Tudo Oque eu Sentia Acabou
"E se algum dia lhe disserem que fui embora sem mencionar seu nome, acredite, pois cansei de esperar por alguém que sei que não virá."
"(...) O que me faz sofrer é sentir que o que encheria qualquer mulher de felicidade, ou seja, ter o teu maravilhoso amor de homem e as coisas lindas que você me diz, tudo isto me causa ansiedade e me leva ao desespero. Quanto mais eu penso em me entregar a você novamente, tanto mais terror eu tenho do que seria de mim se teu amor ainda ardente se apagasse..."
“Já não basta te ver bem, tenho que escutar das pessoas que você já me esqueceu. Quando elas me perguntam se eu estou bem com isso, dou um sorriso e digo que sim. Sei que soa meio falso, até eu não acredito, mas é irrelevante insistir, porque nada vai me fazer admitir que ainda tenho sentimentos por você. Não importa qual assunto seja, podem estar falando do lanche das quatro ou do jogo de ontem, sempre vai ter alguém para coloca-lo no assunto. E quando o assunto é você eu me calo. Pode ser por medo de falar de mais ou de falar de menos. Por medo de falar o que não devo ou o que não quero que saibam. Por isso não falo nada, até o próximo assunto, até pararem de me lembrar que você, me faz falta.”
Suspirei fundo. Colocando o derrotismo de lado. Eu não era mulher de ficar chorando pelo leite derramado... Precisava agir. Fazer algo. O que? Eu não sabia ainda. Qualquer coisa que me tirasse de vez daquela armadilha repulsiva. Não podia admitir que Ali tomasse as rédeas da situação. Precisava evitar que ela voltasse a me tocar daquele jeito. Como se achasse que fôssemos, ou pudéssemos algum dia ser namoradas, ou algo mais... Tinha que fazer a menina entender que aquilo era impossível.
O que acontece é que, quando estou com você, eu me perdoo por todas as lutas que a vida venceu por pontos, e me esqueço completamente que gente como eu, no fim, acaba saindo mais cedo de bares, de brigas e de amores para não pagar a conta.
"A religião é baseada, principalmente, sobre o medo. É, em parte, o terror do desconhecido e, em parte, o desejo de sentir que você tem uma espécie de irmão mais velho que irá te apoiar em todos seu problemas e disputas. Medo do misterioso, medo da derrota, medo da morte. O medo é o pai da crueldade, e, portanto, não é uma surpresa que a crueldade e a religião tenham andado de mãos dadas. Isso porque o medo é a base dessas duas coisas. Neste mundo, agora, nós podemos começar a compreender um pouco as coisas, e a domina-las um pouco com a ajuda da ciência, que tem forçado seu caminho, passo a passo, contra a oposição de todos os velhos preceitos. A ciência pode nos ajudar a superar estes medos pelos quais a humanidade tem vivido por tantas gerações. A ciência pode nos ensinar, e eu acho que nossos próprios corações podem nos ensinar, a não mais a olhar ao redor em busca de apoio imaginário, não mais inventar aliados no céu, mas, ao invés, olhar para nossos próprios esforços aqui embaixo para fazer desse mundo um lugar adequado para se viver, ao invés do lugar que as igrejas em todos esses séculos fizeram."
Há mais ou menos trinta anos, havia violações de direitos, das pessoas com transtornos mentais. O confinamento, o abandono dos familiares e tantas coisas que se falavam...eu não vi,mas sei que famoso manicômios existiu . Pelo que ouvi,era um cenário sombrio , com conflito ético que envolvia o profissional da saúde mental. O paciente era pessoa sofrida excluída, e vivia escondida da sociedade,sem dó e nem piedade.
O tempo passou e defensores dos direitos humanos encontraram outros modos de acolher o sofrimento mental em espaços de convívio social.
Os serviços comunitários, como os Centros de Atenção Psicossocial, com profissional especializado e capacitado. Ótimas dinâmicas ,para instigar e poder reintegrar na sociedade.
Nas unidades básicas de saúde,surgiram os consultores em dependência química . Profissionais que passaram pelas mesmas dificuldades na vida e encontraram a saída.
Os trabalhos eram feitos na residencia, sem a interferência de outros profissionais. No conforto do lar o atendimento era humanizado de fala mansa e gentil,no conforto do lar, a dignidade resgatar.
O tratamento não era intenso e nem violento,nada de imposição,eles compreendiam os irmãos porque passaram pela mesma situação.
Abrindo um leque de possibilidades, alguns deles deixavam de frequentar a unidade. Só precisava de compreensão e,uma boa conversa indicava a direção.
Mas aos olhos da sociedade capitalista,isso não era bom. Os profissionais que trabalhavam com o coração,foram extintos,acabou se essa profissão.
Os caps ainda existem,diz se que houve uma evolução. A medicação ainda é necessitaria,e é feita uma seleção. O individuo tem que passar por uma avaliação. Nem sempre é possível ter o tratamento lá não.
A família que tem um "saúde mental" vivem em dor e sofrimento. Porque é muito difícil conviver com o diferente e não ficar doente.
O desespero dos familiares não dá para comparar: Uns querem internar para se livrar. Outros querem descansar de tanto sofrimento,porque viver com estas pessoas é um tormento. Ha o familiar que realmente quer ajudar e até se compromete a acompanhar,fazendo o que preciso for..entre os envolvidos...uns cuidam com ódio e outros com amor.
O entorpecer é bem antigo ,desde o inicio das civilizações,por religiões,em diversas situações e em todas as nações..
Não ha capacitação profissional que possa resolver ,sem procurar entender que a confusão deste irmão vai além da mente e da dor que se sente. o chamado alucinação,na maioria das vezes não é ilusão,é a realidade da criatura sendo levado a fazer o que nem eles sabem dizer.E muitas vezes , apesar de não querer,continua a fazer sofrer quem lhe estende a mão. Entupir de medicação só vai piorar a situação.É preciso olhar com nova visão....após a morte, os espíritos continuam a disputar afeição e vão traçar empreitadas de vingança e violência com quem esta em sintonia de mesma vibração.
O não saber,não permite o entender e ,o continuar nesta situação vai pernoitar e amanhecer enquanto o saúde mental viver.....
Espírito desencarnado sugere ao pobre coitado, que muitas vezes sem querer por falta de não entender,sofre e faz a família sofrer....
O segredo, dizia Chang, o china da loja, não é descobrir o que as pessoas escondem, e sim entender o que elas mostram.
Eu vou... sofrendo...
Mas seguindo enquanto tantos... não entendem...
Vou cantando... minha história...
Profetizando... que eu posso...
Tudo posso...
Em Jesus...
A minha missão, cada vez que eu pegar uma caneta e um microfone, é devolver a alma de cada um dos meus irmãos e das minhas irmãs que sentiu que um dia não teve uma.
Assim como o prisma decompõe a luz branca em muitas outras cores, eu gostaria de decompor o preconceito em muitas outras possibilidades.
"O que é o amor?"
Eu não sei exatamente, depende muito de qual amor você está falando.
Tem como amar uma pessoa na amizade e também tem amar uma pessoa além disso, eu não sei diferenciar os dois...
Mas amor na minha opinião é algo real,
é algo lindo, mas doloroso.
E pode parecer ser a pior opção, pq algumas pessoas não sabem como lidar com seus sentimentos...
Ele sempre se sentia mal depois de gritar comigo e me machucar
Entrar em um relacionamento sem estar pronta mentalmente me fez acreditar em coisas inacreditáveis, como ser empurrada pelo namorado e ainda se sentir culpada e errada.
Permiti que ele me machucasse de forma que eu ainda não entendo, ele sentia prazer em me magoar, nada era bom, todo sentimento que sentia por ele ficou confuso.
Desenvolvi transtornos ansiosos, em certo sentido, minha mente estava mais sensível, custei a perceber esse “Amor é uma bosta”, poderia ser obsessão. Podemos tornar as coisas melhores eu dizia, cansada de estar sendo puxada para baixo.
Sinto uma necessidade imensa de me apaixonar de novo por outra pessoa, vivi dias destrutivos e por isso custei a querer me relacionar novamente, não sei se estou pronta para essa estratégia pessoal e flexível.
A gente aprende a não pensar no que poderia ter sido, eu vejo como aprendizado, até porque achava que jamais cairia nessa. No calor de uma discussão eu sempre ouvia que homem como ele nunca encontraria.
Agredir sem nenhuma educação pessoas que pensam diferentes era o seu perfil, ninguém prestava se não pensasse como ele, era bem imaturo para a sua idade, eu conseguia enxergar isso e talvez por essa justificativa, custei a perceber os abusos.
Ele conversava sem escutar o que realmente eu tinha a dizer, os hábitos dos momentos felizes atrapalham a percepção e você fica aguardando a sorte de nada de ruim te acontecer.
Aumentei minha autoestima quando alguém se encantou por mim, ele observando pasmado como passei a me cuidar mais, a sorrir mais, a parar de sofrer antecipadamente e até ser uma pessoa mais justa, com autoestima equilibrada até as tuas virtudes naturais e conquistadas se firmam.
Fiquei pensando em quantas vezes me senti vazia, com vontade de morrer ou muito brava com tudo, as consequências refletidas na minha vida era desastrosa, achei que nenhum homem do planeta seria capaz de fazer comigo o que ele fez e o pior disso é que eu via abusos e pensava: isso jamais vai acontecer comigo.
Nem sempre ter uma base sólida de amor e respeito por si mesmo te afasta de armadilhas, porque somos bondosas e acreditamos na evolução do ser humano, e no fim, achamos que foi só dessa vez, ele se arrependeu, ele vai mudar, tava de cabeça quente e eu o irritei.
Não importa as circunstâncias, tudo que ele dizia e fazia era inaceitável.
Além do infinito
E o mundo se relacionou
Com os astros
Pra tirar de mim
As minhas asas
Cortar em mil pedaços
Minha alma
Me fazer de mago
Só pra ver se acabava
Tamanho amor que sentia
E tão pouco provava
Quebraram a cara
Já que muito mais além do infinito
Eu já te amava.
Queria voltar no tempo justamente naquele momento em que você abriu seu coração, revelou o que sentia, apesar que não ser uma certeza, mas mesmo assim voltaria. Voltaria sim, pra falar o que não foi dito, revelar o que não foi revelado, demonstrar o que não foi demostrado... talvez por medo, por incerteza, insegurança, não sei... Mas voltaria, simplesmente pra te dizer que naquele instante também sentia algo por você, que aliás só cresceu, porém fui fraca, incapaz de revelar meus sentimentos, talvez até mesmo porque não me achasse digna de você, como até hoje não me acho, mas arriscaria, aliás... o que eu teria a perder?!
Hoje.. percebo que perdi, perdi por não ter dito, perdi por não ter tentado, perdi por ter te afastado...
Mas o tempo não volta... é, infelizmente ele nao volta!
E o que me resta? Simplesmente as lembranças de nossas conversas, dos risos aleatórios proporcionados e... resta-me somente torcer pra que você conheça alguém que seja capaz de arriscar-se pelo o que sente por ti.
Quanto a mim? Já me será bastante te ver feliz.
O poema que lia…
Transformou
sonhos em seu corpo.
Que ela nem sentia,
que estava entre
gravetos secos,
de um chão
carente de amor!
Ele era bem mais que um amigo, até bem mais que uma paquera. Nessa altura do campeonato ele poderia ser quem ele quisesse ser pois o inatingível acontecia e sem ao menos deixar eu perceber conseguia quebrar o coração de gelo que eu com o medo deixei construído ao longo do tempo. Eu me pegava olhando nos olhos dele e aquilo era totalmente novo, trocávamos figurinhas no passeio e riamos juntos com algumas histórias que eu contava. Podia ser eu mesma e admirei a intensidade que sentia tudo aquilo daí logo pensei: "Como pode alguém tão comum ser tão talentoso para ser totalmente incrível?" Estranho que naquela quebra de gelo eu tentava não sentir mas era muito inevitável, já estava toca encantada e isso era um sinal de paixão. Será que ao tocar a minha mão ele percebeu o que estava no meu coração?
Já quis fugir milhares de vezes, fugir pra bem longe daqui ou de mim mesma. Sentia-me blindada a alguns sentimentos, sentia-me forte e incapaz de sofrer por alguém, até há alguns dias. Meus medos já não doíam tanto, me defendia a todo instante. Mas mudei, ando mais sensível, mais devagar, distante, sonhadora, iludida e triste. Ando com os meus sentimentos congestionados e meus sentidos em conflito constante.
Foi todo amor e de amor morreu
Morreu ou se matou naquilo que
resolveu que não diria e não disse!
Mas sentia... Pobre dele que tanto
sentia e, dizer ainda não é maior
que sentir.
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