Trechos de Livros

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LEITURA


Quem lê só por um livro, ou só livros de que goste, depende demasiado da própria convicção.

Os livros são antídotos para a ignorância, mas nem sempre o são para a estupidez.

A academia para a mente é a leitura! Leia livros, revistas, jornais, gibis, etc. Ou obterá um corpo sarado e uma mente atrofiada!

Presenteei as crianças com livros para que suas asas jamais desaprendam a arte de voar.

Antes, queimavam-se livros em praças públicas; hoje em dia, destroem livros antigos para alimentar a IA. Assim, vão apagando muito do que foi escrito nos livros e gerando novas versões do que foi registrado. Na era da IA, a queima de arquivo acontece de forma "sofisticada".

Quando livros viram papel higiênico, que mensagem é passada? O RS é um antro de bozolóides, e o governador é o pior de todos!

NO RS, livros novos, sem uso, estão sendo reciclados, transformados em papel higiênico! Mente de estrume do governador!

Se alguém desejar aprender acerca do calvinismo, há centenas de livros em que poderá fazê-lo, exceto em um: a Bíblia.

Onde a burocracia lucra com cêntimos, a comunidade empobrece em livros.

As Cinzas da Memória

Há memórias que repousam nos livros.

Outras recusam o papel e preferem morar no coração.

Quando caminho pelas páginas da História, não encontro apenas datas, batalhas ou decretos. Encontro passos descalços sobre a terra quente. Escuto correntes que ainda tilintam dentro da consciência humana. Vejo mãos rachadas pelo trabalho erguendo a riqueza de um mundo que jamais lhes pertenceu.

O café perfumava as mesas dos poderosos.

O cacau adoçava os paladares da abundância.

A cana oferecia sua doçura aos mercados do mundo.

Mas, antes de tudo isso, havia o sal invisível das lágrimas.

Cada grão colhido escondia um nome esquecido.

Cada campo verde carregava um sofrimento que a paisagem insistia em ocultar.

A História costuma celebrar os vencedores.

Eu prefiro escutar os vencidos!!

Porque são eles que ensinam o verdadeiro preço da dignidade.

Às vezes me pergunto quantas estradas foram abertas por pés acorrentados. Quantas igrejas foram erguidas por mãos que nunca puderam escolher onde rezar. Quantas casas senhoriais foram construídas sobre sonhos que jamais conheceram um amanhecer de liberdade.

E, então, compreendo que o tempo não enterra todas as injustiças.

Algumas permanecem vivas.

Mudam apenas de roupa.

Hoje já não ouvimos o estalar do chicote com a mesma frequência, mas ainda existem palavras que ferem como açoites, salários que aprisionam, preconceitos que acorrentam e indiferenças que condenam pessoas a uma existência sem voz.

As correntes aprenderam a esconder-se.

Por isso se tornaram mais difíceis de romper.

Penso naqueles que incendiaram os canaviais.

Talvez não desejassem destruir plantações.

Talvez quisessem iluminar a noite para que alguém, finalmente, enxergasse sua dor.

O fogo era um idioma.

Era a linguagem desesperada de quem descobriu que o silêncio protege mais os opressores do que os oprimidos.

Penso também nos que fugiram pelas matas.

Cada passo era uma oração.

Cada rio atravessado era um pequeno batismo em direção à esperança.

Cada quilômetro percorrido dizia ao mundo que viver de joelhos nunca foi o destino da alma humana.

Muitos morreram.

Mas há mortes que fracassam.

Porque a liberdade possui uma estranha capacidade de sobreviver até mesmo aos túmulos.

Ela continua caminhando na memória dos filhos, dos netos e de todos aqueles que recusam esquecer.

Talvez seja por isso que essas histórias me façam chorar.

Não são lágrimas de quem observa um passado distante.

São lágrimas de quem reconhece que a dor do outro também lhe pertence.

A humanidade é um único corpo.

Quando uma parte sangra, todas as outras deveriam sentir.

O problema é que aprendemos a admirar monumentos, mas esquecemos de ouvir os ecos que ainda saem das senzalas.

Enquanto houver um ser humano tratado como instrumento, enquanto houver quem seja reduzido à cor da pele, ao dinheiro que possui ou ao lugar onde nasceu, a escravidão continuará mudando de nome para não ser reconhecida.

Por isso, olho para a História não para alimentar ódio, mas para impedir o esquecimento.

O ódio reproduz os grilhões.

A memória os quebra.

A compaixão impede que sejam forjados novamente.

E acredito que Deus, silencioso como quem contempla os séculos, não pergunta quantos impérios construímos.

Pergunta quantas correntes tivemos a coragem de romper.

No fim, descubro que essa história também é minha.

Não porque tenha sentido o peso do ferro nos pulsos, mas porque carrego a responsabilidade de não permitir que a dignidade humana seja novamente colocada à venda.

A verdadeira civilização não será lembrada pelos palácios que ergueu, nem pelas riquezas que acumulou.

Será lembrada pelo dia em que nenhuma pessoa precisou fugir para provar que nasceu livre.

Ps. Acredito que toda grande nação precisa aprender a olhar para sua própria história sem negar suas feridas. A memória não existe para alimentar ressentimentos, mas para cultivar justiça, compaixão e responsabilidade. Quando damos voz aos que foram silenciados, ajudamos a construir um futuro em que a liberdade deixe de ser um privilégio e seja, de fato, um direito de todos.

Entre Livros e Sombras

Há livros que não apenas ocupam as mãos; eles transformam a alma.

Foi entre páginas silenciosas que compreendi que as sombras não são moradas, mas caminhos. Elas atravessam nossa existência como a noite atravessa o céu, sem jamais conseguir apagar a promessa do amanhecer.

Cada leitura me ensinou que a verdadeira sabedoria não está em possuir todas as respostas, mas em cultivar perguntas que aproximam o coração do eterno. Quanto mais conheço a vida, mais percebo o quanto ela permanece envolta em mistério.

Os livros me apresentaram autores que se tornaram mestres, pensamentos que desafiaram minhas certezas e palavras que enxugaram lágrimas invisíveis. E, entre tantas páginas, encontrei a presença silenciosa de Deus, conduzindo meu espírito com delicadeza e esperança.

Hoje caminho entre livros e sombras sem temor. Sei que as sombras passam, a verdade permanece e a esperança continua iluminando o coração de quem nunca deixa de aprender.

Porque, no fim, cada livro verdadeiro acende uma luz que continua brilhando muito depois que a última página é virada.

​"Ainda acredito em livros como moldadores de realidades."

Meus livros são proibido em vários paises.
Minha poesia sem carrega metáforas.
Alienação intelectual morre minhas críticas.
Não aceito a repressão e impunidade...
Sofro racismo pela cor da pele e por ser o que sou...
Meu eu sofre com a hipocrisia e a intolerância religiosa e social..
Ser por ser o que sou...
Recebo a indicação de conteudo de IA somente para maiores de 21 anos...
Porque penso logo existo diante indignação... repressão da censura ainda existe... tudo que pensa guarde para si .. pois a fogueira te espera..
Tudo medido para não se comprometer...

Queria ter tempo para ler todos os meus livros, queria ter tempo para te ver envelhecer após suas conquistas e antes de outras muitas que virão.
Queria ter tempo de te ver brilhar nos palcos de mundo , de ver sua arte ser reverenciada e sua performance elogiada em cada obra que atuar.
Queria ter tempo de ver o mundo mudar para melhor.
Queria ter tempo de ver racismo ser um fato passado, homofobia e qualquer tipo de preconceito e violência serem apenas crimes que nunca mais se repetirão.
Queria que o amanhã fosse o agora...

Seguindo meus antigos tratados e livros sobre a joalheria da Sublime Ordem, eu como artista plástico joalheiro, divido a criação e execução das jóias na maçonaria, em dois grupos. O primeiro das jóias dos graus, dos cargos ou das ritualísticas obedecendo a simbologia, os metais e as gemas oficialmente correspondentes para uso interno. E o segundo das jóias ornamentais e simbólicas, primando pelo bom gosto e de forma discreta, na alusão de pertencimento a filosofia maçônica, para confirmar o compromisso de fidelidade com a ordem, para o uso em todos ambientes, sagrados e profanos.Estas são jóias para uso diário e pessoal.

Falando um pouco sobre as antigas publicações nas artes plásticas, entre livros, revistas, jornais e catálogos, onde apareciam ilustrações de gravuras, pinturas, esculturas e desenhos. No processo de diamagração das publicações, as imagens eram feitas por fotolitos e posteriormente acrescentadas por um editor, que não conhecia de fato as obras de arte. Sendo assim era muito comum, aparecerem fotolitos invertidos assim como medidas diferentes que não correspondiam ao tamanho original da obra. Por mais eram feitas por editoras conceituadas, mesmo depois de varias revisões antes da publicação de arte, os erros apareciam, da mesma forma em artigos de jornais e revistas sobre determinada obra.

O poder de Deus

A Lei ou Torah (Pentateuco), salmos, provérbios e restantes livros da antiga Aliança, incluindo os profetas, são a verdade de Deus! Numa primeira revelação de Deus aos homens. Mas esta primeira revelação não estava completa. Tinha sentido e verdade na medida em apontava para Jesus Cristo. Assim temos na Lei, a simbologia de tudo o que diz respeito a Jesus Cristo. E ainda a simbologia de tudo o que está nos céus. Cada objecto da tenda da congregação, do Tabernáculo, apontava para algo de Jesus Cristo. Desde tudo o que estava no lugar Santo ao Santo dos santos, como os "pães da Preposição" ou a arca da Aliança, com o que estava na Arca, simbolizavam algo de Jesus Cristo!

Os judeus que tanto se gloriam na Lei, devem saber que a "Lei" que foi dada pelos anjos por meio de um mediador, não faria sentido, sem Jesus Cristo. Ela era como que uma profecia, da "Verdade eterna", que havia de vir ainda! Aliás de Genesis a Malaquias, o assunto principal é a vinda do "Filho do homem, que é ao mesmo tempo, o Pai da eternidade, o filho de Deus. O Fim da Lei é Jesus Cristo.

Desde a vida de José no Egito, aos profetas, tudo era Jesus Cristo. O evangelho é que valoriza a Torah. Uma religião que depois os Judeus inventaram sem a Lei ( o judaísmo), não era nada. Como não é nada o evangelho ( poder de Deus ), quando é apenas algo humano. O evangelho ou poder de Deus, só tem valor, sem a religião humana. Judaísmo ou cristianismo sem Jesus Cristo, nada é. A verdade é o Verbo Divino que é a Torah também. Evangelho falso é o evangelho sem Jesus Cristo. Os judeus devem se converter a Jesus Cristo, largando o judaísmo. Os gentios devem se converter a Jesus Cristo, sem uma religião humana. Somente "o poder de Deus" salva o homem!

Se existem tantos livros excelentes sobre como promover o crescimento produtivo da igreja, porque a liderança não investe recursos e treinamento de novos membros?

Autores de bons livros escrevem com motivação, inspirados e determinados a ajudarem os seus leitores a serem inteligentes, amados, compreeensíveis, ousados, usados e aptos para direcionarem seus alvos, desafios e propósitos para tornar a sua existência recompensada, segura e abençoada, inserindo em suas páginas as belezas da escrita, das ideias, dos objetivos sonhados, apresentando-lhes os caminhos e as direções dos seus pensamentos de como viver na prática com disposição, ânimo, vontade, alegria, determinação e criatividade, os seus dias e anos de vida, buscando os melhores relacionamentos e ao sucesso almejado, curtindo ao mesmo tempo a sua saúde mental, emocional, financeira e espiritual, que promovam a sua felicidade pessoal, conjugal e familiar.

⁠Aos amados leitores de livros: toda vez que você pega em um livro para abrir a sua inteligência, escolhendo o que lhes é útil, produtivo, edificante e atrativo, vocês conseguem se divertir, se relaxar, aumentar o seu vocabulário, se relacionarampliar a sua compreensão humana, ser cheio de novidades, informações e conhecimentos, etc., além de exercitar o seu cerébro para novos hábitos e desafios, apenas revisando o que aprendeu para exercer ou praticar todos os dias estes e outros respectivos ensinamentos.