Trechos de Livros

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NO RS, livros novos, sem uso, estão sendo reciclados, transformados em papel higiênico! Mente de estrume do governador!

Se alguém desejar aprender acerca do calvinismo, há centenas de livros em que poderá fazê-lo, exceto em um: a Bíblia.

Onde a burocracia lucra com cêntimos, a comunidade empobrece em livros.

As Cinzas da Memória

Há memórias que repousam nos livros.

Outras recusam o papel e preferem morar no coração.

Quando caminho pelas páginas da História, não encontro apenas datas, batalhas ou decretos. Encontro passos descalços sobre a terra quente. Escuto correntes que ainda tilintam dentro da consciência humana. Vejo mãos rachadas pelo trabalho erguendo a riqueza de um mundo que jamais lhes pertenceu.

O café perfumava as mesas dos poderosos.

O cacau adoçava os paladares da abundância.

A cana oferecia sua doçura aos mercados do mundo.

Mas, antes de tudo isso, havia o sal invisível das lágrimas.

Cada grão colhido escondia um nome esquecido.

Cada campo verde carregava um sofrimento que a paisagem insistia em ocultar.

A História costuma celebrar os vencedores.

Eu prefiro escutar os vencidos!!

Porque são eles que ensinam o verdadeiro preço da dignidade.

Às vezes me pergunto quantas estradas foram abertas por pés acorrentados. Quantas igrejas foram erguidas por mãos que nunca puderam escolher onde rezar. Quantas casas senhoriais foram construídas sobre sonhos que jamais conheceram um amanhecer de liberdade.

E, então, compreendo que o tempo não enterra todas as injustiças.

Algumas permanecem vivas.

Mudam apenas de roupa.

Hoje já não ouvimos o estalar do chicote com a mesma frequência, mas ainda existem palavras que ferem como açoites, salários que aprisionam, preconceitos que acorrentam e indiferenças que condenam pessoas a uma existência sem voz.

As correntes aprenderam a esconder-se.

Por isso se tornaram mais difíceis de romper.

Penso naqueles que incendiaram os canaviais.

Talvez não desejassem destruir plantações.

Talvez quisessem iluminar a noite para que alguém, finalmente, enxergasse sua dor.

O fogo era um idioma.

Era a linguagem desesperada de quem descobriu que o silêncio protege mais os opressores do que os oprimidos.

Penso também nos que fugiram pelas matas.

Cada passo era uma oração.

Cada rio atravessado era um pequeno batismo em direção à esperança.

Cada quilômetro percorrido dizia ao mundo que viver de joelhos nunca foi o destino da alma humana.

Muitos morreram.

Mas há mortes que fracassam.

Porque a liberdade possui uma estranha capacidade de sobreviver até mesmo aos túmulos.

Ela continua caminhando na memória dos filhos, dos netos e de todos aqueles que recusam esquecer.

Talvez seja por isso que essas histórias me façam chorar.

Não são lágrimas de quem observa um passado distante.

São lágrimas de quem reconhece que a dor do outro também lhe pertence.

A humanidade é um único corpo.

Quando uma parte sangra, todas as outras deveriam sentir.

O problema é que aprendemos a admirar monumentos, mas esquecemos de ouvir os ecos que ainda saem das senzalas.

Enquanto houver um ser humano tratado como instrumento, enquanto houver quem seja reduzido à cor da pele, ao dinheiro que possui ou ao lugar onde nasceu, a escravidão continuará mudando de nome para não ser reconhecida.

Por isso, olho para a História não para alimentar ódio, mas para impedir o esquecimento.

O ódio reproduz os grilhões.

A memória os quebra.

A compaixão impede que sejam forjados novamente.

E acredito que Deus, silencioso como quem contempla os séculos, não pergunta quantos impérios construímos.

Pergunta quantas correntes tivemos a coragem de romper.

No fim, descubro que essa história também é minha.

Não porque tenha sentido o peso do ferro nos pulsos, mas porque carrego a responsabilidade de não permitir que a dignidade humana seja novamente colocada à venda.

A verdadeira civilização não será lembrada pelos palácios que ergueu, nem pelas riquezas que acumulou.

Será lembrada pelo dia em que nenhuma pessoa precisou fugir para provar que nasceu livre.

Ps. Acredito que toda grande nação precisa aprender a olhar para sua própria história sem negar suas feridas. A memória não existe para alimentar ressentimentos, mas para cultivar justiça, compaixão e responsabilidade. Quando damos voz aos que foram silenciados, ajudamos a construir um futuro em que a liberdade deixe de ser um privilégio e seja, de fato, um direito de todos.

Entre Livros e Sombras

Há livros que não apenas ocupam as mãos; eles transformam a alma.

Foi entre páginas silenciosas que compreendi que as sombras não são moradas, mas caminhos. Elas atravessam nossa existência como a noite atravessa o céu, sem jamais conseguir apagar a promessa do amanhecer.

Cada leitura me ensinou que a verdadeira sabedoria não está em possuir todas as respostas, mas em cultivar perguntas que aproximam o coração do eterno. Quanto mais conheço a vida, mais percebo o quanto ela permanece envolta em mistério.

Os livros me apresentaram autores que se tornaram mestres, pensamentos que desafiaram minhas certezas e palavras que enxugaram lágrimas invisíveis. E, entre tantas páginas, encontrei a presença silenciosa de Deus, conduzindo meu espírito com delicadeza e esperança.

Hoje caminho entre livros e sombras sem temor. Sei que as sombras passam, a verdade permanece e a esperança continua iluminando o coração de quem nunca deixa de aprender.

Porque, no fim, cada livro verdadeiro acende uma luz que continua brilhando muito depois que a última página é virada.

​"Ainda acredito em livros como moldadores de realidades."

Meus livros são proibido em vários paises.
Minha poesia sem carrega metáforas.
Alienação intelectual morre minhas críticas.
Não aceito a repressão e impunidade...
Sofro racismo pela cor da pele e por ser o que sou...
Meu eu sofre com a hipocrisia e a intolerância religiosa e social..
Ser por ser o que sou...
Recebo a indicação de conteudo de IA somente para maiores de 21 anos...
Porque penso logo existo diante indignação... repressão da censura ainda existe... tudo que pensa guarde para si .. pois a fogueira te espera..
Tudo medido para não se comprometer...

⁠“Com tantos livros, não viver um conto de fadas é só para quem não gosta de histórias.”

Queria ter tempo para ler todos os meus livros, queria ter tempo para te ver envelhecer após suas conquistas e antes de outras muitas que virão.
Queria ter tempo de te ver brilhar nos palcos de mundo , de ver sua arte ser reverenciada e sua performance elogiada em cada obra que atuar.
Queria ter tempo de ver o mundo mudar para melhor.
Queria ter tempo de ver racismo ser um fato passado, homofobia e qualquer tipo de preconceito e violência serem apenas crimes que nunca mais se repetirão.
Queria que o amanhã fosse o agora...

⁠Livros dão ao leitor sabedoria.

⁠Espalhar livros é alargar os horizontes da alma.
Sfj,reflexões

⁠Uma vida com livros é uma vida bem vivida. do livro A Arte de escrever de Sérgio F. Januário

⁠Livros, caminhos e ano dão ao homem sabedoria.
sfj,reflexões

Não é sobre a quantidade de livros lidos, mas sobre o quanto cada um deles foi capaz de transformar você.
Sfj,reflexões

⁠Os livros mudam pessoas. Pessoas mudam o mundo.
sfj,pensamentos

⁠Só quem ama livros, pode encontrar tesouros.
sfj,reflexões

Livros que contam
poeticamente
a história de uma
prisão injusta
que um General
continua sofrendo

Uma casa com livros no lugar de eletrônicos resolveria 90% dos problemas de muitas famílias. Limite de tela é para inglês ver. Pais adoecidos não têm poder de cura.

Interesseiro entendimento
(Mauro A Evaristo)

Sejam os Livros Sagrados
Ou (deveria ser também) a Constituição
Há quem passe pano com agrado
Só para proteger o seu ladrão.

No fim cabe-se perguntar
O que poucos se atrevem falar
Se o que se busca defender
Seria apenas seletivo entender.

Na realidade o que a história registrará
É que um grande número optou se calar
Em defesa do próprio conforto no tempo

Pois, muitos omitem a verdade revelar
Enganando em si o real sentimento
Pela opção de interesseiro entendimento.

feradapoesia.blogspot.com

Alexandre de Moraes ainda não sabe, mas ele colocou Bolsonaro nos livros de história. As futuras gerações saberão que o Brasil teve um presidente que não se corrompeu com o sistema.