Vc foi uma coisa Boa na minha Vida
Renasci quando nascestes...
Incansável, por ti foi minha espera...
A cada dia em que o vazio me tomava,
eu te buscava!
Renasci quando nascestes...
Reconheci-te num rompante,
Num segundo
Num instante...
Descansei minha espera em ti
Como um andarilho,
já cansado do caminho...
Reconhece o lugar a descansar seu corpo,
Da áspera jornada,
da [in]certeza do amanhã...
ANOITECE
em passos de lentos caracóis
anoitece em minha triste mente
o que um dia foi belo, logo perece
e do breu cielo, somem meus sóis
no previsto, um imprevisto latente
a luz, deste corpo, assim desaparece
REAL
parece definido em minha mente
não sonhei!
real foi seu amor...
harpeando em sonhos e sono
Chorei!... ao saber,
Entre lágrimas e sorrisos,
que estive com você....
Foi difícil, porque magoou a minha auto-estima, fez-me sentir como se eu não tivesse contribuído em nada. – Sobre o divórcio
Foi só te conhecer para todas as outras garotas ficarem sem graça, pare de sorrir na minha frente só sorria, se for capaz de me amar porque estou me apaixonando.
►Amo-te Feito Assis
Meu amor, minha flor do verão
Hoje você se foi e me deixou na solidão
A chuva que despenca do céu já não mais me refresca
Não sei se terei forças para continuar minha promessa
Te prometi um poema todos os dias para lhe fazer sorrir
Mas você não está mais aqui, o que será de mim?
Estava louco para te presentear com o poema que escrevi
Mas você não está mais aqui, estou sofrendo sem fim
Seria mais fácil se eu tivesse partido primeiro
Pois assim eu não estaria sofrendo deste jeito
A caneta tremula sob meus dedos agora frágeis
Lembrando-os, a cada momento, de seus cabelos suaves
Eu não quero acreditar que você se foi
Que jamais verei o teu sorriso,
Que se foi sem deixar um aviso, que acabou.
Os pássaros já não mais cantam
As semanas se parecem anos
Meu amor por você era exorbitante
Te amava e poetava em teu nome
Meu amor era como o de Assis e Carolina
E agora que se foi de meus braços,
O que será da minha vida?
Será que a minha sina é ter-lhe compartilhado do meu calor?
E ser recompensado com um vazio e ostentar uma pele fria?
Sinto-te uma grande falta, não possuo mais aquela que me acalma
Por favor, retorne, meu amor.
Já não sinto mais a vontade de viver
Estou indagando em pensamentos o por que
O ser mais importante partiu sem se despedir
A ideia de desistir começa a se encaixar
Despediu-se de mim a alegria que eu sentia
De surpresa meu coração perdeu sua princesa
Sem aviso ela partiu, me deixando um grande vazio
E hoje estou totalmente inexpressivo
Meu sentimento sucumbiu ao abismo, tenho noção disso.
Já perdeu o sentido sair de casa
Agora eu só quero ficar esperando a morte,
Para rever minha amada
Estes versos que com lágrimas escrevo
Me recordam do nosso aconchego
Do pôr do Sol e seus olhos perfeitos
Castanhos, como verdadeiros sonhos
Se um dia eu fui chamado de poeta,
Hoje minha mente está totalmente deserta
Eis que aqui luto para escrever essa dedicatória
Meu coração não encontra uma resposta
A poltrona torna-se parte de meu corpo
Da janela não se nasce mais um simples sopro.
Sinto falta de ti,
Sofro, lembrando sobre nós
Sinto que logo irei te ver, antes do amanhecer.
Eu sempre te dei tudo de mim, quando gritei foi para afugentar em dois mundos, mil pedaços da minha religião.
Entre ti, amada minha, que foi, é e sempre será e o abismo da solidão acontecida, descortinada no tempo, fruto de teus descuidos e silêncio, me pego morrendo, nos passos em direção ao vão acontecido, em algum momento, entre meu desejo e tuas guardas erguidas... mas, confiante, digo-te:
“Preciso de ti! De teu beijo, de teu abraço, da atenção. Porque doce, é viver a vida sem dor, é não seguir morrendo em passos cegos, nesse solo de incertezas!”
Excalibur
(Victor Bhering Drummond)
Cravei minha espada em ti
Ela não foi conduzida coercivamente
Como políticos ao cárcere obrigatório
Por seus ímpios atos;
Ela foi levada pelo seu doce olhar
Pelo perfume que exala de sua pele,
Seus dedos, suas entranhas.
Ali, naquela rocha profunda e lapidada
Pelos rios de seu quintal
Fluía uma cascata melódica e cristalina
De uma noite de amor sem ais e sustenidos.
•
••
•••
Minha Infância
Minha infância não foi muito frufru da qui nem frufru de la,
foi mais brinque daqui ese divirta de la.
Quando era pequena adorava brincar,
brincava de pega-pega, pique-esconde
até me machucar.
Cansar eu? acho que isso não vai acontecer. Pois sou espoleta pra valer.
Os vasos da vovó nunca quebrei,
mais nem por isso nunca apanhei.
Minha infância foi uma verdadeira diversão
como de qualquer criança que brincou e ralou no chão.
Meu tempo esgotou-se, minha missão foi cumprida. Algo me prendeu, me aprisionou a alma.
Aqueles que deveriam ser comigo, só compreenderam as próprias dores! Isso não me importa mais!
Tanto faz morar na rua, estar empregado, vestido ou nú. Agora entendo o que fez do homem um andarilho.
Não creio no verbo crer! Quisera a ingenuidade, sonhadora e fútil dos meus semelhantes, mas tudo que contemplei foram cérebros rumos ao pó.
Oh! humanidade movida por interesses pessoais o que será de ti?
Alegram-se e preocupam-se, não com a coletividade, mas com a dor daqueles que discordam dos seus prazeres mais íntimos.
Vocês são apenas bajuladores de si próprio!
Será amor e felicidade? ou será apenas comodidade e momentos de concordância entre egos?
Devo Eu fingir demencia a tudo isso, para fazer parte desse clube?
Dar um fim a própria vida num ato covarde, ou ver os meus dias se passarem, a envelhecer sem contestar?
A verdade que liberta nunca foi doce.
Ah vida! jas o tempo do sorriso sem preço e tudo que me alimenta agora, é a solidão da alma.
Poema em versos pessimistas.
(Autor: Paulo César Camuri - 2017).
Me desculpe!
Foi apenas um intervalo.
Um intervalo entre o real
e a minha vontade de dizer coisas.
Um arroubo de coragem
no meio dos meus medos declarados.
Passou.
Não sei mais.
Não mais sou eu.
Voltei o outro.
O outro que dorme.
Me desculpe o susto!
Já deixei o desejo
me adormecer os meus olhos.
Noutra noite desperto os seus risos,
noutra noite te chamo,
meu espelho vermelho.
A minha alma,
com o poder que lhe foi dado,
das serpentes,
te encanta, mas não sentes,
não te deixas encantar...
A minha alma,
clama-te a qualquer hora!
Noite e dia, tanto faz,
com o sol ou com a lua...
Clama pela alma tua
e não me ouves clamar...
Ou ouves, quem sabe...
e fazes pouco!
Como um louco, insano ser,
segue meu grito abafado,
noite adentro e dia afora...
Foi tudo tão de repente, nem pude me preparar...
Sua partida foi minha maior perda, meu maior tombo. Hoje ainda lembro dos momentos alegres, do seu riso fácil, do seu abraço (que abraço, né, Voinha), sinto ainda a saudade como uma ferida aberta, que dói sem explicação. Por toda a minha vida imaginei que seria eterna, hoje eu choro de saudade, choro quando me lembro da sua voz, todos os dias a saudade vem machucando.
Agora está chegando o Natal, sempre foi uma data marcante, onde as pessoas ficam mais sensíveis, mais amáveis, mais alegres... Lembro dos eternos cartões de Natal, da árvore decorada, dos pisca-piscas, do presépio, lembro de cada detalhe. Hoje em dia eu só queria o teu abraço, me sinto tão perdida, tão sem chão, não faz sentido comemorar essa data sem tua presença, sempre achei que Natal era pra estar com a família, mas como fazer isso? Realmente eu não estou conseguindo, tá difícil, Voinha...
Quanta saudade...
Quanta falta a senhora me faz...
Te amarei sempre, por toda a minha vida.
USÊNCIA
Você foi essa ausência,
Presença de minha dor,
E agora...
Meu coração se comove
Com um vazio que me move
Nesse poemas de amor
Por razões alheias à minha vontade não me foi possível
repassar este texto no dia adequado, mas, como também é
verdade que os 365 dias do ano podem ser o Dia da Criança,
ou o Dia do Professor, vamos em frente, pois acredito
que certos alertas sempre "valem a pena, quando a alma não é pequena..."
E vamos ao texto.
Finalmente, chegamos ao Dia das Crianças,
e elas adoram ganhar presentes...
Mas... Será que é só de festa e presentes que
elas precisam?
Osculos e amplexos,Marcial
FALANDO ALGO A MAIS SOBRE O DIA DAS CRIANÇAS
Marcial Salaverry
Vamos festejar o Dia das Crianças, mas tambem vamos dar a elas uma boa orientação. Muito se fala sobre educação infantil, sobre como as crianças devem ser orientadas, e geralmente jogando a maior parte das responsabilidade, sobre os ombros dos educadores, e não é bem por aí. Certo que a parte que compete aos professores é importante, principalmente nos primeiros anos escolares, mas é mais certo ainda que a base deve vir do lar, de um ambiente familiar, e nem sempre é isso que acontece. Muitos pais acham que basta suprir a parte material, bancando todas as despesas, e a parte educativa fica a cargo de babás e professores. E geralmente os resultados são nefastos.
Um filósofo chamado Joubert, disse certa vez que
"As crianças precisam mais de exemplos do que de conselhos."
E isso me parece indiscutível, pois não adianta um pai fumante querer dar conselhos (aliás, se conselhos fossem bons, não seriam dados, seriam vendidos), recomendando a seus filhos que não fumem (por exemplo), ou mesmo que não devem beber, se os pais costumam tomar seus pileques. E isso vale para todos os vícios. Não adianta aconselhar a não fazer isto ou aquilo, se não der o exemplo, e não explicar direitinho as causas e os efeitos que tais vícios produzem no organismo, com cobranças sérias ao longo do tempo.
Dizer simplesmente que é proibido, que não pode fazer, vai atiçar mais ainda a curiosidade para experimentar. Não se pode esquecer que os jovens são movidos a desafios, e são bàsicamente questionadores.
Qualquer um pode observar que a tendência natural de uma criança é seguir os exemplos de casa. Então, para se por filhos no mundo, deve-se pensar muito nisso. Nos exemplos que você dará a eles. Já pensaram no que podem se transformar, por exemplo, os filhos de certos politicos... Que coisa feia vai sair daí, não acham ? Possivelmente ao invés de simples mesadas, vão querer receber "Mensalões", e propinas, muitas propinas...
Por vezes acontece um caso esporádico de uma criança ter uma personalidade muito forte, e conseguir olhar o lado errado dos exemplos domésticos, conseguindo, assim, fazer a coisa certa.
Como exemplo, volto a frizar o caso de pais fumantes ou alcoólatras, a tendência natural é seguir o caminho de seus pais, salvo se tiver uma força espiritual muito determinada, e consigam enxergar o lado negativo do vício paterno (ou materno), mudando o rumo de sua vida. Mas, garanto não é fácil. Portanto, o importante é darmos bons exemplos para nossos filhos. Se apesar disso, quiserem seguir outros rumos, o problema será deles, pois assim, usando erradamente o seu livre arbítrio, as consequencias correrão por sua conta e risco, pois foram devidamente orientados sobre o melhor caminho a ser seguido.
E não podemos jamais esquecer, de que proibir, não é evitar. Os jovens precisam saber o porquê de ser-lhes dito que isto ou aquilo vai ser danoso para sua saúde, para sua moral, para sua vida. "Precisam mais de exemplos do que de conselhos, ou de proibições..."
Seguindo essa linha de raciocínio, é que concordo com casais que não querem ter filhos, pois se por força de obrigações profissionais não puderem dar uma educação controlada e adequada a eles, o melhor mesmo é não tê-los pois, com os atuais meios de comunicação, os maus exemplos estão correndo à vontade pela televisão, Internet e etc..., e a ruminante fêmea, tranquilamente vai para a região pantanosa...
Bem, crianças, lembrando um joguinho de minha infância: "Fazerão tudo que seu mestre mandar ? FAZEREMOS..."
Então, para "fazerem", TENHAM UM LINDO DIA, sigam meu exemplo, pois eu garanto que é um bom exemplo...
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