Turbilhão
No turbilhão da discórdia, nos perdemos,
Gritos ecoando enquanto o carro avança,
Corações dilacerados, palavras ferinas,
Em meio ao caos, nossa dança.
Nossas visões se chocam, diamantes ásperos,
Cada qual um universo a explorar,
Mas no calor da ira, esquecemos,
As nuances que nos unem a amar.
Lágrimas vertidas em travesseiros molhados,
Desculpas sussurradas na noite fria,
Mas o vazio persiste, profundo e cortante,
Como se a alma se despedaçasse, vazia.
Responsabilidades, fardos que pesam e sufocam,
Cuidados que entrelaçam, laços que se formam,
Num mundo onde a luz parece desvanecer,
O fardo se torna montanha, difícil de se erguer.
E assim, no silêncio da aurora, a vida inteira,
A tragédia se insinua, sombria, passageira,
O peso das mágoas, da adversidade,
Esmaga nossos espíritos, sem piedade.
Sem verdades...
A vida tem um turbilhão de dificuldades que fogem do nosso entendimento, porém com determinação, força e fé colhemos todo o sentido que nos faz viver um pouco melhor;
Para se ter a evolução da alma nunca perca a fé. Pois com a fé se move montanhas;
Admiro o meu céu que em turbilhão de cores não me diz como vencer minhas batalhas, mas me dá motivos para nunca desistir e voltar várias vezes a contemplar minha vida;
Sim! Sou guerreiro e prometi a mim mesmo que nunca retrocederia para que chegue o dia que eu dê paz à ponta da minha espada;
Minha mente é um turbilhão
de palavras cruzadas, esperando
que minha inspiração acerte
as palavras embaralhadas...
O momento presente carrega um turbilhão de sentimentos, onde a razão e o coração se encontram em uma dança complexa, moldando o que somos e o que seremos.
No meu universo
em turbilhão
te protejo meu
amor de rendição.
Te querer por
perto pode
ser grande
tal ambição,
mas não vou
deixar perder.
No meu jardim
em silenciação
te faço meu
amor em flutuação.
Te querer por
cada segundo
e instante
por ser grande
tal adoração,
sou tua antes
de sequer
imaginado,
eu te sinto
todo o dia
mais apaixonado.
A vida é um turbilhão,
Aqui só cabe amor, ritmo e mansidão;
No mútuo uso e fruição,
Enroscados nos lençóis fazendo
A mais doce confusão...
A Musa envolta na seda carmim,
A estrela iluminada pelos teus beijos,
Hábeis são as tuas gingas e meneios,
Acabaste com todos os meus freios
Acabaram- se todos os receios...
Misturamos a chama profana
Com a chama sacrossanta,
Somos um pedaço da noite
E um pedaço da manhã que não engana,
Juntos numa só artimanha...
Sabemos a que viemos, tudo o quê
Queremos e ansiosos desejamos
Viver o melhor do amor
Está nossos planos;
Um banquete dulcíssimo
Que fará de nós uma certeza refugiada
Do mundo que no fundo evitamos.
Quem me dera a imaginação navegar uma quimera flamejante sobre o turbilhão do céu de ouro. Das iscas, as redes gravitacionais, pélago céu bem-aventurado aos sopros das velas aformoseia o rosto ouro e nuvens alegres que entorna do céu à terra.
Respiração boca a boca
A parede da hidroelétrica se rompeu, um turbilhão de emoções estão descendo mundo a baixo, deixando rastros e jorrando sentimentos por toda parte,
Eu sei que não deu tempo de você sair da frente da enxurrada, foi pega de surpresa sem imaginar o volume de amor se espalhando em tua volta e entrando dentro de ti,
Estenda as mãos, o seu salva vidas chegou cheio de adrenalina e cuidados para te ajudar a entender e saber abraçar tudo isso sem medo.
Depois de seis respirações bem executadas de boca a boca você está acordando com esse olhar de bela adormecida.
Vai começar mais um conto de fadas...
Misterioso amor em turbilhão,
Inoxidável e inevitável,
Ligado por antecipação,
A nossa história existe no coração,
Girando forte o mundo está,
Reinas em mim com amor e paixão,
O destino não nos perderá.
Toda a minha inspiração
vem de um turbilhão
de pensamentos
que chegam de repente
e se transformam
em palavras.
Segurando o Silêncio
Senti o atraso em cada momento,
Confusão no ar, um turbilhão por dentro.
O coração, doído, em silêncio grita,
Segurando lágrimas, a dor se evita.
Tantas dúvidas a me rodear,
Incomodos que não sei calar.
Perguntei ao amor, buscando clareza,
Chamou-me "mulher farda" por minha franqueza.
Quis consertar, mas deixei passar,
As palavras presas, sem lugar.
A quem amo, quis dar alegria,
Mas escondi brigas e agonia.
Para aliviar, fiz-me mudo,
Carreguei o peso de um silêncio bruto.
E, no fundo, só queria paz,
Para eles, um alívio que não me satisfaz.
O melhor sorriso de todos é aquele que se dá com a alma, sem comprometimento com ninguém, apenas com a felicidade.
Sabe, depois de um certo tempo, com o passar dele, maturidade aumentando, pensamento mais firmes, sem oscilações de incertezas, a gente acaba se tornando mais forte, mas pra isso acontecer, muita coisa contribui, muita coisa surge, e o novo, por mais assustador que seja, justamente por ser novo, acaba por nos trazer aquilo que de fato precisamos. Hoje, o novo pra mim, me trouxe a paz e a serenidade que eu precisava pra passar pelo momento que estou passando, eu meio que esperava, mas me sentia sozinho e inseguro.
E agora, no meio de toda turbulência, estou tranquilo, acreditando que o universo possui um turbilhão de coisas a minha frente, e que não é garrado no que me causa receio que eu vou viver esse turbilhão de coisas boas. Precisava aprender a me entender, aprender a enxergar o verdadeiro valor que existe por detrás da nossa própria existência. É isso é magnífico cara!
O novo, a que eu tanto me refiro aqui, é vc. Valeu mesmo!
Anonymos
Quando tenho um nome, sou só eu
Porém se estou anônimo, não sou ninguém
E sim todos. Posso ser eu, posso ser você
Posso ser qualquer um
O anonimato não me faz desaparecer
O anonimato me multiplica
ps: Livro Turbilhão de Emoções
Tema: Porque ?
Do que adianta
Mostrar o sol, a quem não pode ou não quer ve-lo.
Do que adianta
Fazer sentir a brisa do mar, a quem não a percebe
ou não a quer sentir.
Do que adianta
Levar uma flor, a quem não quer ou não pode
observar a beleza ou abrandar a alma com seu perfume.
Do que adianta
Mostrar as estrelas, a quem não quer ou não pode
mensurar, a pequenez do ser humano mediante o universo.
Do que adianta
Falar e mostrar o amor, a quem não pode ou não é capaz
de senti-lo na alma.
São Paulo escreveu:
- Ainda que eu falasse a língua dos anjos e do homem, sem amor nada eu seria.
Divago então, do que adianta amar, a quem não pode ou não é capaz de amar e ser amado ?
Do que adianta
Ter como princípio de vida a frase:
“O mais importante na vida a aprender, é amar em troca amado ser” .
Se o amor sentido só demonstra ter caminho de ida.
As religiões, filosofias, seitas e grupos que pregam o bem, ensinam:
“É amando que se é amado.”
Mas a vida te prova, que você amará mas não será amado,
Isso se for capaz de amar.
Os dias te provam, que você promoverá o cultivo do amor, porém perceberá que as sementes que você planta, apodrecerão antes de germinar, ou germinarão porém o mundo e seu cotidiano, a sufocarão e matarão, sem dó nem piedade.
Amar-se, é primordial, base de toda vitória no planeta, a vida te ensina isso, e você a duras penas aprende.
Mas tua alma te cobra “amar-se e amar alguém”, você então ama, materializa o sentimento em atitudes, palavras, atos, mas sente-se amando sozinho.
Qual a ciência, comprova e ensina onde está o correto ?
Qual teorema, tese, elementos químicos, podem te ajudar a compreender essa “lógica ilógica”.
As liturgias, literaturas e ensinamentos dos que chamamos e consideramos “com mais experiência”, nos ensina a lutar por este amor “lógico e ilógico”.
Mas os dias te ensinam que isso é correr em um circuito redondo, sem largada e sem chegada, que você estará sempre atrás, e o máximo que conseguirá é alcançar por segundos o amor que corre a sua frente, e estes segundos são tão ínfimos, que muitas vezes nem se pode senti-los ou vivencia-los, pois a vida vai impor que se seja mais veloz, e você ficará para trás novamente, impelido pelo devaneio de amar e ser amado, de dar as mãos a este amor e seguir em frente lado a lado, “sendo isso dentro de você, não um devaneio e sim uma certeza”, correrá mais rápido, utilizará todas as forças do corpo e da alma, para alcança-lo novamente, e novamente por poucos segundos tentar vivencia-lo.
E assim se vai vivendo, se pode-se chamar isso de vida, pois nem o que é vida na realidade sabemos com certeza, então chamemos de existência.
Assim se vai existindo, dia após dia, hora após hora, segundo após segundo, gritando a plenos pulmões aos quatro cantos do universo,” o que desejas de mim ?”, pois se faço o que desejas me deixas na solidão... se não faço condena-me a solidão novamente.
Um pergunta que não cala na alma é, como fazer alguém que não enxerga e não entende o que é ser amada apenas por ser amada, sem outro mais e nem porque, compreender e “apenas” enxergar isso?
Não falo nem em vivenciar, falo apenas em “compreender e enxergar”.
Mas a reposta é sempre a mesma, o silêncio total do universo, de Deus, da natureza ou seja de quem for.
Um silêncio gélido, ferino, mortal, que te joga novamente no turbilhão de sentimentos e sensações que somente ferem mais ainda a alma, ofuscando e apagando paulatinamente os resquícios de Luz que ainda possam existir dentro de você.
Uns chamariam se exposto tais argumentos sentidos e vivenciados no coração e alma de insegurança, fraqueza e até mesmo de bobeira.
Outros , bem outros não sei...
Somente sei o que sinto e penso, não posso escrever sobre o que outros sentem e pensam, pois cada um sabe de si, somente sabemos sobre o que há ou acontece dentro dos outros, quando em sincera conversa se é deixado claro.
Mas de sentimentos verdadeiros, só se fala a quem realmente confiamos, pois é arma certa a ser usada por quem não é verdadeiramente amigo e confiável.
Assim vamos seguindo “em frente”, acho eu, não compreendendo, mas, não se pode “acabar” com tudo, a obrigatoriedade de ficar no planeta vivendo ou sobrevivendo sem um solo firme, composto de verdades imutáveis é imperioso, porém inalcançável.
Passasse por um planeta, por uma existência, em busca não da Pedra Filosofal ou dos Segredos Universais, mas sim em da co-existência ou da vivência, lado a lado em equilíbrio com “aquela” pessoa, que sentimos na alma que nos completa e que a completamos.
Filosofia ? Utopia ? Divagações ? Devaneios ?
Não sei, somente sei, o que tenho dentro de mim, e o que tenho como verdade IMORTAL E IMUTÁVEL.
Creio na busca e no encontro com um outro ser que está neste planeta, e que ao ser encontrado, apenas com seu olhar, saberemos no mesmo instante que a “odisseia”, chegou ao seu fim, que a busca terminou, e assim uma nova existência se iniciará, a busca pelo equilíbrio perfeito, tão desejado, mesmo que passível de ser utópico, possa ser alcançado.
Problemas exitem, existiram e existirão sempre, pois fazem parte da vida no planeta, mas os problemas do mundo, de forma alguma em momento algum poderão afetar, nem mesmo arranhar o sentimento entre essas duas almas que se encontraram.
Pois sentimento é éter, é intocável, e problemas sejam eles quais forem, é mundano, físico, palpável.
Para vencer os problemas do mundo, tendo encontrado esse verdadeiro porém “lógico ilógico” amor, ganhamos mais força, pois não estamos mais lutando sozinhos, temos agora um parceiro ou parceira para vencermos gradativamente os problemas que o mundo nos impõe.
Seja lado a lado nas batalhas do cotidiano, seja no silêncio de um olhar, seja em um abraço forte... não à uma receita universal para o sucesso, o que há, é o “não haver” da solidão da alma.
Romantismo literário ? Divagações de um sonhador ? Bela imagem, porém inviável ?
Chamem do que quiser, para os poucos seres no orbe que tem a coragem de expor sentimentos sem véus, isso é uma certeza.
Para outros que sentem porém não se expõem, um sonho calado, obscurecido pela obrigatória física do planeta.
E para outros... um monte de bobagens, que não levam a nada e não passam de ilusões e falácias.
Como um velho ditado diz:
Somente sei, que não sei.
E assim foi, é ... porém espero que um dia não seja e nem será mais, um dia o sentir apenas por sentir, o amar apenas por amar, vencerá os porquês, poréns e senões... as lógicas, pois amar não tem lógica, não tem porque, nem porém e muito menos senão, AMAR É APENAS, AMAR, SER AMADO É APENAS, SER AMADO, e ponto final.
O resto é apenas resto, não é imutável, etéreo, imensurável, é apenas resto.
Englobando por resto, a luta pela vitória no mundo, social, econômico, financeiro, e chamando tais situações de resto, pois não são transcendentais, são do mundo e aqui ficarão quando nossa existência no planeta findar, porém os sentimentos verdadeiros e acima de todos o VERDADEIRO AMOR, transcenderá a passagem ou se preferir chamar assim... transcenderá a MORTE.
Do planeta nada de leva, como algumas pessoas falam, caixão não tem gavetas e mortalha não tem bolsos.
Termino por aqui, em meio ao turbilhão de pensamentos, sentimentos e dúvidas.
Deixando apenas uma pergunta ao universo:
Porque ?
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