floresce com a neblina primaveril numa promessa fiel e infalível de frutificar e acolher agruras e angústias de qualquer ausência.
Eu amo
Amo a vida, amo a liberdade, amo as pessoas de bem que pregam suas verdades, que compartilham seus preciosos conhecimentos, seu valoroso aprendizado de anos no mundo; amo a natureza e sua pureza, os animais e a sua inocência; amo o passado e as suas doces lembranças; amo o presente com o seu jeito inesperado e surpreendente de nos levar como numa dança; amo o futuro mesmo que venha carregado de incertezas e dúvidas, mas que sempre vem com um pacote completo de opções, oportunidades e muita esperança.
Olhares rasos!!
A vida sempre nos abraça
As verdades sempre são as mesmas.
A verdade não modifica, transforma, nós seres humanos, é que transformamos as verdades em incertezas, através dos nossos olhares rasos, inacabados.
Simone Vercosa
A arte mentalista retrata o destino, pintando nuances ocultas da vida humana, revelando verdades escondidas e mistérios que ecoam na alma de cada indivíduo.
As Verdades Da Vida Está Escondida Nas Entrelinhas Do Dia a Dia… Não São Reveladas Em Posts, Fotos Ou Imagens De Redes Sociais Ou Páginas De Facebook, Até Por Que Decisões Tomadas Geram Ações Executadas Independente Dos Motivos Decepções Ou Dores… Pois Cada Ser, Seja Ele Ou Ela Quem For… Acredita Ter o Seu.!
Vamos Pensar e Refletir Se Sua Verdade é Maior Que a Minha Ou Maior Que a Verdade Do Outro?
As verdades.
Eis-me aqui outra vez
Permanece uma pergunta
E esta vida, o que me custa?
A resposta imprecisa
Nem vasta, nem concisa e nem bonita
Basta ser aquela
Que o coração queira ouvir
Quando a alma acredita
Será bela eternamente
Verdades são mais profundas
O mundo anda meio sem tempo
Sem crédito e nem provas
E tem sido assim
Desde que o tempo
Descobriu que move o mundo
E nenhuma nova luz brilhou
E o céu se abriu
Para a nuvem que passou bem perto
Mas, que por não saber que era nuvem
Não choveu
É pra isso que servem os sonhos
Pra sonhar saber
Ilusões, decerto
O que lhes custa a vida
E o tempo de espera gasto
Atroz e nefasto
Não era meu e nem era vosso
Nosso algoz
Sem tempo prescrito
Para exceções ou balões de festa
A velha pedra de moinho, desgastada
Pelo bico de um pequeno passarinho
Nobre viajante do tempo
Rico andarilho do espaço
Há somente os excessos
O atraso se apressa
Há a ferrugem que se expressa
Em corroer estradas
e os trilhos do expresso de 2002
A solidão do pobre rei
Sem direito a admirar
A ninguém que não seja rei.
São cobranças da vida
Que a gente ignora, ocupados
Contando as horas
Sem tempo pro abraço indolente
A velha idade
Cidades inteiras felizes
Pois nada muda
Deslizes de terra e conduta
Tudo de acordo com os planos
Verdades são mais profundas
Pra que sabê--las, se em nada ajuda?
E assim passaram-se os anos
Na vida, medida justa
Tanto faz o que não nos custa
Só nos basta esquecer
É pra isso que existe o tempo
Que a tudo ajusta.
Edson Ricardo Paiva.
