Tudo Oque eu Sentia Acabou

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Petite...

É tão engraçado como eu me sentia grande quando ainda não tinha a dolorida obrigação de crescer!

Inserida por LiAzevedo

Petite...

É tão engraçado como eu me sentia grande quando ainda não tinha a dolorida obrigação de crescer!


Por amor...
Pensando bem, não existe amor que supera tudo.
O que há são pessoas que se sujeitam a tudo por ausência de amor.
Amor próprio.


Le Retour!
Talvez se eu pudesse voltar a um lugar onde nunca fui, quem sabe eu conseguiria dizer onde eu gostaria de ficar...


Está tudo tão diferente...
Às vezes sinto saudade de mim, de quem eu era. O problema é que não me lembro mais de como eu era! Tão pouco tempo, e tantas mudanças! Não sei onde me perdi, também não sei se me encontrei! Sequer sei se foi melhor ou pior. Quando tiver essa resposta, digo-vos...
Se algum dia eu a tiver...
Mas, sabe de uma coisa?
Está tudo tão diferente...





Eu sou mesmo assim… É assim mesmo que eu vivo, entre o limiar do que você imagina ser insanidade e o que eu considero tão somente normal! E prá continuar no meu mundo, há apenas duas possibilidades: ou você embarca em minhas loucuras, ou crie você, as suas. Porque é assim que eu gosto de viver! Loucamente!





E assim, não mais que de repente, ela descobriu que a felicidade não se curvava às suas auto-sabotagens. Então, ela seria mesmo obrigada a ser feliz!





Malditas lembranças que ainda teimam em me fazer prisioneira da tua imagem.
Malditas!




A minha loucura tem nome. Um nome próprio.





Doutes

Sabe, cansei-me da minha roupagem velha. Cansei-me dos meus vestidos, dos meus sapatos, das minhas nuances, das minhas emoções, das minhas dores, dos meus amores. Preciso de outros ares, alcançar outras estrelas, navegar outros mares. Mas, na verdade, ainda não sei onde quero ancorar. Aliás, também não sei se quero mesmo ficar. Então, ficarei em preto em branco. Por enquanto não correrei o risco de me entediar com outras cores...






And the oscars goes to

Protagonista. Antagonista. Figurante. Platéia. Coadjuvante. Júri. Ela já foi tudo na película que tentava exibir o que ela é. Ledo engano. Qualquer semelhança à realidade era mera coincidência. E se não fosse, convencia-se de que era. Nada tirava-lhe o gosto por personagens. Viver do nada, do tudo, do vento, dos atos, das cenas. E ela vivia. Não um dia de cada vez. Todos os dias de uma só vez. Era livre. Era leve. Não dava explicações. Não se auto explicava. Assim era bem mais fácil. E agora? Agora que ela aprendeu a se sentir? Agora que ela decidira se experimentar, se tocar, se saborear? Como voltar a representar se tudo que fala alcança-lhe as impressões digitais? Se tudo que olha rouba-lhe a essência, despe-lhe a alma, invade-lhe o palco? É isso que ela não suporta. Ela não suporta ser medida da cabeça aos pés. Ela não suporta ser um turbilhão de emoções, mas sem uma armadura que lhe dissimule o rubor do rosto e o coração em frangalhos. Ela não suporta mais sentir o gosto dela mesma. É intenso demais. É cruel demais. Ela precisa urgentemente de um novo roteiro. De um personagem que a salve de seus próprios sentimentos. De sua própria desordem.

Inserida por LiAzevedo

⁠A DOR DA SENSIBILIDADE
Por muito tempo sentia dores no pescoço.
Então eu parei de usar roupas apertadas, troquei de cadeira, tentei corrigir a postura, fui em médicos de todos os tipos, várias prescrições altercações de receitas, alternativas, mas a dor continuava, peso, carga, incômodo que não me deixava nem dormir e muitas vezes, até me custava respirar...
E então? O que você fez?
Uma sábia mulher... me disse que era porque carregava demais há muito tempo.
Como é que ela sabia disso?
Só de olhar para minha coluna tensa e comprimida, só de sentir com seu toque de mãos velhas e enxadas minha pele nua ela soube...
E então? O que ela te disse?
Disse... Tantas pressões carregou com os anos, tanta dor e rancor que perdeu a conta, carrega o peso do mundo próprio e do alheio...
E aí, então eu expirei todo o fôlego que eu estava retendo há mais de duas décadas...
Ela disse-te como te curar?
Ela segurou minhas mãos nas suas, nessas mãos de idosa, me fez baixar as mãos, soltar os ombros, me levantou o queixo e se encostou atrás de mim.
Seus lábios rasparam meu ouvido e suavemente me disse:
“Nem tudo acontecerá como gostaria”
′′ Nem tudo é culpa sua ′′
′′ Nem tudo é sua responsabilidade ′′
′′ Você não pode fazer tudo ′′
′′ Você não pode resolver tudo ′′
′′ Você não precisa aceitar tudo ′′
“ E o amor que você doou jamais será compreendido por mortais”
E meus olhos começaram a soltar lágrimas grossas como cristais quebrados, houve um momento onde eu pensei que choraria sangue, de tanta dor que estava sentindo.
Pouco a pouco meus ombros voltaram ao seu lugar, meu pescoço ficou macio e levantou novamente, minhas costas ficou ereta como há anos não acontecia e ouvi meus ossos emitir um crocante assustador...
O peso do mundo tinha descido dos meus ombros, o peso das dores do passado tinha finalmente descido no piso e ia ser usado como degrau...
Ela te disse mais alguma coisa?
Seus olhos lobunos me olharam expectantes e disse:
Há dores que carregam no coração e essas não há como tirá-las facilmente, aprenda a soltar o passado ou acabará afogando o seu futuro... e também compreende que a falta de perdão não machuca mais do que aquele que não pode perdoar.
Re Pinheiro

Inserida por RegianePinheiro


A MISSIONÁRIA QUE MORAVA EM MIM
por Diane Leite

Desde pequena eu sentia.
Antes de entender o mundo, eu já queria salvá-lo.
Disse que queria ser freira. Não por religião — por missão.
Eu queria me doar.
Queria dar meu tempo, meu dinheiro, meu colo.
E dei. Dei tudo.
Mesmo quando diziam que era burrice, que era exagero.
A minha alma sempre soube o que estava fazendo.

Trabalhei cedo. Dividi tudo o que ganhei.
Nunca me importei com o que voltava.
Porque, de algum jeito, o universo me devolvia em mágica.
Só deixou de devolver quando eu tentei ser racional.
Foi aí que tudo parou de fazer sentido.
Porque a mente mente.
E quando ela assume o volante, você esquece quem é.
Você passa a viver para caber.

E eu tentei caber.
Em festas que me esvaziavam.
Em jantares que me entediavam.
Com pessoas que não sabiam o que era dividir uma ideia, uma alma, um silêncio.

Enquanto elas bebiam até cair,
eu só queria uma conversa que me fizesse arrepiar o coração.
Mas sorria, fingia.
Voltava para casa sentindo que minha vida era uma fraude.
Como se todo mundo estivesse vivendo — menos eu.

Tinha tudo para parecer feliz.
Mas eu não estava lá.
Eu não estava em lugar nenhum.
Só seguia. Por medo de decepcionar. Por medo de estar sozinha.
Por medo de olhar no espelho e ver que eu me deixei para trás.

Me escondi no peso, na comida, nas desculpas.
102 kg de dor, de cansaço, de excesso de silêncio engolido.
Estava cercada. Mas sozinha.
Povoada de vozes, mas muda por dentro.

E aí eu parei.
Desabei.
Caí na minha própria alma.
Me tranquei do mundo.
Não por depressão — por reconstrução.
Porque se eu não morresse para aquilo, eu ia morrer de verdade.

Fiquei meses em cima da cama.
Pensando.
Chorando.
Escrevendo.
Ressuscitando partes minhas que tinham sido silenciadas para agradar os outros.

A criança que sonhava em mudar o mundo voltou.
Mas agora sem véu.
Agora com voz.
Agora com cicatriz.

Hoje eu não imploro mais por pertencimento.
Hoje eu não me encolho para caber.
Hoje eu olho nos olhos e digo:
Se não for pra me transbordar, me deixe com minha solitude. Ela me conhece melhor que qualquer multidão.

Não nasci para ser amada por todos.
Nasci para amar com força, com fé, com entrega.
Mas só onde há solo fértil.
Não rego mais terra seca.

Hoje eu sou a mulher que abracei depois que todo mundo foi embora.
Sou a mãe que meu filho precisava.
Sou a amiga que eu pedi a Deus.
Sou minha.
E isso… isso é sagrado.

Inserida por dianeleite

Eu sentia, mas ainda não sabia.

Inserida por ARRUDAJBde

O que eu sentia era um doce encanto
que nem sei descrever, parece que sempre existiu
E agora eu alí, mudo, sem saber o que falar
Senti as lágrimas rolar, sabendo que era o fim.
Esta dor nunca será cicatrizada
mais uma vez fui vítima do destino.
Destino talvez que eu mesmo tenha traçado
E que neste sofrimento compreenda e saiba como lutar por um amor.

Inserida por leonardoromanelli

⁠Demorei muito tempo para perceber que na verdade, eu não sentia falta de você. Eu ainda estava presa na minha versão do passado, em quem eu era e desejava ser. Isso me fez perceber que eu sentia falta de mim e da pessoa que eu era na época que estava junto com você. Aquela menina jovem, cheia de sonhos e que queria fazer tanta coisa. Mas isso não era sobre você, era sobre mim. Eu estava sentindo falta de mim.
Tanta coisa aconteceu e eu deixei de ver a vida com aquele olhar de esperança e otimismo para o futuro.
Quando eu entendi isso, pude te superar de vez, porque entendi que eu realmente não sentia falta de você, mas sim, de quem eu costumava ser.

Inserida por droplets

⁠⁠⁠É estranho como o tempo passa, e as vezes que eu sentia o seu cheiro, sua boca quando tocava meus lábios, faziam o calor subir dos pés e se concentrar no lado esquerdo do meu peito.

Inserida por JhonnyAlves

Pode até demorar
Mas o amor que eu sentia por você irá voltar

Inserida por Mannu23

Enquanto o tempo passava
E enquanto eu aprendia
Ria da cara da sorte
Não sentia medo
Nem mesmo da morte
Um dia, então, me enganei
Abandonando aquele escudo
Por pensar que sabia de tudo
Saindo ao mundo
Sem nem mesmo um guarda-chuva
Cara fechada, coração vazio
Sem medo de perder
Por sentir, que tudo já estava perdido
Ontem, eu acordei com medo
e eu o sinto, ainda hoje:
Medo de quebrar cristal,
Medo de perder o que não tenho,
Medo de perder de novo
Tudo que estava perdido
Um novo medo a cada passo
Medo de escrever coisa boba
Medo de morrer num sonho
E não voltar nunca mais
Medo de perder sorrindo
Como naqueles jogos de gincana
A toalha de linho,
A luz na janela,
As xícaras de porcelana
E aquela esperança que eu tinha
Um medo que eu pensei
Que não ia sentir nunca mais
Medo da despedida
Onde a última alegria desta vida
Se vá
Sem nem mesmo olhar pra trás

Edson Ricardo Paiva

Inserida por edsonricardopaiva

Hoje eu fiz café
E desfiz a amizade
da saudade que eu sentia
de mim mesmo
Parece a semana passada
Mas faz muito tempo...
Eu sentia um perfume
Que até hoje eu não sei ao certo
A vida não era
Um caminho de estrelas
A vida era o nada
Onde a trilha era delas
Meus pés vão pisando outro chão
Onde o brilho são vagalumes
Hoje eu fiz café só pra mim
Hoje eu vi que tinha
Borboletas coloridas
Bordadas
Na única xícara que não quebrou
A vida ilude
Mas não faz feliz
Acordo outra vez
Agora não sou mais
Um menino de giz
Desenhado num muro
Novamente me vi de pé
Transbordando o café na pia
Acordo de novo
Dessa vez
No mesmo dia
Percebo que nunca mais
Quero estar perdido
O poema de hoje
Ainda nem foi escrito
O dia de ontem
Escurece no esquecimento
Borboleta que pousa na minha mão
Minha única xícara
Linda... e última vida.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

“Quando Eu estava sozinho não me sentia só, mas agora que estou acompanhado, me sinto sozinho.”

Inserida por DAmico

⁠The Moon

Já faz muito tempo que não sentia isso, a quantos anos, a quanto tempo..

Eu havia me perdido dentro de mim mesmo e nunca mais voltei.

Nunca pensei que iria conseguir sentir novamente, sentir essa sensação, que nostalgia.

Mas você conseguiu me encontrar, você olhou dentro de mim e me retirou das sombras..

Agora posso voltar a ser quem eu sempre fui.

Há quanto tempo não sentia isso.. já faz tanto tempo que não sei descrever.

Eu tinha perdido as esperanças, mas você as recuperou pra mim.

Você é como a lua que ilumina a escuridão, toda vez que eu olhar para ela, lembrarei do seu rosto, e de tudo o que você fez por mim.

Eu simplesmente jamais esquecerei...

Inserida por nicollaslee

(criação)

⁠até o que eu sentia
fui eu mesma que criei

é minha própria invenção
essa dor que sinto
no fundo da alma
do meu coração

Inserida por noi_soul

"Eu sentia que meus filhos dormiam em meu futuro."
☆Haredita Angel

Inserida por HareditaAngel

Nunca realizei algo, quase não vivi
Aos 16 os dias eram mais fáceis
Dias em que eu ainda me sentia vivo
Mal podíamos esperar pra ir lá fora

Inserida por usuario421014

Eu nunca fui boa em demonstrar meu sentimentos, mas demonstrei por você.
Eu nunca fui boa em mentir, mas menti por você.
Eu nunca fui boa em pedir desculpas, mas pedia para você.
Eu nunca fui boa em perdoar, mas eu sempre perdoava você.
Eu nunca me abri para ninguém, mas me abri para você.
Eu nunca fui de correr atrás, mas corria por você.
Eu nunca quis ir embora, mas tive que ir pro meu próprio bem...
Entende? Você não estava me fazendo bem, e é isso eu preferi manter o resto da minha sanidade do que ficar e ver você destruindo o pouco que me resta...
Eu sei que você não faz por mal, mas machuca.
Eu fiz coisas por você que nenhuma outra pessoa em sã consciência faria e pra quê? Para você me tratar como se eu fosse nada no final?
Eu aguento até o inaguentável, mas agora já deu... Ultrapassei todos os meus limites pra ver você feliz...
Sinto muito, mas acabou.

O AMOR ACABOU

Não precisou ser dito, eu senti!
Como fumaça escorreu pelas mãos.
A história chegou ao fim - era o que dizia.
Meu olhar parado ficou, sob a chuva daquela tarde.
Demorou entender, mas logo eu vi: o amor acabou.
Demorou perceber, mas algumas histórias não terminam com final feliz.
O amor havia acabado - pergunto-me se algum dia existiu?
É como está voando livre por entre as nuvens e de repente, nada mais que de repente, ter as asas cortadas.
Assim senti quando percebi que o amor acabou.

Ei... Sei que faz tempo que a gente não se vê
Faz tempo que a gente se fala
Eu sinto falta de você
Eu sinto vontade de fazer uma mala
E ir embora
Ir por aí a te procurar
Mas nem sei onde você mora
Nem onde você trabalha

Sinto falta da sua risada
Tomando conta da sala, da casa, da cidade
Do meu coração...
Sinto falta da ingenuidade
Que eu tinha quando tinha a sensação de te ter por perto
Sinto falta do meu sorriso aberto
Do nosso futuro que parecia certo
Mas não foi...
Acabou como o pôr do sol no inverno
Eu esperei pra te ver
Mas você nunca apareceu
As imensas e escuras nuvens te esconderam do meu olhar
Te levaram embora e nem vieram me avisar...
Perdi você
Apesar de nunca te ter...

A indiferença é a pior e mais desumana forma de dizer "eu não quero mais".