Vento
Goodbye
À medida que envelheço os anos passam como o vento sopra, me transforma em filósofo e pensador.
A iluminação suave e o clima de inverno servem para banhar-se à luz da Lua.
Faz-me imaginar uma cena em câmera lenta em que dou um close no seu rosto fazendo com que essa sensação seja tão calorosa e íntima.
Tente imaginar todo o processo que foi necessário para nos conhecer e se apaixonar do início ao fim.
Você é a cidade mais bonita do mundo, respira, vive, mostra arte e beleza, é como uma rainha linda no meio da Europa.
Você mostra como combinar o antigo com o moderno e seu amor é exemplar.
Realmente admiro esse tipo exemplar de amor clássico que foi inspirado nos ecos reais do amor verdadeiro.
Quando fecho os olhos eu a ouço, aquela voz quebrando todas as barreiras e chegando direto ao meu coração.
O seu cheira é como ar fresco e sinto o céu tão alto.
Exatamente como um pássaro voando livremente com o companheiro.
O movimento começa com figuras leves e onduladas que representam o surgimento do amor como duas nascentes uma quente e a outra fria.
A água das nascentes se combina para se tornar um rio poderoso.
Depois de tudo isso, precisávamos de um escritor inspirado para produzir esta obra-prima.
Tão delicado e comovente. Adorei cada segundo com você.
Maré mareia, o sapo sapeia, o vento venta, e venta forte,
meus amigos, hoje sinto-me a sorte.
Exijo minha liberdade, abuso da audácia,
Questionando toda e qualquer autoridade.
Deusa cubanita
Autor: Juvenil Gonçalves
Lá se vai minha cubanita
Rosto lindo pelo vento beijado
Chuva lambendo os cabelos dourados
Lavando os fios esticados
O espírito brando e acalmado
Sentimento por mim enamorado
O corpo de manequim desenhado
Com o hálito perfumado
Com os passos ensaiados
O nariz bem afilado
O sorriso de neném mimado
Os dentes branqueados
O sutiã bem apertado
Os seios empinados
Parecendo uma flor de ipê rosado
Sob um luar prateado
Vindo de um céu todo estrelado
De um paraíso encantado
Cheio de cupidos apaixonados
Que de tanto amor me deixou embriagado.
Ao monte, soprava o forte vento, dentre as direções que ele empunha, nenhuma direção me dispunha, nenhuma direção eu tomava, cravei meus pés naquele monte, não conheci o ribeirão dourado abaixo e nem tão subi as nuvens púrpuras que o soprar me proporcionará, fiquei estacionado, parado diante ao meu destino.
Se chorar abra as janelas e espere o vento bater em seu rosto e levar as lágrimas a secarem como prova da sua dor e sua vitória sobre ela.
De forma sútil o vento que foi.
Não representa a mim, mais nada, depois.
Eu sou um livro fechado, imprevisível, amável.
Eu mereço a ti, glória, linda, minha admirável.
Vamos ter juntos algo saudável.
Seus olhos, tão lindos me deixa estável.
De maneira tão ampla me domina me salva.
Me enxerga, poesia, amada, tão calma.
O tempo passa
E você não me responde
Responde
O vento levou
O nosso amor para longe
Para longe
Parece que não se
Lembra mais do meu nome
Saudade do tempo,
Do tempo que você me amava e me abraçava
No vento,
Que tempo,
Saudade de quando me olhava e doia meu peito eu lembro,
Nas noites de chuva e trovão você me abraçava,
Eu achei que era amor, eu achei que era amor,
Mas se foi como o tempo, como a chuva e com o vendo e nas noite eu luto com o meu peito.
Agora
a gratidão está neste momento,
fluindo junto a brisa do vento,
O sol acima de nós,
a lembrar que não estamos sós,
Tenha em mente,
o pecado está dentro da gente,
Travamos uma guerra diariamente,
temos de vencer
Em bondade, fixe a mente na verdade,
na palavra linda santidade,
medito afim de crer
A quem ora,
dias tão lindos de Vitória,
o nosso Deus muda nossa história,
e para sempre viver.
O vento
Pare um pouco e se cale
Lhe direi algo que me vale
A brisa
O vento
Sabem cantar
Cantam para mim
E não por exceção
O faram por ti.
Assim como o amanhecer, o entardecer nos lembra que a Vida é um ciclo.
Hoje um vento calmo, agradável completa mais um fim de tarde...Que seja o vento da Esperança anunciando: Vai passar, assim como os dias bons passam, os dias ruins também passarão.
A relva murcha e cai a sua flor, quando o vento do Senhor sopra sobre eles; o povo não passa de relva.
Isaías 40:7
Ritmo
Na porta as folhas se juntam
O maestro vento rege a orquestra
É um pra lá e pra cá
Sem ninguém para atrapalhar
E a festa continua...
Na rua o silêncio predomina
O único barulho é esse,
que bate-bate como chocalho
dentro de mim
Oh, a lua tocando meus olhos
Ou meus olhos tocando a lua
O mundo continua girando,
no tic-tac do velho relógio
As horas vão se acertando
E o bem se aproximando
Até que enfim se desenrola,
a corda do balanço
A vida segue e a banda
continua tocando
Precisamos do silêncio,
para dar sentido as incertezas
que vem chegando
Feito passarinho
que viaja para outro continente,
no começo de outono
Na vida chove sem saber
porquês
O rio transborda só quando está muito cheio
Então chorar às vezes é inevitável,
para quem precisa florescer
Poema autora: #Andrea_Domingues ©
Todos os direitos autorais reservados 06/04/2020 às 23:00 horas
Manter créditos de autoria original #Andrea_Domingues
Ontem à noite quando estive sozinho
Eu vi o moinho do vento me chamar
Não se pra vida ou pra morte
Só sei que vi ele rodar
Ontem pareceu está tudo tão perto
E ao mesmo tempo tão longe
Senti o calafrio senti a dor
Senti a morte chegar
Eu não sabia se ria ou chorava
Só sentia que ia acabar.
Pois a solidão de estar só
E gritar como um poste de luz
E ninguém escutar
Era tão grande
Que eu não sabia se era sorte
De ver o moinho rodar.
Ele me chamava vem vem
E eu gritava não hoje não é dia de chorar
Ontem à noite tudo
Doía e eu o moinho da morte
Chamar-me.
Era uma vez uma bela brisa de nome «Ar», conheceu o charmoso vento chamado «Osa», foi amor de nortada à primeira rajada, casaram e do casamento nasceu um filho, para dar-lhe um nome decidiram juntar o nome da mãe ao nome do pai, e assim derivou o nome de uma linda Terra do norte litoral de Portugal «Areosa».
Só o nada nos esvazia o pensamento
Onde só o vento, os pássaros sobrevoam no alto
Das nuvens
- Mbuvane
