Vento
A chuva cai agora e vem aquele vento la fora trazendo sua saudade aqui dentro do quarto, A janela aberta traz uma brisa de paz e me vem na cabeça uma lembrança sua qualquer ,sinto muito por não ter ligado hoje a noite estive muito ocupado peço desculpas. Mas meu amor eu quero que saiba que te amo como nunca te amei, isso é algo inacreditável. Eu nunca imaginei que pudesse te amar tanto assim. To curtindo nosso momento e espero que esteja na mesma sintonia de emoções. Sinto sua falta todo hora e se eu pudesse pedir alguma coisa pra Deus eu pediria para ficar com você o resto de nossas vidas até que a morte nos separe
Porque o vento é quem me leva, porque sou comandada e mandada por sentimentos. Amo, e dai ? A quem devo satisfação, se o amor é a bola mestre do universo, se o amor é coração. Amo, e não esperem que eu esconda emoções, o que de mais intenso tem em mim...o amor não suporta maldades, soberbas, desigualdades...amo, é o amor que me faz vê estrelas, dançar no mar e viajar e flutuar por ondas, percorrer caminhos coberto de flores, banhados de vinho. Amo, e daí ?
Se desejas prender?
Prepare-se para sofrer.
Se desejas apenas usar?
Ninguém segura o vento.
Passarinhos presos,
Não cantam de felicidade.
Cantam de saudade.
Saudade em que eram livres,
Para voarem por onde desejavam.
E voltavam para os seus.
Porque os amavam de todo o coração.
Quando caçados e colocados em jaulas.
Se entristeceram, e vendo o tempo passar.
Sem nenhuma esperança.
Apenas um olhar breve do caçador.
Fechou-se em seu mundo.
E nada mais espontâneo de suas almas.
Senão apenas o gorjear da mesma canção.
O coração aprisionado. Nada mais faz.
A não ser, breve repetição.
Não deseja chama a atenção do caçador.
Não deseja novas brincadeiras.
Seu espirito está preso.
E só expõe a carcaça , para seu algoz.
Também não deseja liberdade,
Se não for de seu espírito.
Livre aceito e respeitado.
Porque sabe. Que aquele que prende.
Também está preso. E não sabe.
Vive a ilusão de possuir o vento.
Mas o vento. Que também é vida,
Não se segura. E sopra aonde quer.
Marcos fereS
Amar é agora! Em todas as estações o amor é morada.
Entre em primavera sempre pelas mãos do vento, teu pólen pousará em outra flor dormente a esperar-te. És parte!
Os olhos ardidos de sono avistam o movimento percorrido pelo vento matinal. Tenho desejo de cama diz o corpo, de coberta, de ser coberto por sua cálida pele.
Beijar o vento por vezes refrigera a alma. Beijar a boca de um beija-flor faz nascer borboletas no estômago. Cair de um abismo é leve, se ele não tiver fim. O fim mata o corpo, come sua carne e vomita os despojos no mar.
Senta-se no vento, ao som das nuvens toca o peito; pouco a pouco extrai o coração - lança-o no ar para amor espargir: derramar, espalhar em gotas, borrifar, difundir.
Como o bambu, algumas pessoas são ocas por dentro e se vergam intimidadas com qualquer vento. Não há honra nisso e os carvalhos bem o sabem.
Se queres encontrar-me
Siga meu cheiro
Sou rosa machucada,
Ferida,
Flor jogada ao vento
Pisada
Sem graça
Sem riso,
Desfolhastes meus sonhos
Feristes minha alma.
Se queres de mim saber
Me cace entre as flores.
Hoje vou dormir borboleta, quem sabe o vento me faz acordar dançando por entre as flores...
mel - ((*_*))
Em meio as turbulências do dia a dia, viva. Sinta o frescor do vento ao beijar seu rosto, observe o belo voo dos pássaros e se sinta livre. Voe, viva, alcance o que lhe é mais almejável, acredite em sonhos, ignore palavras que não lhe acrescentam em nada e permita-se ser feliz. Saia dessa pequena bolha que lhe prende, imagine, crie, ria, abrace, ame, seja gentil, não deixe que a vida passe antes que você perceba que o que te restou foram apenas cinzas de algo que poderia ter acontecido, antes que o Sol se ponha e que sua companhia seja apenas a solidão: fria, desoladora e solitária.
O vento balançou meu barco em alto mar
O medo me cercou e quis me afogar
Mas então eu clamei ao filho de Davi
Ele me escutou, por isso estou aqui
O vento ele acalmou, o medo repreendeu
Quando ele ordenou, o mar obedeceu
Não temo mais o mar, pois firme está minha fé
No meu barquinho está Jesus de Nazaré
Se o medo me cercar ou se o vento soprar
Seu nome eu clamarei, ele me guardará
Não temo mais o mar, pois firme está minha fé
No meu barquinho está Jesus de Nazaré
Se o medo me cercar, ou se o vento soprar
Seu nome eu clamarei, ele me socorrerá
Eu vejo o nascer do sol rastejando nas terras secas do norte, tudo muda como o vento do deserto, lá vem ela em minha direção e novamente ela foi embora !!
Não adianta lançar palavras ao vento achando que elas só vão e não voltam ,porque elas voltam e voltam com força para nós.
Por isso se for para falar ,que suas palavras sejam para abençoar ,nunca maldizer porque estará profetizando sobre si mesmo .
O tempo da colheita chega e aí não adianta se lamentar .Sementes boas sempre darão bons frutos!
Olho o rio, olho o mar
As rosas
Passam de lá pra cá
Agarro o vento
Sinto a brisa,
Olho o sol a cantar,
chega em mim
Um cheiro,
Tua respiração
Vem em asas da canção
Viajo,
Tua voz é a estrada
Me leva,
Me carrega...
Se você quiser vai ser assim
Nós dois,
Entre flores e jardins !
POEIRA DO VENTO
e de como a luz se tornou trevas
o raio de sol se fez trovão
cada vez mais
a solidão adentra em meu coração
como uma flor a secar
o lobo a parar de uivar
e as rajadas de vendo pararem de soprar
de meu companheiro melhor amigo
para um alguém desconhecido
sendo separados cada vez mais
pelos quais não se importa mais
me deixou milhas além
por alguém que não valia cem
mas se assim tu queres
assim será feito
meu eterno amor imperfeito
traidor desbravado
com perfume na flor do olfato
mas de amor foi ao pó
feito por um só
poeiras do amor
seja para quem for
o vento levará
e hás de cuidar
pois amor mais puro não há
de quem só queria amar.
