Uma Mao Lava Outa Ambas Lavam o Rosto
O sangue que lava é o mesmo que jorrou lá na cruz a favor da minha família; então orarei por cada um deles e não perco tempo falando mal de ninguém.
A honra de um homem não se lava com sangue, se lava com as calcinhas da mulher.
Conciliar os interesses e as individualidades familiares é tão necessário quanto tomar banho e lavar as roupas sujas!
A chuva que cai do céu lava a minha alma
ela acaba com meu estilo pecador, ela me acalma
peço desculpa senhor, pois sou pecador
a chuva me traz tristeza e dor
a chuva vem forte
para acabar com todas as nossas desordens
a chuva que cai em minha cabeça lava toda a minha mentalidade má
a chuva que cai do céu lava a minha alma
a chuva não é sua inimiga
a chuva sempre será minha amiga
chorei por perda de parente
e queria um amigo pra desabafar
à chuva chorou comigo de repente
e logo começamos a conversa
pois até o céu chora
quero que essa angústia vá embora
a chuva de janeiro veio para amostra o que ninguém se liga
pare, pense, reflita
estamos destruindo o planeta em que vivemos
a chuva é a água, mas pura digamos que nela á sentimentos
o nosso dia a dia é como a chuva
mesmo assim não quero que ela suma
chuvisco, chuva, que caia o temporal
eu quero é que chova pra que a água leve logo esse mal
chuva com raios e trovões
meu deus estamos totalmente em um mundo de ilusões
o vento forte faz as gotas da chuva machucar meu rosto
isso deve ser pra eu parar de ser odiento
estamos triste com tudo que vem acontecendo agora
mas quando chover se lembra,que até o céu chora
– A marca da sabedoria é ler corretamente as possibilidades e agir com prudência. A alegria lava as almas, mas a tristeza desanima a mais pura delas.
O seu encanto me encanta!
O beijo me lava a alma e os labios.
Grito dentro de mim,pra todo ser escultar.
Quebro-me e refaço-me seguidas vezes,e o final transcede-me sempre ao mesmo inicio.
Sei que não sou tão forte,mas a força que tenho é forte o bastante para suportar.
Minha tristeza é feroz e o meu escudo pequeno.
Sou de mim,sei de mim e de mim desconheço.
Eu me nego,me entrego e logo esqueço.
Sou arvore,galho e tempestade.
Medo,desespero e coragem.
Eu não vejo,me vejo e te vejo.
Adorável chuva
A chuva…
Lava a alma…
Leva tudo…
Quando chove ouço sons que não são vozes,
são apenas o tino que tranquiliza, me ensina a viver.
Teu mar que tesse a teia
Leva e lava minha a alma
Me cega e me incendeia
Em teu ventre me acalma
Na noite tua beleza se refaz
Em sorrisos e olhares
Porém tua mente mordaz
Arrasta consigo estrelas e luares
-Breve lição
Banho de chuva que lava a alma
correnteza que vai seguindo seu rumo,
em frente, sai da frente... que eu to passando – Ela me diz.
A sábia natureza ensina os homens duros de coração,
a se adaptarem as situações...
A vida não para, vai seguindo – às vezes na contramão.
de mãos dadas com o tempo.
E quem é sensível de coração,
para entender o que vos falo?
Então escolha seu rumo, não fique em cima do muro.
raios que viram flashes de recordações.
Meus caros amigos,
reparem o tom que o verde tem
depois que a chuva vem...
Meu melhor amigo não sabe falar,
Mas diz muito em um só olhar
Por ironia da vida o chamam de animal.
Olhar sincero de quem muito sofreu,
Ao contrário deles, nunca causou nenhum mal.
Nos versos dessa poesia tento passar uma breve lição:
Aprendam com a natureza.
criada por Deus tem muito a oferecer
Equilibrem-se entre o sim e o não.
Vida, ó vida que todos aprendam essa lição.
O interesse dos interessados lava a crê que os parasitas sanguessugas buscam uma mesa farta para aglomeração, assim os parasitas sanguessugas comem o trabalho de pessoas honestas
Quando o vento sopra, a brisa lava a alma e entao flutuo para lugares desconhecidos. Sem acompanhantes ou lábios para tirar o sono...
TUDO É ÁGUA
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Água que lava
e abriga larva
que vira inseto...
Água que falta
e também medra.
Enche os riachos,
invade as casas
e fura pedra...
Água que afoga,
também afaga
e fertiliza...
Água pesada
que adia o jogo.
Supre a baía,
gera energia,
pois água é fogo.
UMA ASA LAVA A OUTRA
conto de Ádyla Maciel
Era 25 de junho, já chegando o finalzinho do semestre. Tiê usava um óculos boca de garrafa e sentava-se sempre nas árvores da frente, dedicada e silenciosa.
A professora Coruja entrou na mata e disse aos alunos:
—Boa tarde passarada! Já terminamos o nosso conteúdo de aritmética, agora aprenderemos os algarismos romanos. Alguém aqui conhece algum número romano?
E uma voz gritou do fundo da sala. Era Juriti.
—A Tiê não sabe nem quanto é 1+1, não conhece nem os números brasileiros, como saberá os números romanos?
Todos os pássaros da classe começaram a rir. Tiê não deu importância aos comentários de mau gosto.
Alguns dias se passaram e saiu o resultado da prova de matemática, Tiê tirou zero, apesar de ter estudado muito e freqüentado todas as aulas da tia Coruja. Sentiu-se triste, desmotivada e com muito medo das possíveis broncas que receberia de seus pais.
Na hora do intervalo, Tiê voou até o parquinho e sentou-se num balanço, abriu sua lancheira e começou a comer seu sanduíche de alpiste. Quando suas lágrimas estavam quase secando, três passarinhos se aproximaram e começaram a falar da nota que tinham tirado na disciplina de matemática. A águia tirou 9, o beija-flor 8,5 e Juriti 10,00.
Perguntaram a nota de Tié e ela ficou muito sem jeito. Juriti, que tinha tirado a nota máxima zombou de Tié
—Aposto que tirou zero; eu tirei 10, sou a mais inteligente da mata.
A professora Coruja, preocupada com o desempenho escolar de Tié encaminhou-a para o gavião psicopedagogo. Lá descobriram que ela tinha discalculia, um transtorno caracterizado pela inabilidade de refletir sobre tarefas e coisas que envolve números. Logo que descobriu, iniciou o tratamento e foi entendendo aos poucos qual era seu lado direito e seu lado esquerdo, além de aprender a lidar minimamente com números.
Tiê tinha sempre notas boas em português e nas demais diciplinas e descobriu que Juriti tinha muita dificuldade em português, então resolveu ajudá-la, descobriu também que que Juriti tinha dislexia, dificuldade para compreender palavras e interpretar textos.
Juriti aceitou a ajuda de Tiê e em troca ofereceu aulas de matemática.
Tié passou a dar aulas de português para Juriti e Juriti passou a dar aulas de matemática para Tiê.
Juriti percebeu que uma mão lava a outra, e se ajudarmos uns aos outros aprenderemos a voar mais longe e mais alto para lugares belíssimos. Todos nós temos alguma limitação. Isso não significa que não somos inteligentes, temos diferentes níveis de aprendizagens. Existem diversos tipos de inteligência, entre elas a linguística, a musical, a espacial, a naturalista e muitas outras. Assim como os peixes que sabem nadar e os pássaros que sabem voar.
