Vaidades
Não devemos esquecer jamais que a hipocrisia e as tontas vaidades da falsa personalidade fazem de nós pessoas torpes, rançosas, retardatárias, reacionárias, incapazes de ver o novo...
A morte tem muitos significados, tanto positivos como negativos. Consideremos aquela magnífica observação do “Grande KABIR Jesus, o Cristo”: “Que os mortos sepultem seus mortos”.
Muitas pessoas, ainda que vivam, estão de fato mortas para todo possível trabalho sobre si mesmas e, portanto, para qualquer transformação íntima.
São pessoas engarrafadas nos seus dogmas e crenças; pessoas petrificadas nas recordações de muitos ontens; indivíduos cheios de preconceitos ancestrais; pessoas escravas do que dirão, espantosamente mornas, indiferentes, às vezes “sabichonas” convencidas de estar na verdade porque assim o disseram, etc., etc., etc.
Caridade
Deus é prioridade.
Ele é o amor sem vaidades....
Quem pratica-o , não se faz de unidade...
Assim o perdão se espraia, quem o vê de verdade...
Estejamos então, todos na cláusula da reciprocidade...
Agora,
Oberverm bem;
A terra alimenta e suporta todos que nela andam
Imaginem...!
Tantas pessoas as pisam e ela ainda faz,
Suas caridades...
Quê Santidade..!
Diferente de nós humanos,
Quando pisados ,guardamos magoas e com Deus perdemos a credibilidade.....
Autor:Ricardo Melo
O Poeta que Voa
Tropeços
Erramos muito em nossas vidas
As vezes por vaidades ou preconceitos
Mas não dá para ficar acumulando
Em nosso coração tantas decepções
Que morrem somente em lamentos
Palácios de Likes Vazios
Vendedores de sonhos forjados em ostentação
Inflamando vaidades com falsa exibição
Nas vitrines digitais, luxos ocos e frios
Vivem em palácios de likes vazios
Enquanto exibem o brilho que não têm
Esquecem que a verdade mora além
Influenciadores de farsas, que ecoam ilusão
E quem dela se alimenta, afoga-se na solidão
Na busca incessante por um sorriso alheio
Perde-se o calor de um abraço verdadeiro.
SEMPRE VEM
A saudade do meu passado
Sem vaidades, nem tecnologia
Do lampião a gaz, do rádio de pilha
O que nunca faltava era alegria.
Saudades do amanhecer
Do cheiro de café coando
Do canto dos passarinhos
E do galo se adiantando.
Daquele cheiro de terra molhada
Dos passeios pela natureza
Chupar umbú no pé
Tudo era uma grandeza.
Sempre me pego nessa nostalgia
Não posso fugir de tão doce lembrança
Saudades do que não volta mais
Tempo bom de ser criança.
Irá Rodrigues.
Na batalha entre verdades e vaidades, apenas as verdades resistem ao teste do tempo, enquanto as vaidades desvanecem como sombras ao amanhecer.
Como Salomão, há almas que brilham em sabedoria, mas se perdem em vaidades — ainda assim, a mão de Deus as alcança, pois a salvação não é mérito do homem, mas dom eterno da misericórdia divina.
As redes sociais são os espelhos das vaidades.
Rodnei
O que Eclesiastes 1:2-4 diz?
2 Vaidade de vaidades, diz o pregador, vaidade de vaidades! Tudo é vaidade. 3 Que proveito tem o homem, de todo o seu trabalho, que faz debaixo do sol? 4 Uma geração vai, e outra geração vem; mas a terra para sempre permanece.
Ambições
Vontades compulsivas
Sonhos irreais e vaidades,
Não constroem muros,
Fazem-se no descontrole,
Das sensações incontidas
A maior de todas as prisões,
Nossas Ambições desmedidas
O Natal é o lembrete de que este mundo de acasos, ruídos e vaidades não foi deixado à própria sorte e de que nosso Criador se fez semelhante a nós, tornando conhecida sua presença e sua participação na história, das quais advêm o vigor e o propósito que nos movem.
Não se perca sua mente e seu coração pelas vaidades desse mundo, antes viva e seja semelhante a toda a criação brilhe e resplandeça a glória do seu criador.
Já fui neve no mar, já fui espada na mão (José Afonso)
No passado sofri de algumas vaidades. Mas calei que prefiro ser neve no mar do que poeira pisada, caída no chão. Ser a neve que se funde com o mar é ser a frescura que sabe de antemão que muita gente lhe vai perguntar: quando cantaremos o Hino da Libertação?
No passado sofri de algumas vaidades. Mas agora, que vivo sem sedução, digo: ser neve que se fundiu com o mar é ser como a estrela que se fundiu com o céu (coisa que, antes, a estrela sempre temeu) e nele brilha mas sem chamar à atenção.
No passado sofri de algumas vaidades mas não falei de ser espada na mão. Hoje, que sou a neve caída no mar, muitas vezes me interrogo: ser lâmina afiada em ereção não será entrar no estranho jogo dos que põem pessoas a sangrar e querem sentir vida a pulsar no seu coração? Mais logo, quando a Musa Menina chegar, me dirá se tenho ou não tenho razão.
Se conseguirmos deixar de lado as vaidades, as ambições, os desejos pessoais mesquinhos...
Em prol de algo maior que beneficiara a TODOS.
Ninguém vence o povo!
