Va em Busca da Felicidade sem Medo
Que vá [...]
Que o fado me conduza no saber
e assim, então me faça entender
que o bem não está em todos
e também, nem todo abraço
no amor é laço...
Minha vida!
Aqui tem boa comida
tem o perfume da flor
a cabeça anda erguida
e o cidadão tem valor
essa é a simples vida
que me foi concedida
pela graça do Senhor.
"Não me torno amigo de alguém por julgar este ser melhor ou pior que eu: existem fatores que vão muito além dessa vaidade ou falta dela. A amizade verdadeira transcende a razão e a emoção. A matemática e a poesia. Simplesmente gostamos de estar na companhia do amigo muitas vezes até sem falar nada. Amigo se fala mentalmente. Se ri. Se chora. Simples e natural, sem artifícios. Sem maquiagens. Quem utiliza da amizade para se promover nunca soube o que é ser amigo. Vive a pseudoamizade, em companhia da solidão."
( Van der Fleurs )
Na escuridão me alimento de sentimentos,
Por mais profundo que vá ainda vou te sentir,
Pelas vertentes da morte já desejei até morrer,
O que isso representa além da minha tristeza,
Mundo do mais obscuro terror da sua face,
Nesta fria tumba de sacrifícios para o eterno,
Teor da discordância torna se um fio de esperança,
No estante que desejou desesperadamente...
A vida foi representada em um ato mortal.
Hoje, agora...Me sinto tão só. Porque você não está aqui, ao meu lado meu amor. Vem, fica comigo, vamos viver esse amor que merecemos. Um amor que queima, um amor que a vida toda procuramos. Chega de sofrer, nós merecemos...Vem meu anjo, eu amo você...E eu sei que você me ama!
A estrada está aberta, trace sua rota, faça seu plano de ação e vá em frente! Ah, não esqueça o planejamento! São pequenos detalhes que nos fazem parar no acostamento.
VSF! Sim, VÁ SER FELIZ!
Isso não é um pedido, é uma obrigação
Pois gente feliz não tem tempo
nem de reclamar, nem de invejar
a vida alheia.
4
Quatro jovens amigos de uma determinação incrível e de uma vontade admirável caminhavam por um vale, um vale chamado “o vale da esperança”, onde se encontrava o mago Vandoo, mais conhecido como “o mensageiro”. Mas para chegar ao mago os jovens amigos precisavam atravessar “o vale da esperança”, um vale repleto de armadilhas, trilhas sem saída, um vale onde o próprio caminhar pode ser o maior inimigo. Os quatro amigos tinham personalidades muito diferentes, onde o primeiro era o mais velho e também o mais orgulhoso e só pensava em ser “grande”. O segundo frio, e no fundo um coração desleal e falso. O terceiro era o estressado, que tinha como comando de sua personalidade a Ira, e um olhar invejo para tudo. E por ultimo o quarto irmão, ele era diferente de todos, era humilde, olhar puro e coração bom. Todos estavam nesse vale para procurar mago Vandoo e pedir poderes. Todos com corações ambiciosos, menos o quarto, que só pensava em estar ali só para ajudar os seus amigos a chegarem no alto nível de tudo que há de bom. Existiam rumores que quem andasse no “vale da esperança” com coração cheio de rancor e de pecados poderia encontrar os seus maiores pesadelos, e esse tal “vale da esperança” poderia se transformar em “vale da morte”, onde tudo dependeria do jeito que você via o mundo, se você vivesse sem reclamar, o vale seria o “vale da esperança”, mas se a falta de bondade em seu coração poderia ser somente o “vale da morte” onde a própria morte iria te encontrar no final. Muitos diziam que não existia nenhum mago, era somente o ser chamado “Justiça” que via o que você merece pelo seu coração, então poderia ser tanto como a morte ou a vida,assim ser o que você merece, mais eram só rumores. Todos apesar de terem defeitos tinham a qualidade de não desistir, tinha a vontade em seus olhares, e por causa dessa coragem carregavam em si mesmo sua filosofia.
Primeiro dizia: Eu sou o melhor e não precisarei da ajuda de ninguém para conseguir o que eu quero.
Segundo dizia: Farei o possível para conseguir o que eu quero, nem que para isso eu precisarei eliminas quem mais amo.
Terceiro dizia: Vou subir na vida e derrubarei quem me derrubou.
Quarto dizia: Quero ser grande um dia, mas não me dou o direito de tirar algo de alguém que batalhou por isso, quero ser grande e por isso vou me espelhar em quem batalha para com meu suor eu conseguir ser grande.
Todos seguem na direção certa, mas com desejos diferentes, ninguém com o coração impuro iria conseguir se quer conversar com a “ justiça”, pois o que os amigos não sabiam é que a vida e a morte está dentro de nós mesmo, só tem uma coisa que para uns pode ser um muro, e para outros uma catapulta, se você fazer por merecer ficara longe da morte, mas se não ser bom o bastante, tudo vira uma catapulta para te arremessar no buraco escuro que é a morte. Andavam e andavam e nada de encontrar com o que lês pensavam ser Vandoo, até que sentiram um calar frio tão grande que parecia que estavam entrando em uma geladeira gigante, mas não era o encontro com a morte, parecida com um monstro, mas como a própria morte dizia:
-Por mais que minha aparência não seja nada bela, sou verdadeira, diferente de vocês humanos que tem corpos lindos e perfeitos mas o coração é feio e sujo do que tudo que já vi e já presenciei, olha que não sou nenhum bebê.
Morte disse:
-O que vocês desejam aqui no vale?
O primeiro respondeu:
-Estamos aqui para encontrar com mago Vandoo e conseguirmos ser grande.
Morte riu por saber que não existia mago Vandoo e disse:
-Nem vou dizer quem é Vandoo.
-Quem é o humilde, o que daria tudo pelo grupo?
Todos resmungaram e não disseram nada, pois sabiam que ninguém tinha essa capacidade de darem tudo pelo grupo.
Morte sabia que existia uma exceção ali no meio de corações maldosos e arrogantes existia um pingo de luz, uma luz grande que salvava o grupo.
Morte sempre dizia que entre os vivos existia mais maldade do que todos pensavam, e essa maldade levavam todos para perto dela, pois ao invés de usar os sentimentos bons para viver a vida, esse desejo enorme de ser grande fazia com que eles encontrassem com ela cada vez mais.
Chegando perto dos amigos ela perguntou:
-O que vocês desejam?
O primeiro disse:
Quero ser grande e comandar a todos.
Morte levantou a cajado e disse: Feito. E entregou a “coroa de todos os reinos”, para que ele pudesse comandar a todos
O primeiro saiu sorrindo.
Segundo disse:
-Quero ter a maior quantidade de ouro e pedras preciosas desse mundo.
Morte disse: Feito. E lhe deu o “Baú da riqueza, para que enquanto vivesse ele estivesse a maior quantidade de ouro que existisse no mundo.
Terceiro disse:
-Quero todo o poder existente nesse mundo, comandar quem se julga maior que eu e fazer com que sofram por isso.
Morte disse: Feito. E entregou o “trono do poder”, pois onde o trono fosse colocado, poderia comandar que ele quisesse.
Quarto disse:
Quero ser invisível, ser pequeno.
Morte disse: Feito. E entregou para o quarto o “anel do abstrato”, pois quem estivesse esse anel em seu poder poderia ser invisível enquanto o possuía.
Curioso como só o quarto agradeceu e perguntou:
Posso fazer uma pergunta?
A Morte respondeu: Você já fez jovem, continue.
Então, posso estar sendo estúpido, mas queria saber uma coisa,por que você nos daria esses presentes?
Morte respondeu:
Viva sua vida e no fim você verá.
Todos saíram felizes com os presentes dados que nem se questionavam mais por que a morte tinha dado esses presentes.
Viveram a vida com todos os prazeres que lhe foram dados.
O primeiro viveu o Maximo que ele pode, desfrutou de todas os dons de comando que a morte lhe tinha dado e depois de décadas foi morto pelo seu servo mais fiel que mais o ajudava. Foi assim que a morte levou o primeiro.
O segundo viveu e usou e abusou de todas as riquezas dadas pela morte, comprou tudo o que tinha direito e foi morto pelo amor da sua vida, a mulher mais fiel, que depois de um surto psicológico o matou e ficou com toda sua riqueza. Foi assim que a morte levou o segundo.
O terceiro foi um dos mais fortes de sua época e comandou tudo e todos que eles quis, e viveu feliz com aquilo que a morte tinha lhe dado, mas sempre queria mais, mas acabou sendo morto pelo próprio ódio de vingança, onde se jogou para matar o seu inimigo e sua faca socou nele próprio. Foi assim que a morte levou o terceiro.
O quarto viveu o máximo, sempre sorrindo, tirou o anel para viver com quem ele mais amava, viveu a bondade, fez o máximos por todos e no final de sua vida colocou o anel, e não pode ser encontrado pela morte por séculos, até que viu que tinha vivido de mais de passou todos seus ensinamentos para um jovem, e com isso passou o anel também e se entregou para morte. Foi assim que a morte levou o quarto. Ganhou uma função nobre e virou “esperança” que apesar de rumores, ainda não existia nos corações humanos. Enquanto os outros se foram e viveram longe de tudo que queriam em vida. Justiça era o que a morte fazia, pelo que nós mesmos procuramos em vida. E o mensageiro é foi sim um ceifador, a morte, mas descobrimos de verdade que quem é ruim somos nós.
A vida é bonita, a vida é grande, então viva sorrindo e seja humilde, pois a humildade te deixara grande, só você aprender a esperar.
Joguei meu amor por você ao vento, para que ele vá visita-lá. Se ele ficar partirei daqui, Mas se voltar não terá amor pra nenhuma outra, Por que eu trancarei-o e jogarei fora junto com a decepção
a Teologia se torna vã quando não há oração dai tudo fica superficial e o individuo engana a se mesmo.
Tentei falar com você,mas foi uma tentativa vã... Me apaixonei por uma ilusão... Ilusão de que você me queria como eu te queria. E agora, o que eu faço para te esquecer?
ANTAGÔNICA (VASTIDÃO)
"Tentando revelar seu íntimo, fui cada vez mais fundo.
Perdi-me na vastidão profunda dos teus olhos.
Disperso, procurando a saída, tentei desconstruir as muralhas que demoram décadas para se edificar. Pedras forjadas e polidas, firmemente equilibradas em sólidas fundações.
Senti minhas mãos trêmulas, e num ímpeto, fui as envolvendo uma na outra por não saber a medida e nem bem ao certo o que fazer.
Envolvido entre emoções um tanto juvenis - borboletas travessas que insistem em se inquietar -
Desprovido e desmedido, indefeso; acabei envolto em paixão.
Desarmado e inseguro, até mesmo desajeitado...
E com as mesmas mãos trêmulas e inseguras... me entreguei.
Aqueles olhos repletos de candura e bondade, brilhantes estrelas ao alcance das mãos.
Antagônica expressão que não condiz com as marcas deixadas por tantas experiências vividas.
Portanto, permaneço confuso, assolado por essa inquietude que me move para o desconhecido, sem saber bem ao certo o que ocorreu.
Onde está o controle?
Tão fácil se apaixonar por alguém com estrelas nos olhos.
Enormes constelações.
Estrelas ao alcance das trêmulas mãos, porém não são tão palpáveis quanto aparentam ser.
Antagônicas medidas de grandeza.
Quem disse que são tão simples assim?
Afinal, não se pode mensurar astros com medidas tão diminutas.
Porém, são eles compostos apenas por porções colossais, gigantes e desmedidas?
Não há minúsculas partículas que permeiam sua existência?
Talvez você, acostumadas com as ínfimas parcelas da essência - a simplicidade em si - possa me explicar o que as minhas manias de grandeza não me permitem compreender.
Quem sabe você me sustente nas pontas dos seus suaves dedos ou na palma de suas mãos.
E quem sabe você me permita te ensinar a voar."
Colheita.
Não é uma terra qualquer
essa aqui é a nossa herança
vá embora quem quiser
o trabalho não me cansa
eu daqui não arredo o pé
planto a semente da fé
e colho a flor da esperança.
Ao invés de ficar cuidando da vida alheia vá ler um livro, adquirir conhecimento útil é bem mais saudável.
Viver é um conjunto de possibilidades infinitas...
Não se limite em tentar, vá em frente e faça acontecer.
Independente de pra onde eu vá, levo sempre nos lábios um sorriso largo, no coração esse sentimento infinito e, sobre a pele o mais belo poema de amor.
