Turbilhão
Tantas coisas nos envolve no turbilhão dos acontecimentos, que deixamos no bau do esquecimentos momentos tão singelos, de gestos tão inocentes, de sorrisos tão puros, de um ser, que chega para trazer luz, as trevas que nos envolve
Sinto um vazio constante no meu coração, na minha mente um turbilhão de pensamentos ruins me dizem que meu coração está destruído
Confesso que a noite me impressiona
A noite tem seus mistérios
Ela trás consigo um turbilhão de pensamentos e sentimentos tão singelos e sinceros
É reveladora
"Diante do turbilhão do desespero, do absurdo, da idiotização por toda a parte, do tédio, da loucura e da desolação só nos restam a tragicomédia e a ironia".
Coração calmo , mente a turbilhão , agora sei que não preciso de ninguém para me fazer bem apenas minha companhia e amor próprio , no começo é difícil lindar com a perda e solidão de afeto que era rotina , sinto falta e ainda penso , porém sei que está certo do jeito que aconteceu.
Tudo tem seu motivo , posso não entender agora mas sei o quanto isso me deixa mais maduro e forte para passar por situações difíceis , mente calma enfim.
UM SOPRO DE ESPERANÇA
Em meio ao turbilhão de presságios e temores
Onde homens insanos, provocam aflições, impetram dores.
E na exposição de tola força, matam e riem-se, vorazes enganadores.
Sem almas, sem crenças, sem princípios ou valores.
Há ainda um restolho no meio dessa matança.
Uma razão para crer, para reavivar a esperança.
É preciso se ater a alguma coisa bela, para manter a confiança.
Se alegrar com o sinal de vida, embora dói muito, o choro da criança.
Porém, vivas ainda estão, a fé e a paz, sim, em algum lugar
Cessarão a guerra, a dor e o matar.
Viva está, a alegria, a reunião de amigos, o domingo a tarde no parque.
Não está tudo tomado nem destruído, há amor, em Israel, na Palestina, no Iraque.
Sim, viva está a fé, a prece e a devoção.
O mal quer que você acredite, que é tudo morte, desespero e depressão.
Não , um sopro de esperança, resiste em seu peito e no meu.
Embora também vivo, esteja o diabo dentro dos homens, alcançando seu apogeu.
Está para sempre vivo, o imbatível e inesquecível, a esperança se chama Deus.
No turbilhão da vida, encontrar propósito é descobrir a bússola interna que guia nossas prioridades, permitindo-nos navegar com clareza e significado em meio às tempestades do cotidiano.
No turbilhão em meio a vida, nos desafios, nos sentimentos...
Que me leva a lugares desconhecidos, através dos pensamentos...
Nesse turbilhão descubro a complexidade da minha alma,
sigo navegando mesmo nos momentos mais densos,
buscando paz e harmonia, numa jornada que acalma.
Em meio ao vendaval de emoções intensas, emoções profundas...
Que me desafiam a encontrar o equilíbrio no momento,
nele que descubro minha força, ganhando aprendizado e crescimento.
Como ondas agitadas em um mar revolto, me arrastando em um redemoinho de sensações...
Alegria e tristeza se misturam
dançando em sintonia, nesse labirinto de emoções.
As vezes ondas agitadas, as vezes a calmaria de ondas tranquilas...
Emoções que se chocam e se entrelaçam, como o eclipse,
sol e lua que se abraçam.
A noite cai e seus pensamentos invadem minha mente, como um turbilhão incontrolável. Tento me acalmar, buscar o sono, mas a sua presença se intensifica, gritando por dentro.
Inquietude
Inquietude
Vicissitude
Que turbilhão
Corre nas veias
De encontro ao coração
Coração que teima em
Bater ao te vê, ao te olhar
Olhar que me faz sonhar
Reviver a cada amanhecer
Amanhecer
Milagre de Deus que me refaz e é capaz de tamanha inquietude com amiúde
Para declarar em versos irradiantes de amor
Que é assim que o amo!
O Refúgio do Agora
Há uma arte esquecida, quase secreta, no turbilhão de nossos dias – a arte de pausar a mente e simplesmente ser. Em um mundo que se move em ritmo frenético, onde o passado é uma sombra que persegue e o futuro uma tempestade no horizonte, existe a sublime graça de viver no presente.
Não é uma fuga, mas uma redescoberta, um retorno ao núcleo da existência, onde o passado, com suas palavras não ditas e amores não revelados, perde seu poder de afligir. Na quietude do agora, o "eu te amo" não dito se transforma em uma promessa para o momento seguinte, e os arrependimentos se dissolvem na luz da consciência presente.
As ansiedades, medos do escuro, preocupações sobre a pobreza, a doença, as guerras e a miséria – todos eles têm seu tempo e lugar, mas não precisam ser os senhores de nossos pensamentos. Há uma fortaleza dentro de cada um, um santuário interno onde podemos nos refugiar e observar o caos do mundo como uma tempestade vista de uma janela segura.
Flutuar acima das turbulências da vida é um ato de rebelião sutil. É encontrar paz na respiração, um ritmo constante que nos lembra da vida pulsando dentro de nós. É na meditação, nesse encontro silencioso consigo mesmo, que descobrimos a serenidade. Como disse um sábio, "a paz não é a ausência de caos, mas a presença de equilíbrio".
E a leitura, ah, a leitura é o bálsamo para as almas inquietas. Cada livro é uma janela para outro mundo, uma fuga, um refúgio, uma lição. Com um bom livro e uma xícara de café, sentados confortavelmente enquanto as notas suaves de um jazz ou as harmonias complexas de Bach preenchem o ar, encontramos um tipo de contentamento que é quase celestial.
Neste refúgio, os problemas do mundo parecem distantes. Não que sejamos indiferentes a eles, mas porque aprendemos a arte de não permitir que nos consumam. Conhecemos a maldade e a ignorância do mundo, mas escolhemos não permitir que envenenem nossos corações.
Em suma, é na capacidade de estar plenamente presente, de se apossar do momento atual, que encontramos nossa maior força. É um estado de ser onde cada respiração é uma afirmação da vida, cada batida do coração uma melodia de resistência contra o caos do mundo. No refúgio do agora, somos verdadeiramente livres.
No turbilhão de desejos e sonhos, encontre a clareza sobre o que você realmente busca no amor. Defina suas intenções com sabedoria e siga em frente com confiança.
E de repente novamente o fundo
Não o fundo de uma sensação ou um sopro
O fundo de um turbilhão chamado poço
Em vezes ele te esvai e sem mais
A alma que sai se prepara para sumir
Prepara o amanhã que em breve chega
Nas vidas eternas que o mundo planeja
Outrora com o tempo vai embora
Causando uma espécie de chacoalhão
Da mente consciente favorecendo o agora
E o inconsciente desconhecido até então
É forçado a participar como um aliado irmão
Complementando o sentido se ser
Ressignificando o prazer
E mergulhando no infinito que é você
Quando surgem pegadas de um elefante
Percurso árduo e um tanto predominante
Traçando o rumo nas finas linhas do corpo
Com o destino incerto sempre bondoso
Refinando sensações e adaptando padrões
Transformando o homem e suas ilusões
Num projeto de vida para multidões
E uma essência divina com cheiro morena
Palavras suaves buscando o problema
Dos cachos envoltados brilhando serena
De olhos aquilinos em frente ao menino
Que se vê no passado e busca o destino
Em prol de um dever que vem paulatino
Onde quer que estejamos daqui ao Aquino
Gosto das manhãs de sol
e vento fresco
Olhar o azul do céu
me traz um turbilhão de sentimentos.
O som dos passarinhos,
das árvores grunhindo,
ao som de mpb, com um gato do lado dormindo.
Sentimento de paz que essa cena me trás.
Porém, gosto das tardes frescas
como em um pôr do sol no domingo.
O mundo parece ficar em silêncio
e sempre me perco em meus pensamentos.
Me amarro nas noites.
Noites chuvosas, frescas ou calorosas.
Tudo isso tem cheiro de boas memórias, as noites são mais vividas
e é aí que as pessoas se perdem em adrenalinas.
Mas amo mesmo as madrugadas.
Nas madrugadas que vivem os poetas
que vivem procurando saber se as palavras e frases estão corretas
quando as coisas na vida parecem estar incertas.
É nas madrugadas que o silêncio fica
É nas madrugadas que muitos se amam, se odeiam,
se conhecem, se apaixonam.
É na madrugada que têm mais vida.
É na madrugada
que se ouve um choro de uma criança mais alto
Ou que você consegue dar mais carinho pro seu gato
depois de um dia cansado.
Na madrugada
vivem os artistas.
Os compositores acham maneiras de sua canção se encaixar em um som
e os poetas rimam todo o embaralho de sua "gratidão" ou "solidão".
Na madrugada não tem fingimento,
somos quem somos por dentro.
Madrugadas são vividas
para aqueles que ainda procuram algo na vida.
Carrego dentro de mim um turbilhão de sentimentos – injustiças, frustrações e nervosismos que insistem em me dominar. Mas escolho não espalhar sombras ao meu redor. Guardo tudo em silêncio, para que ninguém carregue o peso que já me sufoca. Então, se me ver sorrindo, lembre-se: há batalhas invisíveis acontecendo dentro de mim, e às vezes, por trás do riso, esconde-se um coração que chora em silêncio.
Em meio ao turbilhão de responsabilidades e expectativas, muitas vezes me vejo perdido, esquecendo que a minha felicidade é tão importante quanto a de quem cuido. Cada gesto de atenção e cada sacrifício feito para agradar aos outros carrega em si uma história de amor e dedicação, mas também deixa marcas silenciosas de um sofrimento que insiste em me lembrar: estou deixando de viver a minha própria vida.
Desde cedo aprendi que o cuidado com o próximo era uma virtude, algo a ser celebrado e colocado acima de mim mesmo. No entanto, essa nobre missão, quando praticada sem limites, pode se transformar em um fardo. A constante busca por agradar, por ser o porto seguro de tantos, acaba por silenciar a voz interior que clama por momentos de paz, por espaço para respirar e se reencontrar. Cada sorriso que ofereço aos outros, quando forçado, se torna um lembrete do quanto estou abrindo mão da minha própria essência.
Sinto a tensão diária entre o desejo de ser útil e a necessidade urgente de cuidar de mim. Essa divisão interior gera uma dor sutil, mas persistente: a tristeza de não viver a vida que me faz bem, a angústia de me perder em meio às demandas alheias e a sensação de que, ao priorizar o bem-estar dos outros, estou relegando o meu próprio ao silêncio. O peso das expectativas, muitas vezes, se sobrepõe à leveza de ser, e o cuidado com o outro se transforma num espelho que reflete o que falta dentro de mim.
Entretanto, é na aceitação dessa dualidade que encontro a possibilidade de transformação. Cuidar dos outros é um ato de amor, mas cuidar de mim mesmo é um ato de sobrevivência e respeito. Permitir-me vivenciar momentos de alegria, de autoconhecimento e de liberdade não diminui o carinho e a dedicação que ofereço; pelo contrário, fortalece a minha capacidade de ser genuinamente presente para quem amo. Reconhecer essa necessidade é dar um passo importante rumo à reconstrução de uma vida mais equilibrada, onde a felicidade não seja privilégio de poucos momentos, mas um direito contínuo e essencial.
Hoje, ao olhar para dentro, escolho valorizar minha própria essência. Cada decisão de me colocar em primeiro lugar é um resgate da minha identidade, um lembrete de que minha felicidade é tão vital quanto o cuidado que ofereço aos outros. Que esse processo de redescoberta me permita, gradualmente, transformar o sofrimento em força e a dor em um impulso para viver de forma plena, honrando tanto a minha história quanto o meu direito de ser feliz.
Sensação
Tantas são as sensações
parece um turbilhão
como sentimento e emoções
que um dia aqui estavam
emocionado é aquele que se permite sentir
é o iludido que sempre vai se iludir
vive sem medo do julgamento
não se importa se está andando lento
Em que momento?
Foi dito ser ruim o sentimento?
alegria, felicidade, carinho e fraternidade
tristeza, melancolia, depressão e agonia
tudo isso é inato de nós
mesmo assim calamos nossa voz
negando a necessidade humana
de expressar nossa gana
por algo em vós
pena a dor do sonhador
tenta passar sua mensagem com tanto amor
mesmo assim isento de louvor
vem a ti propor
permite-se sim, sentir até o fim
o coração grita lampejos de mais belo desejo
compartilhe o que sente, não esconda na mente
ou quando menos esperar
o que tanto escondeu
virá te atormentar
No silencio desta tarde
Há um turbilhão de sensações
Há mares e maresias
Há serenidade no olhar
Há contemplação da harmonia
Há sintonia da alma.
O Caos Toma Conta de Mim I
O caos toma conta de mim, como tempestade,
Um turbilhão de emoções, de incerteza e ansiedade.
Os pensamentos se entrelaçam, como fios de um novelo,
E na dança desordenada, me perco no anelo.
As horas se arrastam, os minutos se esvaem,
E eu busco a calma, mas as sombras não saem.
O coração palpita, como um tambor aflito,
E a mente, um labirinto, onde tudo é conflito.
As vozes internas gritam, se confundem em dor,
E o eco do silêncio é um grito de amor.
O caos, meu companheiro, me puxa para baixo,
E na luta constante, eu me sinto em pedaços.
Mas, mesmo na tempestade, há uma fagulha de luz,
Um lampejo de esperança que, de algum modo, me conduz.
Pois no fundo da alma, onde o caos se instala,
Há uma força escondida, uma paz que não se cala.
E assim, entre as sombras, vou aprendendo a dançar,
A abraçar o descontrole, a me permitir chorar.
Pois o caos, embora duro, também é libertador,
E em meio à desordem, eu descubro o meu valor.
Então, sigo em frente, mesmo em meio à confusão,
Com a certeza de que o caos é parte da criação.
E, aos poucos, vou tecendo um novo amanhecer,
Onde o caos toma conta, mas eu aprendo a viver.
