Textos sobre Trabalho
Compromisso com o amor
As vezes um investimento bem feito da trabalho, mas constrói uma parceria com fidelidade.
O engajamento, a eficácia e o comprometimento com a outra pessoa, são ações embutidas em valores que trarão reações e respostas para a relação ganhar um níveo de crescimento acima da média. Para uma relação continuar dando certo são necessários os devidos cuidados com os sentimentos, e os pensamentos, eles devem permanecer na mesma frequência, as mudanças podem acontecer pausadas em cima de acordos benéficos para ambas as partes. A coerência, a tolerância e as divisões de tarefas, podem ser elementos essências para uma existência duradoura e pacífica na parceria. Enfim, ver e rever sempre o que está sendo feito, agir com transparência e empatia e honrar com alegria diariamente o compromisso com o amor.
O Amor Brota
Valeu a pena suportar o trabalho árduo no inverno, foi necessário semear diariamente para conquistar uma boa colheita;
Mesmo com a neve caindo e os ventos conspirando contra os meus esforços, não deixei o fracasso e nem a decepção entrarem pela minha porta, pois os meus esforços e a minha paciência tinham a certeza e a segurança do que estava por vir;
Pensar em ti nas noites congelantes foi o que manteve a minha fogueira aquecida, foi o que esquentou os meus pés em frente a lareira enquanto a neve caia lá fora tentando matar o que estava brotando;
O meu querer por você sobreviveu bravamente e suportou o inverno, ele foi tão forte e verdadeiro que brotou em ti, a semente do amor.
Motivadores assistenciais, a você que desenvolve o trabalho na área social o nosso respeito e admiração. Saiba que teu gesto não transforma somente a vida dos assistidos, mas a tua própria.
Nós somos devedores sem exceção e o grande feito da colaboração seja até mesmo no ouvir o próximo, aproxima você de feitos maiores em seu benefício, sejamos então acolhedores aonde nossos gestos são de fortalecimento.
Trabalho Excelência Emanuel Andrade
No deslumbre de começar uma nova etapa de excelência, o abrigo é protegido por a minha vontade de viver onde recai as minhas metas passagens pelo tempo delineadas que quero conquistar.
O propósito é ser diligente, sábio no viver, adquirindo conhecimento nos livros da vida de homens de Deus e da ciência, porque uma está ao lado da outra.
Materializar todo conhecimento e experiência, pairar por um espaço meu, que percorre um vasto percurso de pesquisa, na literatura, na arte na economia, na humanidade e na gestão de recursos...
Pautando um serviço de bem estar e autossuficiencia, pela atenção a saúde a paz e amor do ser humano.
Apaziguando vencendo os conflitos, os desafios e atritos que circundam nosso ser
Resplandece o desejo de querer aprender e de aperfeiçoamento pessoal e do meio que circunda a cada instante um passo avante, com o objetivo de promover uma melhoria no meu eu, mergulho profundo no meu eu, avalio o caminho e entro numa nova fase a espera de querer tudo e nada e ser um para os outros e pelos outros.
Penso num contexto amplo de uma convicção que tem esperança no que não se vê.
Alçando a minha responsabilidade e dedicado a mesma olho para traz e digo venci hoje, cumpri com minha missão hoje ainda a possibilidade de fazer algo mais por isso faço, dou porque também me dão.
Estou longe e tão perto de mim quero encontrar o que está em aberto, guardado está o buscado para aquele que há- de comer.
Desviado o vento livre da tormenta, vejo o sol a espreita.
Jornada de trabalho, puro amor que dura pelo sopro do espírito do fruto árdua luta.
Que não se esqueçam das disputas, das despesas e contas e consultas.
Viro a página e é sempre o melhor do estado um gosto especial pela manhã louvo e pronto para começar um novo dia.
Começa a reluzir a vida por vezes cintilante outras vezes constante, outras acendo a cadeia para dar luz ao fundo minha pessoa,
O amor é o como trabalho artístico,
requer atenção, tempo, dedicação,
sentimento e talvez, alguns sacrifícios,
então, poucos estão aptos e dispostos para arte de amar,
um dom divino que precisa ser trabalhado e contínuamente exercitado.
Curiosamente, encontro este preparo claramente no teu olhar
semelhante a água cristalina,
portanto, posso constatar
que és de fato uma preciosa artista.
Felizmente, pude admirar num fim de tarde atípico uma fascinante pintura celeste, trabalho de um pintor divino
que a pintou com traços precisos
inspirados no seu amor grandioso,
assim, o regozijo veio de imediato
nestes instantes tão preciosos.
Estando a rica austeridade em exposição, não é sensato ignorá-la,
tendo em vista que ela é capaz de gerar uma sensação necessária de equilíbrio, daquelas que confortam a alma fazendo esquecer dos conflitos.
Levando em conta este entendimento,
através de um sentimento vívido e um olhar atento, admire a natureza por ser esta, uma arte viva que impacta com sua beleza que inspira e que o ânimo restaura.
Felicidade
Aínda há quem diga
Que Paz é trabalho sem fadiga
Nem seria verdade
Um céu sem tempestade
Na vida não ter decepção Encontrar na fúria o perdão
Um sorriso com a alma partida
E que a luta não esta perdida
Se acha então o segredo
Seguir sempre sem medo
Alegria no palco escondido
Amar sempre com pureza
Carregar no coração a certeza
Machucado mas nunca arrependido.
❝ ...Depois de um dia cansativo
de trabalho, o sol da lugar a
Lua, o dia da lugar a noite, e
meus pensamentos se voltam
para Deus. Me deito tranquila
e agradecida, por mas um dia,
pela paz que invade meu coração.
É tão bom olhar o brilho da noite
e sentir o amor de Deus me abraçando.
Este sentimento não tem preço...❞
-------------------------------------------Eliana Angel Wolf
Na criação do mundo, o próprio Deus, já nos ensinava que nem tudo é trabalho; precisamos de pausas, intervalos e estações. Silêncios para que a ordem e o esforço que fizemos, faça sentido através de nossa reflexão e através de nós haja luz.
§
"PI: Criacionismo Bíblico em uma consciencia plural".
MochilAR
Eu amo o Brasil, eu amo o meu trabalho, e eu amo muito mais a minha família e meus amigos. Mas infelizmente eu vivo em um País no qual esse amor não é correspondido a contento em razão dos inúmeros problemas sociais, frutos principalmente de um câncer chamado corrupção, tão antigo quanto endêmico e letal.
E enquanto esse filme se repete a todo o tempo, independentemente de trocas de governos, legítimos ou não, nós brasileiros, embora “donos” de um dos mais belos países do mundo, morremos à míngua, por asfixia, todos os dias e noites, por falta de segurança, nas filas de hospitais públicos, de fome, de ignorância, e a cova para a nossa esperança também já nos espera.
Foi exatamente nesse ponto que a Europa entrou em minha vida.
Não, eu não gostaria de viver em outro país senão o Brasil, mas eu gostaria muito de viver em um país no qual, por exemplo, ricos, pobres, negros, homossexuais, mulheres e portadores de necessidade especiais compartilhassem o mesmo vagão de metrô, sem que isso fosse considerado anormal. E assim como cada conterrâneo meu tem a sua “válvula de escape” para continuar nesse relacionamento doentio, eu também encontrei a minha: Viajar, sobretudo para lugares nos quais eu respire sem a obrigação de carregar nas costas um balão de oxigênio.
Daí são vários meses de trabalho duro, inúmeros feriados não aproveitados junto à família e amigos para ir ali, a alguns milhares de quilômetros do Brasil, só para passar, a pé, em uma faixa de pedestre sem ter que apontar o dedo do meio ao motorista que não para, e ser mais mal educada que ele, só para ver pessoas com livros nas mãos em qualquer parte da cidade, nas praças, nos parques, nos ônibus, trens, só para pagar 30 euros, de avião, para ir de um continente a outro, só para me distanciar um pouco, por pouco tempo, de números tais como “cinquenta e oito vítimas de homicídio a cada oito horas no Brasil”, que para mim são mais que estatísticas, é oxigênio jogado fora do cilindro. E quando ele está vazio, eu tenho mesmo que viajar para reabastecê-lo.
Não, a Europa não é um paraíso. Também tem inúmeros problemas sociais, tais como desemprego, mendigos, em alguns lugares, xenofobia, em outros, ainda homofobia, mas, por enquanto e enquanto um político brasileiro, nos moldes como são sempre os nossos, for impedido de ter acesso e meter a mão ao quinhão que não lhe compete por lá, será possível caminhar pela Europa, a pé, com uma mochila nas costas, e não com um cilindro de oxigênio, vazio.
Dedicava-se plenamente ao seu ofício como sapateiro. Certa vez, levou trabalho para casa. Um pequeno pote com graxa e um par de sapatos velhos, que desesperadamente imploravam por um brilho, e se possível, solas novas. "Só o seu café quentinho pra anular esse cheiro de graxa", disse ele, usando uma indireta, jogando um verde.
Ela veio da cozinha, seus passos lentos, pés cansados que se arrastavam, relatos auditivos que evidenciavam a passagem do tempo. No topo de sua cabeça, uma coroa de cabelos brancos.
Décadas de uma mistura nada convencional, que envolvia graxa, café, antigos sapatos e sorrisos que sempre foram exemplos do amor e companheirismo.
Se você possui um amor, faça dele seu bem maior. Chegue correndo do trabalho nas sextas, passe o final de semana planejando e realizando projetos. Quando ela não acordar bem, prepare o café, assista aquele filme de romance pela décima vez, aquele que você não gosta mas assiste por ela. Durante a semana, depois do trabalho, não esqueça de comprar a tapioca de carne seca que o seu Zé vende em sua bicicletinha. Faça amor apaixonadamente, e na primeira pausa, admire-a e diga o quanto seria incompleto sem aquele amor.
Porque o tempo é efêmero, passageiro, pouco se importa com a forma a qual o usamos, um dia ele vem tomar o que é dele. Mas seu amor místico, divino e atemporal, está além dos domínios do tempo.
Essa manhã eu faltei no café.
Como quem falta a escola, trabalho ou um compromisso do dia.
Falta é o que mais tenho feito, aos outros um pouco menos que a mim mesmo.
As vezes me sinto fino, apagado, desaparecendo aos poucos como a fumaça de um cigarro.
Queria dizer como estou bem, como o sol na janela constantemente me alegra, como as coisas dolorosas não me afetam.
Mas sigo infelizmente muito fiel a verdade, que não me permite compactuar com tantos absurdos.
Escrevo porque quero muito, na quantidade. Escrevo porque quero tanto, na necessidade.
Para que minha existência nunca falte.
Com a cara do sertão
Ao sol, o trabalho dia-a-dia,
A vida como de um ermitão,
Testa marcada toda em fatias.
Insolação no rosto, calos nas mãos,
Nada de mordomias.
Garantindo, com isso, o pão:
A fome que se irradia.
Na Xerófila verde do sertão,
O solo clamando chia,
Restos em decomposição
De uma vida sem harmonia,
Exagero que não é pouco,
Semelhança em sintonia.
Terra rachada como é o rosto,
Identidade de um povo,
No sofrimento um do outro,
A real face nordestina.
O trabalho é uma das maiores responsabilidades da vida.
Com dignidade, honra e honestidade
todo trabalhador contribui realmente para a evolução da humanidade
É compensador trabalhar para pessoas justas, receber o que é seu por direito e ao fim do dia poder deitar tranquilamente a cabeça no travesseiro com a consciência limpa de quem fez a coisa certa.
FELIZ DIA DO TRABALHADOR!
MANIFESTO DE QUEM TRABALHA PELO TODO
Por Diane Leite
Eu não trabalho para lados.
Eu não defendo bandeiras.
Eu não sirvo a partidos, nem a religiões.
Eu trabalho para o TODO.
Porque tudo o que divide, é controle.
E tudo o que é controle, é prisão.
Partido divide.
Religião afasta.
Ritos criam muros.
E eu sou ponte.
Não estou aqui para ser símbolo de grupo algum.
Estou aqui para ser canal de algo maior.
De algo que inclua e liberte.
Eu trabalho por inclusão, não por conveniência.
Pelo coletivo, não pela aprovação.
Pela verdade, mesmo que doa.
Pelo TODO, mesmo que custe.
Não me curvo à seletividade emocional.
Não me silencio por alinhamentos ideológicos.
Não me vendo por aceitação social.
Sou sensível.
Sou estrategista.
Sou mãe atípica.
Sou essência em movimento.
E o meu compromisso é com o que é justo, inteiro, verdadeiro.
Se uma árvore queima, eu grito.
Independente de quem esteja no poder.
Se alguém é excluído, eu acolho.
Independente de quem esteja aplaudindo.
Se algo dói no mundo,
é comigo também.
Eu não vim para agradar.
Eu vim para unir.
O Peso Invisível
✍ Por Diane Leite
Dizem que o home office foi a grande revolução do trabalho. Dizem que agora podemos conciliar tudo – carreira, filhos, casa, sonhos, ambições. Dizem que podemos trabalhar no conforto do lar, produzir enquanto assistimos ao crescimento dos nossos filhos. Dizem tantas coisas…
Mas ninguém diz a verdade.
Ninguém fala sobre as palavras interrompidas, sobre o cursor piscando na tela enquanto uma voz infantil chama sem parar: “Mamãe, mamãe, mamãe…” Ninguém menciona o caos mental de tentar responder um e-mail enquanto alguém puxa sua blusa pedindo atenção. Ninguém fala sobre a raiva silenciosa de tentar construir um futuro enquanto mãos pequenas tentam te puxar para o passado – para aquele tempo em que você era apenas mãe, apenas colo, apenas entrega.
O mundo aplaude pais que trabalham de casa, admirando sua dedicação e equilíbrio. Mas quando é a mãe que tenta, o que ela encontra? Um labirinto sem saída.
Ela tenta negociar, tenta explicar.
"Filho, me dá só mais meia hora e depois a gente brinca."
"Mamãe está ocupada agora, mas depois vamos ver seu desenho favorito juntos."
"Por favor, me deixa terminar isso, é importante."
Mas as crianças não entendem tempo. Elas entendem presença. E quando percebem que a mãe está ali, mas não está, insistem, persistem, exigem. Querem tudo. Querem agora.
E a mãe?
A mãe não está frustrada porque não ama o filho. Não está frustrada porque não quer estar ali. Ela está frustrada porque precisa pagar as contas. Porque precisa trabalhar para sustentar o filho que, ironicamente, é quem a impede de trabalhar.
E o pior: a criança não entende.
Ela não sabe que aquela mãe exausta que pede “só mais um minutinho” está tentando garantir um futuro para ela. Não sabe que, enquanto brinca distraída, aquela mãe está planejando, negociando, buscando um jeito de fazer tudo funcionar.
A mãe engole a raiva. Engole o cansaço. Engole o grito que quer sair.
Porque o mundo já a ensinou que mães não devem sentir raiva dos próprios filhos.
Porque o mundo já a convenceu de que esse é o seu papel e que reclamar é ingratidão.
Mas lá dentro, um vulcão silencioso se forma.
Não é culpa.
Não é medo.
É frustração.
Porque enquanto o pai seguiu sua vida, ela parou. Enquanto ele construiu, ela segurou tudo sozinha. Enquanto ele dormiu tranquilo, ela ficou noites em claro, estudando terapias, pesquisando tratamentos, garantindo que aquele ser pequeno e frágil tivesse um futuro.
Agora que o filho cresceu e que ela finalmente tenta respirar, tudo parece puxá-la de volta para aquele tempo de doação total. O tempo que parecia ter ficado para trás, mas ainda vive dentro dela.
Ela sente raiva porque percebe que ninguém vai dar esse espaço a ela. Ela terá que tomar esse espaço.
Mas ninguém ensina como.
E então ela segue, tentando negociar, tentando encontrar um pedaço de tempo entre as exigências do dia.
O cursor ainda pisca na tela.
Os e-mails ainda esperam.
Os sonhos ainda querem nascer.
Mas há um peso invisível sobre seus ombros.
O peso de ser mãe e ser mulher ao mesmo tempo.
O peso de carregar tudo enquanto o mundo finge que não vê.
Mas ela vê.
Ela sente.
E um dia, de algum jeito, ela vai conseguir respirar de verdade.
E não pedirá mais desculpas por isso.
Diane Leite
NEM SÓ DE PÃO VIVE O HOMEM "da série: meu desassossego"
O trabalho é, para alguns espíritos, uma fuga da mente medíocre incapaz de criar belezas através da arte.
“O fato é que vocês não se suportam. Seu trabalho é fuga, um desejo de se esquecerem de vocês mesmos. Mas vocês não têm conteúdo... nem mesmo para a preguiça”.
Impossível não concordar com Nietzsche sobre este tema. Por exemplo, quem em seu desespero de conquistar o mundo, no afã de ganhar muito dinheiro produziu algo de belo, a ponto de se tornar eterno entre os mortais burocratas capitalistas?
Que estadista ou mega empresário teria tido o tempo, o dom e a paciência para escrever um Dom Quixote, ou quem sabe para elaborar a república de Platão? Quem pode imaginar, quem em sã consciência conceberia um Homero preocupado com o preço da gasolina ou mesmo do carvão, ou com o preço do barril de petróleo e seus derivados?
Nem só de pão vive a arte, embora não coma o pão da preguiça e nem beba o vinho da vaidade presunçosa, a arte é o vinho e o pão que nos alimenta, de beleza e esperança, é quem ascende o fogo do desejo de viver nas almas dos homens, é ela quem encanta as musas e dissemina a semente da fé no futuro da humanidade, sem a arte morreríamos de tédio: Salve Goethe.
Os artistas, embora lucos, são eles os guardiões da lucidez humana.
O cara de pau
Eu sou um cara de pau
Se falam em trabalho
Eu passo mal
Se me pedem um favor
Por amor de Deus
Eu digo não.
Falta-me disposição
Pra chutar a bola pro gol
Pra cobrar um escanteio
Nem o cabelo eu penteio
Nesta vida, o que anseio
É não ter obrigação
Nem defesa nem ataque
Nem barbeiro nem peão
Falta-me disposição
Para afiar a navalha
Pra mover com uma palha
Para amassar o pão..
Eu sou um cara de pau
Se falam em trabalho
Eu passo mal.
Se me pedem um favor
Por amor de Deus
Eu digo não.
Falta-me disposição
qualquer coisa apareça
Eu disfarço e digo não
O FUTURO DO TRABALHO, EMPREGO E DA LEGISLAÇÃO SOCIAL
Para analisar o futuro é necessário compreender o passado. É preciso entender a história para não termos um ataque histérico com a realidade.
Podemos assim dizer que, etimologicamente, o trabalho vem do latim tripalium. Um instrumento de tortura com três paus que pesava sobre os animais ou escravos forçando-os trabalhar.
Em poucas palavras, a organização do trabalho se divide em três aspectos; o trabalho escravo que o trabalhador é considerado como um “objeto” passível de ser negociado, ou até mesmo morto. Surge, logo após, a servidão onde o prestador de serviço já era reconhecido como pessoa, desde que seja submisso ao seu senhor feudal. Logo advém a corporação de ofícios, compostas pelos mestres, detentor do conhecimento do ofício, pelos companheiros, auxiliares do mestre e pelos aprendizes que eram jovens com intuito de aprender o oficio. Assim são os primórdios do trabalho assalariado.
Os trabalhadores eram submetidos as mais bárbaras condições de trabalho. Um serviço desumano de se notar e vergonhoso de se examinar, eram considerados “instrumentos” de lucros, estimulado na proporção de seus esforços.
De um lado temos os empregadores que detém o capital e a oportunidade de ofício, de outro lado temos os empregados capazes de satisfazer as necessidades dos empregadores com o trabalho.
A forma de trabalho foi evoluindo de tal maneira que, havia muitas injustiças e abusos dos empregadores perante os empregados. Entretanto depois de séculos de lutas insaciáveis contra injustiças, hoje temos outra realidade, onde o Estado tomou para si a resolução desses conflitos tentando amenizar cada vez mais a violenta desproporção entre o capital e o trabalho. Pena que, alguns tenham atitudes que retroagem tal evolução do trabalho. Havendo hoje em dia é uma grande inversão de valores no que tange a força do capital perante o oprimido trabalho.
Para poucos empregadores, medíocres e burocratas, o que interessa é o lucro. Advindo de arrochos salariais, explorações de empregados, assediando-os de tal forma que usufrui todas as maneiras possíveis, esgotando-os propriamente ditos. Esquecem que a empresa é na realidade grande instituição social.
É claro que, de uma certa forma, tem que haver rigidez, ou seriedade necessária, pois senão os empregados deturpam essa liberdade de ser conduzidos e surgem consequentemente determinadas incertezas.
Se todos empresários “empregadores” pensassem no real propósito da importância social que detém, a relação de emprego estaria melhor. Antes de tudo, os empregadores têm que olhar nas almas de seus empregados e trata-lo como colaboradores, sua linha de frente da empresa. Em vez de considerar como apenas funcionários subordinados. Logo os lucros virão por consequência. E sua lucratividade terá de ser sustentável perante a decorrência da não exploração do “mais-valia” de seus empregados.
É adequado ver a realidade de cada empregado, preponderando às condições financeiras, culturais, religiosas (sem interferir nas suas opções), o envolvimento com a família e, muito mais.
Assim nossa legislação tem que acompanhar tal desenvolvimento, uma vez que leis sem bem estar significa problemas sociais. As Leis Trabalhistas, numa metáfora, trata-se de uma árvore gigantesca cheia de galhos e frutos caindo pelo chão sendo desperdiçados. Ao passo que a REAL REFORMA TRABALHISTA, é o corte desses galhos danificados com o tempo e o recolhimento desses frutos podres para não contaminar os sadios. Levando em consideração que deixe o tronco e os galhos mais resistente para que a árvore cresça forte e sadia, aonde consideramos o Emprego, os Direitos e Garantias Fundamentais conquistados através de muitas lutas.
É imprescindível fazer uma lapidação nas letras mortas da lei, deixando inerte a lei que tange os Direitos Sociais adquiridos sustentado o Emprego. Nem que para isso a Sociedade seja consultada.
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