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Verbo

Cerca de 1387 frases e pensamentos: Verbo

JULGAR: um verbo só para Deus.

Inserida por AFO

O Silêncio
Meu sexto Soneto

É verbo no imperativo;
É calar mesmo sentindo a dor;
É o pedido do professor;
É a mais dolorosa resposta para um bom entendedor;

É expressar com um olhar tudo o que sente no coração;
É o momento de oração;
É falar com Jesus;
É suportar o peso da cruz;

É o grito no deserto;
É não dizer aquilo que não vale a pena;
É a noite na cidade em quarentena;

É o porquê que muitos não podem compreender.
E outros não merecem saber.
É,ás vezes, a responsabilidade do que dizemos.
poeta Adailton

Inserida por adailton_ferreira_1

Feito um verbo sendo sorvido pela língua
Agairrando-se no céu da tua boca
Escorrendo pelos cantos de desejo
Vou sugando e sentindo o gosto
da poesia que tem o teu beijo
No entrelaçar das línguas, brincando com epílogos, traçando os contornos dos nossos lábios
Logo, vão surgindo as primeiras estrofes
Efervescentes
Insanas
Traçadas no céu das nossas bocas

Inserida por LumahCristina16

Meu nome é Cássio, do verbo “caçar”, e não Caio do verbo “cair”.

Inserida por cassionevess

Entre o sujeito e o verbo não há vírgula; é para entenderes a importância de tuas ações.
Sidney Poeta Dos Sonhos

Inserida por Poetadossonhos

"⁠Quando mudarmos o verbo reclamar por agradecer, encontraremos a felicidade plena".

Inserida por Negreiros

⁠⁠Há mais amor como verbo do que como pronome possessivo. Como verbo o amor é livre, como pronome o amor se torna escravo, logo se transforma em outra coisa que o amor desconhece.

Inserida por meirinhopensa1949

⁠AMOR. Gosto das várias facetas do amor: Substantivo abstrato: Amor. Verbo: Amai. Pronome possessivo: Meu Amor. A frase é linda, mas se revela muito dominadora. Me rendo ao Verbo - Ele nos amou primeiro . que parece se revelar substantivo concreto: Deu Sua vida por nós e, o possessivo partiu de nós: Entregamos nossa vida a Ele, O Cristo-Verbo - O Logos Eterno.

Inserida por meirinhopensa1949

⁠Gramática do Perdão

Perdoar é verbo de ação
Não precisa aguardar para acontecer
É simples, basta pegar e fazer

Perdoar é verbo de ação
Não é um estado
Não é necessário sentir para agir

Perdoar é verbo de ação
Não vem da natureza
Que caia um raio ou uma estrela de 1a grandeza
Se pra perdoar tiver que chover ou trovejar

Inserida por andreorsi

⁠Gosto de recordar a juventude, a minha se excedeu tanto em me ensinar o verbo amar!

Inserida por fuedeliasjunior

SER Humano é difícil, tanto no Verbo como no Substantivo!

LCS

Inserida por luispensante

⁠Os mundos submersos
Rasgam a carne até ao tutano
Do verbo sentir adentro da iris
Na aparente inércia
do meu olhar

Inserida por Sentimentos-Poeticos

SENTIR.


Verbo impossível e longe de uma definição.
Sentir é eufórico,
é como estar em êxtase puro e há de se escrever para diminuir a ânsia e febre de sentir.
Sinto tanto que chego a ter pena de mim mesmo quando “estes sentimentos” derem por um fim, quando o oco predominar e a consciência pesar, novamente.
Será doloroso, pungente.

Inserida por amandalemos

Diz a Bíblia que, “no princípio, era o verbo”. Depois vieram as outras classes gramaticais e, consequentemente, os gramáticos. A partir daí, as coisas só se complicaram.

Inserida por SAINTCLAIRMELLO

Amar é um verbo que acontece melhor no plural.

Inserida por mestrearievlis

O verbo AMOR eu conjugo no presente.

Inserida por GabrielaStacul

Verbo querer.
Eu acho que quero
Tu acha que queres
Ele acha que quer

Inserida por saysaysay

Entre o verbo e o véu há mais vãos do que filosofia e região são capazes de preencher com crenças acolhedoras ou duras racionalidades.

Inserida por ninhozargolin

A PALAVRA EM DOIS CORPOS

Dizem que verbo é palavra de ação, e masculina.
Mas este aqui, inquieto,
quis ser conjugação,
e atende por ela.
Substantivo, que sempre se quis centro,
recusou-se a ser “forma”,
preferiu ser ele,
para que não o confundissem com moldura.
É que às vezes as palavras se cansam
dos papéis que lhes deram.
E quando a língua se rebela,
a gramática vira espelho
e não molda, reflete.
E então passam a viver,
como quem sente
e não apenas diz.
Ele a chama de casa,
mas ela já partiu na próxima conjugação.
Ele é substantivo, deseja ser abrigo,
ela é verbo jamais aceita teto.
Nomeia o que toca,
mas ela toca o que nem sabe nomear.
Ela se move entre tempos,
caminha de infinitivo em infinitivo.
Ele tenta vesti-la com um artigo,
mas ela se desfaz entre modos.
Quando ele diz “sou teu”,
ela propõe um talvez “seremos”.
Ele se enfeita com adjetivos:
forte, gentil, único,
esperando que ela o deseje.
Mas ela abre os botões do sentido
com os dedos da ausência.
Ela quer desatar, deslizar, escapar.
Ele se cobre.
Ela se despe.
Ela vem vestida de advérbios:
Sutilmente, ainda, por pouco.
Mas logo vai tirando tudo:
a pressa, o tom, o tempo.
Ele, fixo no nome, permanece.
Ela, feita de instante, se despe de si.
Ele se afirma nos pronomes:
Eu sou isso.
Tu és aquilo.
Ele é alguém.
Mas ela apaga os limites
quando age, qualquer um pode ser ela.
Na sua fala, os sujeitos se dissolvem
como tecidos sobre o chão.
Ela atravessa preposições
como quem abre zíperes.
vai por, desce com, some sem.
Ele espera em.
Ela dança entre.
Ele precisa de forma,
ela, de corpo aberto ao instante.
Ele suplica conjunções:
“E se o silêncio fosse só uma vírgula?”
“Se ainda coubéssemos na mesma frase?”
Mas ela apenas sussurra: “Embora.”
Ele quer que o sentido se estenda,
ela prefere que o silêncio desça
como alça que escorrega do ombro,
sem precisar de ponto final.
Ela explode em interjeição.
Não cabe em estrutura.
Grita “agora!”,
sussurra “vem…”,
escorre em silêncio.
Ele tenta entender.
Ela já virou suor.
Ele se anuncia com artigo:
o que precede,
aquele que esperou ser nomeado no toque.
Mas ela não lê rótulos nem prólogos.
Chega como quem interrompe a espera,
e sai sem fechar o fecho,
deixando o sentido entreaberto.
Ela conta as vezes em que cedeu,
não em ordem,
mas no intervalo onde o tempo se curva.
Nenhuma entrega se repete,
nenhuma ausência tem número.
Ele guarda o eco de algo que quase foi,
mas ela sempre escapa antes do ponto.
E seguem:
ele, com frases por terminar;
ela, com conjugação que não cabe na linha.
Entre um toque e um tempo,
a palavra tenta contê-los,
mas o tempo do verbo
nem sempre conjuga o sentido do substantivo.

Inserida por WMAGNOR

⁠Verbo da União:

Quando se conjuga algo
O infinito pode estar envolvido
Mas a pedra que ninguém para
É a famosa união

Ela faz amar, viver e nutrir
O que faz ela insubstituível
Ela faz a luz se aproximar
Quando você se aproxima dela

É surreal o quanto ela te abraça
E o quanto eu sinto esse aconchego
É o quanto faz eu conjugar o verbo abraçar

Tudo de ruim se apaga da galeria e vai direto para a lixeira
Porque quando a união aparece
O verbo começa a trazer o sinal positivo

Inserida por danilo_tavares