Velha

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Você!


Você já não sorrir mais! Não como antes, será que conseguiu matar a velha criança que habita em seu intimo?
Se responder afirmativamente, quero dizer que você está acometido da hemorragia da alma, ela está te sufocando, está te torturando, está te fazendo refém da sua própria mediocridade deixando esquecer-se de si, e oque é pior te tornar invisível de si mesmo.
Abra sua mente, pense, seja um pouco egoísta consigo mesmo, dê-se ao luxo de desfrutar de si, amplie-se, motive-se, abra sua mente, expanda-se seja em um sorriso amplo e sincero a si mesmo ao seu bel prazer, rompa as amarras que você impôs. Vá em direção de sua liberdade, não se detenha, mova-se, queira estar bem e com certeza ficará porque você assim decidiu. Não dê ouvido aos outros, afinal os outros são os outros e só, arisque-se ao ridículo oque importa é você, opiniões vão dar mas e dai? A sua é a que conta e vale, afinal é sua VIDA não a do outro. E tem mais cada um corre por sí ninguém , mergulhará no seu caixão, não existe cova compartilhada, só vida; Deus deu a cada ser sua vida a estrada é igual para todos. O detalhe da vida é só você, quando deixar este mundão ninguém te segurará em terra, a bola da vez é sua. Que a paz esteja sempre em sua mente e coração.

Inserida por dalainilton

Às vezes me sinto com alma de velha dentro de um corpo jovem.

Inserida por Biaakel

“Lembranças:
Ilhado a minha varanda, sentado na velha e ranzinza cadeira de balanço, meu olhar abrangia tudo que não se podia ver, a chuva e o sol, compartilhavam e harmonizavam pelo mesmo espaço no ar, um arco iris era formado, e nele eu podia ver seu retrato, segui com meus olhos em plena euforia sentindo uma brava nostalgia, toda a minha vida revivia, rimava e sorria, até que a cadeira parava e um de meus olhos abria, era um sonho eu dizia, que desalegria.”

— Senhor vivendo em um mundo pós-guerra.

Inserida por romeuemcrise

ONDE ESTÁ O CULPADO?

Sentada em minha velha poltrona ao som de sonhos vis, embriagada por um perfume barato, imagino a vida correndo lá fora, e discorro do que tento imaginar sobre o que seja... Não vejo o oxigênio, mas imagino o que ele consegue ser, através do que faz, enchendo os meus pulmões de vida, enquanto os poluo com a fumaça acinzentada que me persegue em momentos de solidão, tão parecido ao que imagino ver, pessoas franzinas andando por entre cubículos estreitos de uma viela que as levará para algum lugar, e se não levar, deitam-se por entre seus cacos e cantam alguma música cafona enquanto observam o céu, esperando ansiosamente pela noite...
Às vezes, também passo o dia esperando pela noite, somente para ver no céu, a brilhantina cabal de estrelas com olhos curiosos, enquanto imagino-me olhando-as, são as taizinhas que lá estão sempre no mesmo lugar e horário a observar o mundo sob os seus pés.
As estrelas curiosas olham estupefatas as ignorâncias mórbidas a saltarem em timbres reluzentes das valetas humanas... O ódio fede a roupa mofada no obsoleto gesto inútil do falso abraço por conveniência. Conveniência política, comercial nos passos da globalização... Uma palavra bonita, mas que possui o significado tão mesquinho ao cobrir a beleza natural daquilo que o homem não criou e sempre esteve lá, para ser apreciado, ou destruído pela fumaça imunda de meu cigarro, ou gases soltos no ar das infernais máquinas industriais de um submundo qualquer de se ganhar dinheiro.
Ah... Não tenho culpa por morrer entregue ao desleixo... Sou franzina, fraca e medíocre aos olhos do mundo... Não posso me levantar de minha velha poltrona e mudar nem mesmo o que existe dentro de mim... A ganância fétida de um dia atrás do outro... Os dias passam... Passarão a vida toda... Vou olhar para o lado para achar o culpado, ele deve estar em algum lugar... Dentro de mim, não iria se esconder, sou impotente, já pronunciei-me réu confesso com as mãos presas à corrente da cegueira, não posso mover sem perder o descanso que traz o cochilo após descarregar a lavagem de consciência... Já disse, o problema não está em mim. Já estou fazendo a minha parte tentando achar o culpado e entregá-lo à humanidade sedente de justiça com os seus dedos apontados como as armas no morro da roçinha tentando achar o culpado.
Quem quiser seguir, este rumo, pode seguir, fazendo-o com os olhos fechados, na busca do culpado das mazelas que soltam pus de um mundo pachorrento habitado tão somente por designados inocentes como a mim.
A esta altura, abraço-me às almofadas e tento me esconder para não verem em minha face sem vergonha as veredas da hipocrisia, até que meu desassossego enverga o som tímido que sai quase insignificante de minha voz... Digo – sim... Talvez eu possa ter tido alguma parcela de culpa em algum aspecto de minha vida, mesmo que mínima... Escondo-me novamente, olhando pela espreita da almofada o feixe de luz que causa fobia a minha visão turva.
Grite! Uma falta de paz inunda a arapuca armada dentro da consciência. Obedeço – Sim! Sou culpada, pronto! Pronto? Levanta daí... Faça o que pode fazer e não faz porque quer escrevinhar poesias... Escreva, vamos! Assine seu atestado de culpa, gritando em letras... Se não chegar aos becos e vielas fedidas, chegará a algum lugar que se há alfabetização... Olhos que aprenderam a ler e não crescerão ridicularizados por sua própria ação em ler o mundo entre as almofadas do meu sofá. Eles lerão, não somente o que eu queira escrever, mas saberão que nas entrelinhas existe alguém que se acovarda diante de sua oportunidade de ser melhor, diante de um mundo que poderia se tornar melhor, se ao menos eu, começasse por mim, a fazer a minha parte.

Inserida por AdrianaVargas

Velha Infância

Você é assim
Um sonho pra mim
E quando eu não te vejo
Eu penso em você
Desde o amanhecer
Até quando eu me deito...

Eu gosto de você
E gosto de ficar com você
Meu riso é tão feliz contigo
O meu melhor amigo
É o meu amor...

E a gente canta
E a gente dança
E a gente não se cansa
De ser criança
A gente brinca
Na nossa velha infância...

Seus olhos meu clarão
Me guiam dentro da escuridão
Seus pés me abrem o caminho
Eu sigo e nunca me sinto só...

Você é assim
Um sonho pra mim
Quero te encher de beijos
Eu penso em você
Desde o amanhecer
Até quando eu me deito...

Eu gosto de você
E gosto de ficar com você
Meu riso é tão feliz contigo
O meu melhor amigo
É o meu amor...

E a gente canta
E a gente dança
E a gente não se cansa
De ser criança
A gente brinca
Na nossa velha infância...

Seus olhos meu clarão
Me guiam dentro da escuridão
Seus pés me abrem o caminho
Eu sigo e nunca me sinto só...

Você é assim
Um sonho pra mim
Você é assim...
Você é assim...
Você é assim...

-"Você é assim
Um sonho pra mim
E quando eu não te vejo
Penso em você
Desde o amanhecer
Até quando me deito
Eu gosto de você
Eu gosto de ficar com você
Meu riso é tão feliz contigo
O meu melhor amigo
É o meu amor"

Inserida por matheusqueirozpensou

Ontem olhando para uma velha embarcação atracada na Beira-Mar, fiquei a pensar, quantas viagens esse navio já fez, quanto alimento ele já proporcionou, quantos mares já cruzou...
E hoje está atracado, abandonado, pois não tem mais serventia.
Porém ele ainda esta dentro do mar...

Inserida por KatianaSantiago

A estrada pode ser velha, mas o destino pode ser diferente.

Inserida por thiagoherinch

Somos o começo de uma nova atitude e o erro de uma velha vanguarda.

Inserida por thiagoherinch

Curitiba não tem rima;
Porto Alegre tem aquela velha história que agente costumava se lembrar na beira daquele rio que parece um mar, aquele lugar... Era só tu e aquela guria que sabia que não queria voltar para aquela cidade cinza,,, que não tem rima...

Ela sonhava com a Redenção

Inserida por carolinafilippelli

Pensadores dizem coisas novas
de maneira velha e coisas velhas
de maneira nova.

Inserida por jovol

Velha Escol(h)a.

Ralho,
Orelha ou
Relho?

Inserida por FrancismarPLeal

Noites acordadas,
noites maldormidas,
casa velha de tábuas corridas,
a cair aos pedaços, com história,
com alma, com sentimentos, com vida,
onde moram dois velhinhos queridos,
amorosos, que vivem em conjunto há mais
de cinquenta e quatro anos,
os meus queridos pais.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

Um dia eu serei velha pra muitas coisas, disso eu não posso esquecer, tenho que fazer acontecer agora, pra já.

Inserida por GabrielaStacul

A velha casa Já passava das quatro horas da tarde, o sol ainda invadia as janelas. Na varanda a mesma rede bordada a mão balançava com o vento. Sem pressa. Não houve lágrimas. Já não havia. Apenas o peso da dor transparecendo nas olheiras.
As horas findavam. Não havia cor na noite. Existia apenas as lembranças e o indescritível sentimento de solidão. Tudo era doce e bonito. Agora era frio e vazio. Anda sem alívio pelas ruas onde cresceu. Desejou ser um terrível pesadelo, mas não era. Era simplesmente, o peso de suas escolhas. Era uma vontade intensa de se fazer feliz e nunca ser sozinho, sem ver as consequências. Sem ver as perdas.
Esperou o dia raiar e voltou para a velha casa. As velhas lembranças, a velha rede. Fechou os olhos antes de abrir a porta e desejou encontrar um sorriso ao chegar, um abraço apertado, brinquedos pelo chão, doces na geladeira enferrujada... Mas não. Tudo que viu foi o porta retrato quebrado na parede, as cartas amareladas na gaveta, as manchas da traição nos lençois e um gosto amargo de suas mentiras. E agora, também haviam as lágrimas do tempo.

Inserida por PatriciaThomaz

Velha lua de todos os poetas, sina tua, não ser tão correta. Pois nos induz sempre ao verso, sem deixar opção alguma.

Inserida por aroldoarantes

Meu medo não é de ficar velha... E sim da solidão que a velhice nos sujeita.

Inserida por stellamuniz

Uma velha amizade pode ser um começo de um grande amor.

Inserida por fabsss

Ré, Cicla.

Roupa velha.
Sapato velho.
Nova esperança.

Inserida por FrancismarPLeal

A VELHA INFÂNCIA

As lembranças vagavam como almas penadas pelo meu quarto. Quando abri meus olhos, já estavam deitadas na mesma cama que eu.
Vi-me pequena dançando pela casa mal iluminada de meus pais e me impressionei com o cheiro de medo que eu sentia quando acordava durante a noite e a cama estava mais fria que eu. Não entendia porque aquelas recordações estavam perturbando meu sono e porque apareciam tão assustadoras. Abri os olhos novamente, com muito esforço, e vi o corpo de mamãe, do mesmo jeito que encontrei naquela noite. Revivi seus olhos abertos e tenebrosos que não piscavam e como papai chorava. Tive a idéia que aquilo era um pesadelo e iria passar, então apertei meus olhos fechados, pressionando-os contra o travesseiro. O medo tomava conta do meu corpo em tempo recorde. Tentei ocupar a mente com as lembranças boas, mas só viam à cabeça minhas brincadeiras, frente ao espelho no corredor curto que dava acesso ao quintal. Em um repente senti a sonolência me aquecer o corpo e a cama em temperatura ambiente. Eu sabia que iria dormir novamente, entretanto também conhecia que quando eu acordasse, as lembranças já estariam de pé impedindo-me de abandonar a minha velha infância e a morte de mamãe.

Inserida por ravenalamego

Tranquilizante natural


Nada melhor,
Do que está velha cadeira de balanço de meu avô
Para embalar meus sonhos.

Inserida por SandroCosta