Veneno
TEMPOS MODERNOS
Amores vagos.. não me interessam...
Um Pouco de veneno as vezes faz bem...
bem sempre eles estao ai...
Não queria dançar essa música
Ela me chamou...
Verdadeiramente.. Amores vagos não me interessaram...
Mentiras e restos não me interessam
Senão for pra valer não quero..
Ou vivo a verdade ou Morro incompleto.
Paulo Lima
veneno de escorpião,
sem traduções aparentes
resumo clássico de quem morreu,
dentro de sonhos as ilusões
pairam sob mármore frio
gratificações....
paisagens que não tem definição.
são apenas blasfêmias,
dentro da raiva que forma teu coração.
Tenho tomado meu remédio diariamente
Rigorosamente na medida certa
Tenho tomado meu veneno diariamente
Com paciência e obstinação
Não pra ser curado
Ahhh, eu não tenho essa pretensão
Mas pra ser poupado
De pensar em você
A dúvida é um veneno que deve ser tomado por qualquer um que queira ser realmente livre e não um escravo obediente.
Veneno
Veja minha querida
Ainda consigo te chamar de Amor...
Mulher, sentir seu gosto é ter veneno nas veias
Não importo ser o último
Quando vou a um poço de água
Colegas meus sempre correram para chegar primeiro
Mas quando beberam da água morreram
Vi que estavam mortos
Continuo vivo
Não bebi da água envenenada
Mulher, sentir seu gosto é ter veneno nas veias...
Mulher, seu veneno não me mata
Mata o mal que por ventura quer me pegar...
Mulher, Sou o ultimo dos filhos
Mas o primeiro...
O último para chegar ao veneno da água
Mas o primeiro para beber o seu veneno...
Por isso morro de Amor...
Estrela na imensidão da dor
Momento desde destino...
Destilado veneno de minha alma...
Horizonte separado da luz...
Obtuso sentido ao mesmo...
Virtudes que nunca foi tão profundo...
No lapso descompensado...
Dos meus espaços entre nunca...
Entre os momentos depressivos....
Abandonou o sentido num abismo...
De tantas sensações,
Nas proximidades foram para eternidade...
Compreender tudo que definha o desatino.
Vozes da solidão vicia...
Restringe entrelinhas da morte
Dos pensamentos irreais....
Distante dos meus gritos...
Que me calo por mais
Seja atroz emocional...frio tão gostoso...
Abismo que amo respirar...
Nada servi de desculpas...
Dentro das fronteiras... Desprezo
Austero olhar mero capricho... Simbolismo
De todos fragmentos de lembranças...
Absolutamente a dor da alma....sentimentos
Tão profundamente agonizante...
Sendo uma grande depressão...veneno.
Imensidão intocada para uma eventual
Suplício dos outros dias, esperança
De tantas coisas muitas magoas... Tremendo
Horizonte vazio que nunca teve sentido.
No caos da minha mente...
Teima em sua maioria absoluta
Doentio sentimento veneno...
Tangentes horizonte obscuros....
Tragédia...sempre atrozmente...
Dor que deseja fazer diante dos olhos
Ninguém conhece ou coração...
Padece entre paródias...dor,
Nada existe em diversos abismos...
Algumas vezes tentam nos machucar com comentários maldosos,COM VENENO.
Então eu olho para os seus olhos, meu coração se acalma, porque percebo que essa pessoa é infeliz demais, ela precisa ofender para esconder suas frustrações , muita hipocrisia e preconceito deixa a cara feia .
Você tem o veneno e a cura,
Você é a curva perigosa na minha estrada,
Você é o fogo que me consome,
Sim você é o meu delírio, é o perigo gritando meu nome!
HÁ VENENO - I
Os meus silêncios
Eles olham para mim
Das janelas do quarto
Vejo refletido a dor
Da angústia sentida
Bebo do copo a água
Envenenada de amor
Lá fora a erva cresce
Lentamente na terra
Amarga chora na folha
Das árvores do vento
Imploram misericórdia
Enquanto as paisagens
Serenas da espinhosa
Morte ficam à espreita
Do sol, da lua, da vida
VENENO
Abrasa-me o peito
O sol do querer-te,
Quisera envolver-te
Desnuda em meu leito.
Desejo que é feito
Uma fera inerte
Na ânsia que acerte
O salto perfeito...
É chama que queima,
Loucura que teima
Em tanger-me a paz.
Veneno, afinal,
Tão forte, fatal -
E bebe-se mais!...
A literatura é veneno e a cura das almas. Nela há um antídoto lídimo que pode nos matar e nos salvar.
