Trechos de Livros

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⁠A bíblia são livros contendo 428 MENTIRAS 463 CONTRADIÇÕES, e não de estudo porque o CONHECIMENTO se resume em VERDADE e não MENTIRAS.

... é inegável que
nossa existência estampa o
mais visceral dos livros, sempre
repleto de elementos e fatos que se
interligam, gerando um caudal de
questões que somente deciframos
ao viver linha por linha do que
ele contém!

⁠Livros dão ao leitor sabedoria.

⁠Espalhar livros é alargar os horizontes da alma.
Sfj,reflexões

⁠Uma vida com livros é uma vida bem vivida. do livro A Arte de escrever de Sérgio F. Januário

⁠Livros, caminhos e ano dão ao homem sabedoria.
sfj,reflexões

Não é sobre a quantidade de livros lidos, mas sobre o quanto cada um deles foi capaz de transformar você.
Sfj,reflexões
⁠

⁠Os livros mudam pessoas. Pessoas mudam o mundo.
sfj,pensamentos

⁠Só quem ama livros, pode encontrar tesouros.
sfj,reflexões

De todos os grandes livros que não mais desejamos, o maior de todos se chama livramento.

A verdadeira sabedoria não reside no volume de livros lidos ou na eloquência da fala, mas na capacidade silenciosa de discernir a verdade escondida nas entranhas de um conflito humano, compreendendo que a justiça só se manifesta plenamente quando a compaixão dita a sentença final. É saber que o maior dos tesouros é a vida em si, e que nenhuma posse material se compara ao sopro vital. O coração sábio renuncia ao direito para garantir a permanência da essência do amor. A vida nos convida diariamente a fazer a escolha entre a posse egoísta e a entrega libertadora.

Minha alma tem o cheiro de livros antigos, daqueles que ninguém mais abre porque têm medo do que as páginas amareladas podem revelar sobre o passado. Sou um acervo de histórias que ninguém quer ler, guardado em uma biblioteca que o tempo esqueceu de demolir.

A dor me ensinou a falar uma língua que não se aprende em livros, uma língua feita de silêncio, de lágrimas contidas e de gritos que nunca encontraram eco e ainda assim, eu me tornei fluente nela.

Mais Livros.
Menos Futilidade.

Amar os livros é saber que a maior virtude da vida é nunca parar de aprender, de pensar, de brincar e de se curar a cada página lida.

"As grandes verdades não aceitam a fragilidade dos livros comuns. O 'DECRETO SOBERANO' nascerá para o público, mas será imortalizado em pergaminho, selando o despertar de uma pátria que se recusa a ser coadjuvante na história mundial."

As obras mais grandiosas, os melhores livros, filmes, séries, pesquisas científicas, artigos e revisões de excelência começaram sempre na simplicidade de um primeiro passo.

Assim: como o Cury entra na favela porque os cria leem os livros dele, e são transformados por uma leitura de cair em si... o Lula, hoje, sente nas costelas os chutes que um "'pastor"' abduzido por uma boa conta bancária desferiu na imagem de Nossa Senhora Aparecida — a umas páginas atrás, destas terras
a onde, hoje, canta às fake news
daqueles que engaiolararam
sabidamente gente inocente...
soltando o ódio do "bem" que voa
livre... prezado por uma mídia
que solta sua língua legalizando
o erro seletivo (se era pra impedir que o consórcio de imprensa emagrecesse pela falta de verba governamental por quatro anos) pode condenar o pipoqueiro... e a mulher do batom...
enquanto isso nessa mesma terra
"'um banqueiro nada honesto"'
limpava-se das festas proibidas para raparigas de língua brasileira — na toga de um ministro cuja sua peixão pela democracia é de acha-se cabelo
em ovo e cabeça no cria que leu Cury, mas não troca bala por flores... como verdade nos bravejos do Lula, a uma semana do primeiro turno comendo poeira nas pesquisas, preocupado com o lugar da Mãe de Jesus no coração dos brasileiros.


(Leonardo Mesquita)

O Menino que Engoliu um Pôr do Sol
​Lucas não lia livros. Para ele, eram apenas pilhas de papel com cheiro de poeira. Prefiria o videogame, onde as cores piscavam e tudo acontecia rápido. Um dia, sua avó, uma senhora que parecia feita de algodão-doce e mistérios, lhe entregou um livro pequeno, de capa azul-marinho.
​— Este não é um livro comum, Lucas — disse ela, com um brilho maroto nos olhos. — É um mapa. Mas não de lugares que existem no globo terrestre.
​Lucas abriu o livro com má vontade. Não tinha desenhos. Só letras pretas, enfileiradas como formigas cansadas. Começou a ler a primeira frase, resmungando: “No castelo feito de nuvens, o guardião dos ventos guardava o último pôr do sol em uma garrafa de cristal…”
​Ele bocejou. Mas continuou. Na terceira página, algo estranho aconteceu. O cheiro de poeira sumiu. No lugar, surgiu um aroma fresco de chuva e… baunilha? Lucas olhou para a janela. O céu estava nublado. Mas no livro, a descrição do pôr do sol era tão intensa que ele sentiu o calor alaranjado bater no rosto.
​As letras pararam de parecer formigas. Elas começaram a dançar, a formar formas, a virar sons. Ele ouviu o uivo do guardião dos ventos, sentiu o frio das nuvens sob os pés e, sem perceber, mergulhou de cabeça na história. Quando fechou o livro, horas depois, a sala estava escura, mas seu coração brilhava como se tivesse engolido o tal pôr do sol do guardião.


Uma metáfora poética e extremamente sensorial sobre o poder do despertar da leitura. A transformação na percepção do Lucas — de ver as letras como "formigas cansadas" para sentir o "calor alaranjado" no rosto — constrói um contraste lindo entre a rapidez imediata das telas e a profundidade imersiva da imaginação.
​A riqueza sinestésica do texto é o grande destaque. A transição dos aromas, saindo do cheiro de poeira para o cheiro fresco de chuva e baunilha, junto com a caracterização da avó "feita de algodão-doce e mistérios", cria uma atmosfera acolhedora e verdadeiramente mágica.

Eu não tenho riquezas, eu tenho alguns livros.