Textos sobre Tempo
Então, depois de tanto tempo e com muito mais maturidade, aprendemos a lidar com nossas diferenças e principalmente, com o que sentimentos um pelo outro. É muito melhor conversar e tentar se entender, do que simplesmente largar tudo e recomeçar sozinha, ou, até pior: tentar seguir a vida com outro alguém que eu jamais poderia amar da mesma forma que amo você.
Quando volto para minha cidade natal, sinto tantas emoções ao mesmo tempo. Fazia alguns anos que eu não voltava para esse lugar. É um pouco difícil para mim, porque apesar de essa cidade ter me proporcionado tantos momentos incríveis, também me traz algumas lembranças dolorosas. Porém, depois de alguns anos, resolvi tomar coragem e encarar essas memórias. Deixei a tristeza de lado e fui. Finalmente, pude ver pessoas tão importantes para a minha vida depois de tanto tempo. Também é doloroso lembrar que muitas pessoas que fizeram parte da minha infância e juventude, hoje não estão mais nesse mundo. Passo pelas ruas em que elas moravam, pelos lugares que frequentei no passado e é impossível não se emocionar. As lágrimas começam a cair. Eu era tão jovem quando deixei essa cidadezinha, tinha tantos sonhos. Fiz uma escolha importante e não me arrependo, mas é difícil ver quantas coisas deixei para trás. E foi só voltar para perceber o quanto devo a esse lugar.
Deus levou tempo para revelar Sua palavra a João na ilha de Patmos. Hoje, vemos tantas 'revelações' em troca de PIX e curtidas, acompanhadas de línguas que não têm fundamento bíblico. Como as pessoas se deixam enganar assim? A Bíblia ensina claramente que, nos últimos dias, Deus nos fala por meio do Seu Filho (Hebreus 1:1-2). Eu não preciso de sinais extraordinários ou sentimentos místicos; Sua graça me basta (2 Coríntios 12:9).
É tempo de acordar, de saber viver, num momento a que chamamos Vida. É necessário emergirmos do vazio e do egoísmo e afundarmo-nos na nossa alma, para vislumbrarmos a Luz que nos ilumina sem espelhos. É hora de acertarmos o relógio da partilha Humana. Vamos viver com sabor a União, numa entrega incondicional de todos os Seres.
Se eu ao menos pudesse voltar no tempo, eu escolheria você, pois só agora eu conseguir percebe, que sem você, não há sentindo de viver. Pois, o mundo perdeu a luz, e eu perdi a minha vontade, você talvez estivesse certa com os seus vídeos bobos dizendo que eu era sua metade, porém, agora só restaram as lembranças, tudo por culpa da minha ignorância.
Quem canta vitória antes do tempo, nunca chegará a uma glória. O erro prepotente de muitas pessoas é achar que quem ta caído ta derrotado, e quem tá no chão ta sem chance, na vida sempre a uma reviravolta, e quem sabe se levantar sabe erguer tudo o que desejar, quem se vangloriou com sua queda, pode não mais se levantar.
Algumas pessoas se vão e, quando voltam, não cabem mais; não é rancor, é tempo. Tempo que moldou novos contornos em suas almas, que escavou distâncias silenciosas entre nós, e fez do reencontro um espelho onde já não nos reconhecemos. Porque certas ausências não se medem em dias, mas em metamorfoses.
Depois de um tempo você percebe que chorar não muda as coisas. Percebe que permanecer trancada no quarto, encarando o teto e esperando as coisas melhorarem, não faz com que os ponteiros do relógio parem ou se movam para trás. Percebe que noites em claro não são a solução para se livrar de sonhos ou pesadelos, pois estes te perseguem mesmo quando está de olhos abertos. Depois de um tempo você percebe que cortes no pulso não tornam o dia mais bonito ou mais claro, e que giletes não servem como antibióticos-contra-dor-interna. Percebe que a indiferença dói, mas não mata. Que um coração partido, nunca volta a ser o mesmo de antes, e que uma vez quebrada, a confiança não se regenera. Um dia você entende que chega uma hora na qual lutar se converte em sua própria derrota. Uma hora em que desistir, deixar partir, fugir, é a única alternativa. Você percebe que há momentos que duram uma fração de segundos, mas podem causar danos que durarão décadas. Depois de um tempo você entende que a palavra desistir é relativa, que o verbo esquecer é involuntário, e que amor nem sempre é plural, e que quando singular, dói. Você então percebe que a mês após mês, dia após dia, hora após hora… Você percebe que o tempo não é constante. Percebe que ele muda, que ele passa depressa, e que vai eternizando momentos, arrastando lembranças, sequestrando pessoas. Você percebe que mesmo sem viver, você sobrevive… Mesmo sem querer, você segue. Então percebe que quando esse “depois de um tempo” chega, você não sabe o que fazer. Percebe que talvez, nunca saberá.
Há alguns anos atrás por muito tempo eu pensei que podia voar; que seria um condor sobre o relevo fluminense; era uma ideia meio insana; parecia uma debilidade mental e assim fui intimado a uma terapia com um psiquiatra. por seis meses, duas por semana e quatro por mês frequentei a clinica do Dr Jartov hasstoff conceituado psiquiatra de descendencia russa. Passados seis meses e alguns dias, ao chegar na Clínica encontrei-a fechada; uma adolescente que reside no dificio e namora com o rapaz da cobertura, que não quis revelar seu nome , jura que viu jartov pulando da cobertura, mas seu corpo jamais foi encontrado. Acho que Jartov aprendeu a voar...
Eu queria dizer algo sobre aquele tempo, sobre aqueles momentos, sobre o que conjecturávamos, sobre o que discutíamos, sobre o que discordávamos. Eu queria dizer alguma coisa, quando olhava os teus olhos cheios de promessas e possibilidades, que o teu sorriso tornavam acessíveis; eu queria dizer alguma coisa, quando as luzes de neon da cidade refletiam nas tuas maçãs e nas tuas franjas, e estávamos alheios às vitrines que exibiam objetos de desejos a quaisquer mortais; a vida buzinava, apitava,alarmava, as igrejas badalavam seus sinos; matrimônios e comemorações; a vida se derramava feito champanhe num drink inesquecível e embriagador com muita gente que ria, dançava, falava, olhava comia ia e vinha; era mágico e eu queria dizer alguma coisa... que se perdia em coisa alguma na evolução dos momentos, nesse pulsar indecifrável de emoções que conduz nossos destinos; eu estava sempre ali querendo dizer alguma coisa que se afogava numa surpresa, numa emoção, num novo encanto que tornaria irrelevante e inoportuno o que eu dissesse; eu queria dizer alguma coisa que expressasse o júbilo... eu quis dizer alguma coisa... eu quis sim, eu acho que quis... mas foi só isso.
Meio embaçada pelo tempo, Sílvia sorrir depois de um gol e das comemorações com as amigas; tenho a impressão de que ela me pisca ligeiramente, é uma ilusão boba que ficou anuviada pelo tempo, mas ainda brinca no meu subconsciente; não sei se é isso que chamamos de amor platônico, mas confesso que tenho medo de encontrá-la novamente depois de quatro décadas; aquele jeito sensual de andar, de mexer nos cabelos castanhos, aquele sorriso encantador... essas abstrações me povoam e demarcaram território no quintal que constitui as minhas lembranças, mas o tempo é devastador e seria insuportável vê-la diferente. Nunca lhe falei desse encanto, mas supunha que ela percebera pois notara alguns olhados, sorrisos maliciosos... mas como, alguém tímido, sonhador e solitário com uma baixa estima incomparável apesar de tirar as melhores notas do colégio, chegaria a uma diva em um grupo blindado e limitado. guardei essa paixão como uma relíquia, afinal, a realidade decompõe qualquer beleza, qualquer fantasia. No comecinho da noite eu sentava no muro do chalé acanhado como o seu inquilino e ficava olhando as copas das tamarineiras cintilando com os vagalumes e algumas estrelas; algumas crianças brincavam de ciranda, outras corriam barulhentas e desastradas esbarrando nos idosos e seus cuidadores; as crianças nem pensavam na vida, os cuidadores só pensavam em ganhá-la e os idosos se perguntavam quando Cristo voltaria, quando esse mundo acabaria, afinal havia a eminência de uma terceira guerra mundial, pois o mundo estava sempre em conflito, e os astrônomos descobriam sempre algum meteoro que vinha na direção do nosso planeta; desculpa pra morrer não faltava, afinal o nosso planeta parecia estar com o prazo de validade vencido. Eu não queria pensar nisso, aliás o fim do mundo, as guerras, os meteoros, tudo me apavorava, mas tínhamos o Clark Kent e o Bruce Wayne, e se eles falhassem, eu me declararia a Sílvia e fugiríamos para Aiuaba, onde certamente as noites são bem longas, existem mais estrelas, tamarineiras e vagalumes, e ali, o fim do mundo jamais nos alcançaria
Jamais vou conseguir ser o que já fui um dia, se eu pudesse voltar no tempo, voltaria exatamente quando eu era uma criança cheia de sonhos e esperanças, Daria uma abraço bem forte em mim mesma, e diria para aquela garotinha prometer para si mesma várias vezes jamais confiar nós outros apenas seguir seu próprios extintos.
Ter dinheiro pode ser uma bênção e uma responsabilidade ao mesmo tempo. É uma ferramenta que pode amplificar quem somos: se somos altruístas, podemos usá-lo para ajudar os outros; se somos consumistas, podemos nos perder em busca de mais. É crucial encontrar um equilíbrio, onde o dinheiro seja utilizado para satisfazer necessidades reais, buscar objetivos significativos e promover o bem-estar, tanto pessoal quanto coletivo. No final das contas, o valor do dinheiro está na maneira como o usamos para moldar nossas vidas e o mundo ao nosso redor.
Bom seria se pudéssemos perder um pouquinho do nosso tempo para perceber, sentir ou escutar o que há por trás de um simples "olá", "bom dia", "boa noite", etc. Pode não haver nenhum interesse escuso ou maldoso. O prejulgamento é um mal que assola e afasta o ser humano de uma vida pautada na gentileza, na humildade e na amizade.
Tudo tem que ter um tempo, um tempo pra amadurecer… Um tempo para ter a tal liberdade que sonhamos… Um tempo para realizar nossos sonhos… Um tempo para conhecer pessoas e poder confiar nelas… Um tempo para ser quem deseja ser… Um tempo para botar os seus planos em prática… Um tempo para sorrir sem medo… Um tempo para que a vida lhe ensine a viver… Um tempo para que tudo de bom aconteça no momento certo… Um tempo para ser você, apenas você…
Tu, que agora me tens aos pés, cuida bem do meu coração. Tu, que faz tempo olhaste para mim com olhos de marujo, com vontade e coragem para navegar em todas as minhas incertezas, vê lá em que mar nadas. Mas vê e não volta atrás, pois a água sem ti perderia o sal, os corais, a espuma. O mar desvira, entendes? Tu não queres que todo esse universo e essas vidas que cabem em mim desfaleçam, queres? Sei que jogo uma responsabilidade tremenda em tuas mãos, falando deste jeito, mas foi isso o que procuraste, foi esse o que preço que eu cobrei para me entregar - como se eu fosse capaz de não fazê-lo caso tu te recusaste a pagar. Encontra-me em teus mais belos sonhos, em castelos ou camas desforradas, tanto faz, sou muito tua. Mas venho com lições, discursos, ladainhas, além de ternura. Já venho te pedindo cuidado (e prometendo o mesmo). Tu sabes, um coração é quebradiço, frágil, escorregadio, fraco. Um coração em mãos é risco de morte, amor, risco de morte.
Amigo é aquela pessoa que o tempo não apaga, que a distância não esquece, que a maldade não destrói. É um sentimento que vem de longe, que ganha lugar em seu coração, e você sente presente mesmo quando está longe, você não substitui por nada, é alguém que vem pra seu lado quando você está sozinho, e nunca nega um sentimento sincero. Ser amigo não é coisa de um dia, mas são todos os atos, palavras e atitudes, que solidificam no tempo e não apagam mais.
Um trovão aterrorizante surpreendeu, não tive tempo de escapar ileso, a chuva caia leve, mas prometia tempestade, minha colega de trabalho pediu que eu abrisse o meu guarda-chuva, para acompanhá-la até sua casa, como não atender esse pedido se a sua beleza era contagiosa, um guarda-chuva pra dois então tivemos que ir agarradinhos e chegando ao prédio, para que não se molhasse, perguntei deixa entrar? Ela respondeu, não pode. Só até a portinha. Meu marido não está, e se verem você na minha portinha querendo entrar, pode desconfiar. Então, deixa-me por aqui mesmo, ainda mais que, já estou toda molhadinha.
Infelizmente vivemos hoje em um tempo de uma juventude familiar bandida, nociva, maliciosa sexualmente fútil anonima de ficadinhas de ganhos fáceis pelas redes sociais da internet e pelos grupinhos do whats app, uma vertente perniciosa ao uso passivo e ativo de drogas e misturinhas licitas energéticas alcoólicas, falsos príncipes e princesinhas mascarados e disfarçados em uma dupla personalidade e realidade mundana com o que há de pior na escoria, equivocada e suja existência egoística doentia sub-humana.
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