Vaidades
Como somos fracos para dominar as nossas vaidades e intenções sexuais, quando podemos ser dominados pela santidade de Deus.
Os poucos dias que Deus deu ao homem são gastos em meras vaidades e nenhum proveito há naquilo que levantou sobre a terra, porque desperdiça a vida com riquezas e amigos, gastando em vão o seu tempo e sua energia com outras pessoas que se ocupam ainda mais com o estilo de suas vaidades.
Aviso aos jovens: perder a mocidade, em detrimento do sucesso, das forças e das vaidades, é jogar no lixo a metade de sua existência e colher ainda o que plantou.
Em três palavras se resumem as vaidades, as crises e os sofrimentos de todos os homens: escravos da besta.
Quando amamos a Deus acima de tudo, as vaidades terrenas perdem o poder sobre nós e encontramos a verdadeira liberdade.
Tenha menos e seja mais; lembre-se, vaidades se vão com o tempo, mas o carácter é para a vida inteira
Morrer é indolor e inexorável. O fim de todas as dores e de todas as vaidades.
Quando chegar minha vez, serei apenas uma lembrança na memória de poucos.
Nosso ego, nossos desejos e nossas vaidades são desafios diários que precisamos enfrentar, estando prontos ou não.
O verdadeiro homem publico está sempre preparado para ser convidado a atenuar suas vaidades em favor da precisa oportunidade politico-social cidadã de promover a legalidade, a liberdade, a prosperidade e a felicidade como bem comum a todos e para todos, indiscriminadamente que co-participam em legitimidade no local-pátria que escolheu para lutar, defender e viver.
Vaidade de vaidades! Tudo é vaidade.
Que proveito tem o homem, de todo o seu trabalho, que faz debaixo do sol?
Uma geração vai, e outra geração vem; mas a terra para sempre permanece.
Todas as coisas são trabalhosas; o homem não o pode exprimir; os olhos não se fartam de ver, nem os ouvidos se enchem de ouvir.
O que foi, isso é o que há de ser; e o que se fez, isso se fará; de modo que nada há de novo debaixo do sol.
Eclesiastes 1:2-4,8,9
Palavra do Pregador, filho de Davi, rei de Jerusalém: Vaidade de vaidades, diz o Pregador; vaidade de vaidades, tudo é vaidade.
Eclesiastes 1:1-2
Vaidades em Silêncio
No espelho do tempo vi rostos que brilham,
e logo escurecem sob o véu do esquecimento.
Ali jazem sábios e tolos, nivelados pela poeira,
porque a morte não distingue quem muito sabe
de quem apenas sonhava.
Trabalhei com as mãos, com o peito e com o fôlego,
e o que ergui com sacrifício, deixei para outro.
Ele não sabia o preço do cansaço,
mas herdou o fruto da minha fadiga.
Isso também é vaidade.
Vi os homens traçarem metas, mapas e mandatos,
mas Deus, com um sopro, os redistribui.
Ajuntam os perversos e escondem o ganho,
mas ao final, tudo é entregue ao justo
sem que ele tenha pedido.
O sucesso é uma guerra silenciosa.
Não por nobreza, mas por competição.
Cada aplauso ecoa a inveja do vizinho.
E a multidão que aclama hoje,
amanhã aplaude outro.
O homem que só tem ouro é pobre.
Trabalha sem parar, conta moedas,
mas não tem com quem partilhar
nem um sorriso verdadeiro.
Isso também é vaidade.
A fama? Ela dança no alto das torres,
mas despenca no silêncio dos anos.
Quem era rei agora caminha anônimo,
e ninguém se lembra de sua coroa.
Quem ama o dinheiro nunca dorme.
Sempre acordado, sempre alerta,
mas nunca satisfeito.
O coração que se apega ao ouro
não conhece descanso.
Olhei para os olhos dos que cobiçam,
e vi um abismo sem fim.
A alma que deseja tudo
nunca reconhece o que tem.
E perde o que realmente importa.
O riso dos tolos é barulho vazio,
como lenha seca estalando em vão.
Riem alto, mas não sabem do que.
Depois, o silêncio volta — pesado e oco.
E vi o funeral dos injustos.
Enterrados em pompa, elogiados em verso.
Mas eram lobos vestidos de cordeiro.
E a cidade que os temia, agora os aplaude.
Isso também é vaidade.
Quem entender essas coisas,
não as temerá — mas as superará.
Porque o sábio não coleciona elogios,
nem corre atrás do vento.
Ele busca o Eterno, e caminha leve,
sabendo que o verdadeiro tesouro
não se vê com os olhos.
