Textos sobre Nascimento
Meus segredos. Sou fascinado por você. E por te desejar. A sua suavidade não consigo a descrever. Te imagino o seu corpo com o sabor de mel. Quando te vejo fico confuso. Não consigo diferenciar o que é mais bonito em você. Se é sua voz quando a ouço. Ou seus olhos. Ou teus seus sentimentos que me cativa. Tento ler os seus olhos. E neles tentar de ti roubar os teus sonhos. Sei que os meus segredos é estranho. Mais estranho mesmo é o que sinto por ti.
Nossa sociedade é formada por dois sistemas muito claros e distintos entre sim. Ambos precisam de uma engrenagem para funcionar. No primeiro sistema, todas as engrenagens estão funcionando perfeitamente e seu público-alvo são os grandes tubarões que se alimentam dos peixes pequenos. Aqui tudo funciona. Já no outro sistema, onde vivemos a maioria de nós, teríamos tudo para dar certo, exceto pela falta das engrenagens, o que já referi como um sistema de catracas banguelas. Não gira, portanto, os serviços essenciais não chegam para quem precisa. No final, os tubarões estão cada vez mais famintos, insaciáveis e se esbaldando, e nós, os peixes pequenos, quando não somos engolidos pelo sistema que gira normalmente, somos atingidos por uma subnutrição que consome toda a energia física, mental e social. É impossível mudar o quadro porque muitos dos peixinhos se sentem como tubarões e não querem sair de suas razas águas para buscar e experimentar os sabores das águas profundas.
Pense em alguém que está ouvindo o rádio e acompanhando as notícias. Pode ser que esteja apenas ouvindo uma música. O que importa é que se não houver uma sintonia entre emissor e ouvinte, a mensagem jamais chegará. Assim é a vida. Quando não estamos sintonizados com o que queremos ou mesmo com alguém. É impossível receber ou enviar uma mensagem. Não há diálogo na mesma linguagem. Eu falo mas não sou ouvido. Eu tento ouvir mas não existe uma mensagem no mesmo canal. As palavras se perdem. São inuteis. Então mudamos de estação, buscamos conexão.
minha vida hoje parece ser um barco no meio do mar após uma terrível tempestade que passou, e nessa metáfora estou seguro dentro do barco após a calmaria, mas o fato de ainda esta no meio do mar me assustar, pois olho para o horizonte e só vejo as expansões das águas e me pergunto será que vou conseguir enxergar terra firme? Nessa situação de sobrevivência às vezes o mais fácil parece ser pular do barco e me afundar nas águas até meu fim, mas isso significaria desistir da minha vida meus projetos e fé, pois ainda tem a terra firme para chegar eu só não a vejo ainda
Senescência de uma geração sofrida, onde as atividades de vida geraram as motivações reflexivas. Porém surgem as dificuldades biológicas, transformando os momentos de satisfação em histórias. Contagem de um relógio eloquente, onde os ponteiros não são viventes. Mas seguimos com algumas fórmulas, cuja as análises distorcem os prazeres da vida. Funcionalidade limitada em testes, e a humanidade se vê em um contexto deprimente.
Oh tempo que venera as mudanças de rotinas, literaturas cuja as páginas não respondem as dúvidas coletivas. Mas da poeira surgem as alegrias de um instante, onde uma página cativa os leitores estranhos. Entretanto surgem as arestas de um livro esquecido, onde a memorização se torna um aprendizado repentino. Versos que transcrevem os pensares longínquos, revelando um grande otimismo. E assim viram às páginas amareladas, chamando o interesse de várias gargalhadas.
No entanto o clima se modifica, havendo perspicazes nas trilhas. Natureza que constrói vossos caminhos, transformando as consciência em um evolucionismo. Mas criam uma cultura, cuja a sociedade não expressa os ideais funcionais. Ausências de oportunidades construtivistas, mas as emoções não foram sentidas. Despertares de uma ilusão egípcia, onde a escravidão era surpreendida.
Sentimentos que se desenvolvem no cotidiano atarefado, mas funcionalidade que se perde no tempo desconectado. Sol que descarrega suas vibrações espaciais, no deslocar deturpado por ideais. Mas a vida segue um fluxo itinerário, onde o relógio demonstra os fatos. Temperaturas que se elevam, após o campo ser abaixado. Perda de uma guarda contraposta, onde os minerais apresentam histórias. Sensações corporais em desequilíbrio, e conhecerás as ideologias atuais de perigo.
Hoje procura-se pela natureza, mas a soberba destrói as destrezas. Lutam pela preservação, no intuito de manter a própria extinção. Ideologias que divergem na vida, mas forças malignas que ditam as vidas. Junção de pensamentos, onde a reunião foi de eterno sofrimento. Mas seguem por trilhas perdidas, demonstrando as vertentes de tais vidas. Como não pensar na sociedade, onde à cultura se desfaz em meio uma enxurrada de ideais?
Expressões de um tempo incógnito, mas transformações de extrema rigorosidade contemporânea. Junção de ideologias em uma cultura primitiva, e a sociedade se tornou ilusiva. Acreditam nas artes renascentistas, onde as vivências foram de verdadeira euforia. Porém os quadros não contemplam vossas molduras, no período de uma época introspectiva. Conformidades de instintos milenares, mas os seres não humanos refletem os humanos em sua conectividade.
Deficiências que se expressam através de testes específicos, onde a decoração de contextos apenas respondem perguntas específicas. Entretanto, como conseguir entender perguntas complexas, se o raciocínio exige outras literaturas? Sistema visual que não condiz com as informações repassadas, através das emoções influenciadas por terceiros. E assim cometem erros de termo coerente com as próprias mentalidades vigentes.
Esforços físicos, mas que não foram realizados pelo físico. Atividades de intensidade variável, mas os esforços seguem um clima experimentado. Natureza de revelações surpreendentes, mas não se reconhece os parênteses. Distâncias percorridas em uma rotina, cuja as metas são competitivas. Porém não competimos pelo contato físico, mas sim pelas origens do empirismo.
Buscas pelas falas não exclusivas, mas encontram uma criatividade ilusionista. Mágica que condena uma crença, no passado de exigências infinitas. E transformam os períodos em imensas sintonias, das quais as sinfonias não ditam os ritmos de vida. Louvor de um período esquecido, e os interesses se tornam imperativos.
Guias de uma crença de desgraças temporárias, e as mentalidades se tornam trevas de verdadeiras amarguras constatadas. Ilusões nos passes espirituais, e a realidade se torna distorcida. Mesas que revelam tais doutrinas, mas as constelações não parecem perdidas. Falsidades em uma encenação teatral, onde as falas não demonstram o lado pessoal.
Democracia para um povo, mas o poder para um povo. Analogia das frases, mas esquecem das traduções de tais frases. Acreditam na sociedade, mas o parlamento é doutrinado. Junção de pensares constituinte, e a justiça segue uma nação. Porém são filhos(as) do próprio solo, segundo as famílias de tamanha terra. Dificuldades superadas no passado, mas de futuro incerto no próprio passado.
Roda roda e não gira, onde a trava do cronômetro pede pilha. Fraqueza energética, onde Li resolve um papel esquecido. Tabela de variações na natureza, mas esquecem do tempo vigente da própria natureza. Gestação não existente, onde os momentos se tornam presentes. Mas buscam a semelhança de Deus, acreditando nas crenças ruins. Confusão de homônimos terrestres, mas a prova só demonstra desgraças na Terra.
Planeta de belezas naturais, onde suas fontes especificam um caminho antigo. Revelações ditas em um tempo, mas não são corretivos os pensamentos. Análise de uma linguagem gramatical esquecida, onde os sinônimos seguram várias vidas. Mas pensam na união, onde os conhecimentos se mostram em teses perdidas. Rascunhos não aproveitados pelo tempo, mas natureza perdida no próprio tempo de vida.
Mapa que se energiza com minerais, mas subsolos de incertezas vigentes. Acreditam no refúgio espiritual, mas doutrinam tempos não formais. Mentalidades de um coletivo pessoal, e as energias espirituais apresentam um casal. Ruínas nas Eras Antigas, mas a Grécia explica vossas rotinas. Funcionalidade perdida na escassez, mas lembrada na falsa abundância de um profeta da vez.
Situações de reverência contemporânea, cuja as crenças moldaram uma sociedade amena. Transposição de ideologias pouco realistas, mas forneceram um período de escassez de disciplinas. Falta de conhecimento visível, onde o tempo se tornou emotivo. Racionalidade discriminatória, onde os preconceitos geraram vossas faltas.
Oh tempo impreciso, cuja as demandas se tornaram impecílios. Buscam pelas informações, mas esquecem dos apressos não pagos. Dúvidas que contemplam um período, mas o tempo foi destruído. Artes de expressões passadas, na eterna morada de vossas casas. E assim caminhamos pela vida, nos deixando esquecer da própria vida.
