Trechos de Livros

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Sua vida é infinita e plural, encontra-se divulgada em livros da própria vida, cadernos escolares dos tempos, bibliotecas espalhada no mundo, fotografias em muitas mente de nossos amigos, ruas que levam seu nome e, sobretudo, na palavra da vida — sua matéria-prima e seu legado existencial. Ainda assim, como tantas vezes acontece neste país chamado Brasil, as nossa memória desse herói silencioso corre o risco de ser esquecida para sempre. Portanto um convite à lembrança da nossas memorias. Uma invocação à permanência dela para sempre. Porque, se há algo que não nos pode faltar em nossas vida, são as memorias — e a memória de quem soube amá-las com devoção como eu e você.

Quando se é novo é sempre a somar. Somam-se amigos, emoções, experiências, livros, canudos, lugares, responsabilidades, preocupações e ambições, vícios e prazeres que não viciam.
Até cada ano de vida que se viveu é celebrado como se fosse uma proeza. É triunfalmente que se chega aos 6, 10, 14, 18 ou 22 anos. E com razão. Ainda consigo lembrar-me que eram obra.
Depois, não sei a que idade (é aquela em que nos deixamos de importar tanto com as coisas, daí nunca darmos por ela), começamos a compreender a alegria e a liberdade de subtrair coisas e pessoas que só nos pesam, roubando-nos tempo, paciência e a calma necessária para sobrevivermos e que se vão tornando, monstruosa e deliciosamente, cada vez maiores.
O tempo de subtrair é cruel e frio e imensamente libertador. Dá vida aos últimos anos de vida que temos. Sim, porque a vida acaba. A morte acontece e, irritantemente, dura para sempre. Há quem diga que é como o tempo antes de nascermos (até um gênio como Samuel Beckett caiu neste pensamento impreciso) mas não é. O tempo depois de morrermos é sempre pior do que o tempo antes de nascermos.
Ninguém sobrevive. Nascemos, vivemos e morremos. Sobreviver é tão estúpido como anteviver. A grande diferença entre estar perto da nascença e estar perto da morte é que a proximidade da morte é necessária e suficientemente melhor conselheira.
Antes de morrermos convém nos despirmos até estarmos nus; só com os nossos verdadeiros amores.

Miguel Esteves Cardoso

Buscamos o conhecimento nos livros e nas experiências da vida, mas a verdade só a encontraremos no nosso interior. Essas verdades que não aceitamos, pois elas, na maioria das vezes vão contra a nossa vontade.
Depois sofremos!

⁠Menos Redes Sociais e Mais Livros, vemos nos dias de hoje muitos reclamando de tanta maldade ocorrendo, más estão presos dentro da prisão social, e o que você tem feito para mudar o seu mundo?

O CONHECIMENTO LIBERTA!

Amo os livros porque, enquanto o mundo faz barulho, eles me ensinam a pensar em Silêncio.

"⁠A relevância de um autor não encontra-se na quantidade de livros que ele escreve, mas no impacto que eles trazem".

Ela gosta de anime, livros e indie,
de estrelas, pássaros e poesia,
mas também de picolé de uva
— prioridades da vida.

Tem um gato lindo em casa
que ela ama mais que a própria dignidade,
usa All Star como religião
e troca a cor do cabelo
como quem troca de personalidade.

Faz desenhos, escreve poemas,
fala de biologia por horas,
e solta piadas tão ruins
que até o silêncio vai embora.

Ri de coisas sem sentido,
sozinha, no meio da sala,
e quando alguém pergunta "qual foi a graça?",
ela responde:
"Você não entenderia."

Gosta de céu azul, vento no cabelo
e teorias sobre o universo,
porque aparentemente
ser normal nunca esteve nos planos.

É meio garota,
meio cientista,
meio personagem de anime
e meio problema sem solução.

No fim,
é só uma criatura estranha
de All Star e cabelo colorido,
tentando sobreviver
com suco de laranja, gatos
e um senso de humor duvidoso.

“Somos como livros: não se julga sem antes ler. Esperamos que alguém nos encontre, nos abra, e descubra o que guardamos por dentro.”

“Somos livros à espera de mãos certas: não se julga a capa, é preciso abrir e ler o que o silêncio guarda.”

Entre portais e livros proibidos,
anda-se em corredores de vidro,
onde a realidade treme,
e a fantasia morde.
O coração dos magos é um labirinto,
desejo e dor entrelaçados,
e a pergunta arde, sempre:
o que vale mais... O poder ou a alma?
E no fim, quando as cartas caem,
resta a vertigem de saber:
a magia nunca foi sobre vencer,
mas sobre perder... E ainda escolher.


#themagicians

Fisioterapia Literária

Quando os livros se tornam remédio para a alma.
E, tal como um músculo cansado necessita de fisioterapia para recuperar a sua força, também o espírito precisa de um tratamento que lhe devolva o equilíbrio, a esperança e a serenidade.
A esse tratamento poderíamos chamar fisioterapia literária.
A fisioterapia literária não consiste em ler muito, mas em ler bem.
Não procura acumular páginas, mas permitir que cada página deixe uma marca positiva no coração.
Há livros que apenas ocupam o tempo; outros, porém, ocupam um lugar permanente na nossa vida.
São aqueles que nos ensinam a amar melhor, a sofrer com esperança, a perdoar com generosidade e a descobrir que existe sempre um horizonte para além das dificuldades do presente.
Tal como um fisioterapeuta conhece os movimentos necessários para recuperar um membro debilitado, também uma boa leitura ajuda a restaurar capacidades que, por vezes, julgávamos perdidas: a capacidade de contemplar, de refletir, de escutar, de rezar, de sonhar e de confiar.
Um leitor alimentado por boas leituras torna-se mais paciente, mais prudente nas palavras, mais atento ao sofrimento dos outros e mais disponível para servir.
Descobre que a verdadeira sabedoria não nasce da quantidade de informação acumulada, mas da capacidade de transformar conhecimento em vida.
Cada livro edificante é um mestre silencioso.
Não impõe respostas, mas desperta perguntas importantes:
Quem sou?
Para onde caminho?
O que realmente vale a pena?
Como posso amar melhor?
Estas perguntas, feitas com sinceridade, têm a força de mudar uma existência inteira.
Por isso, vale a pena escolher cuidadosamente aquilo que lemos.
Assim como procuramos alimentos saudáveis para fortalecer o corpo, também devemos selecionar palavras que fortaleçam a inteligência, o coração e a alma.
Nem toda a leitura alimenta; algumas apenas distraem.
Outras, porém, elevam-nos, inspiram-nos e deixam em nós um desejo sincero de sermos melhores.
Reservar alguns minutos por dia para uma leitura edificante é oferecer um presente a si próprio.
É criar um espaço de silêncio num mundo ruidoso.
É permitir que a mente descanse da agitação e que o coração reencontre o essencial.
Talvez seja este o maior objetivo da fisioterapia literária: ajudar-nos a caminhar mais direitos, não apenas na postura do corpo, mas sobretudo na postura da vida.
Porque uma alma alimentada por boas leituras aprende a olhar o mundo com mais esperança, enfrenta as dificuldades com maior serenidade e descobre que cada página verdadeiramente inspiradora pode tornar-se um pequeno passo no caminho da santidade, da sabedoria e da paz.
Que nunca nos faltem livros que iluminem a inteligência, fortaleçam a vontade e aproximem o coração da Verdade.
Afinal, algumas das mais profundas curas começam no instante silencioso em que abrimos um bom livro e deixamos que as suas palavras transformem a nossa vida.

“Sessenta e seis livros, uma só teologia: a glória de Deus!O PAI planejou, o FILHO realizou, e o ESPÍRITO SANTO inspirou. Toda a Escritura proclama a majestade do DEUS Triúno, revelando Sua glória de Gênesis a Apocalipse.”

"Quem já usufruiu dos benefícios da leitura, conhece a importância dos livros."




Cátedra, 2026

"Deixe que chamem sua visão de loucura; os livros de história são cheios de loucos que mudaram o mundo."

O maior ensinamento da vida não se aprende nos livros, mas na prática diária do respeito, da empatia e da bondade.

Sou escritora ...amo as palavras e os livros... escrever mantém meus sonhos vivos... sou um mistério para mim mesma..

"Nem toda inteligência vem dos livros. Muitas das maiores lições nascem da experiência, da maturidade e da vida vivida."

Procuro sentido nas palavras,
Dos livros, da fala e da vida.
Mas a vida não as dar.
Pouco ricos muitos pobres.
Miseráveis, famintos e doentes.
Procuro sentido na morte e na dor.
Sentido do nascer, viver e morrer.
A morte, um descanso.
No silencio uma tristeza.
De quem não fez grande e nem tão poucas obras.
Há um homem a quem não nos reverenciamos.
Por sua grandeza, seu amor e suas obras.
Obras que sois vós.
Homem perfeito aos olhos do criador,
e imperfeita a própria criatura.

Sobre a diferença entre os livros da ultra-modernidade dos Livros Antigos




É que nos primeiros, talvez, com muito esforço, encontra-se inteligência. Já quanto aos segundos, acha-se abundante sabedoria.


Às 19:40 in 04.08.2026

LIVROS DE INFÂNCIA

Eia em marcha meu Rocinante,
Vamos em busca de sonhos, vamos avante,
Não tenho tempo para bobagens ou inimigos,
Apenas quero viver e cuidar dos amigos,

Daqueles que me cativaram,
Isto o príncipe me ensinou,
Em nossas viagens,
Ou navegando rios com perigos,
Com Huckleberry Finn,
Ou em visitas as princesas de nossos sonhos,
São muitas aventuras e estórias sem fim,
Tempos felizes e risonhos.

Ah! Branca, Cinderela e Rapunzel,
Cachinhos e minha pequena Sereia,
Brincávamos debaixo do sol com nuvens por véu,
Construindo castelos de areia,
Sonhando acordados,
Dormindo felizes e inocentes,
Sem especiais cuidados.

Aventuras mil com Simbad, João e Maria e o Gato de Botas,
Protegidos pelo Soldadinho de chumbo, em todas as rotas,
Abrigados na casa de tijolos e fazendo guerra de travesseiros,
Fomos na meninice grandes felizes e arteiros.¹
As vezes enfrentando vilões,
Como em Ali Babá e os quarenta ladrões
Em outras ficamos no meio,
Da vida do patinho feio,
Ouvimos a resposta do espelho,
Corremos com Chapeuzinho Vermelho,

E o medo do Saci, da Mula e do Caipora,
Do Curupira, da Cuca e outros bichos,
Que enfrentamos em duelos,
Dentro e fora do Sítio do Pica-pau Amarelo,
Ah! Seu Bento,
Por sua causa e de outros,
Tive muito passatempo.

Agora saímos desse cenário,
Pra trás ficam sonhos, feiticeiras e leões
Ficam também armários,
Assim como imaginações.
Ai que saudades eu tenho...²