Vento
O tempo passa
E você não me responde
Responde
O vento levou
O nosso amor para longe
Para longe
Parece que não se
Lembra mais do meu nome
Saudade do tempo,
Do tempo que você me amava e me abraçava
No vento,
Que tempo,
Saudade de quando me olhava e doia meu peito eu lembro,
Nas noites de chuva e trovão você me abraçava,
Eu achei que era amor, eu achei que era amor,
Mas se foi como o tempo, como a chuva e com o vendo e nas noite eu luto com o meu peito.
Agora
a gratidão está neste momento,
fluindo junto a brisa do vento,
O sol acima de nós,
a lembrar que não estamos sós,
Tenha em mente,
o pecado está dentro da gente,
Travamos uma guerra diariamente,
temos de vencer
Em bondade, fixe a mente na verdade,
na palavra linda santidade,
medito afim de crer
A quem ora,
dias tão lindos de Vitória,
o nosso Deus muda nossa história,
e para sempre viver.
O vento
Pare um pouco e se cale
Lhe direi algo que me vale
A brisa
O vento
Sabem cantar
Cantam para mim
E não por exceção
O faram por ti.
Assim como o amanhecer, o entardecer nos lembra que a Vida é um ciclo.
Hoje um vento calmo, agradável completa mais um fim de tarde...Que seja o vento da Esperança anunciando: Vai passar, assim como os dias bons passam, os dias ruins também passarão.
A relva murcha e cai a sua flor, quando o vento do Senhor sopra sobre eles; o povo não passa de relva.
Isaías 40:7
Ritmo
Na porta as folhas se juntam
O maestro vento rege a orquestra
É um pra lá e pra cá
Sem ninguém para atrapalhar
E a festa continua...
Na rua o silêncio predomina
O único barulho é esse,
que bate-bate como chocalho
dentro de mim
Oh, a lua tocando meus olhos
Ou meus olhos tocando a lua
O mundo continua girando,
no tic-tac do velho relógio
As horas vão se acertando
E o bem se aproximando
Até que enfim se desenrola,
a corda do balanço
A vida segue e a banda
continua tocando
Precisamos do silêncio,
para dar sentido as incertezas
que vem chegando
Feito passarinho
que viaja para outro continente,
no começo de outono
Na vida chove sem saber
porquês
O rio transborda só quando está muito cheio
Então chorar às vezes é inevitável,
para quem precisa florescer
Poema autora: #Andrea_Domingues ©
Todos os direitos autorais reservados 06/04/2020 às 23:00 horas
Manter créditos de autoria original #Andrea_Domingues
Ontem à noite quando estive sozinho
Eu vi o moinho do vento me chamar
Não se pra vida ou pra morte
Só sei que vi ele rodar
Ontem pareceu está tudo tão perto
E ao mesmo tempo tão longe
Senti o calafrio senti a dor
Senti a morte chegar
Eu não sabia se ria ou chorava
Só sentia que ia acabar.
Pois a solidão de estar só
E gritar como um poste de luz
E ninguém escutar
Era tão grande
Que eu não sabia se era sorte
De ver o moinho rodar.
Ele me chamava vem vem
E eu gritava não hoje não é dia de chorar
Ontem à noite tudo
Doía e eu o moinho da morte
Chamar-me.
Era uma vez uma bela brisa de nome «Ar», conheceu o charmoso vento chamado «Osa», foi amor de nortada à primeira rajada, casaram e do casamento nasceu um filho, para dar-lhe um nome decidiram juntar o nome da mãe ao nome do pai, e assim derivou o nome de uma linda Terra do norte litoral de Portugal «Areosa».
Só o nada nos esvazia o pensamento
Onde só o vento, os pássaros sobrevoam no alto
Das nuvens
- Mbuvane
Sinto.
Ah!!! Sinto o universo todo a pulsar.
Sinto na cadência do meu coração:. O vento a soprar.
A manhã nascendo.
A noite rompendo com luzes a piscar. Ah!!!! Sinto na cadência do meu coração Naves e cometas a passar, e meu coração tão pequenino sente na cadência da vida, a vida a pulsar.
Sinto a paz ... E vejo a luz! A luz do sol. A luz da lua. A luz das estrelas A luz da humanidade (vida a pulsar). Ah!!! Sinto.
A cadência no meu coração.....
ao balançar em minha cadeira de balanço, sentindo a brisa do vento da mata do meu conforto a me comprimentar, olhando um único ponto em meio a nada à pensar, nele novamente, nele.. àquele q roubou meu coração em meio a tantos à me conquistar, ele em seus cabelos chocolates e macios, com seus cílios que repousam juntos em olhos castanhos brilhantes, seus lábios carnudos beijaveis e vermelhos, esse garoto... não...esse homem, sempre aparece em minha mente todas as vezes em que fecho meus olhos.
De tantas as vezes em que ele me aparece em mente, em todas as vezes me distraio e fico no mundo da lua, pra você ter uma noção do q ele me faz sentir.
um poema?, uma carta?, uma declaração?, talvez isso.. e um pouco de cada.
Sinto frio!
O seu lado tá vazio.
O vento que sopra me causa arrepio
O seu lado tá vazio!
Sinto frio.
Sou pássaro
Sou água
Sou rio e mar
Sou vento
Sou força pálida e constante
Sou luz
Sou escuro
Sou e não sou
Sou rato
Sou cão
Sou víbora
Sou o que quero
O que sonho ser
Sou um mundo
Um lado e o outro
Vice e versa
Sou Buscar e achar
Sou enquanto puder ser
Pois esse poder não tenho
Se quer o de ser algo
Mas algo eu tenho
É meu, minha palavra
Meu laço
Minha armadilha
Nela caio e me amarro
Sempre volto a ela
Refúgio a céu aberto
Esconderijo na esquina
Fechando os olhos eu sumo
Desde que um menino pequeno
Sempre aqui e lá
simplesmente te amo simplesmente a quero
seu doce beijo seu sublime sorriso
como um vento a sua saia desvendando seu
destino...
escrevendo seu amor a doce lagrima de uma
sereia seu sorriso me encanta
canta , me empinotiza , me ame , me beija
me enlouquece com seu carinho...
diga me baixinho com sussurros de amor
segura me , toca me ...
com seus dedos dourados , com seu toque
de poesia , fala me , diga me que me ama..
com seu sorriso e seu olhar brilhante ...
ama me , beija me , disfarça me em seus segredos...
conta me suas historias e seus mistérios
sussurra para mim o canto mais doce de uma
princesa, procura me no esconderijo do seu
coração, desvenda me meus mistérios...
aquece me como uma andorinha eu canto
para você...
com sussurros de amor , procura me , lute por
esse amor, aquece me com teu coração.
com seu sorriso , desvenda meus mistérios .
O rumor do vento me faz acordar,
E eu até dormia profundamente,
Mas tão depressa, tão depressa de repente,
Pus os pés fora da cama estava a sonhar,
O chão estava frio e de repente me arrepio,
Mas pareceu-me que eu ainda sonhava,
Voltei à cama ainda quente e me tapava,
E na janela o vento, batia, batia num assobio.
