Textos sobre Mar

Cerca de 4578 textos sobre Mar

Ventos da orla
Cheiro de mar
Olhares distantes
Sem pestanejar

Se me deito eu sonho
A areia é um aconchego
O vai e vem da maré
Na ponta dos meus dedos

Passam senhores e meninos
Mulheres e meus ais
Imagino o que se pode
E o que não se pode mais

Breves anos eu passei
Suspirando a beira mar
Mas eu nunca encontrei
Um ideal pra eu amar

Só o mar me corresponde
Mas coragem eu nunca tenho
De ir lá onde se esconde
O prazer e me abstenho

Se eu réles e covarde
Se eu fraco e perdedor
Não encontro a mim mesmo
Que dirá um grande amor

Inserida por Taffarel88

Que delícia é sentir a areia nos pés
o barulho do mar
leve brisa a tocar meu rosto
perceber que a natureza
traduz tudo o que é bom
nos faz sentir melhor
ao entardecer sinto o cheiro
que vem do mar
me faz imaginar e sonhar
como é bom estar aqui este momento
indescritível sentimento
Marcelo Labonia

Inserida por malabonia

Somos como areia e o mar,juntos e enrolados..!
Quero amar-te como as nossas bocas sabem amar.!!!
Queria ser uma sereia,para ver as estrelas do céu!!
Beijar-te esta noite a saber a sal!
Amar-te como os salpicos,de água salgada na tua pele...
encontrar-te no mar e perder-me na areia.!!
Quero amar o cheiro a maçã da tua pele!!
o brilho dos teus olhos castanhos.!
o sorriso dos teus lábios,da tua boca.
A minha pele com a tua,os meus olhos nos teus.
Os meus lábios em ti,com cheiro a hortelã na tua boca.!!

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

Vem e não vai

Ontem deitei na areia e comparei o tempo com o mar
Ele vem e vai, traz coisas que nao vão ficar
A onda que trouxe você é a mesma que irá levar.

Hoje descendo a ladeira sentindo o vento soprar
Como a melodia do som de você chegar
Só durou ate tudo terminar.

Amanha vou tocar uma regueira
E lembrar como é bom te amar
Vem e deixa os dias ruins pra lá.

Inserida por SarahMoraes

⁠"Eu queria, que a nossa história, tivesse sido escrita na areia, à beira mar.
Pra quando as mazelas da vida, abatesse sobre mim, uma leve onda, do meu eu, pudesse te levar.
Queria que as marés, levassem as lembranças de nós dois, levassem o meu amar.
Parece, que estou no fundo desse oceano de indiferença, pois, me falta o ar.
Não posso respirar.
Se fora do meu eu, meu amor, e deixara-me, apenas, o meu amar.
Dor imensurável, creio que nem mesmo, o próprio Deus, possa me curar.
É a famosa dor de amor, dor de amar.
Mas tudo bem, sei que buscará.
Buscará pelos rincões, buscará nos beijos, nos abraços, mas é certo; não me encontrará.
Infelizmente, o que vivemos, vive em meu coração e me tortura, cada batida, cada pulsar.
E que Deus perdoe meu desejo, o meu sonhar.
Mas eu queria, amor meu, que a nossa história, tivesse sido escrita na areia, à beira mar..."

Inserida por wikney

E eu pus-me sobre a areia do mar, e vi subir do mar uma besta que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre os seus chifres dez diademas, e sobre as suas cabeças um nome de blasfêmia.
E a besta que vi era semelhante ao leopardo, e os seus pés como os de urso, e a sua boca como a de leão; e o dragão deu-lhe o seu poder, e o seu trono, e grande poderio.
E vi uma das suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou após a besta.
E adoraram o dragão que deu à besta o seu poder; e adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? Quem poderá batalhar contra ela?
E foi-lhe dada uma boca, para proferir grandes coisas e blasfêmias; e deu-se-lhe poder para agir por quarenta e dois meses.
E abriu a sua boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome, e do seu tabernáculo, e dos que habitam no céu.
E foi-lhe permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe poder sobre toda a tribo, e língua, e nação.
E adoraram-na todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo.
Se alguém tem ouvidos, ouça.
Se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém matar à espada, necessário é que à espada seja morto. Aqui está a paciência e a fé dos santos.
E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como o dragão.
E exerce todo o poder da primeira besta na sua presença, e faz que a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta, cuja chaga mortal fora curada.
E faz grandes sinais, de maneira que até fogo faz descer do céu à terra, à vista dos homens.
E engana os que habitam na terra com sinais que lhe foi permitido que fizesse em presença da besta, dizendo aos que habitam na terra que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia.
E foi-lhe concedido que desse espírito à imagem da besta, para que também a imagem da besta falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta.
E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas,
Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome.
Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.

Bíblia Sagrada
Apocalipse 13:1-18.
Inserida por Helder-DUARTE

Fincada na areia eu patinava o mar que serpenteava a areia que era fincada por mim e se abraçava entre meus dedos dos pés. Andava rumo ao norte e estendia a vista à direita⁠ enquanto um ou outro peixe pululava entre as quebras das ondas.
E cruzava eu a areia, o mar, o peixe e um ou outro pescador que lançava a rede ao mar, água até à virilha salgada, ou lançava sua vara, fincado à areia -"Boa noite" -"O que se pesca aqui?".
Olhava acima, pipas serpenteavam o céu que devorava o mar que serpenteava a areia. Não eram pipas, mas morcegos presos à linhas seguradas por crianças que corriam e riam esgoeladamente.
A lua cheia banhava a todos, impassível por ter visto tudo. Vez em quando, o farol amarelo de um avião iniciava sua procura no mar até que suas várias agulhas me encontrassem. Pescadora eu, as cravava em meus olhos e o arrastava mar afora até que pousasse em minha nuca.
Me despedia, sem querer ir, mas sem ter mais o que percorrer, fechando os olhos e erguendo queixo acima. Meia volta: -"Boa noite" -"O que se pesca aqui?".

4 de fevereiro, 2023. Praia em Vitória

Inserida por MarinaLodi

Menino do Mar

Na vasta areia, sereno e sujo, juntando as pedrinhas que vinha do mar, o jovem garoto olhava o horizonte, seus olhos brilhavam e encantava o lugar. Contava ao vento os seus pensamentos, criando histórias com a imaginação, enquanto escrevia em um pequeno papel, palavras importantes, refrão por refrão. - Porque está sozinho pequeno garoto? ''Será que uma criança vai saber falar''. - Não sei o motivo de estar sozinho, quero achar um jeito de poder voar. ''Não entendi nada, senti sua inocência e rapidamente ele perguntou''. - Se eu sentar nas nuvens posso ver de perto brilhantes estrelas que pro céu voou? - Talvez se você pedir ajuda a lua, descubra um jeito de como alcançar, quem sabe por escadas, até uma corda, um trem flutuante, com balões de ar. A simples criança me olhou confiante, talvez minhas palavras pudessem ajudar, pegou sua caneta e escreveu no papel e disse que um dia iria tentar. - Você deixaria ver o que escreve? - Você me ajudou então posso deixar. Peguei a cartinha e li bem baixinho os versos daquela criança do mar.

''Mamã e Papá, esto a pocura di achar um jeto di podê voá, a vovó me dise qe viraram estelas, colado no céu voces sempe vão ta, eu amo voces e esperem qe um dia eu vou achar um jeto dai alcançar, vo faze uma lista e achá um jeto, me esperem qe chego, ta.
- pulando
- agarrando no pasarinho
- pedindo as asa pa meu anjinho potetor
- subi na avore
- pedi ajuda a lua
- escada
- ou coda
- balao de a
- trem voador''

A vó do garoto chamava-o de longe, pegou sua cartinha e ali partiu, de costas corria feliz, não sabia, que dura escolha você decidiu, achar um motivo ingênuo, difícil, sua pura inocência iria o guiar, nada eu falei, nem mesmo tentei, a única coisa que fiz foi chorar.

Inserida por AlanRodrigo2

Sentada em um banco de areia, olho pro céu, contemplando as estrelas.
Na imensidão da escuridão, no infinito desse mar, apenas alguns focos de luzes refletem nas águas. Meus pensamentos voam com o vento que trás a brisa que sopra meus cabelos e sussurra em meu ouvido, Deus é contigo...não desista. A luz brilhante me faz delirar com o enigma que é tentar desvendar quantos mistérios há entre esse banco de areia, a imensidão do mar e todos esses pensamentos que estão a me rodear.
Ah quanta ignorância a minha, tentar questionar, como Deus impôs limites nas águas do mar.

Inserida por ReginaCeules

⁠"Não sou capaz de olhar-te
E não lhe imaginar ao meu lado
Caminhando na areia
E o vento batendo no cabelo
Não sou capaz de ouvir-te
Sem me derreter por inteiro
Com o doce sussurro da sua voz
Que clama por carinho
Não sou capaz de tocar-lhe
E não estremecer o meu corpo
Suar frio e o coração acelerar
Sou incapaz de tê-la pela metade
Não quero ser subterfúgio
Das noites mais terríveis
De solidão
Sou capaz de ser exatamente o que sou
De te olhar exatamente como te olho
E me apaixonar todos os dias pela sua voz
Sou capaz de encarar o desconhecido
Mover céus e terra
Estar preparado na paz ou na guerra
Mas sou incapaz de esperar
Por aquilo que insiste em nunca chegar"
(Homem do mar, p. 16)

Corre um sério boato de que um pequenino grão de areia
conseguiu viver um tórrido romance de amor, com
uma estrela lá do céu...
Se non é vero, é bene trovatto...
Então... tudo é possivel, não te parece?

EXPLICANDO AS ESTRELAS DO MAR
Marcial Salaverry

O céu brilha, de estrelas coalhado,
o fundo do mar, é com estrelas atapetado...
Diz-se que de um amor impossível,
entre um pequenino grão de areia,
e uma estrela lá do céu,
aconteceu algo incrível...
Nasceu uma estrela do mar...
Amores impossíveis inexistem...
Imagine-se como esses dois amantes,
tão longe, tão distantes,
de tanto amor, conseguiram realizar
seu sonho de amor...
Seja como uma estrela, consolando
seu pequeno grão de areia...
Juntos ainda que distantes,
o amor acontecerá...
Tudo explodirá
num festival de luzes...
E a força do pensamento,
terminará esse lamento...
E num encontro de luz e cor,
para coroar tão lindo amor,
depois de muitas estrelas contar,
surgirá uma nova estrela do mar...

Inserida por Marcial1Salaverry

⁠Hoje fui levado,
indeciso, abandonado.
Apenas formado pelos grãos de areia
e a água salgada,
que pulsa em minha veia.

Mesmo rodeado de água,
sinto a frieza, a tristeza
de não poder te avistar.
Sei que estou apenas no começo,
de meu interior seco.

Em meu mundo vazio,
só me resta a luz do sol
e o flutuar das ondas
dos meus pensamentos,
que se vão como leves fragmentos.

Com o tempo, as lágrimas
parecem também fazer parte do mar,
e se unem no mesmo gosto salgado.
Tudo de repente, se torna memória
num corpo que não pôde comemorar vitória.

Inserida por davilimagunther

Talvez hoje o que me reste sejam as lembranças, o som do mar, seus dedos deslizando sobre o piano, a tocar melodias que tocam a minha alma. Seus olhos, seu sorriso, o som da sua voz, que soa como a de um anjo, invadem o meu coração, trazendo-me um amor puro e sincero.
Ah, talvez hoje só me reste viver da sua lembrança e trazer tudo de mais sublime e perfeito que um dia presenciei. E hoje, embora dias, semanas, meses, anos tenham se passado, você...
É, você continua vivo dentro de mim.
Quando fecho os olhos, consigo tocar suas mãos e ouvir o som do mar e você tocando as mais lindas melodias de amor.
Melodias que você me ensinou a tocar e a viver o que é amar e ser amado.
Você, meu doce, que me faz sonhar e querer viver cada dia para realizar tudo o que um dia planejamos, embora já tão distante, eu te levo aqui, no mais íntimo do meu coração. Não foi desta vez, mas quem sabe um dia Deus nos permita recomeçar...

Deus se faz mar quando meus olhos
o buscam,
me mergulha em suas ondas
de alívio e ainda assim se estende em sua infinita grandeza;
Reluzindo paz num horizonte de luz.
Onde as minhas angústias se curvam e,
meus medos são facilmente derrotados.
Quando Deus quer agir,
O silêncio se abraça á fé,
Montanhas e céus se movem,
E ele nos mantém de pé!
22 de novembro 2018

Soneto de sentimentos

A vida é como as ondas
do mar que vão e vem
como as batidas do meu coração
com a solidão que derrama
da minha insurreição.

Meu coração é feito de cimento
Que vai voando com os meus sentimentos Que vai morrendo em meus pensamentos
Que vai voando com os meus batimentos.

Lua branca que cai do céu que vai navegando no mar de mel.
Morrer ou viver
não sei o que escolher
até a lua se escurecer.

Alma negra que derrama sangue do meu coração que vai morrendo na escuridão da minha ilusão.

Resiliência navegares

O mar
O mar e suas ondas agitadas
Navio parece a naufragar
Adversos estes momentos, como saberei lidar?
A esse mar obscuro
De tribulações da vida
Onde navego em busca de luz
Esperança oscilam em meios as tempestades
Tempestades são apenas contratempos
Pois navegar é viajar em buscar de vitória.

Meus ventos de amor se perdem nas ondas do mar.
Exibe no ar ...em silêncio...e invisível...
Um quê de vida que revoa com as marés,que se misturam com as saudades,se molham nas manias,nas cicatrizes que colecionei;
Tudo como afirmação das minhas lutas;
As vejo como troféu das minhas vitórias.
Já não sou a menina que contava ondas,mas sou a mulher que enfrenta a maré cheia e,aprendeu a amar o mar da vida,mesmo em tempos de tempestades.
Reg.esc.10122018

"REMOINHO"

Sonhos à deriva nas ondas do mar
Destes meus desgarrados desabafos de alma
Doces poemas meio amargos
Esconde por vezes alguma insegurança e solidão
Não posso contar ao mar uma dor que é só minha;
Feita na escuridão das ondas
Um remoinho na alma
Acabarmos arrastados pelo furacão.
Ondas do mar que vão e voltam
No ritmo compassado
O cansaço das noites mal dormidas não perdoa
Quantas vezes imagino-te uivando para a lua...
Esta maldita lua que atormenta-me
Entregando-me ao pecado.
Explodindo como um vulcão adormecido
Para que oiças o meu grito..
Como um uivo louco e perdido
Fogueira brutalmente que queima
--- e afaga a tua ausência.
Os verbos em agonia que maltratam
O estado quase insano e brutal em que me encontro...!!

Seus cabelos eram ondulados
Tipo, ondas.
Ondas de um mar
Que tinha uma maré fortíssima!
Tão brava e forte
Que fez eu me perder
Neste mar, oceano... Como quiser!
Inegavelmente, um lugar;
Que sem dúvidas, era lindo...
Com pouco glamour e muita beleza!
Mas, muito confuso...
Tanta confusão, que me fez perder
O bem mais precioso de um homem...
A razão!

Mergulhos sonhados a imagem permeia
Desvairados devaneios ao mar
Ondas melodiosas derramam na areia
Sob miríades de estrelas e à luz do luar
Desejada e diáfana Sereia
Qual Anjo molhado a cantar
Vem, vem, a tua loucura semeia
Da paixão intensa ao final afogar.
(© J. M. Jardim - Direitos reservados - Lei Federal 9610/98)