Textos sobre Nascimento
Deveríamos ficar felizes com a morte, por representar o encerramento da missão aqui na Terra, e preocupados com o nascimento, por trazer consigo uma gama de provações durante uma vida inteira. No entanto, a gente acaba deixando nosso egoísmo humano predominar nessas horas: choramos quando deveríamos rir, e rimos quando deveríamos estar com o coração angustiado. Para quem nasce e quem morre, imagino que as sensações sejam exatamente opostas às que sentimos.
Se não for para fazer uma boa consulta esotérica, um bom tratamento holístico, uma intervenção espiritual ou apometrica, jamais informe seu nome completo, data de nascimento, e menos ainda cidade e hora exata de nascimento. Se a todas essas informações a pessoa ainda tiver uma foto nítida sua, em fundo branco ou claro, pior ainda. Nas mãos erradas, essas informações podem desencadear acontecimentos devastadores em sua vida, principalmente se você pensar que não tem nada a ver fornecer essas informações.
A vida: de tão intensa que é vivida chega a perder o sentido. A morte: de tão amena que é, chega a ser uma saída breve para os amantes da vida. Conheço bem os dois, mas não conheço o amor que me aparece todas as noites em forma de sonhos inauditos por uma parte inconsciente de mim. Eu sou uma parte perdida de algo que eu já fui, mas também sou uma construção de algo que eu posso ser. Sinto que busco algo, alguém, mas nunca mim mesmo. Tenho dificuldades em aceitar meu destino. Percebo e sinto no fundo nascer uma vontade preternatural de amar e mudar as coisas, mas sinto essa vontade se ir ao decorrer de minha morte diária. Me sinto perdido, me sinto inaudível. Tenho preguiça de lutar contra a maré que me leva ao fim, mas sinto esperança em voltar a enxergar a luz fora da minha escura e solitária vida. Eu queria sentir o amor como o fruto do nascimento de uma alma.
Quando Herodes era o rei da terra de Israel, havia um sacerdote chamado Zacarias, que era do grupo dos sacerdotes de Abias. A esposa dele se chamava Isabel e também era de uma família de sacerdotes. Esse casal vivia a vida que para Deus é correta, obedecendo fielmente a todas as leis e mandamentos do Senhor. Mas não tinham filhos porque Isabel não podia ter filhos e porque os dois já eram muito velhos. Certo dia no Templo de Jerusalém, Zacarias estava fazendo o seu trabalho de sacerdote, pois era a sua vez de fazer aquele trabalho diário. Conforme o costume dos sacerdotes, ele havia sido escolhido por sorteio para queimar o incenso no altar e por isso entrou no Templo do Senhor. Durante o tempo em que o incenso queimava, o povo lá fora fazia orações. Então um anjo do Senhor apareceu em frente de Zacarias, de pé, do lado direito do altar. Quando Zacarias o viu, ficou com medo e não sabia o que fazer. Mas o anjo lhe disse: — Não tenha medo, Zacarias, pois Deus ouviu a sua oração! A sua esposa vai ter um filho, e você porá nele o nome de João. O nascimento dele vai trazer alegria e felicidade para você e para muita gente, pois para o Senhor Deus ele será um grande homem. Ele não deverá beber vinho nem cerveja. Ele será cheio do Espírito Santo desde o nascimento e levará muitos israelitas ao Senhor, o Deus de Israel. Ele será mandado por Deus como mensageiro e será forte e poderoso como o profeta Elias. Ele fará com que pais e filhos façam as pazes e que os desobedientes voltem a andar no caminho direito. E conseguirá preparar o povo de Israel para a vinda do Senhor. Então Zacarias perguntou ao anjo: — Como é que eu vou saber que isso é verdade? Estou muito velho, e a minha mulher também. O anjo respondeu: — Eu sou Gabriel, servo de Deus, e ele me mandou falar com você para lhe dar essa boa notícia. Você não está acreditando no que eu disse, mas isso acontecerá no tempo certo. E, porque você não acreditou, você ficará mudo e não poderá falar até o dia em que o seu filho nascer. Enquanto isso, o povo estava esperando Zacarias, e todos estavam admirados com a demora dele no Templo. Quando saiu, Zacarias não podia falar. Então perceberam que ele havia tido uma visão no Templo. Sem poder falar, ele fazia sinais com as mãos para o povo. Quando terminaram os seus dias de serviço no Templo, Zacarias voltou para casa. Pouco tempo depois Isabel, a sua esposa, ficou grávida e durante cinco meses não saiu de casa. E ela disse: — Agora que o Senhor me ajudou, ninguém mais vai me desprezar por eu não ter filhos.
Quando Isabel estava no sexto mês de gravidez, Deus enviou o anjo Gabriel a uma cidade da Galileia chamada Nazaré. O anjo levava uma mensagem para uma virgem que tinha casamento contratado com um homem chamado José, descendente do rei Davi. Ela se chamava Maria. O anjo veio e disse: — Que a paz esteja com você, Maria! Você é muito abençoada. O Senhor está com você. Porém Maria, quando ouviu o que o anjo disse, ficou sem saber o que pensar. E, admirada, ficou pensando no que ele queria dizer. Então o anjo continuou: — Não tenha medo, Maria! Deus está contente com você. Você ficará grávida, dará à luz um filho e porá nele o nome de Jesus . Ele será um grande homem e será chamado de Filho do Deus Altíssimo. Deus, o Senhor, vai fazê-lo rei, como foi o antepassado dele, o rei Davi. Ele será para sempre rei dos descendentes de Jacó, e o Reino dele nunca se acabará. Então Maria disse para o anjo: — Isso não é possível, pois eu sou virgem! O anjo respondeu: — O Espírito Santo virá sobre você, e o poder do Deus Altíssimo a envolverá com a sua sombra. Por isso o menino será chamado de santo e Filho de Deus. Fique sabendo que a sua parenta Isabel está grávida, mesmo sendo tão idosa. Diziam que ela não podia ter filhos, no entanto agora ela já está no sexto mês de gravidez. Porque para Deus nada é impossível. Maria respondeu: — Eu sou uma serva de Deus; que aconteça comigo o que o senhor acabou de me dizer! E o anjo foi embora.
Caímos quase que por acaso no trem da vida, que caminha sacolejante por tantos trilhos diferentes entre varias direções. Por isto devemos aprender a viajar da melhor forma possível nos vários vagões onde tem espaço. O tempo da viagem, não se sabe e muito menos a hora da chegada e por destino o nome certo da estacão.
Nasceu um bebê lindo e saudável neste mundo. Silêncio! O novo habitante falta acostumar-se a nova morada. Calma! A mamãe não pode conversar muito (enche-se de gases). Sorria! O papai não tem o menor jeito de pegar o bebê ou trocar fralda. Cuidado! O bebê se cansa e se irrita com muito movimento. Sensatez! Os irmãos do bebê também merece parabéns. Coopere! Visita longa deixa a mamãe e o bebê estressados. Entenda! O bebê acordou, quer mamar e precisa da atenção da mamãe. Facilite! Vá dar uma volta no berçário e veja outras crianças lindas. Simule! Mesmo que insistam diga está com pressa e seja breve.
Acredito que o ser que preserva e cria formas e soluções para o avanço e continuidade da sua espécie são os que verdadeiramente pensam um nos outros. E a espécie humana faz justamente o contrário, que tipo de ser vivo sacrifica um dos seus sem nem mesmo deixar o ventre da mãe, com quaisquer problemas? Se sacrificamos em vão a vida em que nem teve a oportunidade de conhecer o mundo, estamos sendo cúmplices de um dos mais cruéis e piores meios de assassinato que já existiu!
A verdade é que o amor é apoio e doação, não agressão e exigência. É protetor, não esmagador. Para a maioria de nós, a entrada na vida foi um procedimento médico padrão. Como resultado deste processo, concluímos inconscientemente que o amor é doloroso, confuso, invasivo, agressivo e às vezes violento.
Assistir a Valentina dormir é como mergulhar fundo num oceano de sensações. Fico parado do computador escutando a respiração e babo em detalhes a minha filha. Me perco, me encontro, me vejo hoje onde não pensava estar ontem. Me disperso, me recolho, fico preocupado com a vida dela e busco forças. Respiro, expiro, penso em seguir, mudar tudo. Sigo no enigma mais claro e na sabedoria mais vulgar de tudo o que é, sem nenhuma razão especial de ser quando a vejo dormir. Não hesito; me deixo levar nos pensamentos. Ela me traz essa reflexão e o que vem dela deixo fluir. Me deixo levar antes que seja tarde, antes que seja um poente finito. Ela me ensina tanto, sem falar nada, com quatro anos, dormindo, só de olhar... Entendo e aprendo que o despedir de um dia lindo que não se repetirá é, na verdade, uma cortina aberta para a verdade. E que a linha do horizonte vista dessa janela e suas formas inalcançáveis sejam da força e da fonte para a noite que virá, pois lá, enquanto eu estiver vivo, vai dormir uma criança. E olhando bem, dentro do coração dela, dorme também a criança que eu fui um dia, com todos os meus sonhos. Olho, observo. Ela ameaça acordar, mas dorme de novo ao receber meu carinho. Que bom que ela ainda é criança. A vida é tão difícil, tão dura, tão injusta, tão cruel, tão desumana, que eu não saberia como cobrar um conforto e um abraço de quem devo abraçar e confortar. Agradeço por ela existir. Penso em nossa história. Afinal, ela é tudo para mim hoje, mais do que eu achava que fosse ontem. Há dois anos então, nossa! O amor só cresce. Em palavras não ditas, escuto o ruidoso silêncio da respiraçãozinha dela, que não me deixa concentrar em outra coisa. Dizem que Deus sempre falará para um pai que observa a filha dormir. É verdade. Se ele existe e algum dia falou comigo, não seria em outra situação. Olho bem no centro do seu rostinho e penso disso tudo, que a mim fica a sensação de tudo ao mesmo tempo, do mais contraditório tipo: dos acertos na vida ao tempo perdido, do sonho errado, do passado que você nunca mudaria, do desânimo diante de uma caminhada que no fundo você pensa que pode não ser o melhor pra vida dela. Não dá para definir se é tristeza, euforia, ansiedade, alegria, desilusão, esperança, razão, emoção, ou apenas angústia e preocupação. Acho que é um misto de tudo isso com uma grande pitada de não saber nada sobre a vida. É um misto de tudo. Em que me despeço e peço, fico olhando até pegar no sono também, quando, aos poucos, vou apagando e esquecendo memórias de um futuro que ainda não foi. Aceito o que o passado tem sido, sem glória, sem lamento. Tento dormir pensando bem sobre tudo isso, e aprendo sob escombros das lembranças, sem que eu e ela, sem que ninguém se aventure ao resgate, pois num coração de verdade, não há chance de resgate, só remendos, apenas sangue estancado. E é por isso que perceber toda inocência de um filho perante o mundo nos emociona, nos faz chorar, nos orgulha em alegria, mas também nos rasga o peito de dor.
DDifícil saber sobre o verdadeiro sentido da vida. Mais devemos fazer este sentido valer a pena viver está vida. Devemos simplesmente ter alguém que possamos desabafar os nosso sentimentos. É o que irás nos fazer ter algum sentido dessa vida. Porquê se não podemos amar a quem ou quem for Quero dizer que não a sentidos de viver. verdadeiro sentido da vida é evoluir através do amor e das pessoas a quem este amor doamos. Assim a vida fará algum sentido. Pois é o amor a nossa origem com certeza é também o nosso destino amar alguém. Mesmo que pareça imposível. Mais é no real sentido da vida que se vê o amor. Amor é sentir e viver emoções. É toques murmúrios silêncio. Amor é agonia tristeza e alegria. O amor é o que nos faça acreditar que estamos vivos. E capaz de nos fazer vivos. Porquê o real sentido da vida. É sentir tanto quando for o proposto de viver. E sem doar esse amor. Não a motivo de v
"Eu nasci em 1978, entre a pobreza gritante de Guaianases, extremo leste da capital. Cresci em estado de vulnerabilidade, estereotipado, pisando descalço em ruas de terra e esgoto a céu aberto, juntamente com meus seis irmãos, a sofrer, sobretudo, o abandono paterno, lutando com a mãe contra a fome, em busca das necessidades básicas, numa casa humilde, de apenas três cômodos, construída em terra de parentes que, muitas vezes, nos desconsideraram..."
Por conta dos ventos, aqui do alto vejo ao longe a estradinha em suas tantas curvas, ora se esconde, ora aparece por entre o verde dos matos, imagem que parece um veludo macio especial e de tons, que acariciam minha alma... permanece assim, o balanço do canavial em aceno aos meus sonhos que sem querer escapam com os ventos, e aos poucos se perdem por aí, e vou ficando à janela, olhando as vírgulas do tempo, que pausam sem mim.
Que o espírito natalino seja frequente, que Cristo seja sempre lembrado, considerando que o seu nascimento foi um presente e que o seu sacrifício foi para que o seu povo fosse salvo, portanto, que o amor se torne cada vez mais evidente, que o amar o próximo não seja falso, que o mal não seja tão recorrente e que o coração seja imensamente grato.
Na verdade, a data certa é desconhecida, mas com certeza, o dia que ocorreu foi de suma importância, uma das grandes provas do amor de Deus, quando nasceu o menino Jesus, A Luz de Esperança para este mundo finito, onde o mal não descansa, então, aquele nascimento trouxe consigo um bem grandioso, imprescindível para a salvação humana, uma ocasião muito especial, consequentemente, que o simbolismo do Natal seja sempre trazer esta lembrança e que tenhamos uma conduta como o respectivo reflexo atemporal.
Moleque querendo ser homem, mas não passa de um moleque querendo crescer. Homem querendo ser homem, mas ainda é um moleque que esqueceu de amadurecer. Mulher querendo se comportar como homem e perdendo o seu valor, homem tratando mulher como objeto hoje o que antes tratava com amor. Homem que usa palavras tocantes para roubar uma mulher apenas para momentos de prazer, mulher carente que na busca de um afeto encontra-o por breves momentos na cama de um homem que nada tem a lhe oferecer. Ambos tem apenas trocas de prazeres que passam durante alguns minutos, horas, as vezes dias, semanas ou meses. As vezes uma busca entediante e amarga, cheia de tristeza e dor camuflada por sorrisos rasos, pois é algo que não pode ser oferecido sem amor. Não reprimo quem vive dessa busca, tampouco somos alguém para julgar ao próximo, é apenas uma observação de um fato cancerígeno que nos corrói lentamente, sugando as nossas esperanças de fazermos uma vida à dois. Eu já vivi essa busca, quem nunca viveu? Seja por prazer ou por afetividade, seja por amor ou amizade, seja por dinheiro ou felicidade. A vida passa muito rápido e isso já sabemos, o que talvez não saibamos é que estamos acomodados pelo que é momentâneo, pois o duradouro leva tempo e requer paciência. Paciência essa que não temos, pois o prazer é forte demais para esperarmos a hora e o momento certo de nos realizarmos.
Chega um momento em que as promessas cansam, e as palavras pronunciadas não servem mais de muita coisa. Pelo contrário, quanto mais você promete algo, mais vamos nos afastando desse algo. Chega um momento em Que as palavras se tornam vãs, e chega um momento em Que somente as atitudes importarão
O homem é fraco por natureza, somos fácilmente levados a tomar atitudes em função de uma ilusão para se esconder da dura verdade, tomando esse caminho vamos ganhando um falsa impressão de que está tudo bem, até o cerco fechar e a verdade vier a tona novamente. O caminho mais dificil muitas vezes é o mais certo, o fato de nascermos fracos não significa que devemos viver e morrer da mesma forma! Cabe a cada um escolher assumir ou não tal natureza!
Meu Deus, isso é tão triste fome, miséria, guerras, preconceitos, discriminação isso não é certo, não sou Deus e muito menos um revolucionário, mas se tivesse o poder, transformaria o mundo em um lugar mais justo. Mas como nada é justo e pouco é certo, continuemos a viver nesse mundo injusto.
Essa guerra silenciosa que você enfrenta, a batalha solitária que ninguém vê, é uma luta interna difícil de descrever. Você não está sozinho(a) nessa jornada; muitos carregam suas próprias guerras em segredo, lutando em silêncio contra seus próprios demônios. Busque a introspecção; a cura reside em seu ser, e a salvação vem da aceitação e do amor-próprio. Confie em Deus!
