Trechos de Livros

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Ler é liberdade, mas conservar livros é a liberdade própria do leitor.

Sou ainda autora e criadora de projetos educativos, livros e materiais que aproximam ciência, cidadania e proteção social , porque educar é plantar futuro.

⁠Os corpos humanos, livros de sangue, cujas páginas são reescritas indefinidamente em capítulos que fragmentam suas existências...

Que máquinas, livros ou anotações jamais esqueçam de minhas memórias, pois, o homem não é capaz de lembrar de si mesmo.

Todos os livros contam histórias distintas. De algumas você pode gostar, de outras nem tanto, mas há uma certeza irrefutável - todos alcançarão seu fim.

Nos livros eu viajei, não só para outros mundos, mas também no meu mundo interior.

Amo os livros porque, enquanto o mundo faz barulho, eles me ensinam a pensar em Silêncio.

⁠Você vai ter
Que ler muitos
Livros,
Viver muitas vidas,
Pra alcançar esse nível de escrita.

Nunca leram os 66 livros da Bíblia, nunca amanheceram de joelhos no chão do monte, nunca jejuaram até a fraqueza, nunca se dedicaram à obra. Em resumo, não sou ateu; sou um ser humano extremamente indignado com Deus! Se vocês não conseguem entender, acho que os ateus aqui são vocês.

Uma casa com livros no lugar de eletrônicos resolveria 90% dos problemas de muitas famílias. Limite de tela é para inglês ver. Pais adoecidos não têm poder de cura.

Eu e os livros,

mares de encontros que me atravessam,

ventos que me levam a navegar saberes.

Cada página acende em mim

a chama esquecida,

essência adormecida que desperta

no entrelaçar de vidas,

na confluência dos caminhos

que me habitam.

Eu e os livros,

mares de encontros que me atravessam,

ventos que me levam a navegar saberes.

Cada página acende em mim

a chama esquecida,

essência adormecida que desperta

no entrelaçar de vidas,

na confluência dos caminhos

que me habitam.

Os livros são o melhor abrigo contra a ignorância, portais que nos conduzem a mundos inexplorados, fontes inesgotáveis de conhecimento que iluminam nossa mente e expandem nossas fronteiras intelectuais.

"⁠A relevância de um autor não encontra-se na quantidade de livros que ele escreve, mas no impacto que eles trazem".

⁠Os livros que escrevi trazem o meu nome mas tenho dificuldade em encontrar os seus autores. Só aquele que estou a escrever é feito por mim, os restantes parece-me sempre terem sido outros homens que os compuseram.

António Lobo Antunes
Quinto livro de crónicas. Alfragide: Publicações Dom Quixote, 2013.

Nota: Trecho da crônica Deste profundo abismo, senhor.

...Mais

Quando se é novo é sempre a somar. Somam-se amigos, emoções, experiências, livros, canudos, lugares, responsabilidades, preocupações e ambições, vícios e prazeres que não viciam.
Até cada ano de vida que se viveu é celebrado como se fosse uma proeza. É triunfalmente que se chega aos 6, 10, 14, 18 ou 22 anos. E com razão. Ainda consigo lembrar-me que eram obra.
Depois, não sei a que idade (é aquela em que nos deixamos de importar tanto com as coisas, daí nunca darmos por ela), começamos a compreender a alegria e a liberdade de subtrair coisas e pessoas que só nos pesam, roubando-nos tempo, paciência e a calma necessária para sobrevivermos e que se vão tornando, monstruosa e deliciosamente, cada vez maiores.
O tempo de subtrair é cruel e frio e imensamente libertador. Dá vida aos últimos anos de vida que temos. Sim, porque a vida acaba. A morte acontece e, irritantemente, dura para sempre. Há quem diga que é como o tempo antes de nascermos (até um gênio como Samuel Beckett caiu neste pensamento impreciso) mas não é. O tempo depois de morrermos é sempre pior do que o tempo antes de nascermos.
Ninguém sobrevive. Nascemos, vivemos e morremos. Sobreviver é tão estúpido como anteviver. A grande diferença entre estar perto da nascença e estar perto da morte é que a proximidade da morte é necessária e suficientemente melhor conselheira.
Antes de morrermos convém nos despirmos até estarmos nus; só com os nossos verdadeiros amores.

Miguel Esteves Cardoso

“O século XXI provou que tecnologia e livros são grandes remédios, mas a ignorância permanece uma doença sem cura.”

A mudança real não nasce nos livros. Ela nasce na carne, no convívio, no confronto silencioso consigo mesmo.

Pessoas são como livros,
Algumas se deixam lerem-nas,
Outras estudadas,
Ainda outras, só se permitem serem observadas à distância.
Pois, não aceitam interagir e por isso são esquecidas nas prateleiras da vida. 😔😞😢

Tercetos de férias


Para as férias, o que planejar?
Ler muitos livros, escrever
Listar lugares ‘pra’ conhecer


Filmes e séries, assistir
Parques e museus, visitar
A beleza das praias, contemplar


Um novo instrumento, aprender
Com atenção, da saúde cuidar
Atividade física, praticar


Criar memórias, se divertir
Refletir, luzir, devanear
Juntar a família e conversar


Tudo é essencial para a existência
Com momentos de descontração
É a vida com mais emoção


17/12/25