Velha
Senhores de Sí, Tudo do homem, Nada de Deus
A juventude e a sua velha máxima: "tudo posso em mim mesmo".
E nessa vida tudo se esvai com tanta frequência e tão rapidamente,
que mal paramos para analisar, a nossa conduta motivada pelos atos inconsequentes
e impensados do nosso ego.
Rios se tormam formas, e não por acaso no acaso, forjados a lágrimas.
O nó na garganta que transpassa a alma, riso em choro, toda uma estrutura se vai ao chão,
e "nossa juventude se perde".
Se perde por achar-se imortal; se perde por se acharem senhores de si; se perde por aplicar
seu "prazer" em prazeres da vaidade.
Motivado pelo seu ego, e "cheio de vida", pensa ser intocável, vive obstinado com a adrenalina,
de uma "vida louca",e na loucura dessa vida, la se vai mais uma vida.
E ouvi-se um som, cujo seu "teor" ostenta:
- desperta-te juventude que a vaidade te corrompe, e em contra partida, ecoa-se o som da inconsequência, que diz:
- Vá, tu ainda é jovém!
Carrega os sonhos na mão, porque já não ha espaço no coração.
Tudo o que resta é uma velha promessa, que um futuro depois, será dois.
"E mais vez aquela velha história. Mais uma garota qualquer na minha cama, no meio das minhas coisas. Como uma reprise distorcida daquele sorriso..."
A FELICIDADE é uma eterna criança. Quanto à TRISTEZA não se preocupe. Esta já está tão velha que vai morrer logo.
Sabe aquela velha, insana e boba mania de procurar o que não perdi?! Pois é... DESAPEGUEI. Porque cá entre nós... Tem coisas que sinceramente, não faço mais questão em saber.
É preciso mais que belas palavras ou boa aparência para um relacionamento dar certo.
Aquela velha frase:"é preciso jogo de cintura" consiste em muitas coisas que a maioria dos relacionamentos desconhece.
O inicio dos desconhecido deu-se por falta de uma boa observação de caráter.
O Velho Sentimento de Orgulho
A velha frase sendo posta em ação “ o orgulho te prega peças, que machuca o coração”
Nunca mais foi a mesma, nunca mais pude ver o sorriso ou a ouvir gritando o meu nome pelo corredor, eu amava sua amizade, como isso pode ter tido fim?
Mesmo hoje nos falando, sei que nossa amizade não era assim, éramos tipo irmãos, o erro abriu a porta pra magoa, a magoa deu inicio ao orgulho, o orgulho foi devastador, a amizade resistiu com o tempo, mas acabou o amor. . .
Novamente o poeta sonhador
À sua velha rotina retorna
Criando poesias de amor
E também poesias de revolta.
Sofrendo e amando um amor
Amo um amor que também sofre
Sofre por um antigo e obsoleto amor
E muito nega aquele que é nobre
Porém, o poeta do amor
De você não desiste nunca
Embora carregue consigo a dor.
Esse simples indivíduo muito ama
E de tanto amar este amor
Cansa, enlouqece e inflama.
A velha máxima de que quem tem preço não tem valor, fica extremamente evidenciada com as liquidações de verão que algumas pessoas fazem de si mesmas.
"Vende-se corações apedrejados."
Dizia logo na placa de entrada daquela velha loja empoeirada no centro da cidade... Curioso pra uma cidade sem coração.
O céu é cinza, os ventos que sempre sopram saudades continuam correndo sem pressa pelos vãos dos prédios, arranha-céus deixou seu nome de lado pra não bater, deixa o céu cinza... Me lembra a saudade de você.
Quando entrei já nem sabia o que dizer, foi outro daqueles meus impulsos sem pulsação, das prateleiras eu vi que não só eu entrei ali atraído pelo belo desejo de não sentir mais dor... Descobri porque os sentimentos morrem... Asfixia.
E sem seu ar, nessa loja eu vou ficar... Vai que a placa te convida a entrar.
E a velha frase sempre nos mostra a sua racionalidade.. "se for pra ser, será!" Meu desejo e todo desejo e que não tenhamos dúvidas, então que você vá. Por favor, não esqueça de jogar pãezinhos nessa estrada, isso pra não se esquecer o caminho de volta para seu lar (EU)
Aroma da realidade
E assim sem mais, pouco a pouco as gotas marcavam o chão de madeira velha, um barulho quase tão sutil quanto de uma folha caindo ao pé da mesa enferrujado. Gotas de um vermelho encantador, com o reflexo da luz tornando-as hora como um vinho, hora vivas como o sangue, destoavam de todo o silêncio contido no tempo.
Tempo este tão vazio quanto às lembranças, quanto às ideias, tanto quanto a falta de planos, como os corpos ali presentes e apenas presentes, seguindo suas sinas. Sem sombras, sem reflexos, sem espelhos, apenas portas e pequenas janelas, sem deixar espaço para sonhos, tão pouco espaço para esperanças, apenas sobreviver, destoados de toda a realidade, que volta e meia, retorna para lhes assombrar.
As palavras distantes, não se faziam necessárias diante de tantos murmúrios, explicar já não estava presente em suas necessidades como pessoa, tão pouco o que restava de sua dignidade, estava ausente assim como sua alegria.
Os meses passam, fevereiro, março, maio, agosto, da vida, das sobras, da esperança em Deus, dor lentamente assimilada pelo seu olhar, em partes tristes e em certas horas vazio. Apenas mais um momento congelado, destoado, ignorado, inexistente para outros tantos, apenas mais uma lagrima que dificilmente faria brotar algo novo e quem sabe se possível e permitido, apenas mais um instante de dor.
Meia hora, uma ou duas passadas na eternidade dos segundos, quem saberia dizer, indiferente para quem não vive, apenas sobrevive. Apenas deixando as paredes ásperas de tristes histórias, olhos fixos no vazio, sentir o aroma espalhado pelo lugar, mistura do pouco que se tem com os sonhos que nunca realizará. Um adeus, um até logo, calçar os sapatos, deixar de lado por momentos a miséria e ir trabalhar.
Eu não sou tão velha mais na minha época não existia o Ipod, Iphone, Ipad, Tablet, muito menos as televisões digitais, os computadores era aqueles bem antigos que a tela era gigante, e só os ricos tinham o luxo de ter um computador, internet então, celular era só pros ricaços e era daquele famoso “tijolão” ainda não existia esses celulares que tocam na tela, não existia nada disso, o celular que eu brincava naquela época, era aquele celular que se comprava no mercado, de plástico com suco de variados sabores dentro, ou aqueles celulares de plástico também, mais que era uma maquiagem em forma de celular, crianças de hoje em dia nunca saberão oque é isso. Só lamento pois as crianças de hoje em dia já nascem mexendo em um Tablet, nunca vão brincar de professor com giz de lousa na parede mais escura de casa, depois se molhar todo só pra tentar apagar as marcas do giz que ficavam na parede, é crianças de hoje não saberão como um dia fomos tão felizes por ter essas pequenas coisas que hoje pra eles são totais bobeiras.
16 Ninguém põe remendo de pano novo em roupa velha, porque o remendo repuxa o pano, e o rasgo fica maior ainda. 17 Também não se põe vinho novo em barris velhos, senão os barris se arrebentam, o vinho se derrama e os barris se perdem. Mas vinho novo se põe em barris novos e assim os dois se conservam.»
21 Ninguém põe um remendo de pano novo em roupa velha; porque o remendo novo repuxa o pano e o rasgo fica maior ainda. 22 Ninguém coloca vinho novo em barris velhos; porque o vinho novo arrebenta os barris velhos, e o vinho e os barris se perdem. Por isso, vinho novo deve ser colocado em barris novos.»
Sinto falta da inocência de antigamente, onde crianças acreditavam em Papai Noel ou a velha história da Cegonha. Lembro do tempo em que passava horas no karaokê ou brincando descalço na rua, onde empinava pipa ou brincava de pega se esconder e outros jogos que faziam passar o dia mais rápido. Era como se o amanhã não fosse tão importante. Aproveitava o dia de hoje, não tinha muita preocupação em saber se o dia de amanhã iria chover ou não, porque com ou sem chuva iria aproveitá-lo da mesma maneira.
Sinto falta de ver a inocência das crianças, das músicas bestas que me divertiam por horas em uma festa, de saber que as festas sempre acabariam cedo. Hoje em dia vejo barbaridades que muitos que realmente deveriam estar mais preocupados por serem mais velhos, simplesmente se acostumaram. Como sempre, se acostumam com tudo o que acontece. Crianças que hoje em dia cantam e dançam aquilo que eu na idade que tenho não tenho nem a coragem de dizer ou fazer. Crianças com a inocência perdida é o que eu vejo andando pelas ruas de adultos.
" É aquela velha sensação de encontro, de carinho de paz. Aquele negócio de acordar de manhã de querer ouvir uma música alta e gritar: vai "corinthians" sendo eu uma flamenguista de alma, acreditando no talento brasileiro em defender a bandeira verde/amarela no mundial de clubes, é brincar com o ozzy logo pela manhã e esquecer das várias havaianas comidas e do cocô na sala ( eca ), é a sensação de chegar ao trabalho cantando e sorrindo e está até agora atolada de serviço com fome e ainda sim super feliz, é... é a sensação de lembrar que ontem quando eu fui dormir, fui certa de que quando eu acordasse o dia mesmo que nublado estaria bonito, e que enquanto houver razões, eu jamais desistirei porque, essa luta é diária e infinita e ao fim só arco-íris o pote de ouro tá lá lindo pra mim" É, a sensação do dia que vai conhecer algo fora do normal foi essa, nessas hipóteses idiotas de 12/12/12.
