Vaidade
Na simplicidade humildade de Deus,na vaidade arrogância ganância da terra onde tudo corre meio que contrário a quase tudo!
Vontade, vaidade, ambição, loucura.
Quem nunca teve uma crise de Deus? Quem nunca quis que as coisas fossem diferentes de como elas são? Quem nunca acreditou ter a convicção e a razão das coisas? Será que é errado pensar ou agir assim?
Pois bem, em breve observação e para que possamos entender este pequeno ponto de vista que será demonstrado, peço que façamos uma analogia simples. Veja uma criança recém-nascida, ela é pura e frágil, totalmente dependente dos cuidados dos adultos que a cercam. E esses adultos, serão responsáveis por ensinar essa criança, sobre a vida, as dificuldades e facilidades que ela irá encontrar em sua jornada.
Ora, se pegarmos um recipiente vazio e limpo e, colocarmos coisas sujas dentro dele, o que acontecerá? Da mesma forma, se colocarmos coisas limpas e puras, o que acontecerá com esse recipiente? Assim somos nós, ou seja, somos produtos das mais variadas experiências, acumuladas no cotidiano, seja através da observação, da experiência prática ou até mesmo das influências recebidas por outras pessoas.
Em muitos casos, somos meros replicadores de ideias e conceitos, que já nos foram passados em tempo de outrora. Hoje, falta ao ser humano, uma maior capacidade de analisar os fatos sem ser movido pelas paixões. E é muito difícil, principalmente no campo comportamental, dissociar emoção e a razão, ou equilibrá-las.
Quando lá no título me reportei a “vontade”, falo da vontade de produzir, falo da vontade construtiva, da vontade em realizar algo em prol do bem-estar ou do bem comum. Mas, temos que tomar cuidado para que essa vontade, que é benéfica, não se transforme em ações e/ou sentimentos maléficos.
Tentarei ilustrar com um pequeno exemplo: Imaginemos que alguém ao assistir o noticiário, seja surpreendido com uma reportagem que traz pessoas passando por extrema necessidade, e aquela reportagem sensibiliza a ele. Em razão disso, ele começa a ter a vontade de poder fazer algo para aquelas pessoas, para amenizar o sofrimento delas.
Ele inicia em seus pensamentos, um plano de ação e, neste plano idealiza várias frentes de trabalho, seja uma campanha de arrecadação, um evento beneficente, uma doação, enfim. Até aqui, sua vontade em ajudar o próximo será com certeza salutar, benéfica e digna de louros e reconhecimento. Imaginemos o sucesso dessa ação.
Tendo as ações alcançado o seu objetivo e, com a demonstração do resultado positivo às outras pessoas, virão dessas os efusivos agradecimentos e elogios. E esses despontamentos positivos com certeza lhe farão bem e lhe trarão um conforto, mas, se esses elogios lhe “subirem a cabeça”, opa, problemas virão.
É possível que em decorrência desses problemas o doador comece a se achar como uma pessoa acima das demais, devido a sua ação de beneficência e, comece a acreditar que é o salvador da pátria, um ser iluminado que mesmo diante das dificuldades existentes, salvou pessoas em um momento de dificuldade, começa a ser escravo de suas ações e, a cegueira de seu comportamento o fará se fartar de vaidade. Essa vaidade fará com que esse ser não enxergue as ações de outras pessoas, ou se caso ocorram, sempre a sua ação será a mais necessária, a mais útil, e por que não a melhor. Torna-se um ser, caritativo por fora e para os outros, mas, escravo de si mesmo, torna-se dependente do brilho e dos aplausos e inicia uma busca frenética por reconhecimento.
Essa vaidade desmedida, se mistura com a ambição. Ambição, que apesar de dar frutos, podem serem estes oriundos de uma árvore ruim. Este ser começa a buscar formas para alimentar sua vaidade, entrega-se de corpo e alma, pois tal qual um vício, já não consegue viver mais sem os elogios, muitas vezes imerecidos, mas buscados a qualquer custo.
E as ações? Mesmo que pequenas, serão por ele exaltadas, como se essas fossem capazes de mudar o mundo em que vivemos. E quando se chega a esse ponto, podemos dizer que esse ser atingiu um certo grau de loucura.
Loucura essa que tem como remédio, os afagos, sorrisos e elogios de outras pessoas, fica esse ser dependente total do reconhecimento alheio. Acredito que já tenhamos conhecido alguém que fora acometido por esse “empoderamento” e não vive sem ele, em alguns casos é o famoso ser que “não larga o osso”, “não desocupa”, “não sai da cadeira”, ou seja, o tempo passou, e ele ficou preso nas alfaias das grandes virtudes pretéritas.
Um ser dominado pela vaidade, ambição e loucura, penso que facilmente possa ter crises de Deus, se achando superior as outras pessoas, acreditando que somente suas ações são as corretas e verdadeiras e, que o caminho a ser trilhado, deve ser traçado por ele, afinal ele é o norte iluminado.
Devemos ter cuidado sempre, e se possível, policiarmos nossas atitudes, revendo como as nossas ações estão ecoando em nosso ser interior. Temos que ter a lucidez de avaliar cada sentimento e saber qual devemos deixar florescer, e qual devemos tratar como erva daninha.
Concluo dizendo que somos seres alimentados pelas nossas próprias expectativas e ambições, elas de certa forma nos conduzem pelos diversos caminhos da vida. Lembrando que todos os dias colocamos algo em nosso recipiente e, prevalecerá o que de maior quantidade tiver. O ensinamento do Nazareno ao dizer que não se deve tocar trombetas diante de ti, nos é um ensinamento prático, ou seja, não é necessário que as ações sejam declamadas e cantadas em verso e prosa por si mesmo. Se busca reconhecimento, apenas trabalhe, e o faça em silêncio, não soe as trombetas, o reconhecimento virá de forma espontânea, natural ou até mesmo divina. Se não vier, não há problema, pois afinal, você estará trabalhando em prol de algo maior do que você mesmo e, sua recompensa certamente virá.
Um tiquinho de vaidade, faz você ser um tantão mais feliz em seu dia. Não importa o que o espelho diz.
sentimento , reinvento.
Desleixo a saudade .
Vaidade . . vaidade seria ... seria o amor que jamais mereceu um ser.
Amor defina me com sua dor.
de seu amigo para o seu amigo "amor".
Se você viver só para ter bens , poder e muita vaidade, então seu Reino e paraíso é por aqui mesmo e aqui terminará.
Quando algo esta inchado,é um sinal que não esta sadio. Então assim é o EGO e a VAIDADE, quando estão grandes demais tornam-se muito perigosos.
Vivemos distraídos pela vaidade das vaidades e o que realmente importa deixamos quase sempre para depois ou culpabilizamos o mundo pela sua ausência.
Vaidade de vaidade, é tudo vaidade!
A única coisa que eu faço questão nessa vida é que uma vaidade dessas me faça vibrar pela vida, sem no entanto comprometer a minha sintonia com Deus.
Pista da vaidade
Por qual caminho vou,
pra deixar meu rastro?
Se a via me encantou
e nela me alastro...
De certo que se vejo,
é real ou será montagem!
Por meu real desejo
torço que não tenham coragem...
de tanto engano de vista,
fica como espanto em verdade,
pois, se há gosto, há conquista!
Nestes termos assim a vaidade,
pode ser da própria pista,
porque põe rastro na liberdade!
Dentro de mim há o murmúrio de duas gaivotas: uma (vaidade?!) palpita a carne que insiste em fincar suas raízes na beleza da terra.
Há a outra (a menina dos meus olhos) primeira essência de mim que alça vôos em busca do eterno!
Pecadores Tentados
Não retive meu coração de nenhum prazer. . . . Tudo era vaidade e agarrava o vento. - Eclesiastes 2: 10-11
Escritura de hoje : Eclesiastes 2: 1-11
Na mitologia grega, o rei Tântalo ofendeu os deuses e foi punido no submundo. Ele foi colocado em um lago na água até o queixo, mas sempre que tentava satisfazer sua sede ardente, a água recuava. Sobre sua cabeça havia galhos carregados de frutas escolhidas, mas quando ele tentou satisfazer sua fome, eles escaparam de suas mãos agarradoras.
Tântalo, portanto, tornou-se o símbolo da total frustração. Ainda hoje seu nome é lembrado na palavra inglesa atormentar .
Fora de um relacionamento com Deus, muitas coisas na vida são tentadoras, mas sem recompensa. O autor de Eclesiastes buscou a felicidade através do conhecimento, prazer, riqueza e trabalho. Nada satisfez a fome em sua alma. Então ele escreveu: "Vaidade das vaidades, tudo é vaidade" (1: 2). Foi somente quando ele se concentrou em conhecer e agradar a Deus (12: 13-14) que ele encontrou o verdadeiro propósito da vida.
Se você está entre aqueles que foram atormentados pelo que você pensou que lhe traria felicidade e paz, e se sente frustrado e desgastado, venha a Jesus. Ele prometeu: "Eu te darei descanso" (Mateus 11:28). Você descobrirá com alegria que Ele tem tudo o que você sempre desejou - e muito mais.
Refletir e orar
Se nos comprometermos com Cristo
e seguirmos o Seu caminho,
Ele nos dará uma vida que satisfaz
com o propósito de cada dia. —Sper
Somente Jesus, a Água Viva, pode satisfazer a alma sedenta. Henry G. Bosch
Tenho notado com o passar do tempo,que andamos na contramão da verdade,abraçados com a vaidade e invertendo valores adquirido a centenas de anos.
Tenho notado que o amor antes gratuito,agora objeto raríssimo cada vez mais distante dos nossos corações que a cada dia Vivi dilacerado chorando lágrimas de sangue,e ouvidos que não aguenta mais escutar barulhos ensurdecedores gritando por socorro, e a alma vazia sem vida e vivendo a vida sem direção .
Quando chegamos a este estágio citado acima, procuramos achar um culpado ou até mesmo pensar que o culpado é a gente mesmo. começamos a achar que existe no nosso caminho muros intransponíveis,e logo pensamos que não existe mais nenhuma saída.
Mas eis que chega alguém e diz:
"Eis que eu estou a porta e bato, aquele que abrir entrarei, cearei com ele e ele comigo (ap 3:20)".
Essa é a forma de focarmos a vida,e não se se esqueça que a tua luta será do tamanho do teu sucesso.
