Vento
Por que é amor...
Amo-te em meio a versos, suspiros de estrelas, sussurros do vento que louco de amor procura por todo canto o amor que lhe personifica.
Amo-te nas rimas dos meus delírios, de um jeito ensandecido e doce...
Amo-te na contradição que impulsiona a vida. Há quem diga que é loucura
esse meu amor por ti. Mas prefiro a loucura do amor, a uma vida morna
nas páginas de versos brancos.
Amo, amo, amo sim!
E quem vai dizer que não é amor, se o tenho tatuado em minha memória transcende,
se o tenho enraizado no infinito desse amor imensurável que há em mim.
Poeminha do vento ... Pra "descontrariar"...
A vida é um veleiro... Cuja vela o vento leva... Vida, veleiro, vela, vento... O vento afasta a cada dia ... Vida, veleiro, vela .... De eterno nem a vida ... Só o vento!
Se quer conhecer-me um pouco, sinta o vento que te acaricia vez em quando, olhe as flores, procure as estrelas em meio ao luar...dance sobre o mar, os rios...se pinte de cores...corra na chuva, se lambuze e pense feito criança...ame, apenas ame sem quê nem porquê, se faça feliz por qualquer coisa, não procure motivos, nem ninguém !
Onde vai o vento, onde chega as flores
Suavemente se vai...
Certezas que esse é o caminho
Que todos percorrem,
Uns mais cedo, outros depois.
Fez do seu dia-a- dia, esperanças
Crianças, abraçou com carinho
Plantou saúde, regou amor.
E se vai, em dia de São Pedro
A quem lhe abrirá as portas
Como ela fez tantas vezes
Com as mamães,
Com sorrisos, com carinho.
Pelas mãos de tantos bebês
Que cuidou,
Com doçura e afeto
Com risos, sem dor
Sua nova morada,
Dimensão, infinito...
Pássaros acolherão
Mãe Neide, Pai João
Receberão, essa flor !
...Tudo é um vazio absurdo.
Renato Lima Lauro de Freitas
É como correr atrás do vento e apanha lo com a mão, e viver em baixo desse tenso sol e saber que a tarde tudo recomeçará.
Vãs são os conflitos de homens como eles e suas palavras somem nas cores de cada amanhecer de cada ramo pálido.
Esta obra desagradável que foi a vida criada como que as presas são coisas de mais e mal não saber lhe dá com ela.
Terminei de dizer de um tudo! Não resta nada nestas linhas fúteis sem sentidos e absurdo é ainda este vazio.
E quem queira conquistar o coração da fera que arde férrea de amor, some com suas marcas perdidas e indesejáveis de estar contigo agora, mesmo assim isso tudo não faria sentido por que a morte bate a porta e quem irá atende- la quando baixar as águas, quando cair a noite, quando a sola do sapato degastar, quando o carro tomar a contra mão, quando a procura não tiver direção, nada ainda tem sentido nesta linha de agora e viver somente para esperar, o que?
Ainda tudo continua absurdo e rogo aos céus para me liberar desta fila obrigatória de pedintes e em fim florescer sobre meus jardins as flores que tanto desejei.
Em fim peço te beije-me Deus ainda esta noite, com seu hálito ávido de esperança, e transpor-te me para outra dimensão menos densa.
E para rebater aquele vento gelado, nada melhor que dois corações apaixonados!
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Ventosomadina
Eu tenho o som do vento como analgésico
Nesses dias tristes em que só me resta o sonho de te ter...
Saber do seu ser
Me perder em te saborear
Provar
O prazer de todos os feriados com você.
Escuta-me em silêncio
(...) ouve-me em silêncio ao vento
Na imaginação das lembranças maravilhosas perfumadas.
Como compreender os meus sentimentos
Tão soltos ao vento, tão dispersos e sem alento
Como explicar o inexplicável, o monstruoso, a aberração!
Como queimar no sol o resto de opinião formada sobre tudo sem parecer um tolo.
Desprezível a muitos, tão Selene, tão amistosamente límpida e gélida.
Estou sobrevivendo e lutando contra instintos tão primitivos, que as vezes o calor do amago foge. Instantaneamente, queria eu duvidar do que sinto e do que vejo, apenas por um segundo, tudo isso seria bem mais fácil.
A realidade é que eu não quero simplesmente abrir a boca e soltar algumas palavras no vento.
O que eu quero mesmo é falar.
Porque por mais que não pareça, á uma gigantesca diferença entre soltar palavras e falar.
A chuva sempre parou.
O sol sempre voltou.
O céu sempre clareou.
As nuvens... o vento sempre levou.
E hoje o dia está pesado?
Você se sente pela vida maltratado?
Tudo o que você quis deu errado?
E agora... está aí você... tão desolado.
Nesse dia completamente nublado.
Olha pra cima, olha pros lados.
Tudo na vida sempre se apruma.
O que agora você vê quebrado...
com o tempo se arruma.
A vitória é sempre certa.
No fim tudo acaba bem.
Por que agora seria diferente!?
Responda-me aí... meu bem!
O vento não sopra contra, quem contraria a direção do vento é a natureza do homem e não a natureza de Deus... Se está se sentindo deslocado, siga a direção do vento e avance.
Folha
Sem vento
Sem direção
Sem inspiração
Folha sozinha
Perdida no tempo
Sem ressentimento
Vai ao chão
Então, o vento veio
E levou tudo
E me deixou
Desde então
Ando a procura de ventanias
Que me arranquem – com raiz e tudo
Deste chão - onde eu fiquei pregado pelo medo
O melhor que correr...é o que chega junto com o suor e o vento no rosto...os amigos...vc foi um achado
