Uniao e Respeito em um grupo Jovem

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⁠Em um grupo de ouvintes da Escola Dominical há dois tipos de reações: os que não se manifestam, porque não sabem e os que gostam de perguntar, porque gostam de aprender.

Inserida por HelgirGirodo

⁠SAIA de casa com o pensamento e propósito de unir-se a um GRUPO de pessoas que escolhem todos os dias fazerem a diferença, pessoas que saem de casa para defenderem causas e não para venderem coisas.

Inserida por JosivaldoLuz

A verdadeira cultura de um povo, de um grupo e de uma nação tem geralmente a transmissão natural do conhecimento pela oralidade, pela repetitividade da atividade na herança familiar e pelos valores internos aferidos a cada participe por reconhecimento, status e poder de ser membro legítimo efetivo e participativo de cada comunidade.

Inserida por ricardovbarradas

⁠Primitivo é um indivíduo que não pensa, ainda mais primitivo é um grupo de não pensantes reunidos!

Inserida por nosor_beluci

⁠Juntar-se a um grupo de pessoas, na maioria das vezes, sufoca temporariamente os pensamentos e atitudes genuínas individuais, sendo então comandados por um objetivo em comum, ainda que chulo!

Inserida por nosor_beluci

"⁠Uma equipa é muito mais do que um grupo de pessoas a trabalhar juntas em um projeto. É a alma que impulsiona o sucesso e a realização de qualquer objetivo."

Inserida por FernandoLachado

⁠Grupo de Irmãs

Então e se for permitido um grupo, para todas as irmãs batizadas e não batizadas! A luz da bíblia não está errado, haver um grupo de ajuda espiritual.

Ou será que a religião não pode ser ajuda para os outros. Quando eu estava no ministério, havia um grupo de oração em que qualquer pessoa participava.

Sendo assim não há qualquer problema! As igrejas é que levantam os problemas. Não é necessário acabar com o grupo. Para orar não é preciso ser batizada. Batizadas e não batizadas podem e devem orar.

Às vezes os problemas existem porque os pastores os fazem.

Jesus Cristo não acabou com o grupo dos discípulos, mesmo tendo lá um Judas Iscariotes.

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Exagerando um fato e repetindo mentiras sobre ele, constantemente, atribuindo-as a um grupo genérico, faremos você perseguir e entregar o seu melhor amigo ou a sua própria mãe, naturalmente e com raiva! #outoftrue

Inserida por acvomotta

⁠⁠Insatisfeitos com a baixa procura de luvas, um grupo de empresários decidiu contratar artistas para que, de agora em diante, só andassem de quatro apoios.
Os primeiros a aderir foram os adolescentes e todos passaram também a andar de quatro apoios. Depois, gradativamente a medida que a prática ganhava volume e bom apelo da crítica, foi a vez dos homens e mulheres muito copiosos dos outros e perdidos de si.
Preocupados em garantir que os demais fizessem o mesmo, os empresários trataram de procurar especialistas. Estes afirmaram: "os adolescentes enfim têm razão! Andar de quatro apoios não só previne problemas circulatórios como reduz o desgaste ósseo dos membros inferiores e, vejam vocês, auxilia na cognição graças ao maior aporte sanguíneo para o cérebro". A única precaução a ser tomada diz respeito ao imprescindível uso de luvas para proteger as mãos.
Não satisfeitos, os empresários foram também falar ao prefeito que a época já ensaiava o novo andar e, diziam, que também mugia em segredo. Em pouco tempo as crianças aprendiam a andar de quatro apoios nas escolas e nos Egrégios Tribunais era indecoroso caminhar de outra forma.
Aos poucos, os bípedes que restaram eram cabeceados às cadeias e hospícios.
Viveram assim até o dia em que a cidade foi varrida no mesmo evento geológico que apagou Macondo. Não obstante, ainda hoje se encontram quadrúpedes nas ruas.

Madrugada de 30 de dezembro, 2022

Inserida por MarinaLodi

Coração de Adolescente
(Lidiane da Gama)

Em um bairro tranquilo, vivia um grupo de amigos inseparáveis: Júlia, Pedro, Ana e Lucas. Eles estavam no auge da adolescência, navegando pelas mudanças e desafios que essa fase trazia. Cada um enfrentava suas próprias batalhas internas, e juntos, aprendiam a lidar com a complexidade das emoções.

Júlia era a mais empática do grupo. Sempre sabia quando alguém precisava de apoio, mas tinha dificuldade em expressar suas próprias emoções. Pedro, o mais extrovertido, usava o humor para esconder suas inseguranças. Ana, a intelectual, buscava respostas nos livros, mas não conseguia lidar com a pressão de ser a melhor em tudo. Lucas, o mais reservado, escondia sua ansiedade atrás de uma fachada calma.

Certa tarde, após uma aula particularmente difícil, eles decidiram assistir ao filme "Divertida Mente" na casa de Pedro. O filme abriu portas para conversas que nunca tinham tido antes. Eles começaram a falar sobre como se sentiam, identificando suas emoções como alegria, tristeza, medo, raiva e nojo, assim como os personagens do filme.

Bruno, o irmão mais velho de Pedro, era estudante de psicologia e entrou na conversa, explicando a importância da educação emocional. "Entender e reconhecer nossas emoções é o primeiro passo para aprender a gerenciá-las", disse ele. "As emoções têm três componentes principais: elas são subjetivas, sentimos fisicamente no corpo, e nos impulsionam a agir de certas maneiras."

Enquanto Bruno falava, Júlia percebeu que o aperto no peito que sentia quando estava ansiosa era uma manifestação física de suas emoções. Pedro notou que seu humor excessivo era uma forma de evitar lidar com o medo de rejeição. Ana entendeu que sua busca incessante por perfeição era uma forma de controlar a insegurança, e Lucas começou a reconhecer que sua calma exterior escondia uma tempestade interna de ansiedade.

Ana Luísa, a psicóloga da escola, também se envolveu com o grupo, organizando encontros semanais para discutir sentimentos e emoções. Ela explicou como a adolescência é um período de busca por identidade e autoconhecimento, o que pode gerar muita confusão e insegurança. "É uma fase desafiadora, mas entender nossas emoções e como elas nos afetam pode nos ajudar a navegar por ela", disse ela.

Através dessas conversas e sessões, o grupo começou a se sentir mais conectado e compreendido. Eles aprenderam a reconhecer e nomear suas emoções, a entender suas reações e a desenvolver habilidades para gerenciá-las.

A história do grupo de amigos mostra como a educação emocional pode transformar a vida dos adolescentes. Com o apoio certo, eles aprenderam a lidar com suas emoções, fortaleceram seus laços e enfrentaram juntos os desafios da adolescência. E, acima de tudo, descobriram que não estavam sozinhos nessa jornada complexa e emocionante chamada vida.

Inserida por lidiane_gama

Qual o valor de um homem quando seu nome lembra um grupo enorme de pessoas chafurdando na lama da ignomínia?
Um homem que perde tudo, mas mantém seu caráter é grande, já o que perde o caráter ganha a apenas a vergonha.

Inserida por RitaCeli

Só vejo as pessoas pedirem bênçãos e mais bênçãos em um grupo fechado.Tudo bem as pessoas precisam das coisas, imagino eu! Esquecem-se de que tem que pagar o preço!
Mas não param um minuto para agradecer a vidinha efêmera que tem!

Inserida por SamuelRanner

Não digas ser o mais forte do grupo se a sua mente não consegue dar um passo a seu favor

Inserida por Jaderamadi

Bandeira vermelha

A bandeira vermelha desbotou
Representando ela a vergonha
De um grupo que saiu do poder
E perdeu a força de barganha

O sapo barbudo está velhinho
Fugindo de variadas acusações
Seria, mesmo assim, inocente?
Antes crer em fadas e dragões

A famosa estrela já não brilha
O céu é nebuloso para alguns
Como ao filho mais importante
Da Microrregião de Garanhuns

Nosso país está a se endireitar
Em uma tentativa de melhora
Rejeitando o pessoal canhoto
Para voltar a enxergar aurora

Mas tudo passa, tudo passará
Não é, meu caro Nelson Ned?
Aguardemos os dias futuros
De sonhar, nada nos impede.

Inserida por PensadorRS

⁠Um único indivíduo tem mais humanidade do que um grupo inteiro.

Inserida por PensadorRS

Após esta ser marginal, jamais alguém vai te excluir de um grupo, de um partido, do poder, de colocá-lo à margem. Ostracismo será abolido.

Inserida por GermanoGoncalves5

⁠As vezes quando passo na rua, sozinho e dou de cara com um grupo de pessoas eu baixo a cabeça parece que não tour ali mais.

Inserida por jeeh_santos

Ainda somos um grupo de pessoas quebradas que tentam reconstruir outras pessoas quebradas. Isso revela uma das maiores forças do ser humano. A de se importar tanto com os outros que coloca sua dor na gaveta pra ajudar o próximo onde é possível. Como alguém assim não merece ser feliz?

Inserida por MatheusHoracio

O Grupo de mães APAE Campo Bom/RS deseja a todas mães um Feliz Natal e que a criança que nasceu de ti seja sempre a motivação para que tua luz interior resplandeça no caminho desse ser moldando com resiliência e sabedoria a tua evolução espiritual, como genitora desse ser que Deus concedeu ao teu ventre, e que nosso Menino Jesus nasça todos os dias e ande sempre de mãos dadas com esse anjo especial gerado por ti...

Inserida por Lulena

Quando eu fui criança IV

Um senhor, libanês, abriu uma banquinha em frente ao Grupo Escolar Carmela Dutra, para vender bananas..
No dia da inauguração, como não podia deixar de ser, eu andava por ali, olhando, vendo ele montar as bancadas. Não sei porque o libanês me convidou para trabalhar com ele; Convite aceito imediatamente.

Depois da entrevista, acertado os direitos e obrigações de cada um, fui para a minha casa com o compromisso de voltar à tarde.
Cheguei no horário combinado. Já "almoçado", Precisava, eu ia ficar a tarde toda no "serviço"
Como ele tinha outros compromissos pela cidade. antes de sair, me deu umas aulas sobre o produto (bananas) e umas orientações básicas necessárias: tipo de banana, preços, , como fazer troco, etc. e lá se foi o libanês, deixando aos meus cuidado, seu patrimônio.,
A princípio, ainda com a barriga cheia, pois tinha acabado de almoçar, não me interessei muito pelas bananas, mas com o passar do tempo, sem nenhum movimento mais a demora pela volta do dono, fui experimentando as bananas e suas variedades.,
Comi tanto que comecei a passar mal. Tive que me deitar debaixo de uma das banquinhas,onde fiquei torcendo de dor, não podia nem me mexer que doía tudo . Foi aí, então, que vi o dono. Primeiro ele olhou para as pencas, analisando as faltas, ficou um tempo pensando, depois olhou por debaixo da banquinha, onde eu estava deitado. Sem sentimento de pena, não me perguntou nada., só falou: amanhã você não precisa vir mais . E pior, nem me pagou.(I

Inserida por IvoMattos